História Destinos Traçados - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~kazlee

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella
Visualizações 281
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei!!! Peço desculpas pelo tamanho dos capítulos, estou escrevendo pelo celular e aí na tenho noção nenhuma do tamanho.. mas prometo que vou me esforçar! É isso, aproveitem!! Bjos

Capítulo 3 - 3


No dia seguinte eu acordei super empolgada. Finalmente ia cozinhar pela primeira vez em solo espanhol. Após um dia de turista, com direito a muitas compras gastronômicas, voltei para a cozinha afim de usar os novos temperos na comida pro pessoal da banda. Resolvi fazer uma comida simples, leve, mas que ao mesmo tempo fosse impactante. Estava finalizando o prato principal quando Vinícius entra e fala que todos adoraram a entrada, que eu estava de parabéns. Naquele momento escuto o que Vinícius falava e me sinto obrigada a terminar o cardápio da melhor forma possível; creio que consegui, pois os elogios não pararam de chegar.

Assim que terminei o jantar, Vinícius veio me avisar que estava livre para fazer o que quisesse,que meu próximo compromisso era só na refeição do dia seguinte. Decidi assistir ao show da Oitão, aproveitei para conhecer a banda e o estilo deles. Assim que cheguei na casa de shows fiquei bastante surpresa, eles realmente tinham muitos fãs,nada perto do que eu imaginava. O único fato que me incomodava era a maioria da platéia serem mulheres, e estarem quase todas direcionadas ao vocalista Henrique Fogaça. Não sei por qual motivo, mas perceber aquilo gerou em mim uma sensação desconfortável. Fiquei pensando na sensação mas resolvi ignorar, afinal, estava ali para me divertir.

Confesso que a música não fazia muito o meu estilo, mas até que curti bastante, me diverti muito, conheci novas pessoas, voltei a falar na língua materna. Quando a banda avisou que faltava apenas três músicas para acabar, decido ir para a frente do palco, quem sabe mais perto da banda não conseguia aproveitar mais os minutos finais do show?!

Assim que cheguei no local que queria, como um ímã, meus olhos se encontraram com o de Henrique. Talvez eu estivesse um pouco alterada pelo álcool, mas tive a ligeira sensação de que ele estava sorrindo. Resolvo afastar esse pensamento da minha cabeça e fecho os olhos, apenas sentindo o que a música transmitia, era novo e diferente, algo que nunca tinha experimentado antes. Assim que abro novamente os olhos, Henrique estava me encarando fixamente. Desviei o olhar assim que percebi, mas para o lugar errado; meus olhos grudaram no corpo tatuado dele e por um breve momento me peguei pensando como seria desenhar e contar cada uma daquelas tatuagens. Henrique pareceu notar meu olhar vidrado em seu corpo, pois sorriu de modo convencido, como se já soubesse que eu olharia. Decidi que a noite tinha acabado pra mim e resolvo ir pro hotel, até porque amanhã, logo após o almoço, viajaríamos para Roma.

Cheguei no hotel e fiz a minha higiene necessária, deitei na cama com meu corpo pedindo descanso, mas infelizmente ele não estava sincronizado com a minha mente. Na minha cabeça, ainda podia ouvir o som do metal ecoar, e após uns 10 minutos rolando na cama, percebi que não dormiria tão cedo. Na intenção de espairecer, fui até a varanda apenas de camisola, pois queria meditar e relaxar a mente, e para isso sentiria tudo ao máximo naquele momento. Após um tempo de muita concentração sinto um par de olhos sobre mim; abro os meus lentamente e eu diria que até com um pouco de medo, mas quando abro-os por completo o medo vira susto: Henrique estava me observando, imóvel, apenas com uma calça de moletom.

- Oi -digo meio sem graça- o que faz ahí?

- Oi.. desculpe, é que não conseguia dormir e vim pra varanda pensar um pouco.. acabou que você estava sentada aí e parecia tão concentrada, não queria te atrapalhar.. desculpa se te desconcentrei.

- Que isso Henrique! Não precisa se preocupar, estava apenas meditando pra ver se conseguia dormir, estava sem sono algum sabe? Ainda escuto a música da banda tocando..

Henrique deu um sorriso tímido e logo se prontificou:

- Você gostou do show? O que achou? Foi bom?

- Sí, adorei! Confesso que não é meu estilo musical preferido, mas me diverti bastante. Você estava ótimo! - disse aquilo me arrependendo logo depois

- Fico feliz que tenha gostado.. apareça mais vezes.

Um silêncio tanto constrangedor cresceu, até que Henrique novamente se pronuncia:

- Eu queria te parabenizar por hoje. O jantar estava excelente, de verdade.

- Que ótimo! Fico feliz que tenha gostado... Estoy aquí pensando.. o que acha de irmos na cozinha fazer algo para nós? Talvez se comermos, dormimos mais fácil

- Eu até vou, mas se eu puder cozinhar. Quero te mostrar meus talentos gastronômicos!

- Bom, se quieres assim.. não sabia que cozinhava Henrique! -falo sorrindo e demonstrando um pouco da minha surpresa

- Pois bem, vamos agora que eu te mostro.

Assim que chegamos a cozinha, Henrique deixou bem claro que era a vez dele de cozinhar, e não sobrou para mim muitas opções além de observar cada movimento dele pela cozinha. Era muito tentador ver aquele homem apenas de avental e calça de moletom, cozinhando perfeitamente ao meu ver, tendo a mim e a lua como platéia para admirar cada movimento. Observo cada tatuagem até que Henrique fala comigo, mesmo de costas :

- O que tanto olha, Paola?

Na hora sinto minhas bochechas ficarem vermelhas e a vergonha me consome, porém agradeço o fato de Henrique não conseguir me ver.

- Nada, estoy admirada pelas suas técnicas.. realmente, cozinha muito bem Henrique, parabéns!

Ele se vira pra mim e posso notar um sorriso tímido no seu rosto. Achei curioso, pois ele já deveria estar acostumado com elogios.

- Bom, antes que esfrie.. Fiz minha sobremesa preferida de quando eu era moleque, ovos nevados com rabanada, espero que goste.

Me aproximo de Henrique sem quebrar o contato visual, e a medida que aproximo o garfo dos meus lábios, Henrique abre os seus, numa falha tentativa de buscar oxigênio. Assim que ponho a sobremesa na boca fecho meus olhos; estava realmente muito bom. Abro-os lentamente e sorrio, vendo Henrique sorrir comigo. Num ímpeto, abraço Henrique e sussurro em seu ouvido:

- Estás muy bueno, parabéns.

Me afasto o necessário para ver a sua expressão, e ao encarar aquela imensidão negra, me encontro perdida. Em fração de segundo grudo meus lábios no de Henrique, mas no mesmo impulso desgrudo, olhando em seu rosto:

- Me desculpa Henrique, não sei o que deu em mim, eu...

- Não fala nada.- ele sussurrou, próximo demais.

Henrique colou seu lábios nos meus, e lentamente dei passagem para sua língua. Era um beijo calmo, lento, mas com muita conexão. Era como se nos conhecêssemos há anos, e estávamos finalmente nos encontrando. Era viciante o beijo, era intenso, era muito bom. Quando o ar se fez necessário e nos separamos, apenas mantive os olhos fechados e senti os dedos de Henrique passear por minhas bochechas. Tomei coragem, o olhei nos olhos e notei cada traço de seu rosto. O olhei por tempo suficiente para lhe puxar novamente e o beijar; dessa vez com mais intensidade,se é que era possível. Nos beijávamos com muita vontade, sentia a mão de Henrique percorrer minhas costas enquanto eu mantinha as minhas eu sem peitoral nu. Henrique pressionou seu corpo ao meu afim de nos aproximar mais,e eu pude sentir sua ereção. Naquele momento vi que estava indo rápido demais e eu precisava ter certeza antes de rolar qualquer coisa .A última coisa que eu queria era um clima chato entre nós dois. Gentilmente me separei de Henrique e o notei me olhar com uma certa confusão:

- Perdón, Henrique, mas preciso ir.. ¿nos vemos mañana, certo?

- Sim, claro.. Boa noite Paola, até amanhã.

Subi para o meu quarto na frente, não queria estender a conversa justamente por não estar totalmente certa do que tinha acabado de acontecer. Entro no quarto mais acordada do que saí, me deito na cama e penso em duas coisas: no beijo de Henrique e o quão acabada eu estaria amanhã.


Notas Finais


Finalmente saiu o beijooo!!! Até a próxima mores


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...