História Destiny - Alec Lightwood - Capítulo 18


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Palavras 3.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Sobrenatural
Avisos: Adultério, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Capítulo 15 - Alec


Estava no refeitório me alimentando com Izzy, Jace, Clary e Simon. Conversávamos sobre tudo que andou acontecendo essa semana, desde Abbadon, até sobre Valentine estar se aliando a demônios.

— Mas os demônios não tem consciência do que fazem. Eles não podem escolher se aliar a Valentine. Eles não pensam! — Clary diz encabulada e eu reviro os olhos, já Jace e Izzy riem, achando graça sua inocência. O que eu acho irritante.

— Os demônios são controlados por demônios maiores. Demônios maiores pensam, falam e muitas vezes são inteligentes o suficiente. Eles vivem em Edom, que é como um Inferno. Existem o príncipe, a rainha de Edom. Entre outros, que podem controlar suas crias, ou seja, demônios comuns. — Izzy explica.

— Então, se Valentine se aliou a demônios... — interrompo Clary.

— Ele se envolveu com demônios maiores para fazer isso. — digo como se fosse óbvio.

— Mas, mudando de assunto... Onde você passou essa noite, Izzy? — Jace fala com um sorriso malicioso e ela dá risada.

— Ah, eu também tenho meus segredos.

— Pode dividir conosco. - falo.

— Eu estava com o Meliorn. — ela diz dando de ombros.

Faço uma carranca.

— Meliorn? Um Seele, Izzy?

— Sim, eles são misteriosos... Gosto disso. — demos risada.

Mas, logo perco a concentração na conversa quando vejo Amber se sentando em uma mesa um pouco distante da nossa. Ela parecia pensativa, mas logo me olha. Não desvio o olhar, pois ficaria claro se eu tentasse disfarçar. Izzy percebe Amber do outro lado e logo faz um gesto para que a mesma se junte a nós.

Não, Izzy. Não.

Ela desvia seu olhar e continua a comer, mas Izzy do jeito que é, se levanta e vai até ela. Elas ficam por um tempo conversando, mas não consigo escutar o que. Resolvo me virar para falar com os outros.

Logo que saímos da sala, Jace vem me dizer que nossos pais viriam para cá. Ótimo! Eu realmente precisava deles pegando no meu pé e procurando motivos para me corrigir. Sentiram a ironia?

Fico um tempo vendo alguns relatórios que a Amber fez. É para a Clave, mas dei um jeito de pegar antes de chegar nas mãos deles. Preciso saber o que ela anda falando da gente para a Clave, não duvido que esteja descontando sua raiva dos Lightwood.

Pego os papéis e leio o de cada um de nós, e por incrível que pareça, ela fez tudo muito justo e verdadeiro. Escreveu nossas habilidades de combate e nossas virtudes e críticas de treinamento, persistência e responsabilidade. Não anotou nada além de algumas críticas, que sinceramente, são um mínino detalhe.

Resolvo colocar no lugar para ser encaminhado à Clave. Não quero que ninguém me pegue com esses relatórios, já que ficaria clara minha desconfiança sem necessidade.

Vou até o coração do instituto. Meus  pais haviam chegado. Vamos lá... Para mais uma aula de "como ser melhor a cada dia".

Avisto minha mãe, bonita como sempre, seus cabelos compridos e presos e um vestido elegante. Já meu pai, no seu clássico terno preto e sua barba por fazer.

Maryse desce formalmente as escadas e chega até onde estávamos.

— Meus filhos! — ela abraça cada um de nós, nos observando bem, procurando algum defeito. Felizmente ela não encontrou e se afastou.

Ela estava um pouco mais séria que o normal, não esboçou nenhum sorriso e então pediu para que nos reuníssemos no escritório.

Tivemos uma reunião a pouco tempo, mas ela não pôde dizer nada, pois eles tiveram que voltar rapidamente para Idris e resolver algumas coisas. Então, o assunto ficou para agora. E eu realmente queria adiar, pois não devia se tratar de algo bom. E eu tinha uma certeza; lá vem sermão.

— Bom, o assunto que eu e seu pai queríamos tratar é sobre o instituto de Nova York estar sobre o comando de Amber. Mas específicamente, uma Foxrose. — ela fala parecendo irritada. Meu pai, mantinha a calma e deixava ela falar, como sempre.

— Como vocês sabem, nossa família e a família dela tem uma rixa muito grande. E ela provavelmente está se aproveitando disso para prejudicar vocês.

— Negativo. — Izzy alega. — A Amber está nos ajudando muito. Ela não está sendo nada injusta.

Os olhos da minha mãe escurecem um pouco, mas Izzy continua com a postura firme e Jace, como eu, apenas olhava a situação, pois sabíamos que era verdade, Amber estava nos ajudando.

— Então suponho que vocês estejam próximos dela, não é?

— Digamos que sim. — Izzy fala simples.

Ela sabe como provocar nossa mãe. Lanço um olhar para ela como se pedisse pra ela parar, mas ela desvia seu olhar do meu e volta a olhar confiante para Maryse, que respira fundo.

— Jace, é verdade? Vocês estão próximos da Foxrose?

— Sim... Ela nos ajuda muito.

— Já pararam pra pensar que isso é um truque? — ela fala nervosa.

— Um truque? Ou a Senhora está apenas procurando um pretexto para implicar com a Amber? — fala Izzy.

Ela provoca a minha mãe às vezes. Herdou seu jeito difícil dela. Mas nunca falou dessa forma com ela. Minha mãe abruptamente se levanta e apoia suas mãos na mesa olhando fixamente para Izzy. Ela estava com raiva, isso era visível.

— Mãe, eu acho que... — Jace tenta falar, mas ela o interrompe.

— Não Jace. — ela respira fundo. — Isabelle, sei que você quer amigas, mas você tem a Clary, não precisa se aproximar da Amber.

— Qual o problema? Mãe, você sabe que essa rixa é tão idiota quanto o motivo dela ter começado.

Eu não sabia o motivo dessa rixa ter começado. Jace também não. Como Izzy poderia saber?

— E você acha que vai mudar alguma coisa, passando por cima do nosso nome?

— Pense comigo. A Amber é uma das melhores Caçadoras da Clave. Ela sempre nos auxilia nas missões. Não vê que ela aqui só nos trás benefícios?

— As coisas vão muito além do que vocês sabem.

— Talvez porque você nunca tenha sentado e conversado com a gente. Nós não sabemos quase nada dos Lightwood. Do nosso sangue! — ela se levanta.

— Isabelle! — minha mãe a repreende.

— Vocês não podem nos esconder tudo a vida inteira. E sobre a Amber, eu não farei esforço algum em me afastar dela. — ela cospe as palavras e se retira da sala deixando minha mãe pasma.

Izzy nunca agiu assim.

— Robert! Você viu? Essa garota está passando dos limites. — ela diz a meu pai que apenas esfrega sua testa em frustração. Era sempre assim, o silêncio dele.

— Eu vou conversar com ela. — Jace diz e se retira.

— Alec. Meu filho, você é meu primogênito. Esperto o suficiente para saber que com a Foxrose aqui, as coisas só vão se dificultar. Seus irmãos parecem não entender a gravidade da situação e sua irmã resolveu agir como uma garotinha mimada. Eu preciso que você afaste a Amber. Ela não pode se aproximar de vocês. Odeie os Foxrose!

— Mas mãe, querendo ou não a Amber... — sou interrompido.

— Você sempre se esforçou para ser um exemplo. Para ser um orgulho para nós e para todos os Lightwood, Alexander.

É, mas parece que vocês nunca vêem isso.

— Agora é a hora de provar. Prove que você é um Lightwood fiel e afaste essa garota. Sua família sempre foi tudo para você. Espero que isso não tenho mudado.

— Não mudou.

— Assim espero. — ela diz e vai se retirando do local com meu pai logo atrás. Mas antes ela para na metade do caminho, ainda no meu campo de visão. — Não me decepcione.

Assim que eles se retiram, me jogo na poltrona preta de couro que havia no escritório e solto um suspiro frustrado.

Desde que a Clary e Amber chegaram, sinto que as coisas só ficaram mais complicadas. Minha mãe agora vai ficar no nosso pé até não termos mais nenhum contato com ela. No meu pé, no caso.

Estou ainda um pouco assustado com a reação de Izzy. Ela nunca agiu desse jeito e sei que Maryse ficou um tanto quanto furiosa, embora não demonstro tanto. Já meu pai, bom, meu pai ficou no seu canto calado como sempre. Isso me irritava. Nunca sabiamos sua opinião ou o que ele achava. E isso era agoniante.

Resolvo colocar um fim em tudo isso. Não iria aguentar minha mãe na minha cabeça dizendo que eu tinha que ser um orgulho para a família e que eu tinha de melhorar. Ela quer que eu melhore? Vou melhorar então.

Me levanto e vou até a sala de treinamento, onde muito provavelmente Amber estaria. Chego lá e a vejo lutando. Já falei que ela luta como Jace? Ela não percebe minha presença, então entro no local ficando sobre seus olhos. Quando ela me vê, revira os olhos.

— Eu quero te avisar uma coisa.

— Seja breve.

— Fica longe da minha irmã. Fica longe da minha família. — digo olhando em seus olhos castanho claro.

— E se eu não quiser? — ela me desafia.

É claro que isso não vai ser fácil. Estamos lidando, com ninguém menos que Amber Foxrose.

— A Izzy sempre agiu pelo que ela acha certo. Ela nunca segue as regras. Ela não tem noção de que os Foxrose e os Lightwood devem ficar distantes. — digo tentando me acalmar. Só quero acabar com isso logo.

— Você realmente acha que eu estou tentando me aproximar de vocês? — ela ri irônica. — Eu odeio os Lightwood, e vou continuar odiando. Se sua irmãzinha não liga para os ideais de sua família, eu sinto muito.

— Só quero você longe. Você vai trazer mais problemas pra nós.

— Mais longe do que eu já estou? Acredite, não sou eu quem vou falar com ela. Ela vem falar comigo. Mas ela não te deve satisfações, muito menos eu.

— Você não percebe que você é só mais uma aqui? Você chegou aqui apenas para atrapalhar tudo, assim como a Clary. Desde que vocês duas apareceram, nossa vida tem virado de cabeça pra baixo. Mas ninguém vai falar isso pra você, por isso eu estou aqui. Se coloca no seu lugar. — as palavras sairam sem que eu ao menos tivesse as planejado.

Ok, TALVEZ eu tivesse exagerado e sido um pouco injusto com ela. Talvez.

Ela me olhava com descrença e ódio, mas pude ver também tristeza em seu olhar. Eu sinceramente, naquele momento não sabia mais o que eu sentia. Não sabia mais o que era certo. Não sabia mais se havia feito a coisa certa.

— Quem tem que se colocar no lugar certo é você. Desde que eu cheguei aqui você implica comigo. Eu nunca pedi para ser sua amiga, afinal parece algo impossível com você.

Sinto como uma pontada no peito.

— Eu nunca quis estar aqui, eu nunca quis me aproximar dos Lightwood. Desde que eu cheguei nessa merda eu tento ajudar vocês. Quebrando regras da Clave, sendo que sou uma das armas mais importantes que eles tem. Você tem noção do que é isso, Alexander? Eu poderia ter ferrado com cada um de vocês se eu quisesse. Mas eles tem razão. Vocês são assim, acham que podem tudo e que tem o direito de falar como quiserem com as pessoas. Mas não se preocupe, Alexander. Não vou chegar nem perto de vocês. E não é porque você está me pedindo. — ela diz e se retira.

De repente, me dou conta de tudo que aconteceu e... Droga! Eu sou um babaca!

Embora ela seja insuportável e marrenta demais, ela nos ajudou muito. Ela não nos entregou para a Clave mesmo com a rixa das nossas famílias. Então, algumas coisas vieram à tona. Talvez vieram tarde demais...

Eu gostava dela.

Por incrível que pareça, eu não a odiava. Na verdade eu gostava de sua companhia. Embora ela me provocasse, eu também a provocava, e no fundo eu gostava disso. No fundo, eu gostava de sua personalidade forte e destemida. Gostava do jeito que ela fazia as coisas sem se preocupar com as consequências. Gostava de sua audácia em não ter medo de falar o que pensa, mas principalmente dela não ter medo de se redimir quando necessário. Ela era humilde. E principalmente, gostava de como ela lutava. Eu a admirava e nem sabia disso. Claro que eu não sentia afeto por ela, mas ela não era odiável. E foi aí que eu percebi que eu tinha acabado de perder uma amiga.

E isso me machucou.

Porém, algumas palavras que ela disse ecoaram na minha cabeça. Ela disse que odiava os Lightwood, mas eu sabia que não era verdade. Ela disse que não sequer quis se aproximar de nós, mas era mentira. Então, eu vi que nossos problemas não eram tão diferentes. Nossos problemas eram muito peso posto nas nossas costas por um motivo familiar.

E isso nos machucaria se tentássemos mudar, mais do que machuca agora.

Então, era melhor assim.

Dou um soco na parede e saio da sala totalmente frustrado e encontro com Izzy no meio do caminho.

— O que você falou pra ela, Alec? — ela me pergunta nervosa.

— Ah, então ela já foi te contar? — digo meio irônico.

— Não, eu vi ela indo para o quarto dela muito mal e logo imaginei que tivesse algo a ver com a reunião. O que você disse a ela, Alec? — ela aumenta a voz.

Eu já estava tão exausto que decidi nem tentar argumentar com ela.

— Pergunte a ela. — foi a última coisa que disse antes de andar o mais rápido possível para meu quarto.

Uso uma runa para trancar a porta e me jogo na cama soltando um longo suspiro. Penso em tudo que aconteceu hoje, desde meus pais aqui no instituto, a briga com a Amber, as cobranças de Izzy, até os problemas mais sérios como Valentine se aliando a demônios e Clary estar com um chip de localização colocado por um traidor que está no instituto.

Levanto da cama rapidamente e começo a jogar algumas coisas que estavam em cima da minha mesa no chão. Encosto a cabeça na parede e respiro fundo. Não daria certo eu ficar no meu quarto preso com meus pensamentos, eles poderiam me enlouquecer.

Pego minha adaga e sem pensar muito, saio do instituto.

Estava andando normalmente pelas ruas de Nova York, como se não houvesse perigo nenhum e como se eu fosse totalmente normal. Quando na verdade, eu não era nada normal e eu poderia ser atacado por um demônio a qualquer instante. Mas não me importava com isso. Só queria sentir o vento leve batendo em meu rosto.

Decido desativar minha runa que servia para que os humanos não me vissem. Vou até um pequeno bar que havia no outro lado da rua e posso perceber algumas pessoas me encarando. Não entendia o fato das runas chamarem tanta atenção, afinal existem pessoas cobertas de tatuagens de tudo quanto é tipo de coisa até o pescoço. Não havia nada de anormal nas runas.

Pego uma bebida e dou leves goles enquanto penso em todos os problemas que me cercavam. Não importa onde eu fosse, eles sempre me seguiriam. A cada vez que eu pensava em um problema diferente, eu pedia mais e mais bebida.

Uma garotinha que passou na rua, olhou para seu pai e apontou para mim.

— Olha papai, ele tem várias tatuagens combinando. Quando crescer quero fazer também. — ele olhou para ela e explicou que enquanto ela não fizesse dezoito anos e ainda morasse embaixo do teto dele, ela não faria qualquer tatuagem. O que a deixou com uma carranca.

Típico de Mundanos.

Tatuagem... Oh não, isso é uma runa. Ela me dá algumas habilidades angelicais. É, pois é, eu nasci com sangue de anjo. Não, você não queria estar no meu lugar. Ah, seus problemas são que sua mãe não deixa você fazer tatuagens porque você ainda está sob as regras dela? Oh, mas isso é trágico. Nem se compara aos meus problemas, tão sem importância.

Penso ironicamente e dou uma leve risada do meu pensamento tão ridículo. Eu devia estar um pouco alterado.

Fiquei mais um tempo lá e bebi mais um pouco, até quando não tinha mais consciência de mais nada. Eu estava muito ferrado.

                            ♦♦♦

Abro os olhos lentamente, logo sentindo uma dor de cabeça insuportável. Franzo o rosto na tentativa da dor diminuir, mas de nada adianta. Olho para a porta percebendo que estava em meu quarto e tento me lembrar do que aconteceu ontem, mas não consigo. De repente, sinto uma respiração perto de mim e uma mão em minha cabeça, logo viro o rosto de deparando com ela.

Amber estava na minha cama dormindo e minha cabeça estava apoiada em seu peito enquanto a mesma estava com uma mão em minha cabeça. Fico um tempo a olhando confuso e logo me levanto com os olhos arregalados.

O quê ela está fazendo aqui?

Ela vestia um macacão que estava um pouco amassado, deixando suas pernas totalmente expostas. E eu não pude deixar de olhar.

Seu rosto estava calmo e sua expressão serena, enquanto a mesma respirava calmamente. Ela parecia realmente um anjo dormindo. Mas não tive tempo para reparar em nada, estava me esforçando ao máximo para lembrar o que havia acontecido, porém não conseguia me lembrar de nada. Apenas que eu fui andar nas ruas pra espairecer um pouco e talvez ter bebido um pouco demais. Mas, não me lembro de como vim parar aqui.

Amber começa a se mexer e logo abre os olhos. Ela me olha, ainda com sua expressão de sono e arregala os olhos. Depois olha em volta percebendo onde estava e murmura um palavrão. Ela se senta na minha cama e me encara vendo a confusão em meu rosto.

— A-Amber, o quê você está fazendo aqui? — ela vê minha confusão e logo sorri.

— Vai me dizer que não se lembra de nada?

— Me lembrar exatamente do quê? — pergunto apreensivo.

— Da nossa noite. — ela se aproxima meio óbvia e eu continuo confuso, preocupado com o que ela diria a seguir. — De como nós fizemos... — ela me olha como se eu fosse sua presa e ela um leão prestes a atacar, enquanto colocava seus braços em volta do meu meu pescoço. — Das coisas que você me falou.

— Eu não me lembro de nada. — falo por fim. — Amber, e-eu acho que estava bêbado.

— O quê? — ela olha nos meus olhos parecendo estar magoada e se senta na cama. — Então tudo que você me disse...

— Nós realmente...?

— Sim, seu BABACA! — ela me olha furiosa parecendo que iria chorar. Depois vira o rosto. — Você disse disse que me amava... — ela diz com a voz embargada.

Ela estava chorando? Cara, eu sou um babaca! Com B maiúsculo. Como eu pude dizer que a amava? Começo a me desesperar ao me dar conta do que fizemos.

— A-Amber, e-eu... — não sabia o que dizer, eu estava desacreditado.

De repente os soluços de choro foram
substituídos por risadas. Ela olha para mim e eu vejo que a mesma não estava chorando. A confusão era presente em meu rosto.

— O-o que...

— Você realmente acha que eu transei com você, Alexander? — ela gargalha.


Notas Finais


E então, o quê acharam?

Gente, eu estou simplesmente PIRANDO. Chegamos a 7k!!!!!! 7k's caralhudoooos!

Vocês tem noção do quanto você s são demais??

Huuum, sinto cheiro de especial.

Hahaha, em breve.

Enfim, obrigada mesmo, eu amo vocês demais!♥

Espero que estejam gostando da históriaaa! Ah e me sigam no Insta: @lizz_pery.

Até o próximo capítulo!

Fuii♥


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