História Destinos traçados, escolhas indefinidas - Capítulo 55


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinatos, Colegial, Desafios
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Palavras 2.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Festa, LGBT, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente mais um capítulo pronto, espero que gostem comentem dizendo o que acharam o capítulo bônus ficou grande então eu dividir mas talvez eu de uma continuidade com uns dez capítulos.

Capítulo 55 - Florzinha(bônus)


Fanfic / Fanfiction Destinos traçados, escolhas indefinidas - Capítulo 55 - Florzinha(bônus)

      ***Maria Júlia***

Minha vida estar perfeita óbvio que vivo discutindo com minha sogrinha por causa da Adriana, a Lana ainda acha que manda na minha mimada esquecendo completamente que ela é de maior e que faz as próprias escolhas.
Quando eu for mãe serei a melhor mãe do mundo e se depende de mim minha filha terá uma identidade falsa com dezessete anos, mas olhando bem pra minha pequena acho que ela vai ter juízo.

— É amo você vai pagar por todos os seus pecados. — Diz Adriana baixo enquanto eu fazia a Lua dormi.

— Acho que ela vai ser calma quando cresce, minha bebê vai ser muito obediente. —Digo e a Adriana me olha sorrindo e logo sela nossos lábios.
No momento em que a pequena dorme eu a coloco no berço e saio do seu quartinho juntamente com a Adriana, nós duas sentamos no sofá de frente uma pra outra e como sempre ela perguntou se eu sentia falta de trabalhar como tiradora mas eu sempre mentia em relação a isso, amo a Adriana e não quero mágoa-la então eu preferi menti em relação a isso do que a mágoa.

— Você sente falta do seu antigo trabalho? senti vontade de trabalhar matando pessoas? —Perguntou tocando em minhas mãos e me olhou com seus olhos castanhos escurecidos.

— Não amo, eu não sinto falta alguma! — Digo e ela me abraça sorrindo e desabotoa os botões do meu short.

— Que bom...Agora vamos fazer uma rapidinha antes que a Lua acorde. — Diz em um sussurro colocando a mão dentro da minha calça tocando em minha intimidade e estimulando a mesma. — Eu te amo... — Sussurrou em meu ouvido e meus olhos já estavam fechados se entregando ao prazer até que a companhia toca. — Droga... — Diz Adriana saindo de cima de mim estressada e eu me levanto do sofá, me ajeito e vou vê quem era que estava apertando a companhia, abro e era a minha mãe ela entrou em minha casa falando um pouco alto, e a Adriana revira os olhos quando a vê! Minha mãe não gosta da Adriana pois acha que ela é uma criança, minha mãe biológica só aparece quando estar precisando de dinheiro e acha que tem direito de opinar na minha vida.

—Ninguém merece. —Diz Adriana cruzando os braços e encarando a minha mãe.

— Pede pra sua criança se controla filha, não estou afim de perde a minha paciência com ela. — Disse minha mãe e a Adriana sorriu ironicamente.

— Veio pedir dinheiro novamente? — Perguntou Adriana e dessa vez ela estava estressada mesmo. —A senhora nunca veio aqui pra vê a sua filha de fato, nunca veio aqui pra vê a sua neta! Você só vem aqui pra tira dinheiro da Maria Júlia...A senhora não merece nem de ser chamada de mãe e sim de uma exploradora pois sempre vem só pra tira dinheiro da minha mulher, eu sei que ela é sua filha e como você mesma diz "Eu a coloquei no mundo então ela tem que me sustenta mesmo", Isso é totalmente errado.... — Diz Adriana super nervosa e eu a interrompo a segurando pelo braço.

—Chega... Amo eu sei que estar nervosa, mas fica calma! Dizer essas palavras não vai fazer ela mudar de idéia. —Digo olhando pra Adriana que cruza os braços e olha em meus olhos. — Preciso de quanto mãe? —Perguntei e ela abriu o sorriso.

— Vinte mil, eu preciso paga meu aluguel que estar atrassado seu pai parou de me dar mesada. — Diz e a Adriana rebate.

— Pelo menos o seu ex marido tem senso já a sua filha continua sustentando seu vício!  Eu tenho certeza que vai usar esse dinheiro pra outra coisa. — Diz Adriana e dessa vez a minha mãe se altera.

— O que você quer dizer com isso? — Perguntou minha mãe alterada se aproximando da Adriana e eu a puxo para afasta ela da minha mulher.

— Mãe é melhor você ir! —Digo e ela rebate.

— Mas e o dinheiro minha filha? —Perguntou e  eu a olhei e sorri.

— Vou depositar na sua conta. —Falei e ela deu um beijo no meu rosto e ela saiu da minha casa batendo a porta com força.

—  A sua mãe não vai paga aluguel com esse dinheiro, eu tenho certeza que ela é viciada em jogos! E você precisa investiga isso e parar de sustentar os vícios da sua mãe. —Diz Adriana me olhando mas a minha mãe não era viciada.

— Adriana você estar viajando. — Digo.

— ok! Agora eu preciso sair pra trabalhar vou ir de taxi só pra você me busca depois no trabalho, te amo. — Diz dando três selinhos na minha boca e saindo em seguida.


                   CINCO ANOS DEPOIS...


                       ***Adriana***


— Ha... Eu vou goza... Amo eu vou... Ham. — Gemi enquanto  ela me chupava segurando meu seio.
Sua língua passeava em minha intimidade,me fazendo ir à loucura com seus toques, era um pouco difícil a gente ter tempo pra isso mas quando temos a Maria consegue me fazer goza várias vezes e eu amo isso.

— Mamãe porque a senhora estar perto da flozinha da dinda? —Diz a Lua nos assustando,ela entrou no quarto sem a gente perceber a Maria Júlia olhou pra mim completamente vermelha de vergonha e rapidamente eu me cobrir. — E porque você estar pelada? vai toma banho? —Perguntou a pequena, ela era tão curiosa.
A Maria Júlia me olhar e estava parecida com um pimentão, se aproxima de mim pra pega seu roupão e logo briga comigo.

— Porque você não trancou a porta? Estar louca o que vou falar pra ela agora? nem sei o que dizer. — Diz em um sussurro e eu acabei rindo da situação, vê a Maria daquele jeito foi engraçado.

— Vem aqui na dinda. —Digo olhando pra pequena que me encarava com seus lindos olhos azuis. — Olha meu amo eu e sua mamãe estávamos cuidando de uma a outra, se lembra quando você teve assadura  na flozinha e sua mamãe teve que passa pomada? —Perguntei e ela afirmou que sim com a cabeça.

— Então a sua mãe estava passando pomada na minha flozinha hoje por causa disso. — Afirmei e ela prestou atenção em tudo que eu disse.

— Ata, mas a sua ferida dói dinda? — Perguntou e eu neguei.

— Não meu amo, agora vamos nos arruma que daqui a pouco você tem aula. — Digo e ela estende as mãos pro alto sorrindo.

— A tia Nicole disse que vai me leva pra lancha hoje. — Diz a pequena e eu olho pra Maria Júlia que desvia o olhar.
—  Quem é essa Nicole meu amo? —Perguntei pra Lua olhando pra Maria Júlia que não me encarava.

— É a amiga da mamãe, ontem à gente fomos na casa dela e ela fez bolo de chocolate. — Diz e a Maria Júlia se manifesta.

—Filha vem na mamãe  vamos toma banho se não você vai se atrasa. — Diz Maria pegando a pequena no colo e a leva para o nosso banheiro, e dá um banho longo na pequena mas eu ainda quero sabe direitinho o que ela estava fazendo na casa da Nicole.
Fico deitada na cama até a Maria terminar de dar banho na Lua, observo ela arrumando a pequena  e assim que ela termina, a mesma conversa com a empregada e pede pra ela pedi pra nossa segurança leva a Lua pro colégio.

— Agora que a nossa menina já foi me diz o que você estava fazendo na casa da Nicole, e porque você levou a Lua? — Digo estressada olhando pra ela que nada respondeu me deixando ainda mais furiosa.
— Estou esperando você me responde Maria. — Digo irritada e ela apenas olha pra mim.
— Que sabe não precisa dizer nada. — Digo alterada saindo da cama e ela me puxa pra si pelo braço.

— Eu voltei a trabalhar como atiradora...Mas eu prometo que não vou colocar a sua vida em risco e muito menos a vida da minha filha. — Diz segurando meu braço.

— A quanto tempo? Me diz a quanto tempo você voltou a trabalhar nessa porra? — Pergunto estressada.

— A um ano... — Diz e eu dei uma risada irônica.

— Um ano mentindo pra mim é isso Maria Júlia? Um ano  trabalhando de atiradora de aluguel e pra piora levou a nossa filha pra casa da Nicole. — Digo estressada.
— Se acontece alguma coisa com a Lua eu não vou te perdoa. — Digo e ela limpa as lágrimas me soltando.
Caminho até o banheiro, tomo meu banho longo e acabo chorando enquanto as águas caia em meu corpo, eu estava chateada com ela, por te mentido pra mim essa é a verdade ela entrou no banheiro tirou o roupão e entro dentro do boxe me puxando pra ela mas eu me afastei.

— Desculpa Adriana...Eu preciso trabalhar também, eu preciso me distrair um pouco! Só cuida da Lua é intediante, vê aquela mães fofocando da  vida dos outros e me ignorando por ser lésbica  é difícil, não tá sendo fácil ser apenas mãe! Esses dias a Lua entrou no meu carro chorando, porque uma coleguinha não a chamou pra festa de aniversário dela pelo simples  fato da mãe dela aqui ser lésbica. —Diz Maria Júlia mas isso não era motivo dela ter mentido pra mim. — A Lua foi expulsa do último colégio porque ela havia dito pra uma coleguinha de classe que amava ela como namoradas e eu fui chamada no colégio. — Diz e eu não sabia que esse era o motivo da expulsão dela.

— E porque você não me contou isso? —Perguntei estressada a Maria sempre esconde tudo de mim.

— Eu não queria te deixa preocupada. — Diz olhando em meus olhos.

— Mas também não tinha o direito de me esconde isso. —Afirmo chateada. — Não tenho mais dezoito anos Maria, tenho vinte e três anos e você ainda esconde tudo de mim! a Lua também é a minha filha, eu a registrei cuidei dela junto com você e é assim que você age. — Digo e a deixo sozinha no banheiro.
Me enxugo coloco a toalha molhada na cama, hidrato meu corpo com bastante calma coloco minhas peças íntimas e seco meu cabelo com o secador.
Enquanto eu secava meus cabelos a Maria saiu do banheiro enrolada na toalha, depois da conversa do banheiro não falei absolutamente mais nada com ela apenas a observei,ela se arrumou com presa atendeu o celular e pegou sua pistola na gaveta.

—Não quero armas em casa. — Digo a olhando através do espelho ela me olhou  colocou a arma no seu suporte e nada falou apenas prendeu o cabelo. — Onde você vai? —Perguntei a olhando atráves do espelho e logo me virei pra olha ela nos olhos.

— Vou trabalhar! — Diz se aproximando de mim e beijando meus lábios. — Sei que estar chateada comigo, mas tente entende o meu lado. — Fala segurando minha cintura.

— Eu vou tenta, mas eu quero que seje sincera comigo. — Digo olhando em seus olhos e ela sorri e beija meus lábios.

— Ok, eu te amo. — Falou beijando meu lábios e logo após meu pescoço e saiu pegando as chaves do seu carro.
Termino de seca meu cabelo,me arrumo e saio de casa e vou pra minha galeria trabalhar fazendo pinturas e fotografias é maravilhoso e bastante lucrativo também.                  
                     (...)

Eu já estava cansada de fazer as pintura e também eu estava toda suja de tinta, mas eu estava feliz por ter contratado os funcionários certos! Nunca tive problemas com meus funcionários, meu único problema é com a minha mãe mesmo que mesmo depois de anos ela ainda me acha irresponsável.
Meu celular já estava com várias chamadas perdidas dela, e depois da décima oitava ligação eu atendo.

                     LIGAÇÃO ON

MÃE: Pensei que não iria atende....

EU: Oi mamãe...

MÃE: Almoçou Adriana?

EU: É sério que você me ligou pra isso?

MÃE: não somente!  Liguei pra sabe como você estar, já que minha filha acha que não tem mãe.

EU: Eu estou bem e feliz com a Maju.

MÃE: Não gosto dessa mulher, e como estar a Lua?

EU: Estar bem mamãe.

MÃE: liguei pra dizer que amanhã seu irmão completa cinco anos então por favor venha pra festa e traga a Lua sei irmão não para de falar nela.

EU: Ok mamãe, eu irei na festa, agora eu preciso desliga  te amo.

MÃE: Também te amo.

                     LIGAÇÃO OF

Finalizei a ligação e coloquei o celular encima das tintas sem querer, meu celular de rosa ficou sujo de tinta, limpei ele com papel mas não adiantou muito ele continuou sujo.
Eu estava fazendo a pintura de uma foto minha com as minhas outras duas mulheres, a foto ficou perfeita faltava apenas o detalhes dos olhos azuis da Lua quando terminei olhei pro quadro e sorri para o mesmo.

—Sua família é linda. — Diz uma voz atrás de mim e eu fechei os olhos ao ouvi a voz do papai.

— Papai... — Digo me virando pra ele e o abraçando sujando ele todo de tinta, era difícil vê o papai, ele vive viajando com sua nova namorado e por incrível que pareça eu gosto dela. —  senti sua falta. —Digo o abraçando e ele corresponde.

— Também senti a sua. — Diz beijando minha cabeça.

                    ***Maria Júlia***

Não é fácil esconde as coisas da Adriana, não sei como eu conseguir esconde dela que havia voltado a trabalhar com atirado de elite e não vai ser fácil agora que ela sabe de tudo, sei que ela vai vive pegando no meu pé por causa da Lua mas eu sempre vou fazer te tudo pro meu  trabalho não interferir na nossa vida.
 
Terminei de me arruma, peguei minha pistola e me despedi da minha mulher com um  beijo no rosto e fui pra garagem abrir o porta  mala e verifiquei se meu fuzil estava lá junto com minhas munições.
Assim que terminei de verificar entrei no carro e fui na casa da Nicole pega as coordenadas.
  Dirigir em alta velocidade até a casa dela, entrei e como sempre os seguranças dela me  revistaram e em seguida deixaram eu entra.

— Acho que não tem necessidade eu passa pela revista. — Digo assim que entro em sua casa e ela me olha com um sorriso imenso e beija meu rosto e tenta sela nossos lábios.
— Nicole Por favor não faça isso... Sou uma mulher comprometida! Me passe logo as coordenadas. — Digo olhando pra ela que sorriu tocando em meu ombro e logo me deu o mapa e me explicou o que eu devo fazer, peguei as papeladas e sai e quando eu estava saindo ela gritou.

— A ADRIANA NÃO TE MERECE...ERA PRA MIM ESTAR NO LUGAR DELA CUIDADO DA LUA. — Gritou e eu olhei pra trás.

— Eu amo a Adriana  e você deveria ficar com alguém que te ame e quem sabe construir uma família. — Digo olhando pra ela e logo saio de sua casa e vou até o meu carro entro no mesmo e dou partida até o local da execussão.
Chego no local posiciono minha arma olho e lá estava o filizado na minha mira espero mais um pouco e atiro bem na testa dele.
Guardo tudo, arrumo a sujeira e volto por meu carro.
Assim que dou partida no carro meu celular tocou vi quem era e a ligação era do colégio da minha filha.

                     LIGAÇÃO ON

COLÉGIO: Alô,senhora Maria Júlia?

EU:Sou eu sim.

COLÉGIO: Sou eu a diretora Simone, estou ligando pra senhora comparece na escola pois precisamos conversa  sobre os comportamentos da sua filha.

EU: O que ela fez dessa vez?

COLÉGIO: Maria Júlia não podemos falar por telefone espero que compareça na escola assim como os outros pais.

EU:E porque os outros pais vão comparece se é pra fala sobre o comportamento da minha filha?

COLÉGIO: Porque há  envolvimento de outras crianças e todas meninas.

EU: Ok estou indo no colégio.

                    LIGAÇÃO OF

Finalizei a ligação preocupada a minha filha não pode ser expulsa do colégio novamente   e injustamente por algo tão inocente a minha filha só tem cinco anos e nem entende direito o que estar fazendo mas essa escolas estar deixando a cabecinha da garota confusa e se ela for expulsa novamente as coisas vão ser um pouco mais difícil pra mim e pra ela também.
 




Notas Finais


Obrigada por lerem


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