História Destiny - Alec Lightwood - Capítulo 18


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Hodge Starkweather, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Lydia Branwell, Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Aleclightwood, Amor, Aventura, Clarylightwood, Fanfic, Hot, Izzylightwood, Jacewayland, Shadowhunters, Simonlewis
Visualizações 19
Palavras 1.656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - 16. A GREAT LEADER


16. UMA GRANDE LÍDER

Amber.

— Você realmente acha que eu transei com você, Alexander? — dou uma risada sarcástica.

— Então nós não...?

— Mas é claro que não! Porém, eu não podia perder essa oportunidade.

Ele revira os olhos e tenta se manter calmo.

— O que você está fazendo no meu quarto?

— Eu estava andando pelas ruas de Nova York, quando de repente encontrei um nephllin bêbado e largado no meio da rua.

— E-eu?

— Sim, Alexander. Você estava totalmente bêbado no meio da rua e ainda com sua runa que fazem com que os mundanos não vejam você, desativada. — digo firme.

— E o que você fez? — ele pergunta receoso.

— Eu comuniquei a todos do instituto, seus pais e a Clave sobre a sua irresponsabilidade. — Alec arregala os olhos.

— Sério? — foi a única coisa que ele disse.

— Não.

— Ahn?

A cada minuto que passava ele parecia ficar mais confuso e o meu sorriso só aumentava. Eu me sentia um seelie. Ele bufa, já perdendo a paciência.

— É sério, o que você fez, e por que você acordou na minha cama?

— Eu trouxe você para o instituto pela porta dos fundos. Ninguém sabe o que aconteceu além de mim. Você fica ainda mais insuportável e idiota bêbado, sabia? Depois, você ficou implorando para eu não deixar você sozinho, e eu com medo do que você poderia fazer, fiquei até você dormir. Mas eu acabei caindo no sono. Ah, e foi você que se ajeitou daquele jeito no meu colo, só para deixar claro. — ele estava pasmo e com os olhos arregalados.

— Obrigado...

— Não me agradeça. Se a Clave descobrisse, eles poderiam te tirar das missões principais, e eu perderia um ótimo caçador. Não estou podendo perder ninguém agora, já que os assuntos do Valentine estão cada vez mais sérios. Ninguém vai ficar sabendo desse absurdo, mas espero que isso não se repita. Eu não fiz isso por você. Fiz isso porque preciso de suas habilidades. — me preparo para sair do quarto, mas ele puxa meu braço, me fazendo olhar nos seus olhos pela primeira vez nessa manhã.

— Eu preciso me desculpar. — fico surpresa.

Alec não parece ser muito de se redimir. Rio irônica e me solto de seu aperto cruzando os braços.

— Pelo que exatamente?

— Por ter sido um idiota.

— Qual das vezes? — ele me olha sério. Acho que seu estoque de simpatia já estava chegando ao fim. — A culpa não é minha se você quase sempre é um babaca. — dou de ombros.

— Como se você fosse uma pessoa muito fácil de aturar. — começo a rir de sua afirmação. — O quê?

— Sei que não sou, é por isso que não estou aqui para fazer amizades. — digo me lembrando na nossa conversa do dia passado. — ele fica um pouco pensativo e sem graça. — De qualquer forma, isso fica entre nós. — faço menção de me retirar, mas novamente ele segura em meu braço e eu bufo revirando os olhos.

— Obrigado. — assinto fria e saio de lá sem esperar sua reação.

•••

Eu estava na plataforma do coração do instituto com todos olhando preparados para prestarem atenção em qualquer coisa que eu dissesse. Eu havia sido tonta demais esses dias, já estava na hora de eu tomar meu lugar de líder. Eu estava no comando por ordens da Clave no instituto de Nova York, então eu ia fazer isso funcionar. Ou eu não me chamo Amber Foxrose.

— Clary Fairchield foi encontrada amarrada no seu quarto, com um chip de localização injetado. Vamos retira-lo agora, e ver o que acontece.

Maryse olhava furiosa para mim e Alec, Izzy e Jace, que me olhavam incrédulos, mas eu não me importava. Sabia o que estava fazendo.

— Clary, por favor. — ela sobe a pequena plataforma.

— Amber, o que está fazendo?

— Não me questione. Apenas faça o que eu disser. — ela bufa.

Retiro o chip e não tiro meus olhos da multidão. Precisava acha-lo. De repente, meus olhos pairam sobre um homem que agia normalmente, mas pude ver em seus olhos o desespero.

— Você! — digo firme, olhando para o mesmo que arregala rapidamente os olhos. — Suba até aqui, por favor. — ele sobe e percebo que estava trêmulo. — Qual o seu nome?

— Klaus.

— Klaus... O que você acha deste ocorrido?

— Um completo absurdo. — dou um sorriso de lado.

— Onde você estava na noite em que encontrei Clary amarrada no quarto?

— Qual é, não tem motivos para desconfiar de mim.

— Apenas responda.

— Eu estava lutando, na sala de treinamento.

— Sozinho?

— Sim.

— Você. — chamo uma garota que estava perto da plataforma. — Vi você lutando aquela noite, ele estava lá?

— Não. — Klaus engole seco.

— Você não tem provas.

— Não, não tenho. — digo calma. — Mas posso ter agora!

Rapidamente pego sua estela que estava em sua mão, e passo no pescoço do mesmo, revelando uma runa com um círculo. A runa do Ciclo.

Todos ficam boquiabertos e ele tenta esconder sua runa com as mãos.

— Você tem explicação para isso?

— Bom... Eu... — sua respiração estava descontrolada.

— Porque não conta a verdade de uma vez? Já não percebeu que acabou para você?

— Eu juro que eu não fiz... Eu...

— FOI! — Clary diz. — Eu posso reconhecer seu cabelo. — dou um leve sorriso para o traidor.

Me viro rapidamente para olhar para as pessoas. Alec e Jace me olhavam um pouco surpresos e Izzy com um sorriso pequeno. Alguns outros, um pouco impressionados e Maryse, irada com a situação. Alec leva os olhos até Klaus, e eu logo entendo. Me viro rapidamente, o nocauteando e tirando algo que ele pegou para me acertar. Aponto minha lâmina para ele, que me olhava desesperado.

— Você é um traidor, Klaus. Mas não irei matar você. Deixarei você em mãos da Clave. Boa sorte em ficar uma eternidade na Cidade Dos Ossos. — olho para alguns homens, que logo o prendem e o levam. — Isabelle, avise a Clave. — ela concorda e vai.

— Isso foi incrível, Amber! — Clary fala.

— Claro que foi. — respondo seca. — Bom, como havia um traidor, pode ter outros neste instituto. Se você for um traidor, se prepare, pois eu vou te achar. — digo ameaçadora e todos me aplaudem. Saio de lá e todos voltam a fazer seus deveres.

— Você tem uma boa percepção. Mas isso não te torna uma líder, Amber. Você sabe disso. — Maryse diz e eu sorrio irônica.

— Maryse, com todos esses anos me odiando, será que ainda não percebeu que você não vai conseguir me derrubar?

— Apenas quero você fora do meu instituto. Não quero que meus filhos tenham contato com você!

— Eu sinto muito, mas isso não será possível. O instituto de Nova York está sobre meu comando agora. Portanto, não me decepcione em obedecer minhas ordens. Passe bem. — digo e me retiro.

•••

Lá estava eu. Tendo uma merda de uma reunião virtual com a Clave. Isso era tão entediante, porém eu fingia estar interessada.

Eles estavam dizendo que eu estava deixando Maryse comandar muita coisa e que eu não estava me colocando no meu lugar de líder. Eles não estavam errados, porém hoje eu mudei isso e eles me parabenizaram. Eu passei muito tempo ajudando os Lightwood que nem fiz ainda o relatório. Mas quando cheguei aqui, resolvi não ligar tanto para a Clave. Sempre me esforcei e fiz de tudo, mas nunca obtive nada. Abri uns olhos que eu nunca havia aberto. Eles não se importam muito com os caçadores, muito menos com os submundanos. Eles só querem poder, como todos. Ainda sigo a Clave, mas cansei de ser a escrava deles. Vou ter minha vida também. E vou acabar com o Valentine. Do jeito certo, e não do jeito que beneficia a Clave. Mas não preciso, e nem quero ajuda dos Lightwood para isso.

Vou até o refeitório e posso ver os Lightwood, Jace e Clary reunidos conversando com alguém. Não me interesso, mas logo escuto uma voz conhecida por mim, uma voz de criança.

Chego perto de onde eles estavam e posso ver Max! Dou um sorriso ao ver o mesmo, ele havia crescido! Quando ele me vê, ele para de falar e seus olhos brilham. Depois, ele corre em minha direção deixando todos surpresos. Ele me abraça forte.

— Amber! É você!

— Max! Como você cresceu!

— Você sumiu, Amber. Eles não quiseram passar informações sobre você. Eu nem sabia se você estava viva!

Franzo o cenho. Max era uma criança muito inteligente e esperta. Tinha um nível de maturidade elevado há sua idade.

— Mas agora estamos aqui! — digo o abraçando mais uma vez.

— Nem acredito que você está no instituto da minha família! Eu não disse que era impressionante? — dou uma leve risada.

— É sim, Max. É impressionante!

— Então... vocês se conhecem? — pergunta Alec.

— Amber, esse é o Alec meu irmão, essa é Izzy minha irmã, e esse é Jace meu irmão também. Essa é... quem é você? — ele pergunta a Clary.

— Sou Clary Fray. — ela diz simpática.

— Clary Farchield? A filha do Valentine? O que ela faz aqui? — todos arregalam os olhos.

— Como você sabe tudo isso, Max? — Isabelle pergunta.

— Ouvi uma conversa no instituto de Paris.

— Ainda ouve atrás da porta com um copo? — pergunto com uma das sombrancelhas arqueada.

— Sim. Sempre funciona. — dou risada.

— De onde vocês se conhecem? — pergunta Jace, curioso.

— Eu treinei o Max por um tempo no instituto de Paris.

— Ela é a melhor treinador que eu já tive! Senti tanto sua falta!

— Também senti a sua, Max! — digo o abraçando mais uma vez.

Eu estava radiante. Treinar Max foi, sem dúvidas, um dos melhores momentos da minha vida. Ele é tão inteligente e maduro, mas ao mesmo tempo, tem aquela ingenuidade de criança. Me faz querer voltar a ter essa mente, cheia de imaginação.

Todos nos olhavam com um sorriso, menos Alec. Que estava inexpressivo diante da situação. Mas que novidade!



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