História Destiny - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Alfaxalfa, Jikook, Jikook Flex, Kookmin, Menção Namjin, Menção Taeyoonseok, Romance, Suga Transexual
Visualizações 383
Palavras 3.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tive diversos contratempos mas saibam que eu demorei mas voltei! Vocês devem até ter esquecido da história, né? Recomendo que releiam para nada ficar vago nem confuso. Sem mais. Apenas tenham uma boa leitura! :3

Capítulo 5 - 04. Uma amizade


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 5 - 04. Uma amizade

Depois de muita insistência da parte de Taehyung - que afirmava querer conquistar o moreno pela barriga -, Jungkook deixou que ele lhe pagasse um sanduíche e um copo de suco. Estava tão acostumado a comer um pouquinho de macarrão instantâneo todas as noites que tinha até esquecido de como outras coisas era bom. 

— Você veio de onde? — perguntou o castanho, curioso.

— Busan. — disse de boca cheia.

— Oh, temos mais um coreano por aqui. — sorriu, vendo-o sugar o canudo ao passo que uma expressão apreciativa tomava conta de si. Estava ficando satisfeito só de vê-lo degustar o prato com tanta veemência. — Eu nasci em Daegu. Mas meus pais se separaram e eu vim para cá quando tinha cinco anos.

— Morar aqui é bom?

— Sim. Principalmente onde é a nova casa que vamos possivelmente compartilhar. É bem tranquilo por lá. Você vai se sentir todo sereno.

— Está querendo me influenciar a aceitar, não é?

— Sim! Mas só uso fatos verdadeiros! — piscou, sorrindo. Ele era carismático e alegre. Jeon sentiu que se daria bem com ele.

— Espero que sim. — suspirou, terminando de comer.

— Quer outro? — perguntou ao vê-lo lamber os dedos.

— Não, obrigado. — aquele sanduíche estava uma delícia mas não ousaria comer mais um, afinal, havia acostumado seu estômago com pouco. Não podia extrapolar e correr o risco de passar mal. Já estava mal o suficiente por ter aquele sorriso rondando sua mente. Falando nisso, Kim também sorria bastante. Será que era o costume dali? Olhou ao redor encontrando, na maioria, pessoas sérias. Não. Era apenas parte da personalidade deles. Dispertou-se de seu pequeno transe com o rapaz se levantando do assento.

— Vamos? — assentiu, levantando-se também. O castanho deixou a quantia necessária em cima da mesa e rumou para fora do estabelecimento. Jungkook o seguiu até um Honda Fit vermelho.

— Eu te disse que no fundo da casa tem um lago que eu fiz de piscina? — o ouviu negar. — É muito bonito. Você vai amar! — parecia estar muito animado. Ele mostrava ser uma pessoa feliz e de bem com a vida. A primeira vista Jungkook imaginou que se fosse o mesmo de antes eles fariam uma amizade fácil e espontânea. Mas no presente, estando mal como estava, pensava que ele iria incomodar. Todavia, se enganou. Estava sentindo-se cada vez mais a vontade ao lado dele.

Logo entraram numa pequena estrada que continha apenas árvores ao redor - com Taehyung mencionando as belezas daquela parte da cidade -, seguiram por cerca de dez minutos até o rapaz estacionar o carro dentro de uma garagem de portão marrom escuro. Ao descer, o moreno notou que o exterior da residência continha outros marrons em partes específicas - onde tinha madeira - e em outras haviam pedras grés. Só na frente dava para ver duas sacadas. A casa parecia grande e possuía várias janelas de vidro. Por dentro pôde ver que realmente era muito espaçosa. O teto era claro, o chão continha uma madeira cor creme e tudo era enfeitado mesclando dos mais diversos tons de preto, cinza, marrom, creme e branco. Os móveis eram modernos, luxuosos, tudo ali parecia ter sido muito caro.

— Wou! Pensei que havia dito que era uma casa simples! — exclamou embasbacado, andando até o próximo cômodo.

— É... Talvez eu tenha a desmerecido um pouco.

— Um pouco? — gritou ao ver a imensa cozinha.

— Totalmente. — riu. — Eu sou exagerado, minha mãe também. Nós escolhemos a casa, os móveis, enfim, deu no que deu. — seguiu o outro que observou o banheiro também espaçoso onde tudo parecia brilhar. Em seguida eles subiram as escadas indo para os quartos da casa. Todos eram esplendores.

— Isso é uma mansão! Você só pode ser podre de rico! 

— Na verdade, meu pai é milionário. Mamãe vive arrancando o máximo de dinheiro dele que pode, acabei aprendendo isso com ela. Eu ia me casar, planejamos a casa dos meus sonhos. Mas acabei sozinho. — deu de ombros. — Ou talvez não. — voltou a sorrir.

— Tenho que ver se isso vai caber no meu orçamento. Eu tenho uma boa renda mas não da para exagerar.

— Você não precisa comprar metade da casa ou algo assim se estiver pensando nisso. Era o embuste do meu ex quem ajudaria a pagar. Ou, no caso, o pai dele. O combinado foi arcarmos com tudo do casamento, e da nossa vida de casal, pela metade, sabe? Mas ele me deixou e agora terei que me virar. — negou, insatisfeito. — Eu darei um jeito. Até porque gostei de você. Como pretendo sair das asas dos meus pais só irei precisar de ajuda nos afazeres domésticos,  essa casa é cheia de mimimi, tem que ter cuidado com todo tipo de produto. Então iremos dividir as contas de água, luz e vou ter alguém para cuidar de mim e vice-versa. 

— Entendi. — mesmo sendo mais novo fazia de tudo para cuidar de Chin, porém na maioria das vezes era um irresponsável. Ultimamente não tem cuidado nem de si. Seria capaz de cuidar desse alfa e de uma mansão dessas?

Seguiram para os fundos onde Jeon pôde ver a lavanderia e a magnífica área de lazer. Ao andarem mais um pouco, saindo da varanda coberta e entrando numa passarela, o moreno arfou com a vista que teve.

— Que incrível! — exclamou admirado, observando o céu iluminando um lago natural e as árvores e luzes ao redor dando um charme a ele.

— É, não é? — sorriu largo. — Eu posso parecer um playboy. Quer dizer, eu sou. Mas se quer saber da verdade, eu escolhi essa casa por conta disso. — a passarela acabava no meio do lago, dando lugar a um espaço redondo, coberto com uma espécie de colchão e repleto de travesseiros. Kim tirou os sapatos e sentou-se ali, Jeon o acompanhou, maravilhado com as pequenas cascatas que caíam a frente. — Eu quem tive ideia de moldar o lugar até ficar assim. Gostou?

— Sim. É maravilhoso. — suspirou, sentindo uma paz - vinda do ambiente - que a muito tempo não experimentava. — Eu vou ficar.

— Sério?

— Sério. Estava precisando de algo para acalmar a alma, bem desse jeito. 

— Yeah! — gritou, deixando claro sua animação. — Espere um minuto! — correu até o frigobar, deixando-o suspirar diante da imagem que possuía à sua frente. Logo o castanho voltou com uma garrafa de conhaque em uma das mãos e duas taças na outra.

— O que é isso?

— Vamos comemorar!

— Comemorar o quê?

— Esse belo cenário, a minha independência, ao seu recomeço, tudo! — o moreno acabou sorrindo. O astral de Kim era contagiante. E talvez era disso que também estava precisando. Alguém para animar e fazê-lo esquecer da parte triste de sua vida. Tinha Seokjin mas o beta estava longe naquele momento então construir uma amizade com esse rapaz parecia uma boa ideia.

— Não deveria ser champanhe? — perguntou ao ganhar uma taça.

— Meu ex lotou o frigobar de conhaque. — revirou os olhos. — Espero que não tenha estômago fraco.

— Tem um tempo que não bebo mas vamos lá. 

— Então... A sua chegada. A nossa vida nova. A tudo o que é de bom e merece ser aproveitado! — gritou entusiasmado ao brindarem. Jungkook acabou sorrindo. Não deixou de pensar que se fosse antigamente negaria beber mas agora estava precisando extravasar. Ainda mais depois do acontecimento de mais cedo. Conseguia ver perfeitamente aquele rosto que sempre lhe encantara. Aqueles olhos azuis, os lábios carnudos... Mas sentia-se apavorado pois no meio disso havia um odor desconhecido e o sorriso tão fácil que vinha daquele homem conhecido apenas na aparência. Virou a bebida forte de uma vez.

— Eu acho melhor você ir devagar. Não sei cuidar de bêbados, não. — disse Kim num tom divertido. Jeon suspirou e assentiu, escorando-se nas almofadas que haviam ali. Foi acompanhado. O castanho sentou-se ao seu lado, ficando coladinho a si, como se já fossem íntimos. Não ligou para esse fato. Ficaram em silêncio, bebericando o conhaque, observando a bela imagem natural - mas que uma vez fora modificada - que tinham ali, sentindo o vento bater contra suas peles e a leveza tomar conta de seus poros.

— Achei que ficaria com aquela cara de "alguém morreu" o tempo todo. — comentou o castanho. — Seria péssimo conviver com você estando daquele jeito. — o outro suspirou.

— Aconteceram coisas que me trouxeram para cá. E tem haver com mortes.

— Sinto muito. Eu não sabia. Não precisa falar sobre isso se não quiser, tá? Eu só quis dizer que você estava sério demais... Apenas continue assim, como está agora, tranquilo. — acariciou os fios escuros e macios. Ele estava muito próximo mas Jungkook não sentiu que devia se afastar. Até porque no olhar alheio não continha nenhuma maldade e sim um brilho infantil. Era para estar se sentindo incomodado com tanto afeto mas surpreendentemente continuava leve. Parecia ter encontrando uma luz... Uma luz denominada amizade.

— Gostei de você. — comentou sorrindo fraco, porém sincero.

— Oh, eu também! Apesar de não conhecer nada sobre você.

— Eu também não sei muito de você...

— Que tal um jogo de perguntas? — disse, mais uma vez vibrante, virando-se para ficar sentado de frente para o outro.

— Como seria?

— Eu pergunto, você responde, eu também. Você pergunta, eu respondo, e você também. Assim vai indo.

— Tudo bem. — se ajeitou. — Pode começar.

— Quantos anos você tem?

— Vinte e quatro.

— Você é meu hyung! Eu tenho dezenove! — viu o moreno arregalar os olhos em pura surpresa. — O quê?

— Eu pensei que você fosse, sei lá, da minha idade. — mas parando para pensar, ele tinha a face jovial. Era eufórico como um jovem, agia como um e falava como um!

— Está querendo dizer que eu pareço velho?

— Não foi minha intenção. É que você parece ser bem maduro. Fora que ia se casar... Tudo bem, isso não julga nada. Idade é só um número.

— Sim. Relaxa, eu estou acostumado. Sempre se surpreendem comigo. Sou bem maduro, responsável e tudo isso.

— Eu era o contrário. — suspirou ao lembrar das vezes em que Minjae dizia o quanto ele era infantil e irresponsável.

— Não é mais?

— Farei de tudo para não ser. — porque além de precisar cuidar de si e de outra pessoa, Chin gostaria de ver isso.

— Ei. — cutucou a bochecha dele. — Sua vez.

— An... Cor favorita?

— Não tenho cor favorita. Eu gosto de todas.

— Mas e se tivesse que escolher uma?

— Verde. Me lembra esperança. E é algo que sempre devemos ter.

— Azul... — como os olhos dele.

— O que exatamente te trouxe ao Japão?

— Não é justo. Eu sei que de você foi a separação dos seus pais.

— Só responde.

— Não sei. Eu só queria me reerguer e recomeçar. O destino quem soprou os ventos para cá. Sempre é culpa dele. — murmurou a última frase amargurado, bebendo um gole do conhaque. — O que você pensa sobre o destino?

— Eu acredito nele. Sempre há forças maiores unidas para um único propósito, sabe?

— Ferrar a vida dos outros?

— Claro que não! Às vezes pode acontecer uma coisa ruim ou outra ou várias mas faz parte dos planos. O destino nos guia numa estrada que acredita ser melhor onde, no final, seremos felizes.

— Eu não aceito esses planos que foram concluídos na minha vida. — disse ríspido.

— Não seja tão rude.

— Ele merece que eu seja.

— Ok! — riu da carranca alheia. — Mas aproveitando a deixa, você disse que não gostou dos planos do destino e mais cedo comentou sobre falecimentos...

— Você é esperto. — comentou, bebericando o conteúdo da taça outra vez.

— Então? — olhando naqueles olhos tão sinceros e serenos, Jungkook sentia que podia confiar e também se abrir para o rapaz.

— Eu perdi meu namorado em um acidente. Dizem que eu ainda estou de luto.

— Dizem? Quem diz?

— Todos ao meu redor. Eu também acho. Tenho medo de esquece-lo então fico me machucando ao relembrar todo tipo de coisa. Eu passei um ano trancado no nosso apartamento, remoendo o acidente e as nossas lembranças. Até meu melhor amigo me convencer que bastava. Eu precisava tomar jeito, pegar um rumo na vida... Então aqui estou.

— Você o amava de verdade, não é?

— Você não faz ideia. — deu mais um gole. Respirou fundo para então continuar a falar de algo que a muito tempo sequer comentava. — Ele era o ômega mais lindo do mundo. Era sério mas ao mesmo tempo conseguia ser tão doce e adorável... Ainda dói para caralho. Eu odeio os sentimentos ruins que me tomam as vezes. Só que ao mesmo tempo que sou tomado por isso, por inseguranças, confusões onde uma parte de mim quer muito desistir de tudo, eu estou disposto a continuar. Até porque Minjae nunca me perdoaria se eu desistisse ou simplesmente parasse minha vida. Mas sabe o que é irônico? — riu com escárnio. — Eu vir para cá tentar recomeçar e esbarrar naquele homem!

— Que homem?

— Numa cópia mal feita do Minjae.

— Como?

— Ele tem um irmão gêmeo. — dessa vez acabou com o líquido por inteiro. — Foi horrível.

— Wou! Que história!

— Agora me diz se o destino não está querendo me foder.

— Ainda penso que ele tem planos maiores.

— Planos maiores para chutar a minha bunda. — o mais novo riu.

Jungkook não acreditou que conseguiu desabafar com aquele recém conhecido sem dar um ataque como antes. Taehyung lhe trazia uma calmaria peculiar. Não podia negar que gostava disso.

— Já que foi por esse lado. Minha próxima pergunta é... Você acabou de romper um noivado, por quê parece não estar sofrendo?

— Para começo de conversa era um casamento por contrato. Nossos pais planejavam fundir suas empresas. Então os dois adultos investiram em juntar nossas vidas fazendo dela a mais agradável possível. Essa casa é uma das provas. Eles queriam que nos sentissemos bem, confortáveis, felizes enquanto aproveitavam dos benefícios que ganhariam através de nós. Eu passei toda a minha vida esperando por esse momento. Eu curti tudo o que tinha para curtir antes de completar meus dezoito pois sabia desse plano. Eu aprendi a ser responsável, eu queria construir uma família, mesmo que ainda não soubesse nem cuidar de mim direito. Passamos um ano juntos, comecei a me apegar ao ômega, sabe? Mas ele apenas me iludiu. Kang deu um jeito de pular fora. Eu estou frustado, admito. Eu esperei a vida toda, organizei tudo bonitinho, fiz de tudo para darmos certo, e no final eu fui deixado friamente bem nas vésperas do casamento. Ao menos teve um lado bom. Eu percebi que também não queria isso. Estava apenas seguindo as ordens do meu pai para agradá-lo. Minha mãe influenciava porque isso também iria a beneficiar, afinal, papai ficaria mais rico e ela poderia extorquir mais grana dele. Ou seja, eu fui manipulado o tempo todo e só acordei agora. Estou tentando não me importar. Tem coisas melhores para curtir. Não há nada o que eu possa fazer mesmo. — deu de ombros. — Eu prefiro gastar meu tempo ignorando e focando na minha felicidade. Ela é a única coisa que ninguém pode tentar mexer os pauzinhos em benéfico próprio ou ser tirada de mim, pois ela é somente minha, né?

— Sábia escolha.

— Obrigado. Vamos continuar! Você estuda ou trabalha?

— Eu não trabalhava mas agora irei trabalhar. E, acredite se quiser, fazia faculdade de fisioterapia.

— Sério?

— Sim. Eu gostava da ideia de poder ajudar as pessoas a se recuperarem e trazer alegria para a vida delas.

— Parou de gostar?

— Não. Mas não sinto que consiga trazer alegria estando triste.

— Falta muito tempo para terminar?

— Faltam dois anos.

— Acho que você consegue se recuperar até lá para então fazer as pessoas se recuperarem.

— Não sei... Irei pensar sobre. E você?

— Eu não faço nada da vida. Meu pai me banca.

— Que cara de pau. — riu.

— Sou apenas sincero. Mas eu pretendo sair dessa. Com o fim do casamento vai rolar bastante confusão e antes que ele ameaça me desertar, ou me casar de novo com algum desconhecido, eu farei isso por mim mesmo. Vou chutar o balde. Viva a independência! — exclamou, virando o líquido. Mais uma vez Jungkook riu. — Comida preferida? — perguntou, enchendo as taças.

— Uhm... Sushi.

— Eu gosto de doces. Muito doces. Qualquer tipo. Sendo doces. — enfatizou, fazendo o mais velho negar ao passo que continuava a sorrir.

— Certo, formiguinha. Um animal?

— Cachorro. Eu amo cachorros.

— Eu gosto de coelhos.

— Mostre os dentes. — mesmo estranhando, o fez. — Você tem dentinhos parecidos com os deles. Você é um coelho! Apesar que coelhos comem muito e você parece que não. Aqui a prova. — cutucou a barriga magra dele.

— Eu tenho vacilado na minha alimentação.

— Você tem que ser saudável. Minha mãe sempre me fez seguir dieta para evitar comer tantos doces e passar mal. A sua será para comer muito!

— Tá bom. Eu estou precisando. — tomou um gole do conhaque. — Um gênero de filme.

— Comédia.

— Ação. Mas eu até curto comédias.

Eles continuaram a brincadeira, se conhecendo melhor, enquanto bebiam despreocupadamente. De repente, uma chuva começou a cair fazendo-os pegar as coisas na correria, buscarem o colchão e adentrarem a casa em meio as risadas. Como estavam molhados, cada um foi tomar seu banho. Jungkook escolheu ficar em um dos quartos onde podia ver o cenário do lago revestido por árvores mais um belo céu. 

Depois disso eles se encontraram na sala, jogaram seus corpos no sofá, voltando a beber e começando uma conversa banal. 

Eles riam sem motivos e de divertiam com assuntos bobos enquanto secavam a garrafa. E, naquele momento, Jungkook havia pela primeira vez dado tempo a sua dor. Tanto é que fora capaz de dormir como a meses não conseguia - mesmo sendo num sofá apertado por estar sendo compartilhado.



Notas Finais


Se alguém tiver ficado curioso, foi daqui que tirei a ideia da casa e do lago:

https://pin.it/gvobis5snbrioa | https://pin.it/kj5qyouysjnnvt

Até a próxima att, amores! ♡


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