História Destiny - Park ChanYeol - Capítulo 6


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Visualizações 41
Palavras 1.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que vocês fiquem tão ansiosas quanto eu com este capítulo :)
Tentei, mais uma vez, fazer bonitinho rsrs
Boa leitura e beijos da Amy<3

Capítulo 6 - Velhos Amigos


Quando comecei a namorar ChanYeol, eu consequentemente conheci seus amigos, como BaekHyun, que sempre foi o mais carismático entre nós. No princípio, éramos eu, Yeol e Baek, o trio que sempre andava junto no colégio. Portanto, se mexeu com um, mexeu com todos. Foi assim até eu conhecer MinHe, que se tornou minha vizinha e amiga, então passamos a ser quatro. Inicialmente, ela desenvolveu um certo interesse por BaekHyun, mas não tinha coragem para se declarar.

Vivíamos todos juntos, sem segredos e sem muitas discussões. Eu sinto tanta saudade daquela época, que não tínhamos que nos preocupar com nada mais além dos estudos e não nos atrasar para as aulas de teatro, era tudo mais fácil quando estávamos unidos. Talvez, se eu ainda estivesse lá, poderia ter dado o apoio que ChanYeol precisou, e poderia ter meus amigos comigo, mas nada aconteceu como eu queria. O meu único desejo agora é poder saber como eles estão, se já se formaram ou se realizaram seus sonhos de adolescentes, e se minha amiga conseguiu se declarar.

Procuro o contato de MinHe na agenda do meu celular, enquanto caminho até a sala de aula, nada pronta para a última prova do semestre. Acho o número dela, ainda salvo como Minnie, e mando uma mensagem: Oi, Minnie. Ainda se lembra de mim?

Entro na classe, onde todos os alunos já estão nos seus devidos lugares, e me conduzo ao meu assento. Antes de guardar o celular na bolsa, visualizo a foto de perfil da minha amiga, que continua linda e, pelo que vejo, ainda tem seus cabelos louros.

O Sr. White entra na sala acompanhado de uma enorme quantidade de papeis debaixo do braço, e eu jogo rapidamente o celular na mochila depois que ele lança um olhar de “guarde esse aparelho ou você ficará sem ele”. As provas são entregues e só se ouve a respiração dos estudantes, ninguém aqui ousaria falar no meio de uma prova com Nicolas White.

Eu analiso todo o exame, as perguntas, e o grau de dificuldade de cada uma, então suponho que eu consiga fazer tranquilamente. O tempo vai passando depressa, o professor marca cada segundo no relógio de pulso e avisa a cada dez minutos. Olho para a prova, que é constituída de oito folhas, e concluo que os trinta minutos que se passaram foram suficientes para responder apenas três questões.

- Vocês têm vinte minutos – a voz alta de Nicolas ecoa pela sala, fazendo com que os alunos se remexam nas cadeiras e se apressem para terminar a bendita.

Eu me vejo numa tremenda enrascada, se não terminar esta prova, vou ter que repetir o semestre para fazê-la de novo, mas se eu fizer a tempo de entregar e não responder, pelo menos, setenta por cento certo, vou repetir de qualquer jeito. Mas, por sorte, começo a relembrar a matéria de filosofia que me foi passada, respondo tudo, preencho o gabarito na última folha, e consigo entregar ao professor no exato momento em que ele passa nas mesas para recolher. Finalmente, o Sr. White permite a nossa saída, coloco a mochila nas costas e saio da sala.

- Estava difícil, não sei se fui bem – Haizel diz, vindo atrás de mim.

- Eu fiquei desesperada, mas acho que acertei a metade.

Haizel foi a primeira pessoa a me fazer companhia em meu primeiro dia na faculdade, é a única que confio para fazer trabalhos em dupla e até almoçamos juntas depois do nosso período de aulas. Enfim, ela é uma ótima amiga.

Ela permanece comigo durante todo o caminho até minha casa, já que mora poucas ruas depois. Convido-a para entrar, mas diz estar cheia de conteúdos para estudar hoje, então ela se vai e eu entro. Passo pela sala, pela cozinha, e procuro a minha madrasta em todos os cantos da casa, mas não a vejo. Possivelmente ela foi para a empresa resolver os problemas que tanto anda reclamando. Meu pai está trabalhando também, neste caso, estou sozinha em casa.

Subo para meu quarto para tomar um banho, e retirar o suor acumulado de quando eu estava fazendo aquela prova. Só quando saio do banheiro que me lembro da mensagem que enviei para MinHe, se aquele ainda for seu número, ela deve ter me respondido. Corro para a sala, onde deixei a mochila assim que cheguei, e pego o celular.

Amber? Sério que você ainda está viva?! Rio ao ler sua resposta. Realmente faz um bom tempo que não nos falamos, mas diferente de ChanYeol, que teve seus motivos, nós as vezes conversávamos. No entanto, ultimamente a vida não nos deu muito tempo para colocarmos os papos em dia.

Sim, estou viva. E advinha só, também estou praticamente livre dos estudos pelo resto da semana! Mando, como se estivéssemos conversando normalmente após uma semana cansativa de provas no colégio.

Ah, que bom! Me ligue mais tarde, ok? Ela responde em seguida. Se agora ela está ocupada, é melhor que eu não atrapalhe.

Ok, até mais, é a minha última resposta.

Felizmente, estou acabando a faculdade este ano, as avaliações mais difíceis e mais decisivas se encerraram hoje, com o teste de filosofia. Quando eu completar o curso, vou começar a trabalhar com Ellen, que é especializada em design de joias. Eu escolhi esse ramo porque sempre tive muita vontade de criar os meus próprios produtos, com a minha cara e personalidade. Tudo começou quando me interessei por desenho quando criança, meus avós me incentivavam muito, e eu ajudava meu avô a construir objetos de madeira.

Depois de algum tempo sentada no sofá, olhando para a televisão sem nenhum entusiasmo na série que se passa, meu celular toca ao lado, mostrando uma ligação. Eu atendo, sem nem ter visto de quem se trata.

- Alô? – Digo um pouco entediada.

- Oi, Amber. É.… preciso da sua ajuda, por favor – uma voz masculina suplica, e eu não demoro muito para reconhecer quem é. – YooRa me mandou vir ao mercado, mas agora eu não sei voltar.

Parece que se perder é típico da família Park, não é mesmo?

- Onde, especificamente, você está?

- Ao redor tem uma praça bem grande e- o interrompo.

- Espere só dois minutos – eu desligo.

Como ainda estou apenas de toalha, vou para o quarto e coloco uma roupa, penteio o cabelo, para não parecer que acabei de acordar, pego minha fiel companheira bolsa e saio de casa. De acordo com a descrição, é um dos mercados principais da cidade, e este, no meio de uma praça, é o mais perto da minha casa. Sim, o mais perto. Não é à toa que em poucos minutos eu chego em frente ao amplo espaço verde que cerca o comércio. Avisto ChanYeol de pé com algumas sacolas nas mãos, e ele logo sorri aliviado quando eu me aproximo.

- Da próxima vez, é melhor YooRa vir com você – digo enquanto pego duas sacolas de suas mãos para ajudá-lo a carregar.

- Obrigado. Eu ainda não conheço muito esse lugar.

- De nada. Se me permite perguntar, quanto tempo você vai passar aqui?

- Não sei, já que deixei minha mãe com as minhas tias, não posso demorar tanto – ele diz e nós começamos a caminhar em sincronia.

- Ah, claro....

- Você não tem vontade de voltar? – Ele pergunta esperançoso.

- Tenho, muita.

- Então, o que te impede de fazer isso?

- Sabe, eu tenho construído um futuro aqui, não posso deixar tudo o que já está planejado – ele assente, sendo seguido de um curto silêncio. – Quando foi a última vez que viu MinHe?

A minha pergunta o faz sorrir brevemente, eu continuo séria, até ele dizer:

- Eu a vi alguns dias antes de viajar, na casa de BaekHyun.

- Não brinca! É sério?

- Sim, os dois estão namorando faz alguns meses.

De fato, muitas coisas aconteceram enquanto eu estive longe. Mas isto foi inesperado. De qualquer maneira, fico feliz por ela, Baek é um bom rapaz, e parece ser romântico.

Enquanto andamos, pergunto o endereço de YooRa, que ele me indica por meio das construções próximas da casa, já que não sabe nomeadamente a rua. O caminho não dura muito, em pouco tempo já podemos avistar Eric brincando divertidamente no jardim frontal da residência, e quando nos vê, o garotinho corre até nós e me recebe com um abraço.

- Agora é sua profissão encontrar pessoas perdidas – YooRa diz, aparecendo na porta da casa. – Obrigada novamente, Amber.

- Não foi nada.

- Omma, Amber pode ficar para o jantar? – Eric pede, fazendo um gesto de súplica com as mãos, ela ri e assente.

- Se você puder, claro – ela complementa.

Olho para Eric e ChanYeol, que me observam com expectativa, esperando que eu responda. Eu verifico se tenho algo importante para fazer e se meu pai e Ellen não irão achar ruim que eu chegue depois da janta, mas será apenas hoje, não vai fazer diferença.

- Está bem, eu posso.

Eles comemoram momentaneamente, a mulher gesticula com a cabeça para que todos entrem dentro de casa, ela nos dá espaço e nós entramos.

Por dentro, a casa tem um estilo rústico, mas moderno ao mesmo tempo. As misturas de clores claras e tons de marrom deixam o ambiente mais aconchegante juntamente com os móveis fofos que parecessem ter saído de uma casinha de bonecas. Eu e ChanYeol, a pedido do mais novo, nos sentamos no sofá após deixarmos as sacolas de compras na mesa da cozinha, e esperamos Eric ir buscar seu brinquedo para nos mostrar.

É estranho estar convivendo com ele agora, como se nada tivesse acontecido, como se aqueles três anos não tivessem passado. Mas eu também gosto de estar com ele, mesmo que ainda estejamos meio constrangidos com a falta de assunto entre a gente, que as vezes resultam em silêncios mais intimidadores ainda, como este.

- Olha, Amber, o meu carrinho! – Eric desce as escadas com o miniveículo azul erguido no ar para que eu possa ver.

- Que lindo, Eric! – Tento parecer a mais animada possível.

Ficamos olhando o pequeno brincar com seu brinquedo sobre o carpete grande da sala, mas decido puxar assunto. Arrumo minha postura no sofá e começo:

- É bom saber que BaekHyun e MinHe se deram bem no final das contas...

- Na verdade, os dois estão tão próximos que se esqueceram de mim – ele lamenta, fazendo um bico forçado. Acabamos rindo.

- Imagino!

- Amber, por que você não volta comigo? Não para ficar definitivo, mas para rever nossos amigos pelo menos por um tempo – ele demanda sério desta vez.

- Eu quero mesmo, ChanYeol. Mas não posso sair daqui até a minha graduação.

- Se for preciso, eu te espero – ele pega a minha mão e a acaricia, o que me causa arrepios. – Me deixe te esperar, e nós iremos juntos.

Nossos olhos nãos se separam em nenhum minuto, e ele continua segurando a minha mão. É difícil resistir ao seu pedido, já que é a coisa que mais quero agora. Então eu coloco minha mão sobre a sua, antes de dizer:

- Você faria isso por mim?

- Eu faria de tudo para voltarmos a ficar juntos.


Notas Finais


Gente
Perdão pela minha falta de criatividade para fazer cenas românticas, eu tento fazer melhor na próxima!


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