História Destinos Cruzados - Imagine Oh SeHun - Capítulo 4


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Abo, Alfa, Beta, Exo, Híbrido, Imagine, Imagine Exo, Imagine Sehun, Lobisomen, Oh Sehun, Ômega, Sehun, Universo Alternativo, Vampiro, Você
Visualizações 348
Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem apareceu novamente? rs

Eu estou atualizando muito rápido e eu sei que vocês estão gostando disso rs... Prometo que ficará assim se a fanfic ficar indo tão bem como está agora!

~~ Hora do surto ~~

PUT* MERD* COMO ASSIM +300 FAVORITOS? VOCÊS QUEREM ME MATAR NÃO É? SÓ PODE GENTE, SÓ PODE UMA COISA DESSAS...
MEU DEUS EU NÃO CONSIGO ACREDITAR QUE CHEGUEI A ISSO TUDO, PARECE QUE EU TÔ É SONHANDO AINDA 🤧

Ain gente, muito obrigada mesmo pelo carinho que estão dando a mim e minhas fanfic's. Vocês não tem ideia de como eu amo cada um dos meus leitores 💞

》Link de uma história que eu estou reescrevendo nas notas finais!

Boa leitura =

Capítulo 4 - Nossa conversa.


Fanfic / Fanfiction Destinos Cruzados - Imagine Oh SeHun - Capítulo 4 - Nossa conversa.

Eu me encontrava sentada no banco que tinha em frente de minha casa, sentia um pouco de medo em sair para a rua agora. Eu não sei porque, mas depois daquele dia, eu sinto medo em sair nas ruas e só Deus lá sabe o que acontecer comigo durante esse tempo. Bem, eu posso morrer, ser atacada, sofrer um assalto, ficar no meio de tiroteios. São tantas coisas ruins que acontecem todos os dias, que agora eu sentia um pouco de medo em sair de minha casa e sem ter notícias se uma hora eu possa voltar. Minha mãe sempre diz para eu ter cuidado em sair de casa, mas acontece que eu nunca ouvi ela, até três dias atrás. Agora estava tudo esclarecido sobre ela dizer para ter cuidado ao sair nas a rua.

A rua hoje estava movimentada e as pessoas andavam alegres, outras com seus filhos e alguns com seus animais de estimação. O fim de tarde se passava devagar e sem pressa alguma. Eu me encontrava admirando o céu agora e imaginando como poderia ser viajar no mundo todo e saber como ele poderia ser. Eu sempre tive esse sonho, sair de casa sem rumo e sem dia para voltar, apenas aproveitando cada País que tem nesse planeta do sistema solar. Mas primeiro, para isso acontecer, eu precisava está formada e fora da vida de meus pais.

Eu não me preocupo com o colégio até porque eu já estava quase formada, só faltava as aulas acabarem para isso acontecer e o baile de formatura passar. Em menos de quatro meses e tudo estaria acabado pra mim e meu desespero da escola não existiria mais, finalmente poderei dizer adeus de vez para a escola e dar boas-vindas a faculdade.

— Boa tarde. — escutei uma voz masculina ao meu lado, direcionei meus olhares para a pessoa e percebi que era Oh Sehun. Ele sorriu pra mim em uma forma de carinho e eu correspondi. — Posso me sentar aqui? — assenti e deixei um espaço para ele também.

— Então, sobre o dia que eu estava te olhando se trocar… — comecei meio que enrolado pois não sabia bem como dizer isso a ele. — Eu não estava olhando por querer, eu juro.

— Não foi o que pareceu. Mas eu não vim aqui para falar sobre isso, no dia que fechou a porta em minha cara não tive mais tempo em te conhecer. Eu tinha falado alguma coisa que não gostou?

— Claro que não, eu que sou um pouco burra as vezes. — sorrir de lado. — O que você gostaria de me perguntar naquele dia?

— Como você se chama? Isso ainda é um grande mistério pra mim, sendo que você já sabia meu nome.

— Me chamo _______ é você Oh Sehun não é mesmo? — ele assentiu. — Que idade você costuma ter?

— Costuma? — ele riu soprado. — Eu costumo ter vinte e quatro anos, e você?

— tenho dezoito anos. Um pouco mais nova que você. — ele assentiu e no momento eu havia ficado sem assunto algum. Eu acho que seja errado está falando com ele sendo que o mesmo tem namorada, vai que ela seja ciumenta e não goste dessas intimidades do garoto com outras mulheres. — Então… você tem namorada? — eu precisava tirar essa minha dúvida de vez.

— Namorada? Ainda não, mas pretendo um dia.

— Pretende?

— Sim, até porque ninguém quer morrer sem ninguém ao lado não é? — agora que eu entendi o que ele estava dizendo, assenti em seguida e sorrir de lado. Mas agora definitivamente eu havia ficado sem assunto algum para saber o que dizer ou perguntar no momento. Porém, feliz em saber que ele seja completamente solteiro.

— Você mora com seus pais?

— Sim. Mas é como seu eu morasse sozinha. Eles nunca estão em casa quando eu preciso, estou sempre sozinha, por causa do trabalho deles. Passam o dia todo trabalhando.

— Estão vinte e quatro horas no trabalho? Isso deve ser ruim para uma adolescente. Mas você ainda estuda?

— Eu vou terminar o terceiro ano agora, está bem pertinho que me livrar de vez da escola. E você?

— No momento eu não faço nada. Cuido de algumas coisas mas são poucas, nada que me deixe ao nervosismo.

— Sabe, você é um pouco misterioso. No começo eu achei que você era algum traficante ou algo do tipo por não sair de sua casa. Eu até achei que não gostasse de ficar na rua ou das pessoas.

— Não é isso, eu só não falo com ninguém dessa rua e olha que eu moro aqui mais tempo que você.

— Mas porque de tantas pessoas que moram aqui, você está falando logo comigo? — eu rir baixinho e ele me olhou.

— Deva ser porque você mora de frente para minha casa e seja a única que fica me olhando trocar de roupas. — ele disse assim sem mais nem menos e sorriu em seguida. — Eu estava apenas brincando! Mas eu só queria conhecer você, já que dá primeira vez eu não tive muitas oportunidades.

— Entendi. Mas quando você precisar falar comigo, basta vir em minha casa ou me ligar.

— Mas eu não tenho seu número.

— Eu posso anotar se quiser. — ele pegou o celular de seu bolso e desbloqueou a tela inicial. Me entregou seu celular e eu anotei meu número. Bem, quando ele quiser ligar pra mim, eu estarei aqui para atendê-lo e ouvi-lo. — Só não posso responder quando estiver na escola. Eu não levo ele.

— Pode deixar que pela manhã eu não irei te ligar, senhorita. — rir fraco e baixei minha cabeça em seguida. — Que horas o seus pais chegam do trabalho?

— Geralmente as dezenove da noite. Eles saem de casa às sete da manhã e voltam às sete da noite, tem que passar doze horas no trabalho. — observei suas mãos levantaram e ficarem na altura de meu rosto, mas eu apenas bati em sua mão e ele abaixou de volta.

— O que foi? Eu iria arrumar meus cabelos. — ele comentou e me olhou estranho.

— Sei… — rimos em seguida e ele parou de me olhar. — Desculpa se te bati com muita força.

— Não foi nada, eu já estou acostumado em ser agredido todos os dias. — olhei para ele incrédula sem saber o que dizer para o mesmo. Mas ouvi ele rindo logo após. — Eu só estou brincando _____, foi um modo de falar.

— Ah sim, eu pensei que tivesse sido de verdade. Eu não sabia que você costumava ser engraçado é de tão bom número. Seu jeito era de uma pessoa…

— Frio e sem sentimentos?  — assenti um pouco receosa. — Mas eu sou assim, só com quem merece, é claro.

— Então eu não mereço? — o olhei com desdém.

— Descubra por você mesma. — revirei meus olhos e olhei para a frente de sua casa. Um carro parou mesmo na frente e de dentro desceu três homens, aqueles seus amigos que estão em sua casa todos os dias. Eles nem olharam para onde estávamos, mas só entraram em sua casa e voltaram a fechar sua porta.

— Seus amigos chegaram.

— “Meus irmãos” você quis dizer. Eles não são meus amigos e sim fazem parte de meu sangue. É, eu sei, a gente não se parece nem um pouco.

— E eles moram com você? — assentiu e me olhou. — Como se chamam?

— Um dia eu te apresento pra cada um deles. Um dia que sabe… Mas agora eu preciso voltar para dentro de casa, eu estava apenas colocando o lixo fora na hora.

— Então eu te encontro amanhã de novo?

— É, quem sabe. — levantei do banco e observei ele acenando para mim. — Até mais ______.

— Até mais Oh Sehun. — acenei de volta e dei as costas para o garoto. Entrei de volta para minha casa e lá não pude me segurar, eu pulei de alegria por finalmente ter falado com ele e ter me saído bem. Agora estamos um pouco íntimos. Ele me falou um pouco de sua vida, dei meu numero para ele e agora era só esperar ele me ligar. — Isso ______, um ponto para você!

Bati palmas e dei dois pulinhos em seguida. Subi as escadas completamente feliz por isso ter acontecido e ao chegar no quarto tirei o sorriso do rosto. Eu tinha que parecer madura enquanto estava de frente para sua janela. Ele não pode achar que eu estava querendo por isso, não pode mesmo. Eu estragaria tudo logo de começo.

Eu vou te conquistar Oh Sehun, nem que seja aos poucos mas eu vou conseguir te conquistar e te ter só pra mim!


Notas Finais


A primeira interação desse casal gente, eu vou chorar de amor por eles! 🤧
ME DIGAM O QUE ACHARAM POR FAVOR

Imagine com Byun Baekhyun: https://www.spiritfanfiction.com/historia/alem-da-vida--imagine-byun-baekhyun-12981917

Perfil: @Sweetback


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