História Destino - Capítulo 15


Escrita por:

Postado
Categorias Malhação
Tags Benê, Gadizaski, Gune, Guto, Malhação, Malhação Viva A Diferença
Visualizações 9
Palavras 682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O PRÓXIMO SERÁ PELO PONTO DE VISTA DE GUTO.

Capítulo 15 - O beijo


UMA SEMANA DEPOIS

BENÊ

Viajarei em três semanas, por isso estou aproveitando cada dia com minhas amigas, minha mãe prometeu procurar um professor de piano assim que chegarmos em Recife, o que me deixou aliviada, mesmo duvidando do meu futuro professor. Será ele vai ser paciente  comigo como o Guto? Por mais que minha mãe me convença que achará um professor tão talentoso quanto ele,  eu tenho minhas dúvidas. Hoje sairei com ele no fim das aulas, iremos a uma lanchonete onde Keila me fez prometer não contar ao Roney, já que ele odeia quando vou para lanchonetes dos concorrentes. Se bem que, ele não mantêm mais contatos com a gente, não visita a mamãe  e nem tem suas pequenas discussões com o Julinho, apesar de não entender muito bem de emoções, eu acho que ele está triste. Eu gosto do Roney, e por mais que mamãe o  deixe por uma boa causa, é injusto com ele.

Guto está estranho, chegou dez minutos atrasado, apesar de saber que pessoas normais sempre atrasam, me incomodo em esperar tanto tempo , estamos comendo um x- tudo, não tão bom quanto a do Tato, mas não deixa de ser delicioso. O percebo me observando.

- Eu tô com a boca suja?- questiono Sem compreender

- O que? É..... não! É claro que não! Cê ta linda- Nossa, Guto nunca disse que eu sou bonita. Ele também nunca 

nunca gaguejou ao falar comigo, como acabei de dizer, ele tá estranho.

- Guto! O que está acontecendo com você?

- Comigo?! Na.. nada Benê! De onde cê tirou essa ideia

-  Primeiramente não se cria idéia, idéias são convicções que determina o nosso pensamento em relação a um determinado assunto. Então elas não são surgidas, não extraídas. – Guto dar um leve sorriso- O que houve?

- Nada , as vezes esqueço que você tem dificuldades em compreender gírias. Mas você tem razão, eu estou exatamente estranho.

- Foi o que eu acabei de dizer    

- E... Eu tenho algo pra te dizer- Se antes já me encarava, passou a me olhar mais intenso, seus olhos fixam fortemente meu olhar, seu olhar se encontra com o meu- Eu... Sinto-me estranho desde o dia que te conheci, e fiquei mais estranho ainda quando passamos a nos conviver. Benê,eu to com medo.

- Do que que cê tem medo Guto?

- Eu tenho medo da nossa distância Benê, eu irei sofrer com sua ausência Benê, eu...Eu  tenho que te contar uma coisa mas... mas não sei como dizer. – prestei atenção a cada coisa que Guto dizia, assim como ele, também sinto algo estranho quando estou ao seu lado. Uma sensação que nunca sentir com ninguém, mas eu precisava ouvir suas palavras, precisava saber se ele sentia a mesma coisa que eu .

-O que você sente por mim Guto?

- É por  isso que estou aqui, preciso de você para saber.

- Em que eu posso ajudar?

- Eu preciso fazer uma coisa, pra entender esse sentimento, mas... Só farei se você permitir. Você confia em mim?

- Sim – Eu imaginei que ele iria me perguntar alguma coisa, Dizer alguma coisa, mas não. Ele chegou mais perto e me beijou, eu fiquei surpresa, nunca havia beijado um garoto de verdade, eu já havia dado um selinho roubado nele , mas não de língua, eu  me rendi naquele beijo, fechei os olhos e correspondi, como nunca havia beijado , repetir os movimentos de Guto, nossas línguas dançaram na mais triunfante melodia. Ele 

me beijava de modo calmo e intenso. Eu nunca esquecerei esse dia , eu beijei pela primeira vez, e foi um beijo bom. Quando seus lábios deixam os meus, nossos olhares se encontram olhos negros, olhos brilhantes, que se afastam, já não alcança s meus.

- Eu... Preciso ir, eu tô confuso...- O Guto já não era o mesmo, pegou suas bolsas e se virou, sem mais me encarar.

- Mas Guto, espera! Você não me disse o  que sente por ...- Tarde demais, ele correu sem rumo, não olhou mais pra mim, será que ele não gostou?

 


Notas Finais


Gostaram?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...