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História Destiny - Capítulo 21


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Capítulo 21 - Epílogo


 

 Um ano depois… 

Sebastian e Laura estavam nus na cama. Os dois tinham acabado de ter um sexo incrível assim que ele chegou de viagem. Tinha voltado de uma premiere para promover o seu último filme. Endings, Beginnings. Um filme que deixou Laura completamente louca de ciúmes, por mais que Sebastian havia dito que era tudo técnico, afinal, ele era ator. Maria Izabel tinha dado vários conselhos para a amiga não ver o filme e não procurar sobre, mas por sabia que Laura não iria seguir o conselho dela. Conhecia sua melhor amiga o suficiente pra saber que ela não absorveu nada do que tinha dito.

 Mas não foi só isso, muita gente no twitter estava comentando sobre as polêmicas cenas de sexo, os nudes e até mesmo teorizando que Sebastian Stan estava tendo alguma coisa com a Shailene Woodley. O que foi até comentando em uma entrevista, mas Sebastian tratou de acabar com os boatos da forma mais elegante possível.

“Eu não sei se vocês sabem, mas eu me casei há um ano com a mulher mais linda e encantadora do mundo. E eu sou completamente apaixonado por ela. Quer dizer, eu me apaixono por ela todos os dias e não sei como isso é possível, but anyway! Shailene e eu somos só amigos e acima de tudo, atores e colegas de trabalho. É surreal que existe pessoas que fantasiam esse tipo de coisas.” No mesmo instante, apareceu uma foto da Laura com Sebastian no telão do palco, era uma foto dos dois na Itália, durante a lua de mel deles. 

“Uau, ela é realmente muito bonita!” - o entrevistador comentou. Sebastian deu os ombros orgulhoso enquanto todos da platéia soltavam um “awn”. 

“Até eu namoraria com ela!” Shailene fala divertida. E todos começam rir. 

Nesse dia, Laura ficou morrendo de vergonha, mas ao mesmo tempo boba com a declaração do seu marido. E claro, ficou se sentindo vingada pelo seu orgulho feminino pelo poder de poder calar a boca de todo mundo que ficava teorizando coisas absurdas do Sebastian no twitter. 

— Você foi completamente louco! - Laura comentou lembrando da entrevista.

—  Eu só disse a verdade. - Sebastian murmurou enquanto brincava com algumas mechas do cabelo dela. 

No mesmo instante, o celular da Laura apitou com notificação. Ela pegou o aparelho imediatamente em cima do criado mudo achando que era um email do trabalho. Sim, Laura era nutricionista de um colégio infantil em Nova Iorque, em um bairro bem requisitado. O colégio levava realmente muitas coisas a sério e no início achava que não iria conseguir, mas Sebastian a ajudou muito com questões de costumes e aos poucos ela foi se adaptando. 

Viu que era um email da Maria Izabel. Estranho! Ela nunca costumava a mandar email. Sempre era mensagem no whatsapp ou facetime. Abriu a notificação e viu que tinha um arquivo em anexo, uma imagem. Quando ela abriu a imagem… 

“Maria Izabel Castro Timberg e Daniel Couto Bernardi tem o grande prazer de te convidar para o seu casamento…”

— Que porra é essa? - ela gritou assustada, levantando da cama.

—  O que foi? - Sebastian levantou também, um tanto que assustado.

—  Um email da Maria Izabel, e nele, tem um convite para um casamento. Dela. 

A cara que o Sebastian fez foi tão hilária que se a Laura não estivesse tão chocada e ao mesmo tempo puta da vida, ela teria caído na gargalhada ali mesmo. 

— Espera, estamos falando da Maria Izabel mesmo? - ele perguntou confuso. 

— Sim! Dessa filha da puta! Eu não estou acreditando que ela vai casar e ela me mandou o convite dela por email! Quer dizer, a gente se falou ontem pelo facetime e…

— Laura.

— Eu não acredito que ela fez isso e…

— Amor… 

— É surreal, nós somos melhores amigas, certo?

— Amor! - Sebastian segurou os braços de Laura que finalmente parou de falar e olhou para ele. — Você está falando português. 

— Desculpa! - ela piscou os olhos assustada levantando da cama. Colocou uma camisa e uma calcinha antes de começar a caminhar pelo apartamento, completamente desorientada. Sebastian fez o mesmo e foi atrás dela. — Você acha que ela tem se afastado de mim? - ela perguntou nervosa. 

— Claro que não! Vocês se falam todos os dias, assim como você fala com o seu irmão, sua mãe, seus tios… 

— Então por que ela escondeu isso de mim?

— Estamos falando da Maria Izabel, certo? Talvez ela tenha pirado, sei lá… 

Laura pensou. Muito provavelmente isso poderia ter acontecido. Lembrou então, que a amiga havia se queixado várias vezes que Daniel comentava direto que queria firmar o estar pirando nesse exato momento. compromisso com ela. Conhecendo Maria Izabel do jeito que ela conhecia, ela poderia 

— Liga pra ela. - Sebastian observou a mulher que estava pensativa no meio da sala. 

Ela balançou a cabeça e pegou seu celular ligando para amiga via facetime. Maria Izabel atendeu no segundo toque, com seu uniforme de hospital. Ela estava assustada e com uma expressão nervosa. 

“Não me mata!” - ela gritou. 

Laura sentou no sofá do lado de Sebastian que riu quando viu a cara da Maria Izabel na tela do celular. 

— Estamos esperando. Eu e Sebastian estamos muito decepcionados, sabia? Você nos convida para o seu casamento via email? - murmurei puta da vida. 

Percebi por trás da câmera que Sebastian sibilou “no i’m not” para Maria Izabel que sorriu. Depois, ele deu um beijo no rosto da Laura antes de caminhar para a cozinha, deixando as duas amigas a sós. 

“Eu fiquei completamente pirada!” - Maria Izabel falou em português. “Ele me pediu em casamento tem uma semana, eu disse sim. Foi muito estranho porque eu não tive o que pensar! E depois disso, eu surtei! Mergulhei no meu trabalho e agora tô vendo uns dez pacientes por dia, ao invés de cinco! E pra sua informação, você foi a primeira a receber o convite.”

— Bel, isso é completamente normal. Se você aceitou sem pensar muito, é porque você o ama. Vocês tem tudo para ser felizes. Vocês praticamente já moram juntos. Um sempre vive na casa do outro.  

“Ele disse que podemos só casar no civil. Eu concordo, nunca almejei casamento na igreja cheio de coisas, eu vi como você surtou no seu casamento. Então eu não sei…”

— Isso é ótimo, mas você vai esperar minhas férias. Me recuso se você casar antes de eu ir para o Brasil. Vou mês que vem.

“É óbvio que eu vou querer a minha melhor amiga no meu casamento! Certo, eu preciso voltar para o trabalho! Tenho uma paciente para atender!”

E desligou. 

Laura foi até a cozinha e contou para Sebastian o que a sua amiga havia lhe contado. Ele estava preparando um café da manhã para eles dois.  

— Eu te disse, ela tinha pirado. 

— Por um momento, eu pensei que ela estivesse grávida. 

Sebastian sorriu divertido. 

—  Maria Izabel, grávida? Se isso acontecer o mundo se acaba. 

Laura começou a rir e abraçou o marido por trás, tentando persuadi-lo sobre a viagem para o Brasil.

— Podemos ir pra lá mês que vem, nas minhas férias? - os olhos dela chegaram a brilhar. 

Ele sorriu e abraçou sua mulher beijando-a em seguida. 

— Com uma condição. - ele murmurou com seu rosto colado com o dela. — Se voltarmos agora para aquela cama e ficar lá o dia inteiro fazendo você sabe muito bem o que. 

Laura começou a rir enquanto Sebastian a pegava pelo colo caminhando até o quarto. 

 Maria Izabel iria apenas se casar no civil e logo em seguida daria um almoço para comemorar, só para amigos e família. Isabel, mãe da Laura, ofereceu sua casa para realizar o almoço.

Trinta e cinco dias depois, os dois desembarcaram no aeroporto do Galeão. Isabel esperava no desembarque com o Pedro, que correu até Laura para abraçá-la. A primeira coisa que ela pensou foi como seu irmão cresceu! Ele estava enorme e tudo bem que ele tinha completado dez anos, mas… Deus, ele estava crescendo rápido demais. Ela pensou.

Isabel encarou Laura de cima abaixo percebendo alguma diferença na filha, mas não sabia dizer exatamente o que. 

— O que foi, mãe? Não está me reconhecendo mais? - Laura abaixou os óculos escuro e sorriu. 

— Não, minha filha! Você está mudada… 

—  Mudada como? - ela perguntou se aproximando enquanto Sebastian segurava Pedro no colo. Em um truque rápido, ele colocou o menino nas suas costas, servindo como um cavalinho de ombro.

— Não sei dizer. Deve ser muito tempo que eu não te vejo. Vamos, tem um almoço gostoso esperando por vocês lá em casa. 

Laura deu os ombros e acompanhou a mãe. Chegaram em casa, almoçaram e descansaram. O casamento no civil iria ser amanhã na parte da manhã e Laura convidou sua melhor amiga para dormir na casa da mãe. 

— Não acredito que eu to te abraçando depois de meses sem te ver! - Maria Izabel murmurou divertida. 

Ela tinha acabado de estacionar o carro no quintal e correu para abraçar Laura. Olhou a amiga de cima a baixo e sorriu. 

— Você está diferente, amiga. 

— Você é a segunda pessoa a me falar isso hoje. - Laura riu. — O que tem diferente em mim?

— Não sei dizer… mas alguma coisa não está igual da última vez que eu te vi. - ela olhou mais uma vez a amiga de cima abaixo. — Ok, vamos subir? Preciso te mostrar o meu vestido! Aliás, o que você vai vestir amanhã? - ela tagarelou tudo de uma vez.

Laura sorriu e  entrelaçou seu braço com o da Maria Izabel enquanto as duas caminhavam até a sala onde ela cumprimentou o Sebastian e Pedro. Em seguida, puxou o braço da amiga em direção ao quarto. A primeira coisa que fez, foi mostrar seu vestido. Laura abriu a boca surpresa assim que viu a peça. Era um vestido longo plissado com faixa ombro a ombro, era simples, elegante e bonito. Totalmente a cara dela. Laura então, aproveitou a ocasião para experimentar algumas roupas que tinha trago de Nova Iorque e pedir a opinião da amiga. Quando ficou somente de calcinha e sutiã na frente dela, percebeu que Maria Izabel lhe encarava de uma forma estranha. 

— O que foi? 

— Laura, você menstruou? - ela levantou para olhar a amiga de perto. Ela estava inchada, com uma barriguinha saliente.

— Sim, semana passada. Por que?

— Estranho… - ela ficou olhando para a barriga da amiga. 

— O que foi Bel? Está querendo dizer que eu estou engordando? - Laura perguntou com as duas mãos na cintura, puta da vida. 

— A sua menstruação durou quantos dias?

— Na verdade só veio um dia. Eu achei estranho, mas como eu tomo anticoncepcional é normal o fluxo diminuir bastante. 

Maria Izabel abriu a boca surpresa. Virou de costas para a amiga pensando. Não podia ser ou podia? Se Laura estivesse mesmo grávida, ela saberia, certo? Mas não fazia o menor sentido a amiga estar um pouco mais cheinha e com um rosto redondo. Pegou seu celular e ligou para a farmácia. 

— Eu gostaria de um teste de gravidez.

Quando ela desligou o telefone e virou-se para encarar a Laura, percebeu que a amiga estava paralisada no mesmo lugar. Não falava nada. Absolutamente nada. 

— Não é normal. Você está inchada. 

— M-mas… eu não tenho sentindo nada. Quer dizer, eu não estou enjoando. Só me sinto cansada e com um apetite aberto. 

— Isso explica muita coisa. 

Uns vinte minutos depois, Isabel abre a porta do quarto assustada. Ela estava com um saco de farmácia na mão. 

— Quem pediu um teste de gravidez? - ela perguntou olhando para as duas mulheres sentada em cima da cama.

Maria Izabel olhou para Laura e Izabel colocou a mão na boca, surpresa. 

— Me dá isso aqui, mãe. - ela levantou da cama nervosa. Se trancou no banheiro, respirando fundo. 

Pegou o teste de gravidez com as mãos trêmulas e fez todo o procedimento depois de muito esperar o xixi sair. Ela saiu do banheiro entregando o teste para Maria Izabel dizendo que não aguentaria olhar. Não demorou muito para que ela visse o resultado. Maria Izabel sorriu e encarou Laura.

— Positivo. 

Isabel colocou a mão na boca emocionada e imediatamente foi abraçar Laura, que sentou na cama, completamente chocada. Não teve reação nenhuma. 

— Meu Deus… grávida. - ela sussurrou. 

— Eu sabia! Eu vi que vocês estava diferente no aeroporto, filha! - Isabel abraçou ainda mais sua filha que ainda estava paralisada pelo choque. 

— E-eu...  meu Deus! O Sebastian…

— Você precisa contar! - Maria Izabel falou empolgada. 

— Não! Eu vou contar pra ele com calma. Gente, não é possível. Eu estou menstruando normal, não sinto nenhum enjoo e to tomando anticoncepcional. 

— Usou camisinha, Laura? - sua mãe perguntou em um tom autoritário. 

Ela abaixou a cabeça.

— Não sei… 

— Você não está menstruando, Laura. Provavelmente você teve um sangramento. Precisamos marcar um médico para você logo, porque pelo tamanho da sua barriga, você deve está com umas 10 semanas. 

Laura se encarou no espelho assustada. Acariciou sua barriga com as mãos ainda trêmulas, com uma expressão completamente assustada. 

— Tudo isso?

— Eu vou ligar para a doutora Elizabeth. 

— Mãe, não conta nada para o Seb. - Laura pediu. Isabel balançou a cabeça e saiu do quarto. 

— Bel… - Laura começou a chorar de repente. Maria Izabel foi até a ela e abraçou a amiga beijando o seu rosto. 

— Eu sei. Mas você não tem o que se preocupar. Você é saudável. Dessa vez é outro cenário, é outro momento minha amiga. Você está grávida do seu marido que é completamente louco por você. 

Maria Izabel enxugava as lágrimas da amiga que insistiam em descer rapidamente. 

— Eu tenho tanto medo de não conseguir. 

— Você vai conseguir. Primeiro, nós vamos na Elizabeth, ok? Vai dar certo. 

Laura puxou Maria Izabel para um abraço apertado. 

— Você vai se casar amanhã e eu estou te dando trabalho. - ela sussurrou com a voz embargada.

— Foi o melhor presente de casamento que você poderia me dar. - Maria Izabel sorriu emocionada.

No dia seguinte, todos acordaram cedo para ir até o cartório, onde Maria Izabel iria se casar no civil com Daniel. Laura e Sebastian foram as testemunhas. Em seguida, todos foram para casa da Isabel para o almoço, que acabou virando praticamente uma festa de casamento. A decoração era chamativa e bonita, além de ter uma mesa com um bolo enorme e buffet. Maria Izabel ficou boquiaberta quando viu, mas Isabel tratou-se de explicar que era um presente. Laura e Sebastian acharam graça da situação e por dentro se sentiram vingados, porque há um ano atrás eram eles que sofriam. 

Todos dançavam no jardim quando Sebastian puxou Laura para uma dança. 

— Isso me faz lembrar do nosso casamento. - ele murmurou apertando a cintura da sua mulher.

— Sim… - Laura murmurou inquieta. 

— Aconteceu alguma coisa, amor? Você está estranha desde ontem. - ele perguntou forçando Laura a encará-lo, apertando-a ainda mais. 

Laura respirou fundo, pegou a mão do Sebastian e apoiou em sua barriga. 

— Não aconteceu, mas vai acontecer. Daqui a nove meses. 

Sebastian parou de dançar imediatamente. Soltou Laura, fitando sua barriga com os olhos arregalados. 

— O q-que?

— Eu to grávida. - ela sussurrou. 

Ele ficou paralisado por mais alguns segundos, até gritar em alto e bom som: “eu vou ser pai!” em seguida, pegou Laura no colo beijando todo o seu rosto. 

É claro que toda a festa parou. Todos foram cumprimentar Laura que estava morta de vergonha pelo comportamento do Sebastian, que gritava e pulava de alegria. 

— Seu louco! Não era pra contar pra todo mundo! Nós ainda vamos a consulta na segunda-feira e…

— Laura, meu amor, eu não me importo eu… - ele beijou a cabeça dela, respirando fundo. — Eu sou o homem mais feliz do mundo agora. Você tem noção de como me faz feliz? - ele segurou o rosto dela com as duas mãos. 

Ela sorriu. 

— Eu te amo tanto Seb! 

Na segunda-feira, Laura estava na sala da doutora Elizabeth. E a cena que a doutora encontrou assim que entrou no seu consultório, foi uma típica cena de filme. A paciente estava acompanhada de seis pessoas. Cinco adultos e uma criança. Isabel, Carlos, tio da Laura que estava no facetime com Eduardo o outro tio dela, Maria Izabel, Daniel e Pedro. 

— O que é isso aqui? Eu só quero o pai da criança presente. 

— Doutora, por favor. Minha melhor amiga vai sair de lua de mel amanhã e… - Elizabeth encarou Laura por um momento. Sabia do histórico da sua paciente porque assim que Laura havia chegado ao Brasil, depois de perder sua filha, ela foi a uma consulta com ela. Respirou fundo e sorriu. 

— Tudo bem, eu vou deixar só dessa vez. 

Todos comemoraram. 

A consulta seguiu em inglês por causa do Sebastian. Quando a ultrassom começou, Elizabeth percebeu que havia algo estranho.

— Você está grávida de onze semanas e.. - ela parou de falar quando observou algo estranho na tela. — Estranho… - sussurrou. 

— O que foi? Ai meu Deus… - Laura segurou na mão do Sebastian. Os dois estavam tão grudados que faltava muito pouco para ele deitar na cama do lado dela. 

— Calma, amor. - Sebastian beijou a sua mão.

A doutora começou mexer no aparelho como se estivesse configurando algo. Depois de alguns minutos, passou o gel na barriga da Laura novamente e recomeçou a ultrassom. Quando Elizabeth olhou para o monitor, não conseguiu evitar o sorriso que escapou dos seus lábios. 

— Tenho uma ótima notícia.- ela sorriu.

— O que? - todo mundo presente na sala perguntou.

— São gêmeos. 

Silêncio. 

— Q-que? Eu ouvi isso mesmo? 

— Sim, Laura. - Elizabeth sorriu.

Laura encarou Sebastian que estava boquiaberto. 

— São gêmeos… ela sussurrou pra ela, como se não estivesse acreditando. 

Todos na sala gritaram de felicidade, mas imediatamente fizeram silêncio quando a doutora ameaçou colocá-los para fora. 

— Gêmeos não idênticos. - Elizabeth murmurou chamando atenção dos dois novamente. — Vocês querem saber o sexo? 

— Já dá pra ver? - Laura quase dá um grito agudo.

— Bom, geralmente é a partir de quatro meses, para ser mais claro, mas com a aparelhagem certa, como essa, e devido a posição do bebê, eu já tenho uma resposta.

Sebastian olha para Laura com um sorriso bobo.

— Quer saber? - Ele perguntou.

 — Quero!

Os dois balançaram a cabeça fazendo sim.

 —  Um casal. - Elizabeth sorriu encarando Laura, que a essa altura já chorava.

 —  Uma menina e um menino… - ela sussurrou emocionada. 

Sebastian sorriu enquanto sentia as lágrimas inundaram seu rosto. Não estava nem aí se o vissem chorando, porque naquele momento, não conseguia medir o tamanho da felicidade que ele estava sentindo naquele momento. Ele abraçou Laura, beijando todo o seu rosto antes de abraçar um por um naquela sala. 

 — Eu vou ser madrinha dos dois, vou logo avisando! - Maria Izabel gritou.  

 —  E eu vou ser titio aos 10 anos de idade! - Pedro sorriu. 

Na verdade, tudo virou uma grande bagunça ao ponto da doutora Elizabeth colocar todos para fora, deixando somente Sebastian na sala. Enquanto a doutora pedia diversos exames para a Laura, inclusive exames para descobrir o porquê do seu sangramento, ela sai da sala rapidamente para buscar seu bloco de folhas de pedidos de exames.

 — Nós precisamos comprar uma casa. - ele murmurou pensativo.

 —  Sério isso, Sebastian? 

 —  Eu quero ver nossos filhos correndo em um quintal bem grande.

 Laura sorriu colocando a mão na testa.

 — Você sabe que até eles começarem a andar a gente vai precisar passar pela fase de leite, cocô e golfada o dia inteiro né? - ela murmurou divertida. 

 — Eu sei. E mal posso esperar. - ele sorriu beijando a testa da mulher.  — Eu te amo, Laura. Vocês foram a melhor coisa que aconteceu na minha vida. 

 — Eu te amo, Sebastian. E sou eternamente grata pelo destino ter te colocado na minha vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Ai gente! Confesso que vou sentir tanta saudade do Seb e Laura! Já estava tão acostumada com eles... enfim! É isso a minha história, meus amores! Eu espero do fundo do coração que tenham gostado e gostaria de agradecer imensamente todos vocês pelos comentários, pela força, por tudo! Jamais vou esquecer isso!
Queria saber a opinião de vocês, se vocês gostaram da história! Comentem!
Fico por aqui, mas já aviso: tenho várias fanfics do Sebastian na minha mente e provavelmente voltarei logo KKKKK
Beijos obrigada POR TUDO!
Amo vocês!


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