História Destiny - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Moonbyul, Solar, Wheein
Tags Amar, Amizade, Destino, Mamamoo, Moonsun, Universo
Visualizações 45
Palavras 3.533
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como espero que vocês saibam Mamamoo vai ter seu novo comeback, e os teasers desse comeback já estão out. Elas tem vários tipos de teasers e todos eles parecem Universos alternativos, por outras palavras muito fanfic hehe. A verdade é que muitas ideias acabam por surgir, e por isso vou fazer uma pequena lista de historias de apenas um cap, cada cap uma historia diferente, porque assim fica tudo centrado no mesmo lugar.
.
.
Espero que gostem, que leiam e se puderem please comente, eu gostava de saber o que vocês acham sobre o que eu escrevo.

Capítulo 1 - Para além do meu telescópio


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 1 - Para além do meu telescópio

Byul: Porque me olham como se eu estivesse loca? -Questionou quando parou de caminhar de um lado para o outro e tinha quatro par de olhos a olhar para ela de dois modos; um, o que queria rir muito do que ela acabara de dizer, dois, o de alguém que estava muito preocupado.

Wheein: Não consegues descobrir? – Soltou um riso balançando a cabeça negativamente.

Byul: É a verdade eu vi…

Hwasa: Certo…- A interrompeu como se estivesse zangada. - Quando tinhas 14 eu achei essa história de E.T, muito estranha, depois teus pais te levaram ao psiquiatra e te passou, mas agora novamente? – Suspirou preocupada, Byul engoliu seco ao olhar aqueles olhos sérios diante de si.

Byul: Vocês têm de acreditar em mim! – Implorou com seu tom triste, ela sabia que não estava loca, não era esquizofrenia, nenhum outro problema mental, e muito menos um sonho.

Wheein: Mesmo que extraterrestre existam; como podias ver através do teu pequeno telescópio? – Perguntou colocando as mãos nos bolsos.

Hwasa: Exato, a cientista que estuda o Universo és tu…

Wheein: Exatamente a cientista aqui és tu, tu sabes que isso não é possível. – Trocou olhares com Hwasa, percebendo que Byul falava a sério, e isso apenas a deixava mais preocupada.

Byul: Então se Byul aqui estudou astronímia vocês deviam acreditar em mim.

Hwasa: Vamos Unnie, queres que acreditamos que quando apontas para o céu vês uma miúda…

Byul: Ela não é mais uma miúda…- Interrompeu de sorriso no rosto. - Ela cresceu como nós.

Wheein: Tens a certeza que não consumiste algo que não devias? – Colocou sua cabeça de lado, curiosa.

Byul: Vocês são minhas amigas, deviam acreditar em mim. – Se sentou cansada, enquanto diante de si as mais novas ainda estavam de pé olhando para ela.

Wheein: Diz me como ela é?

Byul: Para continuarem a meter-se comigo? – Cruzou os braços e mostrou-se desiludida.

Wheein: Não, eu apenas quero ver o rosto dessa pessoa imaginária por quem te apaixonaste.

Byul: Jung Whee-in! – Se levantou zangada apontado o dedo no rosto da mais nova, como se ela tivesse dito algo horrendo.

Hwasa: Provavelmente é isso, sexualidade reprimida, afinal tens 27 e ainda só foste para a cama com uma pessoa, que era uma mulher e ainda assim finges ser heterossexual. – Disse calma sendo ela agora que cruzava os braços.

Byul: Eu estava apaixonada, e foi só uma mulher então isso não significa…- Coçou a cabeça e deu de ombros. – Que seja lésbica.

Wheein: Talvez foi por isso que essa pessoa E.T voltou, ainda não superaste que Dahee Lee te partisse o coração em pedaços. – Falou ignorando tudo o que Byul tinha terminado de dizer.

Byul: Vocês são insuportáveis. – Seus ombros descaíram, Hwasa baixou sua armadura e deu um beijo na testa de Byul.

Hwasa: Apenas não venhas com essa conversa perto da tua sobrinha…- Apertou o nariz da mais velha, carinhosamente. -  E falando nisso a tenho de ir buscar há cresce. – Pegou sua bolsa e saio do apartamento.

Wheein: Por vezes me esqueço de que ela é a mais nova…- Sorriu triste vendo Hwasa sair. – Mas hey não fiques triste. – Apertou a mão da mais velha com um sorriso meigo no rosto.

Byul: Vocês me fazem sentir loca; quando eu sei que não o estou. – Caminhou até ao sofá e se atirou, ficando deitada, olhando o teto.

Wheein: Ok, diz me então como ela é. – Pediu sentando-se diante a sua secretária. – Deixa-me saber como é seu rosto.

O pedido de Wheein foi ouvido, Byul lhe disse detalhadamente como esse ser de outro mundo era, e no final Wheein concordou com Byul, que pelo menos era lindo. Vendo que anoitecia Byul decidiu voltar para a sua casa, que ficava no meio do nada, era um lugar velho com plantações de arroz. Era longe da cidade, mas quanto mais longe da luz da cidade, melhor ela conseguia ver as estrelas e fazer seu estudo, e aquele lugar, aquela casa velha tinha sido de seus pais.

Quando Byul começou a ganhar mais dinheiro, ela comprou uma casa para seus pais, para eles viverem melhor e mais perto de tudo. Seus pais não gostavam da ideia de ela estar só em um lugar como aqueles, mas no final Byul os convenceu.

Aquela noite era como tantas outras, apenas as luzes da sala ficavam ligadas, o telescópio na janela, mas em vez de estrelas ela tinha de ler todos os relatórios do seu trabalho, para entregar tudo a horas. Ela era sempre elogiada por sua eficácia, todos sempre achava muito inteligente, mas um pouco solitária.

Byul: Brunh…- O som saio entre seus lábios, seus olhos estavam cansados, olhou o relógio, eram apenas sete da noite, mas o céu já estava completamente escuro; é Outono e lá fora o vento assobiava fazendo a espinha de Byul se arrepiar. – Melhor ir buscar lenha. – Disse para si, vendo que o fogo da lareira que era o aquecimento daquele lugar começava a se apagar.

Vestido o casaco ela saio para fora, abraçou o próprio corpo e correu até ao monte de lenha, seus braços ficaram cheios rapidamente, Byul correu novamente para casa. Mas mesmo antes de entrar, um barulho enorme que quase a matou de susto a fez virar. Deixou a madeira toda caída em frente da porta da sua casa e correu até ao local onde o som tinha acontecido.

Um buraco enorme no chão, com algumas chamas em redor, era isso que ela conseguia ver. Olhando mais um pouco e se aproximando mais com algum medo mas com muita curiosidade ela então a viu.

Byul: Tu. – As palavras saíram quase como um murmúrio, quando ela viu aquela pessoa conhecida, sair de um objeto branco quase em forma de ovo.

Solar: Olá. – Ela disse com um sorriso grande, limpando seus trajes que era muito pegados ao corpo, era branco e tinha algumas linhas de azul, e dois pequenos símbolos, um dragão e uma nota musical.

Byul: Estás bem? – Olhou a figura diante de si, dos pés há cabeça, da cabeça aos pés tentando se controlar.

Solar: Minha nave teve um defeito e eu apenas consegui aterrar aqui…- Olhou em redor, sorriu ao ver as arvores. - No planeta azul.

Byul: Tu falas coreano? – Deu um passo em frente, sentido que o entusiasmo a controlava.

Solar: Não, na verdade sempre que encontramos pessoas de outros planetas e nos comunicamos com eles, eles nos conseguem compreender, o modo em que tu me ouves não é o modo em que eu falo. – Deu de ombros se explicando.

Byul: Então, tu és um E.T? – Franziu suas sobrancelhas, ainda confusa.

Solar: Suponho que seja assim que os terrestres nos chamam. – Riu amigavelmente.

Byul: Tu és…

Solar: Pouco verde, e meus olhos não são assim tão pretos. – Deixou claro que entendia o que Byul queria dizer.

Byul: Muito humana, muito asiática, os teus olhos….

Solar: Porque estás tão chocada; acreditavas mesmo que neste mundo imenso vocês eram os únicos? Onde me levas? – Viu sua mão ser agarrada, Byul a começou a puxar para perto da sua carrinha.

Byul: Eu preciso que as minhas amigas te vejam elas acham que eu estou loca. – Solar se soltou da mão de Byul ao ouvir.

Solar: Elas não me podem ver, eu não devo me comunicar com outros seres sem ter autorização superior, já que isso nos pode colocar em perigo. – Byul encarou Solar, vendo a emoção através dela, era medo.

Byul: Mas estás a falar comigo. – Sorriu inocente.

Solar: Eu já te vi espreitar-me com o telescópio Solarsido, e bem só uma pessoa…- Levou as mãos atrás de suas costas e balançou seu corpo. - Se disseres algo vão achar que estás loca.

Byul: Telescópio Solarsido? – Olhou para a sua janela onde o objeto estava.

Solar: Sim o nome do meu planeta, eu não entendo é como tu tens esse objeto. – Byul se lembrava que o tinha encontrado debaixo de uma árvore quando tinha cinco anos, ele estava enterrado, mas ao mesmo tempo em ótimas condições.

Byul: Estou a dormir? – Levou a mão há sua bochecha quando sentiu os lábios quentes tocarem-lhe. -Me beijaste?

Solar: Apenas queria te mostrar que sou real. – Explicou olhando novamente ao seu redor.

Byul: O que vais fazer sobre a tua nave?

Solar: Preciso concertar, e tenho que emitir uma onda de invisibilidade sobre ela e bem sobre os destroços que fiz; não pretendo chamar atenção. – Tirou algo do bolso do seu casaco, e apertou em um dos botões.

Byul: Estou muito confusa…- Riu de si mesma. - E tu és muito bonita. – Confusa, estranha, sem conseguir manter a lógica, era assim que Byul se sentia naquele momento, com dificuldades em acreditar naquilo tudo.

Solar: Obrigado, tu também és muito interessante. – Novamente, Byul a achava muito humana, e essa era a parte mais estranha.

Byul: Bem, podes descansar na minha casa se precisares. – Em sua mente ela se ria de si mesma, concordado com suas amigas; ela só podia estar loca.

Solar: Isso iria ajudar, afinal estou magoada. – Abriu seu casaco e Byul pode ver o sangue rosa sair do mesmo.

Byul: Vamos então. – Solar entrou no lugar e foi para a casa de banho, Byul teve de esperar por mais de uma hora, até que Solar saísse.

Nesse meio tempo ela pensou, se devia tirar fotografias, gravar; algo…ela queria, mostrar ao mundo, mas ao mesmo tempo sentia que não o devia.

Byul: Tomaste banho. – Se virou assustando de leve quando viu Solar apenas em uma toalha.

Solar: Não precisas relatar o obvio, a cada momento. – Piscou o olho puxando uma cadeira para se sentar.

Byul: Como o planeta Solarsido, é diferente da terra?

Solar: Bem nossas criaturas nunca entraram em extinção, nunca tivemos uma guerra, vivemos sobre respeito e amor.

Byul: Amor? – Puxou a cadeira ficando diante de Solar.

Solar: Sim, na minha terra as pessoas se amam umas ás outras, dois iguais, dois diferentes, por vezes mais que dois estão juntos, desde que aja amor e respeito, não é visto como indecente. – Falava olhando em redor, vendo cada detalhe naquele lugar.

Byul: Em Solarsido existe a homossexualidade? – Mordeu seu lábio sendo encarada.

Solar: Existe amor, nunca ouvi essa palavra que disseste, homo…- Fez uma careta de desentendida. - Que?

Byul: Existe preconceito, em Solarsido? Sabes de duas pessoas do mesmo sexo estarem juntas?

Solar: O que é mesmo preconceito? – Inclinou seu rosto ainda mais confusa.

Byul: Tu és estranha. – Encostou suas costas na cadeira, e riu.

Solar: Eu acho que tu és a estranha…- Se levantou deixando sua toalha cair. -Então estás interessada em mim?

Byul: Desculpa…- Sentiu seu rosto ficar vermelho. -O que acabaste de me perguntar?

Solar: Bem, como me observadas tanto…

Byul: Eu conseguia ver algo em outro planeta então é normal…

Solar: O interesse o amor? – Ela estava nua, era a única coisa que Byul conseguia notar, e seu corpo era como o de uma mulher terrestre.

Byul: Amor? Porque és tão cheia de ti mesma? – Olhou o chão com vergonha da situação.

Solar: Porque não o seria? – Se sentou no sofá, cruzando as pernas.

Byul: Ah…- Levantou o rosto, e Solar ainda estava nua. -A…- Ela sentia como as palavras não saiam. - Não sei.

Solar: A tu ex namorada era mais velha que tu, ela não te merecia. – Byul então por o momento tirou os olhos do corpo de Solar.

Byul: Como sabes disso?

Solar: Se tu me observavas isso significa que eu também o podia fazer contigo. – Sorriu e Byul mostrou-se incrédula.

Byul: Só que a tua informação é mais detalhada, eu apenas conhecia teu rosto. – Se sentou do lado de Solar, esquecendo por um momento que esta não estava vestida.

Solar: Não me culpes a mim…- Mordeu o seu lábio encarando Byul. - Na terra de Solarsido somos conhecidos por nossas vozes e ouvidos…eu consigo ouvir o teu coração.

Byul: Me estás a deixar nervosa. – Sentia que sua garganta puxava suas cordas vocais, não a deixando quase falar.

Solar: Não precisas de o estar. – Pousou sua mão no joelho de Byul enquanto se inclinava sobre a mesma.

Byul: O nosso está a ir muito rápido. – Se encolheu em seu lugar, sentindo-se como uma adolescente, mas ela sabia que queria aquilo.

Solar: Eu vou ter de voltar, então será agora, ou nunca mais. – Sussurrou a centímetros dos lábios de Byul.

Byul: E no dois mundos é igual? – Olhou os seios de Solar, engolindo a seco.

Solar: Só existe um modo de o descobrir…- Byul se levantou encarando Solar. -Certo? – Byul não respondeu apenas se apressou a retirar suas roupas.

Sem roupas Solar fez com que ela se deita-se no sofá, pressionou seu corpo sobre o de Byul debaixo de si, com seus sexo unidos começou a movimentar a sua anca calmamente, podia sentir as mãos frias de Byul em sua cintura.

Solar: Meu nome é Solar…- Disse no meio de um gemido. – Caso, te perguntes.

Byul: Moonbyul, muito…- Gemeu. – Prazer.

Solar se sentou na cintura de Byul, não parando de se mexer, levou as mãos até ao seu pescoço levantando seu cabelo do mesmo que suava, enquanto Byul levou as mãos aos seios de Solar e apertou. Seus sexos roçavam um contra o outro cada vez mais rápido, cada vez o ar naquele lugar ficava mais quente, cada vez os baixos gemidos se podiam ouvir mais.

A mão pequena de Solar passou pelo pescoço de Byul, apertando levemente, e de seguida colocou seu polegar dentro da boca da que estava debaixo de si, Byul o chupou e de seguida mordeu, Solar sorriu de um modo que fez o útero de Byul tremer.

Quando Solar saio de cima de si, Byul sentiu que aquilo não era o suficiente, seu sexo ainda estava quente, seu corpo pedia por mais, ela não queria que nada daquilo terminasse tão cedo. Ficando de joelhos diante de Solar que estava sentada no sofá, afastou suas pernas, e abocanhou o sexo molhado, que com o sugar de seus lábios ficava cada vez mais e mais molhado.

O gemido de Solar cada vez ficava mais alto, Byul queria acreditar que isso era um bom sinal. Pegando nas pernas daquele ser que era de outro planeta mas se parecia muito consigo, fez Solar rodar no sofá, para que ela pudesse se deitar. Quando as costas de Solar tocaram o sofá por debaixo, ela não parou recta, se erguia cada vez que os lábios de Byul tocavam seu sexo.

Solar: Senta-te aqui. – Pediu apontando para a sua cara, Byul nunca tinha feito tal coisa e o espaço não era muito, mas fez o que lhe foi pedido.

Seu sexo estava sobre o rosto de Solar, e apesar da sensação ser boa Byul sentia que a força de suas pernas, na verdade de todo seu corpo ia desaparecendo, as mãos de Solar seguravam as pernas de Byul, enquanto passava sua língua sobre o sexo de Byul que tentava se manter erguida.

Byul não sabia quantas posturas tinha acontecido, quantas vezes ela tinha atingindo o orgasmo, apenas sabia que ter sexo com um E.T feminino era algo maravilhoso, ela se sentia mais que satisfeita, mas ainda assim curiosa.

Solar: Tenho algo a confessar…- Deitou a sua cabeça no ombro de Byul que estava sentada de seu lado, ambas se tapavam com uma manta grossa. -  Ter sexo com alguém é o único modo possível de eu me curar.

Byul: Então…- Se afastou um pouco de Solar, encarando-a. -Não estavas a ir muito rápido, apenas me querias usar.

Solar: Não é bem assim…- Sorriu torto pegando na mão de Byul. – Por fora eu me consigo curar, mas por dentro eu tenho de ter sexo, mas não com qualquer uma…- Engoliu seco. – Com alguém que eu goste, é por isso que no meu planeta o amor é tão importante.

Byul: Podias-me ter avisado antes. – Sussurrou, não sabendo como se sentia.

Solar: Bem eu posso te dizer que nos dois primeiros minutos eu já estava curada…- Byul a encarou. – Que o resto foi, porque eu realmente queria, eu na verdade queria tudo isso. – Pegou o queixo de Byul e a puxou para um beijo suave.

Byul: Mas agora tu vais te embora…

Solar: Mas eu posso voltar…- Se aninhou mais perto de Byul. – Eu tinha outros planetas onde podia ter caído, mas eu queria estar aqui, eu desde que era pequena que penso em ti.

Byul: O mesmo posso dizer. – Confessou sorrindo.

Solar: Eu já tinha estado aqui antes, digo no planeta azul, meu pai é um cientista, quando era pequena me trouxe ao circo e bem…- Encarou Byul triste. – Havia este tigre, o fizeram passar por um arco de fogo, ele sofreu com o choque do medo, e desmaiou…- Lágrimas começaram a cair por seu rosto. – Como hoje, naquele dia eu chorei, e achei este lugar horrendo, até te conhecer.

Byul: Lamento muito que tenhas visto isso…- Passou seu braço em volta de Solar e fez com que ela se aproxima-se mais. – O problema do ser humano, e de se achar superior é que eles não compreender que outros seres também tem a capacidade de sentir.

Solar: Foi por isso que eu me apaixonei por ti…- Roçou seu nariz no queixo de Byul. – Tu vês mais alem da tua humanidade.

Byul: Vais voltar? – Questionou no meio de um beijo.

Solar: Só por ti, e apenas por ti.

XX

Byul: Ela cresceu tão rápido. – Ela batia as palmas junto do resto dos convidados enquanto sua sobrinha soprava as velas.

Hwasa: Melhor? -Questionou ao entregar-lhe a fatia de bolo.

Byul: Eu não estava doente. – Mordeu o bolo, se afastando, sendo seguida por Wheein e Hwasa.

Wheein: Tu sabes sobre o que ela perguntava.

Byul: Acho que apenas dormi mal por um tempo. – Sorriu torto. - Foi tudo um, sonho.

Wheein: Passou uma semana desde tudo aquilo, mas apesar de ter passado uma semana…nunca pensei que irias ceder assim tão rápido.

Byul: Bem, vocês tinham razão, e por falar nisso tenho de ir indo. - Olhou para o relógio de seu pulso e procurou por seu casaco.

Hwasa: Tão rápido? - Questionou preocupada que Byul ainda estivesse zangada consigo por sua reacção.

Byul: Tenho trabalho, as vejo mais tarde. – Se despediu de todos daquela sala e saio.

Hwasa: Sou só eu?

Wheein: Não; ela está muito estranha. – Elas se encararam.

Hwasa: A queres seguir? – Olhou para a sala da sua casa que ainda estava cheia de pessoas.

Wheein: Agora? - Olhou em redor, sem saber se aquele era o melhor momento para tal.

Hwasa: Espera só um momento. – Correu até seu marido avisando que tinha de sair para buscar algo para a casa, quando voltou para junto da Wheein a levou puxando-a pelo braço.

A viagem de carro como elas sabiam que ia ser, foi demorada, elas durante todo o caminho apenas questionavam todas as atitudes de Byul. Mas nenhuma reposta vinha.

Wheein: Tens a certeza? – Perguntou ao sair do carro, se aproximavam da casa de Byul e podiam ouvir barulho.

Hwasa: Estás ou não curiosa?

Wheein: Eu pensava que fazíamos isto, por estarmos preocupada. – Resmungou sussurrando.

Hwasa: É cinquenta, cinquenta. – Baixou seu corpo sendo seguida por Wheein, se aproximaram da janela que dava para dentro da casa. – Tinhas razão, ela tem namorada. - Viu como Byul sorria abraçada a uma loira e a beijava.

Wheein: A E.T, é real? – Hwasa encarou Wheein confusa, esta caio de costas contra a parede. – Ela é a tal de quem Byul nos falou, a cara que eu desenhei, é ela…- Batia no braço de Hwasa. – É ela.

Hwasa: Se continuares a fazer tanto barulho ela vai…

Byul: O que fazem aqui? – Questionou zangada, enquanto as mais novas se encararam tentando encontrar uma desculpa.

Hwasa: Fiquei sem farinha…- Se levantou junto com Wheein. – Vinha ver, se tinhas alguma de sobra.

Byul: Fizeste quarenta minutos de viajem para isso? – Bufou e então se atrapalhou quando Solar ficou do seu lado.

Solar: Olá. – Byul a encarou sem compreender, ela pensava que Solar não se podia mostrar aos outros.

Wheein: Tu és a …

Solar: Namorada de Byul. – Disse calma, e Byul percebeu então, Solar era como uma humana as amigas não iam desconfiar de nada.

Wheein: A namorada E.T? – Olhou confusa e Hwasa lhe bateu no braço.

Solar: Pareço um E.T? – Riu e Wheein coçou a cabeça. – Tu és a defensora do ambiente certo? Já foste presa por lutar pelo que acreditas, por lutar por o que está certo.

Wheein: Como sabes isso?

Solar: Eu leio as notícias. – Byul tentou esconder o sorriso ao ver a situação.

Wheein: Então tu és real. – Encarou Byul que dava de ombros.

Hwasa: Estou feliz por finalmente encontrares alguém! – Disse firme sentindo que todas estava a ser muito estranhas.

Byul: Ainda queres essa farinha? – Hwasa sorriu torto mais concordou levando Wheein consigo para dentro de casa.

Solar: Achas que elas acreditaram? – Sussurrou no ouvido de Byul.

Byul: Porque não iria acreditar? – Pegou a mão de Solar. – Eu não sei o que mais me surpreender, toda a situação em si, ou…namorada?

Solar: Não o és? – Questionou com receio.

Byul: Sim eu o sou. – Entrelaçou seus dedos com os de Solar. – Melhor irmos ter com elas antes que me dê a volta a toda a cozinha, afinal eu não tenho farinha.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...