História Destino - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Amanda Seyfried, Bradley Cooper, Chris Evans, Dakota Fanning, Jennifer Lawrence, Justin Timberlake, Matthew Daddario, Personagens Originais
Tags Amizade, Assassinato, Brigas, Lutas, Mortes, Prisão, Romance, Roubo, Segredos, Songfic, Suspense, Traição
Visualizações 34
Palavras 1.744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Heavy


Fanfic / Fanfiction Destino - Capítulo 4 - Heavy

- Como que você conseguiu sair de lá? - Lee me pergunta bagunçando o próprio cabelo.

- Era impossível eu sair de lá. Depois que o cara saiu do quarto algum ar começou a sair do filtro que me fez apagar totalmente...

- O quê? - Ele me interrompe de novo.

- Eles me botaram para dormir. Quando eu acordei estava na minha cama, jurei que tinha sido apenas um sonho, talvez o Hunter pudesse ter me drogado com algo que me fez fazer essa viagem mental. Mas não foi isso, tudo realmente aconteceu. Eu comecei a me sentir paranoica.

- Você falou com alguém?

- Não! Eu fiquei fingindo que nada tinha realmente acontecido, mas sempre que ficava sozinha em algum lugar eu começava a entrar em pânico. Não estava mais aguentando esse sentimento de caos, mas eu não podia falar com ninguém sobre isso ou me chamariam de louca. Minha sorte foi que o Hunter veio falar comigo.

Me encontrei com o Hunter a tarde na faculdade, ele aparentava estar super tranquilo com tudo.

- Müller... Estou disposto a  perdoar o chute que você me deu. - Ele fala mas eu não digo nada, apenas continuo caminhando pelo corredor. - Eu tenho um trabalho para você. - Ele diz me fazendo parar.

- Eu não sou seu aviãozinho. - Disse virando para poder encara-lo.

- Relaxa, não é para o que você está pensando. Te dou quinhentas pratas para você ser a minha guarda costas.

- Guarda costas? - Perguntei rindo. - Você não pode estar falando sério.

- Segurança, guarda costas, como você preferir. Te dou quinhentos por dia.

- Quinhentas pratas por dia? - Lee me pergunta e eu balanço a cabeça positivamente.

- Eu não vou trabalhar para você. Eu já tenho trabalho. - Falo virando as costas novamente para ele.

- Ah é, como anda as gorjetas do Dylan's?

- Ótimas. 

- Se você mudar de ideia basta vim falar comigo. Você sabe onde me encontrar.

- Você se corrompeu por quinhentas pratas? - Lee pergunta.

- Claro que não.

- Só pra deixar as coisas claras, esse tal de Hunter foi quem corrompeu você?

- Em parte sim... 

Naquela noite eu ia trabalhar no Dylan's, estava tudo indo muito bem quando chegou o fim do turno e eu estava indo para casa quando percebi que estava sendo seguida por dois caras. No começo achei que era paranoia minha. Naquela hora não passava mais ônibus e as gorjetas não tinham sido boas o suficiente para eu poder pagar um táxi, na medida que eu apressava o passo os dois caras também andavam mais rápido. Não havia mais ninguém na rua quando surgiu uma moto que passou em alta velocidade por mim.

- Ei docinho. Vai para onde com tanta pressa? - Um dos caras gritam para mim. Faço de conta que não escuto e continuo andando quando a moto faz a curva voltando e acelera para cima dos homens.

- Era o Hunter na moto?

- Não. - Respondo rindo.

Meu coração estava acelerado quando o cara da moto estacionou a moto do meu lado, sem olhar para mim ele fala com os caras.

- Avisem o Albert que eu vou me encontrar com ele. E que vocês devem ficar longe da Marília. - Ele fala meu nome e eu olho para ele tentando reconhecer a voz. O capacete era preto e todo fechado, não tinha como ver o rosto.

- Quem é Albert? - Lee me pergunta anotando o nome no papel.

- O cara que me sequestrou. Esses dois caras trabalhavam para ele.

- E quem é você? - Um dos caras pergunta.

- Bart. - O homem da moto fala e os dois caras ficam se olhando por alguns segundos. Eu não conheço nenhum Bart, mas pelo visto todo mundo me conhecia antes mesmo da minha foto aparecer nos jornais. - Avise o Albert para ele ficar longe dela. - Ele fala e os caras assentem com a cabeça e começam a caminhar para o outro lado da avenida. Penso em voltar a caminhar mas antes disso o cara na moto volta a falar. - Suba na moto, Marília. - Ele fala me entregando um capacete.

- Eu posso ver o seu rosto primeiro? - Pergunto.

- Não vai fazer diferença, você não me conhece. - Ele responde rápido.

- Você quer que eu suba na moto de um cara que eu não conheço?

- Não sou pior do que os caras que você anda. Pode acreditar, eu sou um dos bonzinhos.

- Qual a ligação que você tem com esse tal de Albert que me envolve? - Perguntei para ele.

- Deixe eu levar você para casa, Lia...

- Do que você me chamou? - Pergunto e ele fica em silêncio. - Só a minha família me chama assim.

- Eu sei.

- É claro que sabe. - Respondi sarcasticamente. 

- Era assim que o seu irmão te chamava. Pelo menos para mim, sempre que ele me falava de você ele te chamava assim.

- Você sabe do meu irmão?

- Eu prometi a ele que tomaria conta de você.

- Onde ele está?

- Ele morreu. 

- Como assim ele morreu? - Lee me interrompe novamente.

- Eu não acreditei logo de imediato, até que ele me mostrou uma pulseira que o Chuck tinha, me falando que o próprio Chuck deu para ele quando ele prometeu que tomaria conta de mim.

- Olha só, eu posso te contar tudo isso outra hora. Mas agora eu estou meio sem tempo. Sobe na moto, agora. - Ele me ordena e eu pego capacete me sentando na moto. Não precisei dizer onde morava, ele sabia onde. No caminho para a minha casa eu vi uma linha no seu pescoço, não podia ser o que eu estava pensando. Eu puxei de leve sua jaqueta para baixo e pude ver a tatuagem no seu pescoço, era a mesma do homem que tinha me sequestrado. Comecei a ficar paranoica de novo. - Fique longe de encrencas. - Ele fala enquanto eu entrego o capacete para ele.

- Quando vamos nos ver de novo? - Perguntei.

- Eu espero não precisar aparecer de novo. Prometa para mim que vai ficar a salvo.

- Você me falou que me contaria sobre o meu irmão.

- Prometa para mim.

- Não! Onde eu posso encontrar você? - Vejo um carro no final da rua piscar as luzes.

- É o mesmo carro daquela noite? - Ele me pergunta e eu balanço a cabeça dizendo que sim. - Entre para dentro de casa, agora... - Ele fala e eu fico parada o encarando quando o carro volta a piscar as luzes. - Vai! Agora. Eu dou um jeito da gente se encontrar depois. - Ele manda e dessa vez eu resolvo obedecer entrando dentro de casa. Assim que entro ele liga a moto e sai, o carro seguiu ele. 

- E você nem pensou por um segundo em chamar a polícia? - Lee me pergunta e eu respondo balançando a cabeça negativamente.

No dia seguinte eu me encontrei com o Hunter, pedi a ajuda dele, só ele poderia me ajudar a encontrar o Bart e eu faria qualquer coisa para saber mais sobre o meu irmão. Ele estava na frente da faculdade rodeado de garotos.

- Müller... - Ele fala quando me percebe na roda de amigos dele.

- Oi. - Disse e todos os amigos dele olharam para mim.

- O que você quer?

- Eu preciso da sua ajuda.

- Tenho cara de quem ajuda alguém em alguma coisa? - Ele me pergunta e os amigos dele caem na gargalhada.

- Eu topo. - Respondo e ele se ajeita me observando.

- Ui, ui. - Um dos amigos dele fala me provocando, reviro os olhos e Hunter veio até onde eu estava e saiu me puxando para fora da roda dos amiguinhos dele.

- Mas tem uma condição. - Falo e ele ria como se já esperava por isso.

- O que você quer Müller?

- Você disse que é bom com computadores... - Falo e ele balança a cabeça positivamente. - Você acha que consegue achar uma pessoa uma pessoa para mim?

- Eu posso tentar. - Ele responde sorrindo. - Você conhece a pessoa?

- Não. - Respondo rápido.

- E como você pretende que eu ache essa pessoa? Você lembra de alguma coisa? - Ele me pergunta e eu abro o meu caderno com o simbolo desenhado.

- Ele tinha uma tatuagem assim. Você sabe o que significa? Eu procurei na internet mas não encontrei nada que fizesse sentido. - Ele pega o caderno da minha mão e olha o desenho do círculo com as duas linhas partindo ele.

- É uma cruz. - Ele exita me entregando o caderno novamente.

- Você jura? - Pergunto com sarcasmo e ele volta a olhar para o papel.

- É uma cruz céltica. - Ele me responde levantando as sobrancelhas e me entrega o papel. - Não faço ideia de porque alguém tatuaria algo assim, mas tem gente pra tudo. Eu preciso de mais detalhes dele. Essa pessoa usava mais alguma coisa?

- Ele anda numa moto. 

- Por que você tá atrás dessa pessoa?

- Não interessa, ok?

- Tá... - Ele responde olhando para o outro lado. - Você viu a placa da moto?

- Não.

- Como que você quer que eu encontre ele? - Ele me pergunta rindo.

- Me falando a verdade sobre esse símbolo. Eu sei que ele tem alguma coisa haver com os caras que você se encontrou naquela noite. - Falo e ele fica sério me olhando. - Pode começar a falar.

- Que garantia eu tenho que depois você vai cumprir a sua parte?

- Você precisa confiar em mim...

- Regra número um para sobreviver a esse jogo: nunca confie em ninguém. - Ele me interrompe.

- E mesmo assim você decidiu confiar nesse garoto? - Lee me pergunta me fazendo sorrir.

- Façamos uma troca então. - Digo e ele me observa como se pensa-se em algo.

- Ok, eu falo para você sobre eles, mas antes você vai ter que fazer um serviço para mim.

- Que tipo de serviço? Achei que seria só a sua guarda costas.

- Me encontra aqui as quatro horas para o seu primeiro trabalho. - Ele falou se virando e indo embora.


Notas Finais


Eu sei que vcs estão curiosos para saber o que aconteceu para a Marília estar onde ela está, eu prometo contar logo hahaha E esse Bart ai? Será se ele é mesmo um dos bonzinhos? O irmão dela realmente morreu?

Música: Heavy - Linkin Park
https://www.youtube.com/watch?v=GyVCe96GsqU&list=PLwiHgMZrWolODp-OaayhpjEKQ94BlL4yA&index=4


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