História Destinos traçados, escolhas indefinidas - Capítulo 56


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinatos, Colegial, Desafios
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Palavras 2.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Festa, LGBT, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo pronto espero que gostem cometem dizendo o que acharam.

Capítulo 56 - Descoberta(bônusII)


***MARIA JÚLIA***

Só em pensa que minha filha pode ser expulsa novamente do colégio por agir feito criança, que no caso ela  é uma criança eu já fico estressada e chateada com a situação. Eu pago uma fortuna e mesmo assim eles a trata com indiferença e as vezes ela sente isso, eles tinha parando com isso mas agora eles voltaram novamente com esses absurdos o que me deixou uma fera.
Cheguei no colégio extremamente nervosa, estacionei o carro e entrei na escolinha da minha filha,caminhei até a condenação e a coordenadora do colégio me levou até a diretoria assim que entrei os pais das outras crianças me olharam com cara feia mas eu não me importei eu só queria sabe o que aconteceu de fato.

— Boa tarde Maria Júlia. —Diz a diretora me cumprimentando.

— Boa tarde. — Digo olhando ela nos olhos e  logo me sento.

—Pesso Desculpas por ter tirando você dos seus afazeres,mas alguns responsáveis veio reclama das atitudes da sua filha com as filhas deles. — Diz a diretora olhando pra mim e logo uma mãe alterada se manifesta.

— Minha filha ontem chegou em casa dizendo que a amiguinha dela havia beijado a boca dela, e quando eu perguntei quem era essa amiga ela me disse que era a Lua. —Diz a mulher loira mãe da Alicia a amiga que minha filha tanto fala.

— Hoje pela manhã minha filha me veio me dizer que estar gostando da amiga de classe porque ela havia dando uma rosa pra ela. — Diz um homen barbudo e eu me manifesto sem deixa ele terminar.

— Isso quer dizer que minha filha, sabe como agrada uma pessoa! O beijo que ela deu na  filha da senhora foi apenas um gesto de carinho e nada mais. — Digo olhando pra mulher loira, eu estava quase me levantando pra agredir ela. — E senhor, se minha filha deu uma rosa para sua isso quer dizer que eu sei criar bem a minha garotinha,agora se você vê maldade em uma rosa isso é problema seu! Minha filha só tem cinco anos e o tempo todo vocês a constrange por causa dessa paranóia louca. — Digo estressada e todos se manifesta na mesma hora até que a diretora  interviu e acalmou nossos ânimos.

— Talvez a sua filha só esteja sendo criada no meio da prostituição. — Diz uma mulher com cabelos brancos e todos concordam. — Pra sua filha ser assim é porque ela vê muita coisa errada em casa, você deve dormir com várias mulheres já que não é casada e isso pode afeta a menina. —Diz a senhora me deixando irritada.

— Acho que a senhora estar confundindo a sua casa com a minha! —Digo nervosa a encarando. — Não sou eu que abro as pernas por motorista da van das crianças...E olha que a senhora é casada. — Digo nervosa e ela fica sem graça quando todo mundo a olhou.— Olha diretora porque não vamos direito ao assunto! O que pretende fazer com a minha filha que esses país veio até a senhora para dize coisas ruins relacionado a minha menina. — Digo olhando pra ela e esperando uma resposta.

— Eu exigo que a filha desta mulher seje expulsa. — Diz o homem barbudo e eu rebato.

—Porque? Porque a minha filha deu uma rosa pra sua filha? —Perguntei olhando pra ele estressada.

— Eu também quero que  a Lua seje expulsa desde do dia que essa criança veio estuda aqui, as coisas mudaram pra pior essa criança influência muito nossos filhos e eu não quero criar uma marginal. — Diz e eu olho pra dona Flavia boquiaberta, não acredito que ela chamou a minha filha de marginal.

—Você chamou a minha filha de marginal é isso? —Perguntei estressada olhando pra ela que me encarou e afirmou na minha cara.

— A sua filha é uma marginal mesmo,e uma mini sapatona igual a mãe. — Diz a Flavia e eu dei um tapa em seu rosto com força eu já estava estressada de estar aqui pela quinta vez, por motivos idiotas.

— Vou te processa sua louca. — Gritou a Flavia comigo.

— Processa sim, eu vou ama te colocar na cadeia por ter chamando a minha filha de cinco anos de marginal, e por preconceito. —Digo olhando pra ela que segurava o rosto. — Você pode mexer comigo quantas  vezes quiser só não mexe com a minha filha. — Digo bastante nervosa.

— Vocês precisam se acalma, assim não dar pra conversa! Eu sei que a Lua anda causando alguns problemas mas a menina só tem cinco anos de idade, eu tento fazer todos vocês entrarem em um bom senso mas é impossível! Temos três alunos que tem mães lésbicas e um aluno que tem país gays e eu estou cansada dos pais vim reclamarem por causa disso. — Diz a diretora. — Um dos meus alunos que tem mães lésbica e é neto do Doutor Eugênio Werneck patrão do senhor. —Diz a diretora olha do pro chato do homem barbudo que engoliu seco.


—Mas o João Pedro é diferente. — Diz a Mulher loira e a Flavia concorda.

— Não, não é diferente! esse colégio estar perdendo a credibilidade por causa do preconceito dos pais em relação aos outros país como a Maria Júlia. — Diz a Diretora e os pais das crianças que supostamente a minha filha estar dando em cima se olharam entre si.
— Ninguém será expulso do colégio! eu só queria que vocês entrassem em um bom senso mas será impossível! —Diz a diretora e os responsáveis se levanta e saiam da sala da direta e assim que fico sozinha com ela, ouço ela me dizer sobre a conduta da Lua e que é pra mim conversa com ela sobre o contato que ela tem como as meninas e logo em seguida eu saio da sala da diretoria.
Minha Lua é carinhosa demais o beijo que ela deu na coleguinha foi um beijo de carinho ela sela em meus lábios, nos da Adriana, no da minha mãe e até na  Lana  que mesmo eu não gostando dela minha filha a chama de vovó.
                (...)
O sinal final  tocou esperei e todos os pais ficaram esperando  a professora se aproxima com a turma no pátio, depois de um tempo a professora se aproxima com as crianças e a minha filha se aproximou me dando um mega abraço.

— Aí que abraço gostoso. — Digo agachada abraçando minha pequena e logo em seguida ela se afasta de mim e sorri pra um lado aleatório eu olho e era a Lana.

— VOVÓ...VOVÓ... — Gritou minha  pequena Lua correndo até a Lana que a pegou no colo deu um beijo nela. — Eu estava com saudades. — Disse a pequena  no momento em que me aproximei delas e a Lana a enchia de beijos.

— Eu também estava com saudades meu anjo, mas sua mãe nunca te leva na casa da vovó! — Diz Lana olhando pra pequena que a encarava e logo a abraçava de novo.

— Filha vamos, sua avó precisa busca o João Pedro e a Mariana! vem meu amo. — Digo estendendo os braços pra pega ela no colo, e logo ela vem e eu a coloco no chão e dou a mão pra ela.

— Amanhã vai ter a festa do João Pedro, e você vai pode dormi junto com a vovó! —Fala Lana sorrindo e a minha filha me olhou.

—Posso mamãe? —Perguntou segurando minhas mãos.

— Vou pensa meu amo. — Digo olhando pra Lana, eu sei que minha filha morre de amores pela Lana mas ela ainda não me desce.
Segurei aos mãos da Lua com mais firmeza e caminhei com ela até o meu carro, assim que abrir a porta do carro e peguei a mochilinha da minha filha, a Nicole aparece.

— Eu acho que alguém esqueceu do nosso combinado. — Falou Nicole e a Lua vira pra ela se manifestando a minha filha é tão esperta.

— Tia Nicole eu não esqueci não! Mas a senhora estar a cinco minutos atrassada. —Diz a pequena olhando pro seu relógio e a Nicole a olha surpresa.

— Já sabe vê hora no relógio? que fofa. — Falou Nicole surpresa, a minha filha herdou a inteligência da Adriana porque eu na idade dela não sabia vê hora.

— Sei sim, eu aprendi com a dinda. — Diz Lua a minha filha quando começa a falar não para mais.

— Que dinda inteligente você tem. — Disse Nicole sorrindo e a pequena sorri novamente pra ela. — Agora vamos lancha? —Perguntou e ela afirmou que sim.
Fechei o carro ativei o sensor  e fomos pra lanchonete que ficava perto da escola da minha filha, nos assentamos sob a mesa pegamos o cardápio é lemos.
A minha filha já lia bastante coisa por vivemos no meio do nada nós incentivamos muito ela a ler.

— Mamãe eu queria um Hambúrguer vergano e um suco de laranja com cenoura. —Diz minha filha e a Nicole me olha assustada.

— Criança que não come Hambúrguer comum não é normal! princesa quer comer uma pizza de calabresa? — Perguntou e minha filha negou.

— Não como carne! Faz mal pra saúde eu prefiro come comidas saudáveis igual a dinda, na minha  casa a única que come carne é a mamãe, mas agora só as vezes. —Diz minha pequena e a Nicole ri.

—Você chama a Adriana de dinda? —Perguntou com um sorriso imenso no rosto olhando pra mim.

— Sim! Ela é minha dinda e minha mãe. — Fala minha filha e eu digo pro garçon os pedidos ele anota e sai em seguida.

— Então me diz quem é sua mãe favorita. — Disse Nicole e minha filha me olhou e logo em seguida colocou seus cabelos para trás.

—Eu não posso dizer. —Respondeu a pequena olhando pra mim e a Nicole rebateu.

— Então a sua mãe favorita e a Maju. — Disse Nicole e minha filha sorriu pra ela e negou.

— Mamãe me desculpe eu te amo muito,mas a minha mamãe favorita é a Adriana! Eu amo as duas iguais tá mamãe? — Diz Lua preocupada, tocando no meu rosto e a Nicole deu risada.

— Eu sei meu amo, não precisa ficar preocupada. — Digo e ela sela meus lábios nos dela.
Não sei o que fiz pra merece uma filha tão perfeita e carinhosa.
Os lanches chegaram, nós lanchamos e só a minha filha falou disse o que aconteceu no colégio hoje e pra poucas horas ela fez de tudo, minha pequena sempre tem assunto para comenta e eu amo ouvir a voz dela acho que sou uma mãe babona.

— Mamãe eu ouvi a professora falando com  diretora hoje sobre me muda de turma. — Diz e eu a olhos sem entende muito o que ela quis dizer. — Mamãe eu juro que não estava sendo má educação e ouvindo conversar de adulto. — Diz Lua tentando se explica.

 — Tudo bem, só me diz porque você mudaria de turma? —Pergunto olhando pra ela.
 
— Ela disse que eu estou muito avançada e que era pra ela me transferir de turma para estudar com alunos que tenha a mesma capacidade que eu. — Falou explicando os detalhes.

—E o que você achou disso? —Perguntei.

— Eu não quero troca de turma, mamãe a Alicia é minha melhor amiga, e o João Pedro é meu noivo eu não quero muda de turma. — Diz e logo bebeu seu suco.

— Noivo? — Perguntou Nicole olhando pra ela.

—Sim, nós  dois combinamos que iremos nos casar quando tivemos grande! — Diz a pequena e eu a olho paralisada.

— E desde de quando eu autorizei o noivado  minha filha? —Perguntei e ela me olhou sorrindo com aqueles lindos olhos azuis brilhando.

— Ele vai falar com a senhora mamãe. — Respondeu.

— Filha você já selou os lábios dele? — Perguntei, eu estava preocupada.

— Não mamãe! A senhora disse que só podia demonstrar esse gesto de carinho só com as meninas. — Disse e eu rebati eu deixei as coisas muito mal explicadas.

— Filha...Quando eu disse que era pra demonstrar esse gesto só com meninas eu quis dizer que você só pode beija a mim, a Adriana e suas avós entendeu filha? — Perguntei, eu estava precisando ter essa conversa com ela.

— Então eu não vou poder mais beija a Alicia? E minha coleguinhas? —Perguntou olhando pra mim com carinha triste.

— Isso meu amo, mas você pode dar beijo no rosto delas. — Digo e ela ainda estava triste.

— É feio demonstra carinho mamãe? — Perguntou coçando os olhinhos.

— Não meu amo, mas tem pessoas que não entende querida. — Digo e ela me olha e logo em seguida come deixando esse assunto de lado me deixando aliviada.
                        (...)

               ***ADRIANA***

Me senti tão bem, com a volta do meu pai,  eu precisava dele hoje e ele chegou exatamente na hora certa. Contei pra ele o que estava se passando na minha vida desde das coisas que a Maria esconde de mim até a volta dela ao trabalho de atiradora de elite, eu odeio o trabalho dela eu quase morri algumas vezes e tenho muito medo de acontece alguma coisa com a Lua.
Eu sei que a Maria Júlia faz te tudo pra proteger a família dela, mas a cinco anos atrás a proteção dela não foi suficiente e eu acabei sendo sequestrada.
Estou chateada ainda, e fiquei um pouco preocupada quando vi ela tira a pistola de dentro da gaveta, a Lua entra no nosso quarto e mexe em absolutamente tudo, e só em pensa que ela pode acha a pistola e por curiosidade pega eu já morro de preocupação.
Trabalhei a tarde toda, e quando fui pra casa a Maria não havia chegado ainda com a nossa filha, vi a hora no relógio e já era 18h e nada dela.
Eu queria ter uma conversa séria com a Maria, fui para o quarto tentei abrir a gaveta com chave mais estava trancada, procurei as chaves mas não encontrei então abrir a mesma com grampo de cabelo e no momento em que a abrir tinha duas granada, pistola, munição e quatro bolo de dinheiro só em nota de cem.
Abrir os armários tirei todos as roupas do mesmo e acabei encontrando uma parte do guarda roupa que havia uma portinha pequena abrir e tinha uma bolsa, e mais munição,peguei a bolsa coloquei na cama e quando abrir tinha tablet de maconha e cocaina e quando abrir o outro bolso vi mais dinheiro, passaporte e uma identidade falsa.
O que Maria Júlia  pensa da vida? Ela não apenas voltou a ser atiradora de elite como voltou a vender drogas.
Respirei fundo ao vê várias coisas do tráfico da Maria Júlia e tornei a procura coisas pela casa e dessa vez eu fui pro quarto da nossa filha, mas antes de começar a procura eu olhei ao redor e pensei primeiro antes de começar a procura, pois se a Maria esconde algo aqui ela vai esconder bem! Levantei o tapete do quarto da Lua e tinha uma madeira um pouco solta, tirei a madeira mas só conseguiria abrir com a digital da Maria Júlia.

— DROGA. — Gritei nervosa.
Peguei o tablet da Lua e harckei o sistema conseguido abrir, assim que levando a madeira por completo me surpreendo com a quantidade de papéis e de fotos de pessoas, rádios,celulares, mais dinheiro e quando li um dos papéis vi que a Maria Júlia  tinha um grupo de traficante formado  e metade é ex militar.

— Agora nós vamos toma um banho bem gostosos e dormi. — Disse Maria Júlia se aproximando do quarto da Lua e eu olho pra trás esperando ela abrir a porta e quando do ela abre a mesma se assusta. — O que estar fazendo Adriana? —Perguntou segurando a mão da Lua.

 — Acho que você esqueceu de dizer toda a verdade Maria Júlia. — Digo olhando pra ela que me olhava assustando. — Quando iria me conta, que formou uma quadrilha? —Perguntei chateada e acabei esquecendo que a Lua estava ali.

—Você montou uma quadrilha? que tipo de quadrilha mamãe? —Perguntou Lua e a Maria saiu do quarto com ela mas logo voltou em seguida sozinha.

—Eu posso explica... —Disse Maria Júlia se aproximando de mim.

— Ok, já pode começa a falar. — Digo me levantando até ela e entregando o documento de um dos traficantes na mão dela.



Notas Finais


Obrigada por lerem


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