História Destino ou o acaso? - Capítulo 9


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Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Aries, Carla (Charle), Chelia Blendy, Elfman Strauss, Erza Knightwalker, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Grandine, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Michelle Lobster, Minerva Orland, Natsu Dragneel, Romeo Conbolt, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Virgo, Wendy Marvell, Yukino Aguria
Tags Bad Girl, Gale, Gruvia, Jerza, Nalu, Nalu Reverso, Nerd
Visualizações 138
Palavras 1.987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hellooo gente, mereço um doce, vim 5 dias mais cedo! kkkk

Aqui, esse cap começa com a Lucy narrando. Acho que vocês perceberam que a pegada dos caps ficou mais tensa e sentimental. Então, esse é um novo arco onde eu vou começar a explorar os sentimentos da Lucy e do Natsu.

Esse cap e o ultimo são como uma introdução para o que esta por vir, entao agora vai focar mais no drama do que na comedia. Mas não fiquem aflitos quem não estiver gostando viu kkkk já já volta as doideras sem noção do grupo e da escritora.

Mas ai, me digam o que acham dessa mudança, e tambem aceito críticas viu, se querem que eu mude a estrutura, interação dos personagens, ou algo do tipo.

Enfim, Boa leitura!

Capítulo 9 - Uma confusão danada




Sabe quando tudo que você faz já não tem aquele sentido? Ou parece que é a sua vida que não tem sentido mesmo? Então… Bem vindo a minha vida.

Mas então, vocês devem estar confusos com essa minha opinião da vida, então vamos lá.

Eu tinha acabado de voltar pra escola, o Natsu estava demorando pra voltar e digamos que não tinha mais nada pra fazer né, convenhamos que é melhor ficar com um rosado estudando juntos, do que enfrentar trigonometria e hipérboles sozinha.

Enquanto caminhava por aqueles corredores infinitos - dignos de um cenário de escolas abandonadas - ouço um grito fino no final do corredor. E como boa stalker que sou, reconheço o dono da voz de longe. Era Natsu!

Com meu alvo avistado, me aproximo sorridente, mas paro quando ouço mais uma voz… Uma que eu odeio seriamente.


Os dois estavam juntos…


Numa escola quase que abandonada...


De noite e sozinhos...


Nem preciso dizer que minha mente foi ao pico da imaginação né gente. E o pior foi quando ouvi a lisvaca dizer:

- Preciso conversar com você…

E depois dela insistir, ele cedeu e sla o que aconteceu depois, por que saí de lá o mais rápido que consegui.

Eu sabia que Natsu ainda gostava da branquela, bem, apesar dele nesses dias estar estranho com ela. Mas apesar disso, ainda via aquele brilho nos seus olhos por ela, e isso doía muito.

Depois daquele “fora” que levei dele, tentei mudar, fiquei mais gentil, estou “tentando” prestar atenção nas matérias quando ele me explica, até comecei a enviar indiretas mais sutis - pra ele não ficar bravo de novo.

O pior é que não estou conseguindo ter resultados e também não consigo bolar uma estratégia para conquistar o meu rosado, não que esteja desistindo claro.

- AAAHHHRR- Bagunço meus cabelos saindo da escola e virando a esquina.

Eu ainda não estava acreditando que deixei meu futuro homem boy magia com aquela bruxa. Mas isso vai ter volta!

Depois desse meu pequeno surto, eu fiquei no parquinho esperando meu rosado, mas ai que ocorre o problema gente, é nesses momentos que o destino resolve tramar contra você.

Ao invés dele uma alma penada se aproximou de mim (Vocês nem imaginam que é né), e sabem o que ela me falou com aquela cara descarada dela?

- Acho melhor você não se aproximar mais do meu N-A-M-O-R-A-D-O, ouviu? - A Strauss sorriu sarcástica e saiu rebolando -tentando- como se tivesse ganhado a parada.

E eu estava o que? Estática? Sim! E agora voltamos para o momento depre da minha vida.

Isso só podia ser sacanagem! Eu devia ter jogado pedra na cruz quando criança pra ter comido o pão que o diabo amassou.

Sem perceber, comecei a chorar… Não acreditava que Natsu tinha feito isso comigo, e o nosso namoro? Mesmo que falso, tinha que significar algo, certo?

E quando eu me declarei pra ele? Será que ele não acreditou mesmo? AHHHHH o Natsu não seria capaz disso, ele é tão... Natsu… Sim, a Lissana deve ter mentido só pra me afetar!

Depois vou conversar com o Natsu e tirar essa história a limpo! Não vou cair mais nesses planos mirabolantes da Albina para me deixarem triste!

E eu, como a bela mocinha que sou, limpei algumas lágrimas que teimaram a cair enquanto me sentava no balanço.

Apesar de ter quase certeza - torcia para isso - que Lisvaca tinha mentido, eu ainda estava insegura. Será que Natsu não tinha nenhuma consideração por mim?

Vocês devem estar se falando: “Nossa Lucy, cadê aquela garota corajosa que falou que iria conquistar o Natsu senão meu nome não seria Lucy Heartphilia?!”

Primeiro, eu sou uma garota meiga, doce - sinta a ironia - e emotiva, e convenhamos que isso poderia desestabilizar qualquer um certo? E eu admito, eu sou tudo menos corajosa…

Será que é por isso que o Natsu não gosta de mim, nem um pouquinho?

Bem, é nesses momentos que queria ter a minha família por perto, principalmente a minha mãe… Não que ela tenha morrido nem nada, só que além dela ser ocupada - assim como o papa - ela vive internada por causa da saúde.

Apesar disso, eu não tenho reclamações dos meus pais, eles são amorosos, cuidam de mim e vivem tentando se aproximar de mim.

- Lucy - Ouço uma voz do meu lado e tenho um mini infarto quando vejo que o garoto esta do meu lado.

- S-sim... Como sabe meu nome? - Observo o garoto, ele era magro, alto com cabelos pretos estilo emo, olhos vermelhos - parecia o gajeel - ele era estranhamente familiar.  

- Bem... Acho que você não lembra de mim, eu sou o irmão do Sting - Ta explicado a familiaridade - Tudo bem?

- Ah sim… Sim, não há nada com o que se preocupar - Sorrio tirando o resto das lágrimas do meu rosto. Ele parecia ser totalmente diferente daquele tarado loiro.

- Uma garota bonita não deveria estar chorando assim - ele dá um sorriso singelo acariciando meu rosto e me afasto vermelha.

Ok, Ok produção! Agora não sei se fico nervosa por causa da cantada ou pelo ato sem vergonha.

- B-bem obrigada, agora tenho que ir… Tchau! - Tento sair o mais rápido de lá, mas sinto o garoto segurando meu braço.

- Se precisar de algo, saiba que estou á disposição - Ele sorri gentil e me solta.

- Espero não estar interrompendo nada…

- AI SENHOR! - Me assusto vendo Natsu com uma carranca ao meu lado - Da onde você brotou brutos?

Acho que todo mundo resolveu me assustar hoje, não é possível.

- Eu estava conversando com o Diretor… Vamos Lucy, eu te acompanho - Ele diz já se virando e saindo de lá.

Sem esperar duas vezes, o sigo vendo o irmão de Sting saindo em silêncio. Garoto estranho...

Mas, apesar dele ser estranho, ele foi gentil e me  ajudou a esquecer meu desprazer de lembrar do Natsu e da lambisgoia.

- Sobre o que você conversou com o diretor? - Pergunto baixo atras dele. Ainda não tinha engolido esse “namoro”. Se realmente aconteceu algo, ele iria me falar né?

- Não tem importância… Quem era aquele garoto? Acho que já o vi antes, mas não lembro de onde - Natsu coloca a mão no queixo tentando lembrar provavelmente de onde conhecia o menino. Sorrio vendo-o fazer o gesto, sim gente…

Eu sou uma trouxona, acho que o nome da minha história deveria ser a maior trouxa de todos os tempos. Será que ficaria famosa?

- Bem, eu também não lembro muito bem o nome dele… Mas ele é irmão do Sting - Falo e ele me olha impassível.

- Hm, vocês pareciam bem íntimos… Ah - ele suspira - Deixa pra lá, achei que você já tinha ido pra casa.

- Eu fui resolver algumas coisas… - Digo lembrando da branquela azeda e meus olhos se enchem de água - Eu vi a Strauss passar… Vocês estavam conversando também?

- Ah bem… Sim - Ele dá um sorriso amarelo - Resolvemos algumas coisas.

- Hmm - Vejo que chegamos no nosso prédio e entramos - Acho que está dando certo o nosso a-acordo.

- Sim, é o que parece - Ele diz subindo no elevador - Bem, acho que ele também já está acabando, já que você passou nos exames.

Apenas concordo com a cabeça e vejo o silêncio reinar. Fazia tempo que nós dois ficávamos sem assunto. E eu, como a anta que sou, não conseguia formular uma pergunta ou assunto que não seja:

“Então, Natsu, é sério que você tá namorando a Strauss??? E se sim, porque não me fala de uma vez hein?”

Minha situação estava tão complicada que eu já estava paranoica pensando que os dois já tinham feito coisas indecentes na escola.

- Luce vamos logo, tá no mundo da maionese ai? - Natsu se aproxima de mim, numa distância perigosa.

- Ahn D-desculpa! - Viro o rosto corada.

- Então eu vou para a casa dos meus pais amanhã, então acho que só vamos se ver depois das férias.

- Ah… - Tinha esquecido que ele iria viajar nas férias, minha situação tem como piorar ainda mais Senhor? Iria ficar longe do rosado...

- Bem... - Ele me olhou dando um sorriso, e como efeito derretendo meu coração - Até depois Luce!

- A-até - Natsu vai até sua porta - Natsu!

- Sim?

- E-eu… Queria… Ahn - Tento reunir coragem para perguntar aquilo e o vejo me encarando - Boa Viagem! - sorrio amarelo.

- Obrigado!

E assim o meu rosado vai embora, me deixando  á deriva no corredor -nada dramatica- E sinto meu  sorriso murchar, Lucy sua estranha! Por que não perguntou? SUA COVARDE!

- AHHHHHHHHH! - Grito batendo minha cabeça na minha porta - Baka, baka, bakaaaa, baka!

Você tinha quer ter perguntado Lucy! Agora vai ficar ai depressiva por que seu Rosado tesão vai viajar e você não descobriu se ele e a lambisgoia estão namorando mesmo.

As meninas tem razão, eu realmente tenho que ganhar o nobel da idiotisse suprema…

- Bakaa - Entro em casa escorregando pela porta e sentando no chão - Você é uma trouxa mesmo Lucy, parabéns! - Escondo meu rosto entre os braços e os joelhos, sentindo as lágrimas caírem.

Por que eu estava tão sentimental hein?! Ai cara…




Natsu P.O.V


Já estava no trem indo pra casa, apesar de odiar qualquer meio de transporte, era o jeito mais rápido de chegar em casa.

Olhava pela janela a paisagem, que já não era mais casas e prédios, mas sim campos esverdeados cheios de árvores. Meus pais moravam no interior de Magnólia, um interior bem afastado comparado ao tamanho do estado.

Fazia tempo que não os via e não podia mais esperar. Eu recusei até a viagem da escola para vê-los, eu tinha que pensar longe de tudo e todos.

Por quê? Bem, Lissana tinha me feito uma proposta bem estranha e surpreendente na verdade. E também tinha Luce.

Mas isso é assunto pra depois certo?! Ha ha - sim, vou deixar vocês na curiosidade.

Perdido em meus pensamentos recebo uma ligação de Gray, fazia tempo que não conversava com ele.

- Hey fornalha, você tem certeza mesmo que não vai para o passeio?

- Sim stripper - Digo bravo e sinto as pessoas do vagão me encarando, mas não ligo - Vai ficar com saudades é? - Falo sarcástico.

- Vai catar coquinho… Você só vai voltar na semana de começar as aulas? O pessoal estava planejando de fazer tipo uma noite dos garotos uma semana antes, por que não tenta vir mais cedo?

- Bem tudo depende do que eu resolver aqui… Mas eu vejo o que posso fazer.

- Ok, eu tenho que ir, vou sair com a Juvia. Não fica sumido - Gray fica em silêncio, parecendo se lembrar de algo - Ah e não esquece de tomar seu remédio, é deprimente quando você passa mal no trem.

- Ta mamãe, não vou esquecer… E você também, se acontecer algo de interessante me liga. Tchau!

Depois de 3 longas horas com meu estômago embrulhando - eu escutei minha mamãe dois, mas ainda assim fico enjoado - cheguei até a estação, e ai os avistei.

Papai, Igneel, era um homem moreno, alto, musculoso e possuía cabelos ruivos, mamãe falava que ele era muito mulherengo quando se conheceram, mas ela deu um jeito nisso hehe

Já ela se chamava Grandine, para os mais íntimos Dine. Ela possuía cabelos brancos - Albina, pode ser por esse motivo que me fascinei com a Lissana - corpo esbelto e tinha o sorriso mais doce que eu já vi na vida.

Aliás, ela é a filha de Porlyusca, a esposa do vovô Macrarov. Ou seja, eu não chamo ele de vovô atoa. Peguei vocês né! E tambem, é por esse motivo tambem, que estudo por lá.

E por último estava Romeo, um garotinho sorridente - meu irmão caçula - de cabelos pretos azulados e olhos da mesma cor. Ele podia parecer ser um garoto tranquilo, mas era uma peste quando queria.

- Filho - Mamãe me abraçou rápido, e sinto o baixinho me abraçar por tras.

- Pirralho, da próxima vez tente vir mais cedo! - Papai sorriu se juntando a nós e nos levantando em seu abraço.


Como eu estava com saudades da minha família.



















Notas Finais


Ahhh, e aqui gente, estou fazendo outra fic, quem gostar de Gruvia, ou um clichê de comédia romântica pode gostar, ele é baseado no filme "A proposta" ( meu filme favorito S2):

https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-proposta-13930282

Gray sempre foi uma pessoa estudiosa e ousada, que sempre superou seus objetivos para alcançar o que desejava. Tinha se mudado para a grande cidade de Crocus para se tornar um escritor famoso e até ser editor. Mas claro, a vida não é tão fácil assim.

Mas o que você faria se sua "querida" chefe te fizesse uma proposta implausível e quase inacreditável? Você aceitaria se pudesse ter seu livro publicado e assim poder realizar seus sonhos?

Juvia era uma mulher decidida e de pulso firme, aos olhares dos outros, bem, sendo a editora chefe da Fairy tail ela TINHA que preservar sua imagem. Mesmo que todos á odiassem.

Contudo, mesmo tendo alcançado seus maiores sonhos, ela não era feliz e não tinha êxito em sua vida social e amorosa. Mas por obra do destino, sua única coisa estável iria pro brejo. E ela tinha que fazer qualquer coisa para não ser deportada, nem que tivesse de pedir em casamento seu fiel - e gato - assistente.


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