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História Destiny - Imagine Wonho Monsta X - Capítulo 7


Escrita por: e LloMa_MX


Notas do Autor


Quem ai ta feliz grita eu: eeee eeee eeeeu!
Primeiro nosso bebe inocentado, e agora ele aparece com seus irmãos em público? É pra deixar monbebe mais que feliz não é?

Agora se cuidem gente que esse Corona vírus não é brincadeira heim! Vamos nos manter saudáveis pra aproveitar cada dia mais nossos 7 amores do Monsta X!

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Destiny - Imagine Wonho Monsta X - Capítulo 7 - Capítulo 7

Ao abrir a porta, senti meu coração arder em brasa ao ver Wonho abraçado aquela garota. Eu senti ciúmes, e uma dor quase que insuportável. Não podia mais negar, estava apaixonada por ele.

 

" Quem era ela? Quem seriam aquelas pessoas? " Pensava ao me aproximar deles com minha mãe, que cochichou em meu ouvido ao sentir que apertei sua mão ao ver a cena...

 

 

-Calma filha.

 

Como poderia ficar calma, se em meu coração a única coisa que sentia era como se meu mundo tivesse acabado? Mesmo assim, tentei manter me firme.

 

Minha mãe se aproximou de Wonho e perguntou lhe quem eram aquelas pessoas, e ele prontamente respondeu, um tanto quanto cabisbaixo, que eram seu pai e seus irmãos. Mas o pior foi quando mamãe perguntou da moça, ah... nessa hora eu queria ser surda. Antes que ele pudesse abrir a boca para falar, ela se adiantou e respondeu " Sou Jisoo, a noiva dele ..." Aquela resposta, teve o efeito de como se um faca cortasse minha alma.

Então essa era Jisoo, a responsável pelo pesadelo que ele teve no hospital? Mas saber quem era finalmente a mulher que lhe deu pesadelos não foi o pior... O pior foi saber que meu maior medo naquele momento, se realizou. Wonho era comprometido, e ainda mais, era noivo!!!! “meu Deus, eu beijei um homem quase casado?” me senti muito mal com isso, me senti um lixo... mas o que mais queria nesse momento era que ele dissesse que “não” que ela não era nada dele. Inocência a minha, pois ele nem ao menos se manifestou, nem explicou nada. “Mas o que eu quero? Ele não me deve explicações...” pensava enquanto a decepção tomava conta do meu coração.

Tentei disfarçar meu incomodo e sorrindo, mesmo que sem vontade a cumprimentei fazendo uma reverência. Já não podia mais olhar para Wonho, ou melhor Hoseok, como a noiva dele fez questão de nos dizer.

Ela era sim uma mulher muito bonita, mas ao mesmo tempo parecia totalmente diferente dos demais que estavam ali, pois nos olhou de cima em baixo, como se fossemos inferiores a ela, e nos desprezasse. Já o senhor de cabelos grisalhos, pai de Wonho, veio até mim e minha mãe, e nos abraçando agradeceu por termos cuidado de seu filho.

 

Minha mãe prontamente respondeu que não havia sido nada. Realmente, não foi nada demais. Ajudamos alguém que precisava, mas o problema é que esse alguém se tornou especial demais... para mim.

Mamãe sempre cuidadosa e protetora, não poderia deixar de recomendar que Wonho se cuidasse, e o abraçou carinhosamente.

 

- Também sentirei falta de vocês duas senhora Won, fique tranquila, irei me cuidar, não tão bem quanto fui cuidado por vocês, mas farei o possível para me manter bem, e eu prometo voltar aqui para vê-las. – Wonho disse sorrindo doce para minha mãe.

 

 

Ele se soltou do abraço de minha mãe e veio até mim.

 

 

Wonho me olhava sem parar como se quisesse me dizer algo, mas eu não conseguia manter meu olhar ao seu.

Tentou pegar minha mão numa tentativa de me tocar, mas eu recuei e não permiti o contato.

Ele me olhava triste e se desculpou por tudo que poderia ter me feito.

 

Mesmo com meu coração em pedaços, olhei para ele serena e docemente, até porque não poderia olhá-lo de outra maneira, já que ele tinha um lugar especial em meu coração, e estendi lhe a mão, dizendo que não havia sido nada ter cuidado dele. Ficamos nos olhando em silencio, até que ele, num impulso, me pegou de surpresa com um abraço forte e quente, e mesmo tendo sido muito mais que inesperado, me rendi ao sentir o suave calor de seu corpo... queria que tudo não passasse de um pesadelo e que esse abraço nunca terminasse.

 

- Obrigada por tudo meu anjo, sentirei sua falta. – disse ele em meu ouvido fazendo uma lágrima querer sair por meus olhos. Meu coração batia em ritmo acelerado e eu podia sentir o dele batendo junto ao meu. Era como se nós dois fossemos apenas um naquele momento. Se eu pudesse, jamais teria saído daquele abraço... “Não me deixe Wonho!”, pensava enquanto, lentamente ele se afastava de mim, com os olhos marejados, como se não quisesse partir.

 

Seu pai e seus irmão nos olhavam atentos, como se desconfiassem de algo. Já a noiva, essa cruzou os braços e prontamente o puxou pra longe de mim, que apenas olhava ele se distanciar.

 

O irmão de Wonho, provavelmente o mais velho, se aproximou e sorrindo meio sem graça, me agradeceu por cuidar de seu irmão.

Desviei meu olhar de Wonho que estava quase entrando no carro luxuoso com a noiva, e respondi ao irmão.

 

- Não precisa agradecer. Antes que eu esqueça, vou buscar os remédios dele.- entrei rapidamente dentro de casa e trouxe a bolsinha com os medicamentos de Wonho, entregando ao mais velho. – Os horários dos remédios estão aqui na receita, e devem ser dados nos horários certos. Ele fica meio sonolento quando toma, então é bom dar a ele e já fazê-lo se deitar. E também, não dê a ele se estiver de estomago vazio pois pode lhe causar dor. –

 

“Será que vão saber dar tudo direitinho à ele?” me perguntava enquanto via o irmão se afastar depois de novamente agradecer.

 

Ele se foi com seu pai, seus irmãos e sua noiva, deixando para tráz meu coração, quebrado e dolorido.

Nunca havia me sentindo tão triste como naquele momento. Nem mesmo quando Baekho me decepcionou, com sua atitude infantil, eu me senti tão mal ... “Nunca mais o verei”, era o que eu pensava, enquanto o via se despedir de longe e entrar no carro, indo embora.

 

Minha mãe percebendo minha tristeza, apenas me abraçou, e deixou que eu caísse finalmente no choro que estava preso dentro de mim.

 

Entramos dentro de casa, e fui direto pro meu quarto.

 

 

 

 

Luma chegou em minha casa alguns minutos depois, toda prosa, trazendo em suas mãos os bolinhos de arroz deliciosos que sua mãe havia preparado para dar as boas vindas à Wonho. Pena que ela chegou tarde...

 

- Oi tia cadê a Vick e o grandão? Eu trouxe uns bolinhos de arroz que minha mãe fêz para ele experimentar.

 

Mamãe olhou um tanto sem graça pra Luma:

 

-Nosso grandão já foi embora querida, a família dele apareceu e o levou para casa. Victoria está no quarto dela. Vá até lá, acho que ela precisa conversar um pouco.

 

Quando Luma entrou no quarto, eu estava deitada em minha cama olhando pela janela, abraçada ao travesseiro que Wonho havia usado... Ainda tinha seu cheiro...

Eu estava chorando...

Ela sentou se ao meu lado, e eu a abracei forte, e chorei ainda mais... Luma é como uma irmã pra mim, mas eu ainda não havia me aberto pra ela, não em relação ao Wonho.

 

- Que foi miga, pq vc está assim? Vc está me assustando.

 

Eu não sabia o que dizer a ela. Por mais que eu quisesse negar, até pra mim mesma não podia. Estava apaixonada por Wonho, que com seu jeitinho doce e gentil, me conquistou.

Suspirei e finalmente disse:

 

- Ele foi embora Lu, e agora tá doendo demais...

 

- Eu sabia que isso ia acontecer Vick. Você está apaixonada por ele né?

 

- Estou Luma, e não há um dia em que eu me pergunte como fui deixar isso acontecer. Como fui burra em me permitir gostar de alguém, assim de um minuto pro outro.

 

- Miga, essas coisas agente não controla, acontece, isso se chama amor à primeira vista. Também, um homem daquele seria impossível não se apaixonar. Mas relaxa amiga, isso vai passar. Afinal foi pouco tempo que vocês ficaram perto.

 

Olhei pra ela, que imediatamente percebeu em meu olhar que isso não ia acontecer, ainda mais depois de lhe contar sobre o beijo:

 

- Realmente, Lu, foi pouco tempo, e não significaria nada pra mim, se a gente não tivesse se beijado... Porque ele tinha que ter me beijado? Porque ele fez isso comigo? – lhe perguntava como se ela pudesse me responder algo, que confortasse meu coração naquela hora.

 

Luma arregalou os olhos abismada com o que eu acabara de lhe contar. Afinal eu não era o tipo que beijava qualquer um, ainda mais alguém que eu mal conhecesse.

 

- Como assim vocês se beijaram? Me conta essa história direito! E de preferência com os mínimos detalhes.

 

Respirei fundo e contei como tudo aconteceu.

 

- Estávamos no campo, tirando uns matinhos do meio da plantação e ele machucou a mão. Sentamos embaixo daquela árvore que meu pai plantou as flores azuis para mim. Eu fiz um curativo e ele me agradeceu com uma das flores e me disse coisas lindas...disse que eu era especial como aquelas flores que papai criou para mim. Ele fechou os olhos, e a cheirou antes de colocá-la em meus cabelos e acariciar meu rosto, e de repente, do nada olhando fundo nos meus olhos ele me beijou... – parei um instante me lembrando daquele momento tão doce e inesquecível...

 

- Jura? Que romântico migaaaaa! – luma estava encantada com o que eu acabara de lhe contar.

 

- É lu, mas assim como do nada ele me beijou, do nada também ele se soltou de mim assustado e disse “Não posso...” Era como se ele estivesse fazendo algo errado, sabe. Acho que ele se arrependeu de ter feito aquilo. – baixei a cabeça

me segurando pra não chorar mais, pois pensar nisso me doía demais.

 

Minha amiga me olhou como se algo lhe chamasse a atenção:

 

- Miga você já parou pra pensar, que foi nessa hora que ele se lembrou de tudo? Porque diante do que você me contou, ele está muito apaixonado por você, e não ia simplesmente parar de te beijar assim, do nada. E dava pra ver o jeitinho que ele te olhava... até meu irmão percebeu, e claro que não gostou nadinha.

 

Sem dar muito ouvidos pro que ela disse respondi:

 

 

- Como ele poderia gostar de mim Lu? Ele é comprometido, na verdade ele é noivo, eu sou uma burra! – não me conformava com o fato dele ser comprometido, na verdade, estava me sentindo muito mal por saber que ele pertencia à outra pessoa...

 

Luma balançou a cabeça:

 

- Não diga isso. Olha pra você miga, você é linda e uma pessoa maravilhosa, além de ser cheia de qualidades. Como sua amiga mais intima, eu posso dizer, que nunca te vi tão preocupada e atenciosa com alguém como foi com ele. Eu não me admiraria ele ter se apaixonado também, afinal de contas vocês estavam muito próximos.

 

Olhei para ela, que entendeu meu olhar e continuou:

 

 

- Não me olha assim. Eu sei que ai dentro deve estar tudo bagunçado, e que a sua consciência está te matando, por ele ser noivo. Mas olha, ele pode ser até noivo, mais primeiro lembre-se que quando isso aconteceu entre vocês, ele não lembrava de nada. E segundo, ninguém manda no coração Vick. Pra falar a verdade, nem você nem ele tem culpa disso ter acontecido amiga. Portanto não se culpe tá bem! – ela sorriu para mim, na tentativa de me fazer sentir melhor.

 

Realmente, quando ele me beijou, ele não se lembrava de nada.

Mas em que momento ele se lembrou de tudo? Em que momento ele já sabia quem era? Será que ele sabia quando me beijou? Luma teria razão? Ele se lembrou bem na hora do nosso beijo? Que hora mais inconveniente pra se lembrar de uma coisa dessas...

 

Eram as perguntas que pairavam em minha mente, e não me deixavam em paz.

 

Mas de que adiantava saber disso agora? Ele já se foi, e nunca mais o verei. Me restava apenas me conformar, e esperar que todo sentimento que estava em mim passasse...

 

- De que adianta Lu, ele foi embora, do mesmo jeito que apareceu. Eu nunca mais o verei, essa é a verdade. Tenho que me conformar e entender que foi apenas um lance que aconteceu e que não significa nada... nem pra mim e principalmente pra ele. – chorei novamente sentida, dentro de mim, queria acreditar que o esqueceria e que tudo passou apenas de uma ilusão momentânea. Mas não seria bem assim...

 

Luma resolveu ficar aquela noite comigo, me fazendo companhia, e eu estava mesmo precisando.

 

 

 

Minha mãe preparou nosso jantar, e depois de comermos, fomos nos sentar na varanda da casa.

Eu olhava a estrada e me lembrava do carro indo embora, e dele olhando pra trás acenando. Minha vontade era sair correndo, pegar minha bicicleta e ir até a cidade para o encontrar, mas isso não era possível.

 

- Vick? terra pra Vick! – Luma sorriu vendo que eu estava perdida em meus pensamentos.

 

- Oi Luma, tô aqui ainda. – respondi sorrindo forçado.

- Amiga, não fica assim vai. Olha eu não entendo muito de amor, e você sabe disso, mas de uma coisa eu sei. Se ele estiver gostando de você de verdade, ele vai aparecer aqui de novo. Eu sinto isso. – as vezes minha amiga era meio sensitiva, coisa que me assustava as vezes.

 

- Seria um sonho lindo Luma se isso acontecesse, mas ele não vai aparecer... nunca mais. Nunca mais eu verei aqueles olhos... – disse desanimada olhando a luz da lua, tão branca como a pele do homem mais doce e gentil que já conheci...

 

Ficamos alguns minutinhos em silêncio ali olhando o céu, e depois fomos nos deitar.

 

O dia amanheceu...

 

Luma ligou em sua casa e disse a sua mãe que passaria o dia comigo vendendo flores.

Eu havia resolvido retomar minha rotina de sempre, colher as flores e vender na cidade. Era melhor do que pensar bobagens, a minha vida tinha que continuar sem ele. Afinal tudo não passou de uma simples ilusão, certo? 



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