História Destinos Entrelaçados - Capítulo 51


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Mel, Tragedia, Yoongi
Visualizações 15
Palavras 1.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


PARTE 3 (E ÚLTIMA) AMANHÃ.
APROVEITEM!

Capítulo 51 - Destinos Quebrados - parte 2


Fanfic / Fanfiction Destinos Entrelaçados - Capítulo 51 - Destinos Quebrados - parte 2

 
13h27min  

         Namjoon passava pelo quarto de Yoongi, até que parou na porta. O mais velho estava falando ao celular. 
         - Sim, mas. Lógico que ela vai morar comigo - Yoongi dizia, rindo ao celular - Eu sei o que adotar uma criança significa. 
O líder olhava o rapaz andando de um lado para o outro, calmamente.
         - Eu já conversei com o manager, com o Bang PD-nim... Mãe, calma! Vai dar tudo certo - Yoongi dava risada do nervosismo de sua mãe - Eu não quero esperar mais. Eu quero levar o meu Anjinho para casa e é isso que eu vou fazer. 
Namjoon ficava feliz em ver seu amigo daquele jeito. Estava tão otimista, tão animado! Levando em consideração aos acontecimentos anteriores, ele ficou com medo de que Yoongi só piorasse com o tempo. 
          - Eu te ligo amanhã. Ok! Também te amo. 
Yoongi desligou o celular. Olhou para o seu amigo, encostado na porta, o encarado. Namjoon sorria. Yoongi sorria também. Na verdade, o mundo parecia sorrir para eles de novo. 
           - Deixa eu adivinhar - Namjoon disse - Sua mãe está preocupada com o fato de você irá adotar uma garotinha de nove anos?
           - Ela se preocupa com tudo - Yoongi respondeu, aos risos - Não posso culpá-la. Mas esse tempo todo, eu mantive contato com ela. Contei tudo sobre a Mel e sei que... mesmo preocupada, ela está do meu lado.
           - E nós também - Finalizou o líder.
Os dois sorriam como se não houvesse mais tristeza no mundo. 
           - Pessoal, hora do lanche da pré-vitória - Jin chamou.
Os sete rapazes comiam sanduíches deliciosos do hotel, falando na primeira coisa que iriam fazer assim que Mel fosse morar com eles. E só o que Yoongi conseguia pensar, era o que seu Anjinho estaria fazendo naquele momento. 


13h48min
     
       -  Troca de moletom comigo - Disse Manu, de repente. 
As duas estavam sozinhas no banheiro feminino, decidindo os planos de fulga. Mas Mel não compreendeu aquilo. 
        - Mas... pra quê? - A menininha usava o moletom que Yoongi tinha comprado para ela na Coréia. 
        - Vai ser mais fácil de confundir nós duas, no escuro, caso alguém nos veja. 
A menina tinha um certo apego por aquele casaco, mas sabia que isso ajudaria. As meninas entraram em boxes diferentes, uma do lado da outra e facharam a porta. 
         - Entendido, então? - Mel ouvia a voz de Manu na sua direita. 
         - Sim. Às18h, vamos esperar todos irem para o jantar. 
         - Vamos para o dormitório, pegar as nossas mochilas - Completava a mais velha.
         - Depois iremos para a parte de trás do orfanato...
         - Pegamos algo para comer no caminho...
         - Pularemos o muro...
         - Direto para a Dona Zilda - Terminaram as duas. Manu subiu na privada, olhando para a sua amiga. 
         - Fica tranquila - A ruiva entregava seu casaco preto com a caveira branca estampada - A Dona Zilda é uma das melhores pessoas que eu conheço. Vai ver só. 
As duas estavam com blusas sem manga. Uma passou seu casaco para outra. Até que Mel observou uma coisa. 
         - Você já tinha esse machucado quando entrou? - Mel apontou para o ombro direito da amiga. 
A ferida, já quase cicatrizada, era formado por linhas quase retas. Pareciam letras. Olhando com mais atenção, era uma letra "L" complementando com um "A". 
         - "L.A" - Ela viu que a amiga cobriu com a mão, e rapidamente, desceu da privada e voltou para o box. Até que Mel ligou os pontos. 
         - "L... A"... Lucrécia de Almeida. 
Nenhuma palavra veio da mais velha. 
         - Foi ela quem fez isso, não é?
         - ... Foi.
         - Algum dia, você vai me dizer o que ela faz naquela sala?
         - Sim, mas não hoje. 
Após vestirem os casacos, as duas meninas saíram de seus boxes. Olharam-se... e começaram à rir. 
         - Isso, definitivamente, não combina com você - Riu Mel, olhando para sua amiga carrancuda que tanto gostava. Era estranho olhar para Manu com uma roupa tão fofa. 
         - E se a sua intenção era botar medo em alguém, não funcionou nem um pouco. 
Mel parecia ainda mais fofinha que o normal com aquele moletom preto. Seria impossível alguém se sentir ameaçado por ela. 
         - Certo, a gente não pode falhar - Manu voltou com sua expressão séria de sempre. 

16h35min

       A diretora estava organizando e mudando as papeladas. Recibos, pagamentos dps funcionários... Uma das grandes especializações de Lucrécia era a falsificação de documentos. A mulher ouviu duas batidas na sua porta. Rapidamente, foi guardando as falsificações junto aos originais, nas gavetas de sua mesa. 
         - Entre. 
Aline abriu a porta, usando saia rodada junto à uma blusa xadrez verde. Parecia uma árvore de Natal, com aquela maquiagem de sombra e batom, extremamente vermelhos. 
         - Com licença, Dona Lucrécia - A inspetora foi entrando na sala. 
         - Fala o que você quer, Aline. 
         - Só queria saber que dia podemos ligar as câmeras de segurança. 
         - Agora mesmo - Respondeu ela, friamente. 
         - Ah, e... - Aline foi cuidadosa - Eu também queria conversar sobre o meu pagamento.
Lucrécia a olhou, com uma de suas sobracelhas arqueada. 
          - É que já esta à três semanas atrasada, e...
          - Aline, só venha falar comigo se for algo importante. Caso contrário, não volte na minha sala. 
Incrédula, a mulher insistiu. 
          - Mas isso é importante. 
          - Não para mim - A mulher nem olhava para a funcionária - Afinal, por sua culpa,  tive que deixar aquele advogado entrar aqui e marcar outra vistoria. Você acha mesmo que merece ganhar alguma coisa?
A raiva de Aline fez com a mesma ficasse quieta e saísse da sala, sem dizer uma palavra. Tudo o que ela pensava era:
        "Vai ter volta."
         - Diretora - Sofia apareceu sem nem ao menos bateu na porta.
         - Sua putinha desgraçada - Lucrécia disse - Quem te deixou entrar assim aqui?
         - Vou ignorar isso, pois você é única que pode impedir uma coisa...


17h11min

          A hora chegou. O sinal do jantar havia tocado. As duas meninas se olharam de longe. Todos iam para o repeitório. As cozinheiras já estavam trazendo as grandes panelas. Ou seja, não havia mais ninguém na cozinha. Mel ia se misturando ao povo, indo para o corredor do dormitório. Não demorou para Manu chegar. As duas esperaram aquela imensidão de crianças passar. Assim que a última criança foi embora...
           - É agora - Anunciou a mais velha - Pronta?
           - ... Não - Mel foi sincera - Mas, vamos nessa!
As garotinhas foram para o dormitório das meninas, direto para debaixo de suas camas. Suas mochilas já estavam contendo suas roupas e tudo o que achavam necessário. Só o que faltava era o seu caderno de desenho, em cima da cama, que foi inevitável não abrir naquela página. Um desenho entre outros? Nada disso! O desenho de seu irmão era a coisa mais preciosa que tinha. Mel suspirava de saudades.
          Manu queria apressa-la, mas sabia que tudo aquilo era demais para a amiga. Mas foi firme ao dizer:
           - Você vai vê-lo de novo, Mel - Segurou e no ombro da mais nova - Eu prometo!
           - Melhor a gente ir, né?
           - Sim - Manu olhou para aquele dormitório enorme e ergueu os dois dedos do meio - ATÉ NUNCA, OTÁRIOS!
As duas riram...
           - Aonde pensam que vão?
O frio passou por todo o seu corpo. Assim que ouviu aquela voz, as mãos de Mel começaram a tremer. Enquanto isso, Manu cerrava seus punhos, e olhou para trás, cheia de ódio.
          - Podem ficar tranquilas, pois o único lugar que as duas vão... é para o inferno - Gritou Luíza. 

       


Notas Finais


ATÉ AMANHÃ Á NOITE!


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