História Destino - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Ageplay Não-sexual, Boyxboy, Família, Fluffy, Heterossexual, Homossexual, Não Sexual, Tbdl, Yaoi
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Palavras 1.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Capitulo 4


Fanfic / Fanfiction Destino - Capítulo 5 - Capitulo 4

Ruan deixou o pequeno Waya na sala de descanso e seguiu até a sala de Katsuo, seu esposo e dono do estabelecimento.

- Ei love, me chamou? - Perguntou entrando na sala e viu seu esposo terminando de guardar suas coisas - Já estamos indo embora?

- Onde você estava Ruan? Fui te procurar e me falaram que você tinha saído. Aconteceu alguma coisa? - Perguntou se aproximando, arrumando a gravata do marido e pousando suas mãos ali.

- Eu perguntei primeiro - Falou com um sorrisinho vendo seu marido fazer um biquinho fofo.

- hmm ... Mamãe ligou e está vindo pra cá hoje à noite pra passar o fim de semana então vamos pra casa agora pra deixar tudo pronto pra eles. - Respondeu ainda com um biquinho e arranhando de leve o peito de Ruan para provocá-lo.

- Então minha sogrinha favorita está vindo nos visitar né!? - Falou segurando as mãos de Katsuo e dando um beijinho no biquinho que ele fazia. - Seus irmãos vão vir também? - Perguntou saindo da sala e esperando o esposo a trancar.

- Hei! Você ainda não respondeu minhas perguntas, e que história é essa de sogra favorita? É bom você só ter uma, senão eu te aleijo. - Finalizou o dando um soco, não muito forte, mas também não muito fraco no estômago.

- Ai amor, eu só estava brincando, que violento. - Reclamou com um sorriso quando foi acertado por uma pequena criatura que veio correndo e logo se escondeu atrás dele se agarrando ao tecido do seu terno. - O quê? ... Waya? - Olhou confuso do pequeno para o funcionário que antes corria atrás dele.

- O que está acontecendo aqui? - Katsuo perguntou direto para o funcionário com um olhar sério.

- Ah...D.desculpe senhor, eu achei esse garoto na sala de descanso roubando comida, eu não sei como ele entrou lá, eu já vou colocar ele pra fora. - Falou o funcionário com nojo e raiva do garoto que estava sujo de bolo até os cabelos. Ruan sentiu o pequeno agarrar com mais força sua roupa.

- Que prova tem que ele estava roubando? Você por acaso tentou o perguntar o porquê e como ele chegou até ali? - Ruan falou ríspido atraindo a atenção do esposo que estranhou a reação do marido.

- Ahh senhor eu mesmo o vi comendo o bolo do lanche dos funcionários e olhe para ele, é óbvio que não é parente de ninguém daqui, é só um garoto de rua nojento. - Falou com desdém do pequeno.

- Pois fui eu quem trouxe e deu o bolo para o Waya.

- Ah..ahh..e.ele é conhecido do s.senhor? - Perguntou engolindo em seco ao ver a expressão no rosto do marido do chefe. - D.desculpe s.senhor e.eu não s.sabia que ... e.eu achei que... - Se perdeu nas desculpas.

- Chega! Conversaremos sobre isso na segunda, esteja na minha sala as dez, pode ir. - Falou e assistiu o funcionário sumir de suas vistas como fumaça. - E agora você, pode começar a me explicar o que está acontecendo aqui e quem é essa criança. - Se virou para o marido vendo de relance a criança agarrada as suas costas. - Mas primeiro vamos a um banheiro, ele está com bolo até o cabelo - O pequeno levantou o olhar para o homem que falava dele e levou uma mãozinha melecada até os cabelos para "ver" se tinha mesmo bolo ali. Katsuo ao ver o rosto do pequeno se surpreendeu com a sujeira e não conseguiu segurar uma risada baixa - Pelos céus, que bagunça. - Comentou baixo e seu marido se abaixou para ficar da mesma altura do pequeno.

- Ei pequeno, está tudo bem? - Perguntou atraindo a atenção do pequeno que o olhou e depois de pegar a pelúcia que estava escondida dentro de sua blusa e a conferir deu um sorriso acenando que sim com a cabeça. - Que bom, vamos limpar essa bagunça então. - Falou se levantando e pegando uma das mãozinhas do pequeno começando a o guiar até o banheiro. - Ahh pequeno esse é meu esposo, o nome dele é Katsuo, ele é o dono daqui, love esse é o Waya, ele foi o motivo de eu ter saído mais cedo. - Os apresentou e sentiu o pequeno parar e segurar de leve na blusa de Katsuo, mas logo soltar.

- i.culpa - O pequeno falou baixinho e abaixou a cabeça colocando a orelha da pelúcia na boca. O moreno olhou para o marido em dúvida.

- Acho que ele pediu desculpa.

- Sim querido, isso eu entendi, mas porquê?

- hm... pequeno o que eu falei sobre a orelhinha do ursinho? - Repreendeu o pequeno novamente se abaixando para ficar na mesma altura dele.

- Momo sujo - O pequeno respondeu baixinho tirando a orelhinha da boca.

- Isso, está sujo, agora pelo que você estava pedindo desculpa? - Viu o pequeno franzir o cenho e olhar em volta por um momento, tentar levar a orelhinha do ursinho de volta a boca, mas olhou pra ela por um momento e desistiu franzindo o cenho novamente, ele não conseguia achar as palavras que precisava para responder à pergunta. O moreno vendo a dificuldade do pequeno resolveu tentar ajudar.

- Hei, está tudo bem, é pela confusão de agora? Se for não se preocupe, já está tudo esclarecido - Falou devagar e viu o pequeno negar e olhar para Ruan como que pedindo ajuda.

- Momo meu, mida nom meu, feiu. - Tentou explicar o pequeno.

- Ahh sobre os biscoitos? - Viu o pequeno assentir e o esposo o olhar esperando que ele explicasse. - Eu conheci o Waya quando ele tentava levar alguns biscoitos sem pagar, eu falei com ele que ele não podia levar os biscoitos porque não eram dele e deixei ele ir depois dele me prometer não fazer mais, depois eu descobri que uns garotos tinham pegado o ursinho dele e mandaram ele pegar os biscoitos e levar pra eles em troca do ursinho de volta, então eu o trouxe para o dar um lanche e em troca ele me responderia algumas coisas. - Explicou tudo ao esposo se levantando. Katsuo ficou sem reação por um momento, mas logo deu um sorriso gentil para o pequeno.

- Está desculpado pequeno. - Fez um cafuné na cabeça do menor e se levantou também. - Agora vamos logo limpar essa bagunça de bolo.

 



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