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História Destiny - Shawmila - Capítulo 54


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Capítulo 54 - Suspeitas


Fanfic / Fanfiction Destiny - Shawmila - Capítulo 54 - Suspeitas

Pov Camila

Aquela era sem dúvidas a surpresa mais linda que alguém já tinha feito para mim. Era tão atencioso, especial e no fim das contas romântico.

A minha parte preferida foi poder ver cada momento da vida de Alycia. Era como me conectar com ela. Shawn tinha um verdadeiro tesouro, estava tudo registrado naquelas fotografias, tinha uma foto para cada mês antes dela completar um ano. Tinha foto da primeira vez na piscina, a primeira vez na praia, e o primeiro dia de aula. Ele me mostrou o aniversário de um ano, e todos os outros até aqui. Como eu poderia agradece-lo por isso? Era como experimentar uma pequena parte do que eu perdi todos esses anos durante a infância da minha filha.

Depois de beber todo o vinho, ouvir histórias sobre todas aquelas fotos e muitos beijos naquela noite fria e estrelada. Nos resolvemos entrar. Eu estava um pouco tonta devido ao álcool, e meus passos pareciam mais leves do que o normal.

Quando voltamos ao quarto Alycia continuava dormindo na nossa cama. Mas agora um pouco mais espaçosa que antes. Shawn me olhou de forma que eu comecei a rir, tapando minha boca para não fazer barulho.

- Tudo bem, precisamos de privacidade hoje. - ele sussurrou no silêncio. Chegando até a cama e pegando com cuidado o corpo da nossa filha adormecida. Ela resmungou alguma coisa mas continuou a dormir nos braços do pai.

Fui na frente deles para abrir a porta do quarto que Alycia deveria ficar e puxei o edredom da cama para que ela deitasse nós lençóis. Shawn chegou com Aly e a colocou na cama.

- Papai? - ela murmurou.

- Tudo bem Lily pode dormir, está tarde. - Shawn murmurou de volta a cobrindo com o edredom quente.

Deixamos o abajur acesso, e saímos quando tínhamos certeza que ela dormia. Deixei a porta dela encostada apenas.

Shawn me abraçou, eu estava de costas para ele. Senti seu rosto afundando em meu pescoço e inspirando pesado. Meu corpo se arrepiou e virei-me encontrando seus olhos mais escuros e brilhantes do que o normal. Eu o beijei e enlacei meus braços em seu pescoço. Shawn segurou minhas coxas e eu pulei em seu quadril o abraçando com minhas pernas. Então ele me carregou para o quarto, sem nunca interromper aquele beijo urgente.

Ele fechou a porta com o pé, causando um pequena barulho. Mesmo assim continuou me carregando até que chegamos na cama, onde ele sentou e me deixou sobre ele. Quando o oxigênio se tornou necessário nós resfolegamos um contra o outro. As mãos de Shawn subindo das minhas coxas pela lateral do meu corpo, até que alcançaram meus seios por baixo da camisola que eu usara. Arfei sentindo seu toque naquele ponto sensível.

Capturei seus lábios outra vez, sentindo meu corpo cada vez mais em chama com a sensação da sua língua percorrendo minha boca.

Comecei a abrir os botões da sua camisa com urgência em tê-lo, até que deslizei o tecido pelos seus braços. Minhas mãos explorando cada músculo do seu corpo, e minhas unhas trilhando caminhos me permitindo sentir seu corpo inteiro se arrepiar. Eu beijei seu rosto, seu maxilar e seu pescoço, inspirando seu cheiro e me embriagando dele. Eu o beijei, o chupei, o mordi, o amei. Meus lábios trilhando seu corpo, descendo e descendo. Até que eu saí de seu colo, com sua ajuda me livrei de sua bermuda e sua boxe branca, Shawn estava duro como pedra, e minha boca salivou com aquela imagem.

Ajoelhei-me a sua frente, segurando-o em minhas palmas e o estimulando daquela forma. Shawn fitava cada movimento meu sem desviar seus olhos de mim, sua boca levemente aberta deixando escapar suspiros carregados. Voltei a focar no meu trabalho de lhe dar prazer unicamente. Deslizei minha língua provocantemente por toda sua extensão, apenas para em seguida recebê-lo em minha boca.

Shawn segurou meu cabelo com suas mãos, me ajudando nos movimentos. A esse ponto eu o chupava com tanta vontade. Fazendo movimentos certeiros com a minha mão, onde minha boca não conseguia o receber.

Não demorou para que ele gozasse. Me forcei o máximo que podia recebê-lo. Sentindo os jatos quentes sendo liberados dele. Sua voz rouca cortando o silêncio do quarto. Seu corpo estremeceu e eu só me contentei quando engoli tudo que ele me ofereceu.

Nos minutos seguintes a minha camisola estava sendo jogada em qualquer canto do chão daquele quarto, igualmente a calcinha que eu usara.

Sua boca quente em contato direto com minha intimidade. Shawn me chupava com tanta vontade que eu mal podia sustentar meu corpo na posição que me encontrava.

Eu estava de quatro, empinada naquela cama, sendo chupado por ele.

Meus pulsos e cotovelos vez ou outra tremendo, quase vacilando. Sua língua me varria com tanta precisão que eu sentia que não aguentaria muito. Comecei a me movimentar contra ele, rebolando desesperada seguindo seus movimentos. Tentando a todo custo não gemer como minha garganta ordenava. Pois isso soaria ridículo de tão alto.

- Isso! Não para... - murmurei desesperada, buscando cada vez mais.

Meu corpo se contorceu em uma explosão de prazer tão grande e quente que, por um tempo, fiquei fora de mim.

A medida que fui voltando, eu senti suas mãos apertando meus quadris e percorrendo minhas costas. Meus olhos reviraram nas órbitas quando o sentir me penetrar devagar, centímetro por centímetro, até o fundo.

Naquela mesma posição.

- Seu gosto é fodidamente viciante. - ele disse, estocando levemente em mim. Não respondi, ainda tentando me recuperar do clímax recente e me acostumar com a sensação de tê-lo daquela forma. Minha respiração totalmente irregular, não consegui evitar o gemido alto que escapou quando eu senti Shawn me penetrar com mais força. - Shh... - ele sussurrou.

- Isso, continua. - murmurei.

Seus movimentos foram ficando mais agressivos e rápidos. Enquanto ele me segurava pela cintura. Eventualmente suas mãos apertavam com força meus quadris para logo afrouxar o aperto como se tivesse medo de me machucar. Eu enfiei meu rosto nos lençóis afim de abafar os gemidos que cortavam minha garganta.

Shawn ia fundo em mim, eu não tinha mais forças para sustentar meu corpo.  Apenas meu quadril estava levantado sendo seguro pelas suas mãos, e meu corpo começou a dar espasmos, minha mente ficou completamente vazia.

A proxima coisa que me lembro é do seu corpo repousando em cima do meu. Ficamos minutos daquela forma apenas respirando antes de tomar banho e vestir qualquer coisa confortável para dormir.

Fui subitamente acordada por uma sensação muito ruim, levantei agoniada, talvez rápido demais pois tudo que senti foi uma tontura desnorteante e um enjôo súbito me tomarem de imediato. Com a certeza que eu vomitaria, pulei da cama correndo para o banheiro, só tive tempo de abrir a tampa do vaso para que aquela coisa que me sufocava saísse de mim a força. Minha garganta ardia como se pegasse fogo, e as náuseas vinham em ondas, me fazendo vomitar um líquido rosa vivo. Maldito vinho.

Aos poucos fui vomitando cada vez menos, escutei a porta do quarto sendo aberta, quando olhei naquela direção eu vi um Shawn com a expressão preocupada se aproximando. Fechei a tampa do vaso e me apressei pra sentar em cima. Minha mão na testa, eu estava com dor de cabeça também.

- Não tem que ver isso... - murmurei.

- Na saúde e na doença não é? - ele disse se abaixando na minha frente. Me analisando. - O que está sentindo?

- Enjôo. Foi o vinho. - Falei.

- pode levantar? Precisa de algo? - ele perguntou.

- Estou bem, preciso escovar os dentes.

- Certo, vou buscar uma água de coco para você.

Naquele dia o enjôo veio acompanhado de uma total indisposição. Passei o dia inteiro sem energias. Essa dádiva me perseguiu pelo resto da semana.

Mesmo com meu cansaço sem motivos e total indisposição, eu me esforcei para que aquilo não estragasse nossa semana de férias.

Shawn se preocupou.

Ele sempre se preocupava. E se preocupou mais ainda quando vomitei todo o pirão de peixe no sábado. Definitivamente eu não estava bem, e se eu não estava doente precisava existir outra explicação.

Eu paralisei quando me dei conta que estava atrasada. Minha menstruação estava atrasada. As únicas justificativas que eu conseguia pensar era que, talvez aquilo fosse efeito do anticoncepcional novo que eu estava tomando. Ou talvez aquilo fosse efeito das vezes que transamos sem proteção antes de eu começar a tomar o anticoncepcional novo. Eu não podia acreditar.

E se eu estivesse grávida?

Não contei nada a Shawn, eu precisava fazer um teste de farmácia. Mas não tinha farmácias próximas aqui, e eu não queria que ele soubesse da minha suspeita sem que eu tivesse certeza.

Domingo a noite, eu, Shawn e Aly estávamos jogados no sofá confortavelmente assistindo filmes juntos. Foi quando escutei meu celular chamar e me disvensilhei dos braços de Shawn para ir buscá-lo na ilha da cozinha. Peguei o aparelho, vendo o nome do meu pai no visor.

Atendi assim que caminhei para o deck na área externa.

- Oi papa.

- Oi Hija, ainda está na casa de praia? - ele perguntou. Identifiquei uma ansiedade na sua voz.

- Sim, aconteceu alguma coisa? - perguntei.

- Aconteceu, eu preciso que volte o quanto antes. - Ele falou, me senti estranhamente tensa.

- Estão todos bem? - perguntei apreensiva.

- Sim, estão todos bem. - silêncio. - Eu tenho algo importante que todos precisam saber, principalmente você.

- Eu volto quarta, isso é mesmo muito urgente? - perguntei. Eu não queria estragar aquela viajem.

- Camila, você tem que está aqui na mansão amanhã a noite. - Ele falou por fim. Suspirei derrotada.

- Estou voltando, tchau. - ele murmurou um simples "tchau" e desligou.

Voltei a sala e fitei Shawn e Alycia, como eu iria dizer que precisava voltar?

Porque oque é bom sempre dura tão pouco?

Shawn me olhou e franciu o cenho, talvez percebendo minha cara de chateação. Disfarcei um sorriso para eles, que convenceu Alycia, mas não Shawn.

No momento seguinte ele estava caminhando até mim. Tocou meu rosto com seus dedos e me fez sentir vontade de chorar por estar estragando tudo.

Caminhamos para fora pois eu não queria que Alycia ouvisse.

- O que aconteceu amor? Que carinha é essa? - Shawn perguntou. Eu estava frustada.

- Meu pai pediu pra voltarmos, ele disse que tem algo muito urgente para falar e precisa de mim. - eu disse. Sentindo uma culpa absurda por isso.

- Ele adiantou o assunto? - neguei com a cabeça.

Ficamos em silêncio.

- eu sinto muito, me desculpa por isso. - murmurei.

- Não sinta, se sua família precisa de você então iremos voltar. - Shawn falou.

Eu estava muito emotiva ultimamente, abracei seu corpo tentando não chorar, me sentindo realmente triste por adiantar nossa volta. 



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