História Destino Traiçoeiro - Renato Garcia - Capítulo 34


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Notas do Autor


Hellooo meus amores 😍 tudo bom ? Olha eu aqui de novo com mais um capítulo quentinho para vocês que eu sei que vocês tanto gosta ❤ não vou mentir sofri pra finalizar esse cap, mas graças a Deus que deu tudo certo, tudo caminhando para o caminho que eu quero, preparem os corações que oque vem pela frente é só tiro,porrada e bomba!! e mais uma coisinha quero que todas leitoras novas sejam bem vindas suas lindas ❤❤ muito obrigada por cada comentário, cada favorito!! Vocês não tem noção do quanto isto tem me incentivado a continuar. Não se esqueçam de deixar o comentário em e sempre que puderem me ajudem a divulgar a fic, Então é isto que vocês tenha uma ótima leitura e até a próxima ❤ E fogo no parquinhooo🔥

Capítulo 34 - Linha de perigo


P.O.V GREG FERREIRA

Mas que merda aquela palhaça tem na cabeça de simplesmente entrar em desespero e sumir de nossas vistas, Renato pediu calma antes de tudo mas todos sabiam que no fundo, no fundo de todos ele era o que estava mais apavorado.

- EU FALEI MANO, EU FALEI PORRA QUE IA DAR MERDA ESSE CARALHO. NINGUÉM ME OUVIU! - Renato surtou ao começar a chutar a parede que estava ao seu lado - ANASTÁCIAAA PORRA!

Então começamos a ouvir gritos misturado com passos de pessoas correndo vindo do corredor de baixo

- Shiiiiu mano, escutem ! - Renato ergueu seu dedo indicador para que todos ficassem em silêncio - Lá em baixo nego, no necrotério. - Thiago disse ao erguer sua arma mirando para frente enquanto descíamos rápido e com cautela

Caminhamos cerca de uns 10 metros até dobrar a esquerda e dá de cara com Ana caida no chão desorientada. Ao ver aquela cena Renato se desesperou assim como todos e corremos até a ela que estava jogada no chão

- PUTA QUE PARIU MANO ! - Renato gritou ao se aproximar dela e ver que ela estava desmaiada e semi nua - Amor, Ana fala comigo, por favor mano! Não faz isso comigo, não me deixa PORRA!  - A essa altura Renato estava desesperado com ela em seu colo com sangue que escorria de sua testa

- Renato olha lá! - Foi a vez de Boquinha se pronunciar apontado com a arma para frente

Todos erguemos nosso olhares para onde Boca apontava, cerca de uns 7 metros a nossa frente vimos pela escuridão um grupo pequeno de caras correndo. Renato não pensou duas vezes ao se levantar com sangue nos olhos tirou seu colete, e sua camiseta e cobriu Ana que estava com os seios a mostra

- Renan,Greg fica aqui! Renan vê como ela está. - Renato limpava seus olhos enquanto tirava sua verdadeira arma da cintura e engatilhava - Thiago,Léo, boquinha comigo!

Então ele saiu correndo atrás dos caras que havia causado isso,  não vou mentir eu queria tambem ter ido atrás desses filhas da puta e acabar com a raça de um por um. Renan soltou sua arma no chão e se aproximou dela procurando por sinais vitais

- Acertaram ela na cabeça! - Renan se referiu a min 

De alguma forma isso também estava me afetando, vê-la naquele estado desorientada, tão indefesa. E se eu tivesse evitado isso? e se eu também tivesse sido contra ela ter vindo? talvez Renato não teria permitido mas era todos contra sua palavra. Querendo ou não eu também tinha culpa

- Como ela está ? - Me aproximei deles, me ajoelhando no chão enquanto observava Renan fazer seu trabalho, afinal ele também era socorrista.

- Eu-Eu não sei, mas já posso adiantar que os batimentos dela estão fracos, talvez pelo choque que ela passou afinal ninguém além dela sabe oque aconteceu.

Foi então que ouvimos 3 tiros serem disparados, vindo da direção que Renato havia subido correndo. Renan não pensou duas vezes em se levantar e fazer a retaguarda indo até o final do corredor para averiguar
Me aproximei de seu corpo caído no chão e com cuidado peguei sua cabeça colocando em minha perna, comecei a acariciar de leve sua Bochecha

- Maldita filha da puta, não me deixa, não faz isso outra vez mano. - Susurrei baixo contra seu rosto enquanto  limpava uma lágrima que insistia em cair

Engoli em seco, mais uma vez. O sentimento de culpa começou a crescer dentro de min, nada disso aconteceria se eu estivesse sido contra desdo o começo. Meu coração apertava mais e mais ao vê-la daquele jeito e não poder fazer nada. Foi quando então avistei de longe Renato vindo rapido com o revólver na mão pisando em passos firmes, seus olhos vermelhos como fogo e sua veia do pescoço estava saltitada parecia que iria estourar.

P.O.V RENATO

Eu falei mano, eu falei! Mas ninguém me deu ouvidos, ninguém mesmo. Querendo ou não o fato disto tudo era culpa minha, por não ter sido mais firme na minha decisão, por ter acreditado que eu seria capaz de proteger ela quando na verdade eu não fui. Na moral eu fui um completa idiota!
Eu estava fora de min, queria a qualquer custo ir atrás daqueles desgraçados mas Thiago abriu meus olhos que estavam cegos de raiva naquele momento

- Deixa de ser idiota mano é isso que eles querem, sua mina tá lá dentro desiorinteada precisando de você. Agora não é hora de achar quem é culpado ou não! E como líder eu exijo que você volte pra lá com a gente, guarda essa arma e vamos levar ela em algum hospital

Os malditos desgraçados conseguiram fugir pelos matos do fundo. Seria muito arriscado eu ir atrás deles entrar naquele mato sem conhecer nada, ele tinha razão eu precisava voltar e foi oque eu fiz. Comecei a caminhar rápido sem esperar por ninguém voltando para onde Ana estava, ao me aproximar Greg estava com ela apoiada em sua perna e Renan voltava do fundo do corredor com a airsoft em mãos.

- Vamo embora nego, não era só aqueles! Com certeza deve ter mais. -  Léo falou preocupado enquanto mais uma vez eu caí ao seu lado de joelhos, peguei ela colocando em meu colo e comecei a acariciar seu rosto, meus olhos começaram a encher d'água. Minha vontade era gritar, quebrar a cara daqueles malditos filhos da puta

- Ela precisa de um hospital Rê, vem levanta! - Renan pegou em meu braço tentando fazer eu acordar para a realidade. Mas eu estava em choque, era como se estive só nós dois naquele correr o escuro

- Por que ? Por que meu amor você não me deu ouvidos ? - Falei contra seu rosto, fui aí então que eu percebi que ela tinha um corte fundo em sua testa que sangrava sem parar me fazendo cair na real

Me levantei com tudo pegando Anastácia em meu colo ajeitando sua roupa e minha camiseta que cobria seu peito, enquanto os outro tomavam a frente, caminhar com ela em meu colo desorientada por aqueles corredores era como se fosse uma eternidade nunca tinha fim. Mas eu precisava chegar no carro o mais rápido possível. Não importa o quanto a exaustão era grande mas eu não podia parar, não podia fraquejar logo agora !
Depois de 5 minutos caminhando a pé finalmente havíamos chegado do lado de fora daquele maldito lugar, eu não dizia nada apenas caminhava calado com ela em meus braços
Ao chegarmos perto da caminhonete Thiago abriu a porta traseira e eu a coloquei deitada no banco e entrei logo em seguida pegando sua cabeça e colocando em meu colo.

- THIAGO, GREG NA FRENTE! - Gritei para Thiago ao entregar a chave em suas mãos - OS DEMAIS LÁ ATRÁS
Então assim eles fizeram, todos tinham em seu rosto uma expressão de choque e desespero, encotra-la da maneira em que a encontramos só podíamos dizer que estava morta

- Nego, fica calmo vamos levar ela no hospital vai dá tudo certo - Thiago de alguma forma tentava me tranquilizar mas sem sucesso, então ele pisou fundo no acelerador saindo com tudo

Abaixei minha cabeça encarando seu rosto que estava sereno, sua respiração estava fraca. Apesar de tudo ela estava lutando. Mas pelo oque eu tinha entendido haviam acertado Ana na cabeça, não cheguei a ver os rostos, mas sei que era todos homens.

Precisávamos correr contra o tempo, não sabíamos qual era o seu quadro, não sabíamos direito oque tinha acontecido com ela. A única coisa que eu sabia até agora era que ela estava ferida.
Mas que merda ela tem na cabeça ? Como ela some, estava atrás de min foi questão de minutos eu a perdi de vista

- Por favor mano, não me deixa! - Falei ao selar nossos lábios e deixar uma lágrima cair

Thiago acelerava rápido, furando todos os sinais vermelhos que ele via em sua frente para assim poder chegar o mais rápido no hospital.
Todos tinha culpa nisso, éramos uma equipe assim como eles mesmo haviam dito mas simplesmente falharam na missão de protegerem ela. Quase 20 minutos depois Thiago deu uma freada brusca ao parar em frente ao  enorme prédio iluminado, um dos melhores hospitais que existe em Londrina. Pra min não importaria valor ou coisa assim eu só queria minha namorada bem
Descemos todos do carro indo até a entrada principal

- O que aconteceu com ela ? - O enfermeiro disse ao se aproximar com uma maca

Meus olhos estavam vermelho e o sentimento de culpa ainda permanecia aqui, coloquei Anastácia em cima da maca a cobrindo com minha camiseta que por sinal estava encharcada de sangue dela mesma

- Não sei bem oque aconteceu, mas sabemos que ela levou uma pancada forte na cabeça. Foi o que causou o desmaio - Renan se aproximou conversando com o enfermeiro

- Entendi, fiquem aqui já volto com informações - O Enfermeiro disse ao me barrar na porta

- NÃO MANO! COMO ASSIM ? ELA É MINHA MULHER EU NÃO VOU A DEIXAR SÓ  - Thiago e Léo veio até a min me puxando para trás

- Calma nego, agora ela tá em boas mãos ela vai ficar bem! - Léo tentou me confortar

Renan então abriu sua carteira tirando sua carteirinha que comprovava que ele também trabalhava na área da saúde, se aproximou do enfermeiro mostrando, Foi quando então deram passe livre para que ele pudesse entrar

- Fica aqui Rê, eu vou lá dentro ela não vai ficar só. - Assenti com minha cabeça para que ele fosse e me trouxesse notícias boas

Duas hora depois…

Duas horas, exatamente duas horas que eles levaram ela lá pra dentro e não retornaram ainda com informações. Eu estava nervoso, desesperado todos da casa já tinha sido informado do ocorrido inclusive meus pais que estavam aqui me dado o maior apoio.
Os caras tinham ido embora, restando somente Thiago aqui comigo. Assim como eu ele também estava se culpado pois como ele mesmo disse, ele foi o maior mentor para fazer eu mudar de ideia, e de fato.

Foi então que avistamos de longe o mesmo homem que a levou lá pra dentro, vinha com uma prancheta em mãos em nossa direção

- Anastácia Martinez - Disse ele ao levantar seu olhar  para min -  Anastácia foi submitida a passar por uma extensa bateria de exames nos quais todos apontaram está tudo normal com ela. Como vocês relataram que ela havia sido acertada na cabeça tomamos está providência. 

- E agora como ela está ? - Thiago perguntou ao cruzar seus braços 

- Aos poucos seu sinais vitais está se estabilizando e Nesse momento ela está cedada mas passa bem resolvi deixá-la em observação por precaução e pela manhã ela já poderá ir para casa! - O médico disse tudo enquanto olhava em meus olhos - Logo pela manhã irei até o quarto e levarei o receituário dos remédios que serão necessários! - Então ele nos cumprimentou virando de costas e saiu.

Mas eu não pensei duas vezes em seguir ele

- Mas doutor, eu… eu posso ficar com ela lá dentro ? - Parei o cara no meio do corrender quase implorando

Então ele olhou ao meu redor e depois desceu seu olhar até seu relógio de pulso

- Tudo bem! Apesar que a luz do dia já vem aí.

[...]

P.O.V ANA

Uma claridade forte insistia em incomodar meus olhos, aquele cheiro horrível irreconhecível chegava a incomodar minhas narinas. Tentei me mexer ainda de olhos fechados mas senti uma dor enorme percorrer todo meu corpo me fazendo ficar estática no mesmo instante.
Foi então que criei coragem para finalmente abrir meus olhos e encarar a realidade de frente, rolei meus olhos por todo o local tentando reconhecer e assimilar as coisas.

Eu estava em um quarto de hospital !

Quando virei meu rosto para a esquerda, estava Renato em um sofá. Que nele dormia todo desengonçado com o pescoço todo torto, pela sua expressão era nítido ver o quanto ele estava cansado e exausto. Ao tentar me sentar na cama senti uma pontada forte na minha cabeça e por reflexo levei minha mão até a mesma deixando um grunhido fraco escapar.

- Aiiii! Merda !

Aquilo foi o suficiente para fazer Renato acordar desesperado e assustado, vindo até a min com uma expressão de preocupado

- Oque foi ? Oque aconteceu ?! - Renato segurou meu rosto com suas duas mãos erguendo para que eu pudesse encarar seus olhos. Que por sinal estavam horrível, olheiras enormes com certeza ele passou a noite em claro

- Dói! - Falei entre dentes ao fechar meus olhos e morder meu lábio inferior 

- Como assim mano ? Oque que dói?

Então levei minha mão direita até o corte que eu tinha em minha testa, Renato não pensou duas vezes e me abraçou, me abraçou como nunca me apertava forte contra o seu peito, como se de alguma forma ele estivesse me protegendo, comecei a ouvir som fraco e baixo de choro.

- Me perdoa amor, me perdoa? Isso… Isso de alguma forma foi culpa minha eu falhei Ana, falhei quando disse que iria te proteger - Renato começou a passar sua mão em meu cabelo como se estivesse fazendo cafuné - Você não sabe o quanto eu tive medo em te perder meu amor, no quanto eu me senti sem chão ao te ver daquela maneira, eu juro que tentei ir atrás…

- Shiiiiiuuuu - O repreendi baixinho ao colocar meu dedo indicador em sua boca para que ele pudesse parar de falar - Tudo bem meu bebe, já passou. Não se culpe por algo que você não tem nada haver, foi algo inevitável que não podíamos mudar

- Você está bem ? Eles te tocaram ? Chegaram a fazer algo com você ? - Renato me bombardeou de perguntas ao olhar em meus olhos

- Não, antes deles tentarem algo eu corri, só mesmo a minha roupa que eles rasgaram. - Então flashs começaram a virem em minha mente me deixando em desespero mais uma vez - Por favor, não quero falar disso mais. Eu te peço Rê, eu não quero lembrar nunca mais disso, quero esquecer !

Dessa vez eu o puxei para um braço forte, ao começar a sentir um nó se formar em minha garganta e lágrimas começarem a invadir meus olhos

- Já passou amor, já passou, estou aqui agora com você! Eu amo você, nada mais vai acontecer com você, eu não vou permitir

- Você promete ? - Disse ao olhar firme dentro dos seus olhos

- Eu prometo ! - Renato abriu um sorriso fraco

- Eu te amo Rê, amo com todas as minhas forças!


P.O.V RENATO

Ao entrar em minha garagem parei e estacionei meu Z ao lado da caminhonete, abri a porta do motorista dando a volta pelo carro e abri a porta do passageiro. Ajudando Ana se colocar em pé, pois ainda estava fraca e pelo oque ela me disse sentia dores por todo em seu corpo. Ela estava quieta me respondia com poucas palavras e sempre que eu via ela estava chorando, algumas vezes ela até tentava disfarçar mostrando que era forte mas eu sei que não era, assim como sei que seu psicológico tinha sido  muito afetado.
Por ela, ela estaria em seu apartamento agora, disse que não tinha coragem de olhar para cara dos meninos. Mas depois de muito eu insistir consegui fazer ela mudar de idéia, pois aqui seria melhor eu conseguiria trabalhar e cuidar dela ao mesmo tempo

- Consegue ? - Disse ao estender minha mão para ela que seguro imediatamente - Tá pronta ? Todos te esperam.

- Rê por favor, eu não quero ver ninguém agora. - Ana  falou com a voz manhosa, tudo bem se era a decisão dela eu não iria insistir - Só me leva pra cima, quero tomar banho e descansar. Eu preciso disso!

Então concordei ao apoiar ela em meus ombros enquanto caminhava devagar e com dificuldades.
Passamos pela cozinha sem que ninguém percebesse e ao chegar no começo da escada ela me olhou rindo sapeca. Ok, eu já tinha entendido oque ela queria, ri ao balançar a cabeça como negação e a peguei em meu colo começando a subir a escadas

- Gorda, Daqui a pouco não vou aguentar ! - Brinquei com ela

- Isso é calúnia não sou eu que tô acima do peso né  ? - Ok ela havia pegado pesado, resolvi me calar e não dizer nada apenas ri sem graça, Ao chega em meu quarto a coloquei no chão

Anastácia não pensou duas vezes e entrou direto no banheiro e começou a se despir em minha frente, eu  seguia com meus olhos cada movimento seu. De cada peça que ela jogava no chão até que restou somente sua calcinha, ao tirar sua peça íntima ela jogou em minha direção sorrindo safada enquanto me chamava com seu dedo indicador aquilo foi o pivô de tudo
Caralho viado que mulher maravilhosa que eu tenho! Seus olhos azuis chegavam a ser hipnotizante, tiravam completamente sua atenção.
Foi quando então não pensei duas vezes também e entrei no banheiro me despindo sem muito enrolação, deixando cair toda a minha roupa me aproximei dela grudando nosso lábios com rapidez e precisão. 

Era aquilo que eu queria, já estava sentindo falta, nossas bocas, nossas línguas trabalhavam em uma perfeita sincronia. Foi aonde então que já comecei a sentir minha ereção, peguei Anastácia dando impulso para que ela subisse em meu colo e entrelaça-se suas pernas em minha cintura. Caminhei com ela indo até o box abrindo e entrando em baixo do chuveiro, Na medida que nossos beijos e carícias iam se intensificando mais e mais nossos corpos queimavam.

Empurrei Ana com força contra a parede apertando ela forte contra o azulejo  me esquecendo por um breve momento de que ela estava com dor

- Porra Renato ! - Ana quebrou o beijo ao me repreender

- Desculpa - Sorri sem graça ao levar minha mão até o registro do chuveiro permitindo que a água caísse sobre nós dois levando tudo de ruim que não queríamos que ficasse com nós.

Comecei a dar chupões fracos na região do seu pescoço fazendo ela estremecer em meu colo, ao jogar seu rosto na curvatura do meu pescoço levei uma mão minha até seu peito apertando fraco. Ana como resposta enterrou suas unhas em minhas costas, aquilo foi o meu ápice procurei por sua entrada e entrei de uma só vez, não dando chance dela pensar.

 E comecei a fazer movimento de vai e volta fortes, o sons abafados dos gemidos de Ana se misturavam com o barulho da água caindo sobre nós
Ela revirava os olhos e estremecia em meu colo, me xingava de vários nomes irreconhecíveis e sempre que podia enficava suas unhas em minhas costas. Foi quando eu senti que ela ia chegar no seu máximo mas eu parei a colocando no chão e ela começou a me olhar furiosa, sorri com a minha ação. 

Mas sem muita enrolação a virei de costas para min e ergui seu quadril deixando sua bunda empinada para, ver ela naquela posição toda molhada, louca de tesão gemendo meu nome me deixava louco. Enrolei seus cabelos em meus dedos puxando sua cabeça para trás  e mais uma vez entrei dentro dela sem avisar começando mais uma vez os movimentos, entocava Ana forte fazendo seu corpo ir e vim para frente. 

Ana quis fraquejar, suas pernas ficaram trêmulas e eu senti seu líquido escorrer em meu pau. Mas mesmo assim eu não parei eu também queria chegar ao meu ápice.
 E mais algumas estocadas fortes e rápidas fizeram eu jogar minha cabeça apoiando em suas costas ao sentir meu líquido quente preencher Anastácia por inteira, ficando por alguns segundos dentro dela. Foi então que ela se virou para min ofegante
 

- Eu te amo - sussurrou contra meus lábios


P.OV ANA

Eu estava deitada em sua cama assistindo um filme esperando por ele que estava em seu closet se vestindo. Já fazia alguns minutos que tínhamos saído do banho, e que banho ! Ah tempos que nós dois não ficava daquela maneira, sentir ele da maneira que eu senti minutos atrás, só de imaginar já me deixava molhada.

Hoje pra min estava sendo um daqueles dias preguiçoso tudo oque eu queria era ficar na cama e esquecer oque tinha acontecido na noite passada.

- Vai sair ? - Franzi meu cenho ao ver que ele vinha em minha direção arrumado

- Sim, esqueci de passar na farmácia e pegar seus remédios. Mas vai ser coisa rápida não demoro - Renato disse ao depositar um beijo em minha testa

- Entendi, posso te pedir uma coisa ? - Me sentei na cama ficando sobre meus joelhos 

- Sim ? - Renato olhou em seu relógio rápido e depois desviou sua atenção para min

- Chocolate! - Bati palmas comemorando

- Fala sério mano, já venho! - Ele revirou seus olhos e saiu

- Sim, é sério Rê! - Gritei para ele

- Tá, Tá vou pedir para minha mãe trazer algo para você comer enquanto isso.

Então ele saiu batendo a porta, me deixando só por alguns minutos. Peguei o controle e comecei a pular de canal em canal, Até eu ouvir batidas fracas na porta.

Gritei um entre alto para que Irene pudesse ouvir, então assim ela fez. Escutei a porta sendo aberta e logo depois sendo fechada, comecei a cantarolar mas parei no mesmo instante ao ver que não era Irene e sim Greg!

- Oque você tá fazendo aqui ? Você é louco ? - Me levantei desesperada da cama ao me aproximar dele e começar o empurrar para fora - Renato pode te pegar aqui, anda sai !

- Rexala gatinha ! O Papi já está longe, só quero saber como você está ? Fiquei preocupado com você eu mal dormi está noite. - Greg se virou para min olhando em meus olhos

- Estou ótima, obrigada pela preocupação agora por favor sai Greg! - Olhei suplicando para ele

- Mano você não sabe o quanto eu tive medo em te perder Ana, ver você daquele jeito tão indefesa eu me desesperei mano, que otário aquele Renato ter ido pela cabeça dos outros. - Greg colocou uma mecha de meu cabelo atrás da minha orelha 

- Ele não é culpado, ninguém teve culpa nisso!

- Que seja. mas eu não vim aqui pra isso, logo logo vou tá de volta para Miami e eu queria que você vinhesse comigo! - Ao ouvir sua última frase gargalhei alto

- Você é louco mesmo não é ? Eu não vou para lugar nenhum com você, entenda de uma vez por toda que meu lugar é aqui - Então Greg segurou firme em meus dois braços me empurrando contra a parede me prendendo entre ele e ela não tendo escapatória.

- Me-Me solta! Tá me machucando, Greg sai daqui agora. - Falei em meio a desespero com medo de que alguém chegasse

- Se você quer que seja assim, tudo bem mas não vou embora enquanto não fizer isso!

Então ele segurou meu rosto com suas duas mãos e grudou nossos lábios selando, sem ao menos me dar tempo de raciocinar algo. Tentei o empurrar mais quanto mais eu o empurrava ele me prendia contra a parede e ele. Rapidas lembranças do que já vivemos em Miami, de nós dois juntos começaram a vim em peso na minha mente de todos os nossos momento juntos e de como aquilo tinha sido bom.

Mas era errado, não era para ele está ali, eu precisava acabar com aquela palhaçada agora mesmo antes que desse alguma merda.

Foi quando então a porta do quarto foi aberta revelando ela com uma bandeja em mãos, Greg e eu erguemos nossos olhares enquanto ela permanecia estática com a boca aberta sem saber oque dizer ou oque fazer.

CONTINUA…




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