História Destino: Segredos Revelados - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Monsta X, VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Hyung Won, I'M, J-hope, Jimin, Jin, Joo Heon, Jungkook, Ken, Ki Hyun, Leo, Min Hyuk, N, Personagens Originais, Rap Monster, Ravi, Show Nu, Suga, V, Won Ho
Tags 2won, Abo, Anjos, Changheon, Hyuken, Jaehyuk, Jookyun, Kihyoongi, Lemon, Leobin, Livro1, Navi, Nefilins, Romance, Showhyuk, Showmin, Taekbin, Universo Alternativo, Wonkyun, Yaoi
Visualizações 72
Palavras 2.765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!!!
Voltei mais rápido do que imaginava rsrsrsrs
Bem, o capítulo é uma continuação do anterior, então tem um pouco mais de Wonkyun <3
Acho que esse capítulo tem um pouco mais de informação sobre eles, então espero que gostem ;)

P. s. Ah, para quem estava esperando o Minhyuk que prometi, ele está aqui e promete incinerar esse relacionamento, literalmente kkkkkk

Boa leitura ~

Capítulo 4 - CAPÍTULO 2 - Sentimentos Atribulados


Fanfic / Fanfiction Destino: Segredos Revelados - Capítulo 4 - CAPÍTULO 2 - Sentimentos Atribulados

 

 

 

A CHUVA FINA LOGO SE TRANSFORMA EM UM PEQUENO TORRENCIAL.

O vento uiva lá fora e os raios e trovões tomam o céu imperativamente. Hoseok não parece perceber essa estranha mudança no clima, mas eu sei que ela não é natural. Existe algo, ou, mais especificamente, alguém, a frente dessa pluviosidade incaracterística.

— Até amanhã! — Eu falo assim que meu namorado para o carro em frente a minha casa. Sinto meu corpo retesar e suspiro prevendo o possível e certo sermão que terei que escutar pelas próximas horas.

Olho rapidamente para o interior da residência e percebo que as luzes estão apagadas. Suspiro. Minhyuk poderia estar em sua casa agora — um lugar longínquo, escondido no interior da floresta há poucas horas daqui —, contudo tenho certeza que ele não me deixaria passar a noite sozinho, ou acompanhado, neste caso, pelo cara ao meu lado.

Minha mente alerta para o fato que estou sendo espreitado, sinto claramente aqueles olhos analíticos queimando minha pele. Retiro o cinto de segurança, abro a porta do carro e faço menção de sair dali para encarar finalmente meu algoz, porém sou interrompido quando Hoseok puxa a porta e volta a fechá-la.

— Nada disso! — Ele exclama falsamente chateado. Desvio minha atenção para ele e vejo o seu sorriso prepotente. — E o meu beijo, Anjinho?

Bufo ansioso.

— É serio, Hoseok, eu tenho que entrar — choramingo olhando-o de esguelha.

— Por quê? — Ele adota um tom circunspecto.

Viro meu corpo e o encaro de frente. Seus lábios formam em uma linha fina tensa

— Porque está tarde e meus pais estão fora da cidade — falo francamente com o cenho franzido. O que ele está tentando fazer? — E não é como se fosse muito seguro estarmos fora até essa hora — acrescento tentando clarear seus pensamentos, que parecem terem desvanecido completamente. Ele se esqueceu de quem somos e o que temos que enfrentar todos os dias?

— Você é o único que se preocupa tanto com os caçadores, Changkyun. — Ele retruca em desdenho.

Os caçadores, também conhecidos como os temidos Venatores, são os encarregados de livrar o mundo da infestação nefilim, exterminando-nos arduamente. Trabalho este que eles mesmos resolveram realizar de bom-grado, apenas por prazer mórbido, segundo meu appa. O estranho é que eles ainda se dizem Anjos, mas estão mais para carrascos cruéis.

Nossa existência é uma afronta às leis divinas e, aparentemente, uma grande ameaça ao equilíbrio entre o Céu e a Terra. Eu nunca topei diretamente com um dos Venatores, até porque se o tivesse feito não estaria vivo agora, mas estremeço com apenas a menção deles.

— Estamos protegidos, essa cidade é cercada por uma nevoa poderosa, que, aliás, foi o seu tão amado descendente que criou exatamente para mantê-lo a salvo. — Hoseok afirma em um suspiro, e dessa vez não há somente sarcasmo em seu tom de voz. Manter-me em segurança parece ser a única coisa em que meu namorado e meu guardião concordam fielmente. De alguma forma, mesmo nunca afirmando, Hoseok é grato a Minhyuk por se preocupar com o meu bem-estar. — E ainda têm nossos amuletos — acrescenta sabiamente. — É impossível algum deles nos rastrearem até aqui.

Olho para o anel em seu dedo mínimo, onde há um diamante negro enfeitando a singela joia feita de ouro branco, e toco em meu colar sob o tecido da minha camisa automaticamente. Nossos amuletos, cuja função principal é mais complexa que trazer apenas sorte, afinal eles são responsáveis por ocultar nossa aura, nossa herança angélica. Esses pequenos objetos são extremamente eficazes, mas tenho a sensação sólida de que o meu deve estar com algum defeito.

Omito os meus receios e engulo em seco.

— Não é bem assim — discordo categoricamente. — O meu appa... Você sabe... — Eu respiro fundo e balanço a cabeça. Não preciso dar voz às palavras, afinal ele sabe, mas parece fazer questão de esquecer que meu progenitor não é um simples anjo caído. Ele era um Arcanjo e desistiu das suas asas quando se apaixonou por um humano, meu papa, Cha Hakyeon.  Bem, para ser honesto, meu appa Wonshik resolvera quebrar algumas regras antes da sua queda, e isso faz de mim um espécime raro e de existência indesejável. — Eu sou um imã para eles, Seok, mais cedo ou mais tarde eles irão me encontrar — sentencio em um sussurro.

Hoseok ri e franzo as sobrancelhas levemente incomodado.

— Eu não sou tão covarde assim, Changie — Ele retruca. — Se eu tiver que lutar por você, eu irei. — afirma categórico. Mordo o lábio inferior e estremeço um pouco abatido, pois sei que é verdade e preso demais por sua segurança para sequer pensar em colocá-lo em risco em beneficio próprio.

Aperto firmemente minhas mãos emaranhadas em meu colo.

— Nem deveríamos estar juntos — Eu digo. Minha respiração de repente se tornou curta, porém controlada. — Seus pais me odeiam por eu colocar sua vida em risco.

Hoseok arquei uma sobrancelha e sorrir abertamente. Bufo internamente. Às vezes eu acho que para o meu namorado inconsequente o mundo se resume a um grande parques-de-diversão!

— Dane-se se meus pais te odeiam. — Ele argumenta e pega minha mão, desfazendo meu agarre, e, em seguida entrelaça nossos dedos tranquilamente, para logo depois apertá-los firmemente em um gesto claro de segurança. — Eu te amo! — Ele declara, e suas palavras soam tão sinceras que tenho vontade de me jogar em seus braços e dá-lhe o mundo.

— Eu também te amo! — Eu minto. Não, não é totalmente mentira. Eu realmente o amo, porém não da forma que deveria, não da forma que ele merece.

Hoseok leva minha mão, ainda presa à sua, até os lábios e a beija. Fecho os olhos por um instante apreciando a carícia, ainda que meu estômago proteste inesperadamente.

— Vai dá tudo certo, eu prometo — Hoseok garante e meneio a cabeça em concordância, embora não acredite realmente em suas palavras. Aquele era o meu destino, e não havia nenhuma possível escapatória, apenas adiamento. — Mas não era disso que eu estava falando... — Ele retoma e abro meus olhos para fita-lo, em clara confusão. — Por que parece que eu não sou o bastante? — indaga repentinamente e meu corpo enrijece. — Ultimamente você parece fugir dos meus toques, dos meus beijos... — Hoseok sonda e prendo a respiração. — O que está acontecendo?

— Eu só estou preocupado e nervoso — respondo roucamente e pego-me mentindo mais uma vez. Desvio momentaneamente meus olhos dos seus. Eu não quero ser honesto agora, e essa conversa precisa ser adiada mais um pouco, o máximo que eu conseguir.

O problema é que ele está certo, parcialmente pelo menos. Ultimamente realmente tenho evitado seus toques e beijos, mas não sei como dizer isso, colocar em palavras como me sinto se nem eu mesmo sei exatamente. Eu o quero por perto, o mais perto possível na verdade, afinal não há como negar que seus beijos tiram-me do ar, assim como os seus toques pericias e excitantes.

No entanto, existe algo dentro de mim que é completamente avesso à ele, e sinto-me culpado constantemente por não entender esses sentimentos contratantes e atribulados. Sinto que poderia estregar meu corpo para Hoseok, mas nunca minha alma.

— Meus dons estão estranhos e Minhyuk está pegando pesado com o treinamento. — Eu prossigo com as mentiras mescladas com verdades irrefutáveis.

Sim, meus dons realmente estão em combustão, os poderes que inevitavelmente herdei do meu appa estão a cada dia sofrendo uma espécie de mutação e isso me deixa razoavelmente estressado. Eu sou uma bomba-relógio prestes a explodir, e minha equipe de contenção está cada vez mais próxima!

Contudo, a forma com que me sinto perto dele é o que tem tirado o meu sono. Nosso relacionamento parecia perfeito, até algumas semanas atrás, é claro, quando tive aquele curioso sonho...

Meneio a cabeça rapidamente, procurando dissipar meus pensamentos confusos. Sou incapaz de entender o motivo de sonhar com um lobo, e o porquê do mesmo ter afetado-me tanto.

— Minha cabeça está um caos e estou prestes a entrar na faculdade — sorrio para quebrar aquele clima adverso. — Eu estou pirando.

Hoseok desliza minha mão dos seus lábios para sua bochecha, acariciando-a levemente.

— Me desculpe se parece que estou te pressionando — murmura e fixa seus olhos nos meus intensamente. Ele parece tão frágil! Definitivamente não o mereço. — Eu apenas...

— Me abrace. — O interrompo e sou expressamente atendido. Seus braços cercam protetoramente meu corpo em um abraço estranho devido a nossa posição, mas ignoro o desconforto e permito-me apreciá-lo em paz. O seu calor percorre minha pele de forma tranquilizadora e eu quero continuar ali, protegido, pelo tempo que me for possível.

O silêncio ali reina por alguns minutos, porém, repentinamente sinto a atmosfera que nos cerca mudar e tombo a cabeça para o lado ao notar que Hoseok inicia uma série de leves selares em minha pele sensível, ao passo que arrasta o nariz pelo meu pescoço, arrepiando-me.

— Eu sei uma forma bem melhor de distraí-lo — Ele sussurra sorrateiro e umedeço meus lábios com a língua, entre apreensivo e jubiloso. — E eu vou adorar ajudar você! — frisa provocante.

— Esse não é o melhor lugar para fazermos isso — tento ser coerente, mas meus pensamentos se dissipam parcialmente. Alguma coisa em meu interior refuga, ordenando-me para afastar-me, mas simplesmente não o faço. Estou preso em um impasse, porém não posso dar ouvidos a algo que não entendo.

Suspiro com os toques cheios de libido de Hoseok. Eu o desejo e quero apenas poder sanar esse sentimento impetuoso.

— Eu gosto da sua cama — Ele afirma baixinho, seus lábios roçando levemente os meus de forma instigante. — Podíamos aproveitar que seus pais não estão... — Hoseok pondera e arfo ao receber um firme aperto em minha coxa. — O que você acha, Anjinho?

Mordo o lábio. Ainda que não houvéssemos praticado sexo propriamente dito, já havíamos feito algumas coisas bem interessante e, que, definitivamente, tiravam-me completamente  a coerência das ideias. Uma masturbação dupla aqui, um boquete ali... Mãos extremamente bobas e despudoradas...

Seria tão mais fácil se eu finalmente cedesse, mas não consigo e isso é frustrante.

— Acho que seria uma ótima ideia, mas... — Sua mão sobe até próximo, perigosamente, da minha virilha. Sinto o pulsar acelerado do meu coração. Meu corpo reage de forma contrastante à minha mente imperativa, que grita em negação, mas ignoro-a e sorrio. Dane-se!

E puxo meu namorado, beijando-o em seguida. Minha mente torna-se um borrão e o repuxar no meu estômago apenas um incomodo indeferido.

A maneira como nossas bocas se encaixam é saudosa, quase como se tivessem estado longe uma da outra por décadas. Nosso beijo é faminto e claustrofóbico, e a língua de Hoseok procura a minha avidamente, deslizando em minha boca de forma ensandecida... Quente!

Eu não sei exatamente em que momento cheguei até o colo dele, com as pernas meio entrelaçadas em sua cintura, mas não dou muita importância. Minha respiração tona-se uma sucessão de arfares constantes e ininterruptos enquanto nossos lábios movessem languidamente... Tão quente!

Hoseok percorre suas mãos pelas minhas coxas protegidas pelo tecido da calça e aperta firmemente a carne das minhas nádegas. Gemo e mordo seu lábio inferior, repuxando-o. Abro os olhos e o encaro.  

Seu semblante é completamente excitante; suas bochechas encontram-se ligeiramente ruborizadas e os lábios carnudos, úmidos e avermelhados, levemente separados enquanto ele respira pesadamente... Quente, muito quente!

Hoseok abre os olhos e fixa-os em mim. Arrepio-me ao perceber como seu olhar parece nublado de desejo.

Ele puxa-me rapidamente e beija-me ainda mais intensamente e ofego ao senti um certo volume abaixo de mim. A excitação que nos envolve parece crescer gradativamente, de forma descontrolada, e sei que há algo que estou deixando passar, mas meus pensamentos não conseguem se conectar em nada a não ser aplacar aquele calor erótico que nos arrebatara.

Calor...

Quente demais na verdade!

Separo meus lábios dos de Hoseok e respiro descompassadamente.

— Está quente aqui, não acha? — indago franzindo o cenho, meio confuso.

Ele abre um sorriso malicioso.

— E acredite, vai ficar ainda mais! — promete cheio de más intenções. Penso em contestá-lo, mas sou rapidamente refreado ao te meus lábios tomados novamente. Hoseok aperta mais uma vez minha nádegas, logo depois seus dedos resvalam suavemente a pelo sob minha camisa, e traçam ardilosamente o meu abdômen delgado. Inconscientemente mexo-me em seu colo exercendo uma leve fricção em nossos corpos.

O silêncio da noite é cortado pelas nossas respirações aceleradas, pequenos gemidos e estalidos dos nossos beijos. Silêncio?! Então entro em choque repentinamente e percebo o que há de errado em todo aquele cenário.

A chuva parou!

Afasto-me velozmente de Hoseok, que me olha inteiramente desorientado, no entanto, seus olhos bruscamente exprimem outro sentimento: descrença. E percebo que não é dirigido a mim, pois ele está olhando diretamente sobre meu ombro.

Sigo seu olhar rapidamente e sou arrebatado pelo pavor ao ver as chamas escarlates tomarem conta do capo do carro em que estamos.

— Ai, droga! — exclamo incrédulo e pulo para fora do carro, sendo prontamente seguido pelo meu namorado, que parece estar em transe.

— Não! — ouço o grito de Hoseok chocado, enquanto seu tão amado carro sucumbi às labaredas encandecestes. E aperto os lábios em uma linha fina e severa e reprimo a vontade de revirar os olhos para essa cena patética.

Então de repente sentimos sua presença esmagadoramente incisiva. Giro nos calcanhares e percebo que aqui está ele, de braços cruzados e semblante impenetrável, em toda a sua empáfia indignada.

Engulo em seco tentando desfazer o nó que se formara na minha garganta e encaro-o.

Neste momento Lee Minhyuk ostenta apenas uma ligeira silhueta em meio à escuridão da noite, que é levemente quebrado pelas chamas que ele mesmo cria tão ardilosamente.

— Eu não acredito que você fez isso no meu carro, seu lunático! — Hoseok acusa e fuzila-o dando passadas largas até Minhyuk, que sorrir ladino.  — Eu te odeio!

Entro no meio deles e seguro Hoseok pelos ombros.

— Controle-se! — Eu aconselho calmamente.

— Diga isso para esse louco!

 Viro-me para o meu guardião. Seus olhos estão levemente desfocados e exibem um brilho predatório e ameaçador. Sei que, por puro instinto, eu deveria temê-lo, mas sinto-me apenas culpado por despertar sua irritação. Tínhamos um acordo e eu o quebrei sem nenhum remorso.

— Minnie, pare com isso! — peço calmamente.

Minhyuk pisca os olhos calmamente, e um segundo depois as chamas viram apenas história.

— Eu até pediria desculpas... — Ele ainda mantém o sorriso debochado. Reviro os olhos e aperto os ombros de Hoseok, que tenta seguir mais uma vez em direção a Minhyuk. — Mas, ao contrário do que muitos pensam, eu não gosto muito de mentiras! — declara e seu olhar perspicaz e censurador crava severamente em mim.

— Meu bebê! — Hoseok corre em direção ao seu carro e suspiro. Idiota! —Você vai pagar o concerto, pode ter certeza. — Ele afirma enfurecido dirigindo-se a Minhyuk.

Uma risadinha cheia de escárnio faz-se presente.

— Não sei do que está falando — Minhyuk contrapõe tombando a cabeça para o lado, analisando a reação exagerada do meu namorado. — Deveria tomar cuidado, nefilim, o álcool está afetando sua mente — ironiza em provocação.

Minhyuk caminha calmamente pela calçada e para há poucos centímetros de mim. Em seguida ele ergue o queixo em direção ao carro, que agora parece estranhamente perfeito, sem um mínimo aranhão.

Ah, então fora tudo uma ilusão! Constato tranquilo e suspiro momentaneamente aliviado.

Observo o semblante rígido do meu namorado.

— Eu realmente te odeio! — Hoseok rosna entredentes, vejo seus músculos retesarem e seu maxilar travar, e acho melhor intervir antes que a situação piore e as coisas saiam completamente do controle.

— Acho melhor você ir! — falo mansamente e vou até ele, minhas mãos regressam mais uma vez para seus ombros, então aperto-os levemente e sorrio. — Falo com você amanhã — acrescento e aproximo meu rosto do seu, tocando nossos lábios em um breve selar de despedida.

No entanto, sou puxado de encontro ao seu corpo forte e tenho meus lábios tomados em um beijo profundo e demorado. Xingo-o em pensamentos, pois sei que essa atitude não passa de retaliação, uma provocação clara à pessoa que estar ao nosso lado. Contudo, simplesmente permito o beijo e retribuo-o, parcialmente, com o mesmo entusiasmo.

— Amo você! — Hoseok sussurra ao quebrar o beijo.

Mordo os lábios formigantes.

— Eu também te amo!

Então no instante seguinte ele lança um último olhar contrariado em direção a Minhyuk e entra no carro. Hoseok parte furioso, deixando para trás apenas duas manchas negras provocadas pelos pneus do veículo, assim como um leve odor de borracha queimada.

— Isso era realmente necessário? — indago à Minhyuk roucamente, quase sem forças.

Ele me ignora.

— Sabe qual o problema com as mentiras, Changkyun? — Minhyuk pergunta retoricamente. — É que quando contadas por um longo período e repetidamente, nos acostumamos com elas — esclarece enigmaticamente. Franzo o cenho e o encaro, confuso. — Paixão não é amor!

 

 

 


Notas Finais


É isso!
Desculpem os erros, eu estava ansiosa para postar esse capítulo e revisei correndo rsrsrsrs

Então, o que acharam?
Changkyun está cheio dos sentimentos confusos coitado! (coitado nada, com um homão desses, eu hein kkkk)
Quem gostou desse Minhyuk cheio das confiança? No próximo temos um pouco mais desse Minnie badass ;)
Ahhhhh, Wonho é um namorado apaixonado ou não é?! Todo fofo desse jeito! (dá ele para mim, Changie! kkkk)


Até o próximo capítulo!!!


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