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História Destiny - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oiê, eu de novo! Último capítulo da história :(

Espero que gostem, feito com todo o amor do mundo, vou falar um pouquinho mais nas notas finais então ficaria feliz se dessem uma lidinha lá também 🤍

Capítulo 3 - Chapter 3.


Uma coisa que me agradava muito nos humanos brasileiros eram as festas que eles davam. As vezes eu sentia vontade de me transformar e poder dançar e me divertir com eles durante essas comemorações, mas não era possível.

Para a tal festa foram convidados apenas jogadores, alguns da comissão técnica e outros funcionários. Luzes coloridas brilhavam pelo quintal, a música ecoava pela casa enquanto a Lua brilhante e cheia aparecia no céu. Na sala, Marco estava sentado, bebendo suco e observando as crianças correndo de um lado para o outro, os adultos conversando e todos ocupados se divertindo. Tentou algumas vezes localizar Isco, mas não o achou, então desistiu. Se levantou e começou a rondar pela casa, parando as vezes para conversar e até mesmo jogar FIFA com alguns amigos.

Do outro lado da casa, no quintal, Isco observava alguns jogadores junto com suas esposas arriscando uns passos de dança na pista improvisada, e deu risada. 

Observei ambos, as vezes mudando uma coisinha ou outra, quando necessário.

A festa acabou até cedo. Os jogadores começaram a se despedir, indo embora, e logo restou apenas Marcelo, Casemiro, Isco, Asensio, Vazquez, Ramos, James e Benzema, que estavam sentados no sofá, conversando.

- Ok gente, acho que já deu nossa hora né? Se eu chegar muito tarde Pilar me mata. - Ramos falou. Todo mundo deu risada.

- Eu amo o conceito do Ramos ser o capitão, 'botar medo em todo mundo em campo e ainda sim a Pilar mandar nele. Por favor, diga a sua esposa que ela é lendária. - Marcelo falou e Ramos revirou os olhos, rindo. Ofereceu carona a Vazquez, James e Benzema, que aceitaram e foram embora. Casemiro se despediu e foi embora sozinho também, restando apenas os dois jovens na casa do brasileiro.

- ei... Quer carona? - Isco ofereceu, após se despedirem de Marcelo e saírem da casa, vendo Marco pegar o celular para pedir um carro. Asensio sorriu e aceitou. (Não vou mentir, sou muito privelegiada por estar vendo essa cena de "camarote").

- Cara, acho que tô com fome. Fiquei interagindo tanto que esqueci de jantar direito. - Isco falou depois de um tempinho dirigindo, Marco deu uma boa risada.

- Se você quiser, a gente pode parar ali na praça e ver se tem algo aberto. Não 'tá tão tarde mesmo - Respondeu, dando de ombros, e Isco concordou, parando na praça. Andaram um pouco e acharam um carrinho de sorvete aberto. Rezando que a nutricionista do time não descobrisse sobre isso, compraram um sorvete cada e voltaram a andar pela praça. Estava vazio (modéstia a parte, fiz um ótimo trabalho deixando aquele lugar livre pra eles), então puderam ter um momento de paz. Sentaram em frente a um lago que havia ali, ainda em um silêncio confortável.

- Senti sua falta. - Isco soltou, do nada, e Marco deu um leve pulinho de susto e olhou para o garoto ao seu lado.

- Eu também... - Respondeu, e Isco se levantou para jogar os potinhos do sorvete no lixo. Quando voltou e se sentou, Asensio encostou a cabeça delicadamente no ombro do mesmo. Isco prendeu a respiração, a aproximação repentina o deixando ansioso, mas não se mexeu, porque sentia falta do toque de Asensio. Marco pegou a mão de Isco e começou a traçar linhas invisíveis.

- Você... Lembra daquela noite? - Asensio disse, baixinho. Isco não precisava pensar muito para saber de qual noite ele estava falando. O dia seguinte a lesão, onde os dois terminaram.

- Como se fosse ontem. - respondeu. Marco respirou fundo.

- Você gostaria de saber o que aconteceu? Tudo? - perguntou. Isco abriu os olhos e olhou para Marco. Curiosidade e medo dançavam nos olhos do camisa 22 quando ele assentiu.

Então Asensio contou tudo. Contou sobre como se partiu e se curou. Como superou tudo e evoluiu tanto. Quando terminou, as lágrimas silenciosas aparecendo nos olhos, Isco o olhou e o beijou na testa. Falando baixinho, enquanto puxava Asensio para seus braços, disse:

- Eu sempre admirei você. Desde o começo, quando você entrou pela porta do vestiário, tão novinho, cheio de talento pra mostrar e confiante. Quando soube de sua história, te admirei mais ainda. Eu peço mil perdões por não ter percebido. Por não ter feito algo. - Isco disse, a voz falhando também. Asensio negou, balançando a cabeça.

- Era para ser eu. Eu precisava passar por tudo isso, eu precisava me entender. Você me ajudou todos os dias em que esteve ao meu lado, e eu te amo muito por isso. Aliás, eu nunca deixei de te amar. - Falou, e Isco o segurou mais forte em seus braços, como se a qualquer momento o menino fosse fugir.

- Eu estou e sempre estarei aqui. Por você. - Isco disse, olhando nos olhos de Asensio. Marco sorriu, porque sabia de tudo que aquelas palavras representavam.

- Volta a ser meu por completo, por favor. - Asensio disse, e Isco sorriu largamente.

- Sempre fui totalmente seu, amor. Sempre. - e o beijou.

E então, Marco Asensio e Isco Alarcón voltaram a ser um do outro. Porque aquilo que é seu, volta.

E eu, um ser cósmico, poderoso e superior a todos, senti vontade de gritar de felicidade ao ver aquela cena. E quando o Real Madrid, o time que todos dão como morto e ressurge das cinzas, voltou e Isco e Asensio fizeram os gols do título, a vontade continuou.

Modéstia a parte e com um pouco de favoritismo, eu junto e sempre juntei casais lindos, mas nenhum se comparava a Marco Asensio e Isco Alarcón.

E eu percebi isso, quando nos anos seguintes, ambos evoluíram cada vez mais. Tornaram se quase um só, as almas entrelaçadas, a essência de um, no outro. E eu cuidei de todo os dias deles até os seus últimos dias, porque eu sabia que um casal como aquele terminar, sendo um pouquinho exagerada, talvez até deixasse os eixos do mundo confusos.

O Real Madrid voltou a glória, porque tudo que é seu, volta.

Marco e Isco voltaram, porque tudo aquilo que é seu, volta.

O time e todos encontraram a paz, a felicidade, porque eram família, e porque tudo que é seu, volta.

E com isso, caro ouvinte e leitor, entenda que o Destino é justo (sim, estou me referindo a eu mesmo em terceira pessoa, uma prática comum, desculpe). E eu pude observar feliz, orgulhosa, satisfeita e vários outros adjetivos bons, meus meninos crescerem e formarem uma família.

E quando eles se foram, eu mandei chuva e mais chuva sobre Madrid, porque eu não conseguia chorar no sentindo literal, mas sabia que estavam bem e em paz e que meu objetivo estava cumprido.


Notas Finais


*aviso de muita falação*

Essa história é a que eu mais tenho orgulho de ter escrito, e ela tem um significado muito especial pra mim (já que eu normalmente não consigo gostar do que escrevo).

Eu fiz ela com todo o amor e carinho que sinto pelo Asensio e Isco, dois meninos que eu admiro MUITO, espero que dê pra ter notado isso.

O último parágrafo foi totalmente referência a uma trilogia que eu amo demais, chamada Scythe (atualmente com 2 livros em português e o terceiro lançado esse mês mesmo), eu recomendo muuuuuuito!

Se quiser surtar comigo, estou no twitter como @/barneswstar

Muito obrigada a você que leu, espero que tenham gostado e até a próxima 🤍


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