História Destino (Mitw) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Felipe "Febatista" Batista, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Mitw
Visualizações 57
Palavras 970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


take me to church, I'll worship like a dog at the shrine of your lies

Capítulo 1 - Flores


.:*flores*:.

- Demetria! - chamou.
 - Sim, senhor? - a ruiva apareceu na porta.
 - Quero que avise á todos que irei saie cedo hoje. - olhou pra ela - E por favor, arrume esse cabelo. Está em local de trabalho.

  A ruiva envergonhada ajeitou os cabelos rapidamente. O senhor que estava na sua frente de terno preto, seu chefe, estava mais irritado agora. Mas ela já estava acostumada, tinha visto o mais velho em momentos piores.

Lembrou-se do dia em que ele estava com tanta raiva que começou a quebrar certos objetos de sua sala. Nesse mesmo dia havia perdido seu pai em um acidente de carro. 

Quase todo o dia da semana os funcionários eram liberados cedo por causa do seu mal humor. Não era assim que o pai dele queria que a empresa fosse dirigida.

Demetria foi avisar á todos que Linnyker não estava se sentindo bem e que todos poderiam voltar para sua casa. E as fofocas começaram novamente. 

  "Será que é a irmã dele?" "Foi a irmã dele de novo?" "O senhor Linnyker vai acabar infartando um dia com a irmã dele".

  Era simples assim, sempre colocavam a culpa na irmã dele. Por causa de uma doença, chamada alzheimer. Ela foi diagnosticada com apenas 4 anos, quando ela havia acordado o irmão mais velho de madrugada para saber onde estava. Foi nessa época em que ela estava aprendendo a falar, bem pouco mas estava falando.

Naquele dia o irmão havia ficado confuso, disse que ela estava na casa dela. Então ele havia percebido que ela esyava mais confusa que ele, e correu para chamar sua mãe.
  

Desde aquele dia, tiveram mais cuidado com a mesma. Sabia que se não desse o cuidado preciso, ela poderia fazer qualquer coisa sem saber da consequência. 

E foi isso que aconteceu desde que o pai dos dois havia morrido. Toda vez que ela acordava ela saía de casa, ficava vendo as casas, pássaros, cachorros, crianças de bicicleta. Mas ela não ficava no quintal, ela ia para longe. O que preocupava sua mãe e irmão.

Às vezes Linnyker saía da empresa para procura-lá. Sua mãe, os empregados, até mesmo vizinhos iriam procura-lá. Quase sempre achavam ela um tanto perto da casa.
 

- Demetria!

- Sim, senhor?
  - Avise à todos que se eu, novamente, ouvir algum boato sobre a minha irmã, a pessoa será demitida na hora.

  A ruiva apenas assentiu, finalmente ele havia tomado alguma iniciativa de acabar com esses boatos. Estava cansando desses boatos que estavam espalhando sobre Maria.

  Maria Júlia. Era o nome, Maria Júlia Linnyker. Apenas 22 anos enquanto Linnyker tem 23.

  - Senhor Linnyker, todos já foram para suas casas. - Demetria entrou na sala, já havia avisado as pessoas sobre os boatos. O que fizeram os mesmos estarem com medo.

  - Obrigado, dispensada.

  Ela foi embora. Agora estava apenas Linnyker naquela sala gigante. Lembrara que tinha que ir para casa e levar flores rosas para sua irmã. Ela adora flores rosas. Faz ela se sentir bem.

  Saiu de sua sala, percebendo que todo mundo havia saído mesmo. Então trancou sua sala e foi diretamente para saída. Tinha uma floricultura ali perto e tinha flores lindas, principalmente as rosas.

...


Saiu de seu carro e indo para a entrada da floricultura. Entrou e viu logo as rosas, pegou uma apenas e foi para o caixa. Bateu o sino que estava lá e de repente veio um jovem. Aparentava ter 19 anos. Um corpo definido e pele branca. UAU! Parecia a neve.


      - Em que posso ajudar? - a voz era bela.-

 E-eu quero uma embalagem para guardar esta rosa. - gaguejou.

- Oh, sim. Quer um cartão também?
  

- Não, não precisa.

    Foi até uma prateleira, havia ficado de costa, e Linnyker não pensou duas vezes antes de olhar para a bunda do floricultor. Era meio avantajada para um garoto. Um uau saiu de sua boca, para o ouvido do floricultor isso não passou despercebido.

  - A-aqui está... a rosa. - respondeu envergonhado. Sabia que ele havia olhado para sua bunda.
  - Oh, obrigado. - pegou a rosa e olhou o crachá - Tarik...
  - Sim, senhor...?
  - Linnyker. Mikhael Linnyker.

  Tarik apenas deu um sorrisinho, o que foi retribuído pelo Linnyker. Mikhael até estranhou o do por quê Tarik não está supreso, tipo, ele era muito famoso!
Mas ignorou isso, oegou sua rosa e foi para seu carro. Sem antes dá um tchau para Tarik.

  Entrou no seu carro e dirigiu até sua casa. Quando ela guardou o carro na garagem, percebeu sua mãe esperando.
Sorriu e abraçou ela, perguntou onde estava sua irmã, ela apenas apontou para um quarto. Um quarto com a porta branca e detalhes de flores.

  Entrou no quarto depois de dá duas batidinhas, e percebeu que ela estava desenhando de novo. Chegou perto dela, quando ela o viu deu um sorriso.

  

- Oi, Mike.

- Oi, Ma. Olha, eu comprei outra. - mostrou a rosa.
  

- Oh, obrigada.


  Ela foi até á janela, lá havia um vaso de flores, ela a colocou lá. 


         - Obrigada, Mike.-

- De nada, maninha. Eu trarei mais flores para você, okay? - beijou a testa da irmã.


        Ela apenas assentiu e abraçou o irmão. Sabia o quão era especial para Mike, mesmo esquecendo às vezes que ele era seu irmão. Dessa vez, tinha se lembrado que era Mike, seu irmão mais velho, o seu companheiro do parquinho, seu ajudante na bicicleta e seu melhor amigo.

     - Eu irei dormir, okay? Fique bem. - beijou novamente a testa da irmã e foi para seu quarto.

      Entrou em seu quarto e foi diretamente para o banheiro. Tirou suas roupas e entrou no box, agradecendo aos céus pela água gelada bater em sua pele morena. Teve um dia de cão, mas conhecendo Tarik e vendo o sorriso brilhante de sua irmã, melhorou.


Notas Finais


I'll tell you my sins so you can sharpen your knife


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