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História Destiny. - Capítulo 21


Escrita por: areminarurerutru

Capítulo 21 - 20


Veronica POV

Eu admirava aquele terraço coberto de petalas brancas e algumas velas cheirosas, enquanto Levi me encarava com expectativa enquanto segurava uma caixinha de veludo em suas mãos.

- Eu queria fazer isso de forma correta. - Ele falou apressadamente. - Quero que fique claro em sua mente que sou seu por inteiro. Eu nunca fiz isso, então não sei como vai ficar. - Ele coçou a garganta. - Sabe que sou apaixonado por você desde o primeiro dia em que a vi.

Levi me olhava com expectativa e nervosismo.

- Sabe também como me deu trabalho conquistar você . - Ele riu. - Mas quero passar a vida com você. Conhecendo-a cada vez mais.

Eu já estava com os olhos marejados mas não conseguia mover minhas pernas enquanto ouvia aquele homem.

- Espero casar um dia com você e, se quiser, ter filhos também. - Ele suspirou. - E-Eu.. - Ele fechou os os olhos como se tivesse tomando coragem. - Quer namorar comigo? Do jeito certo.

Ele abriu apenas um olho esperando minha resposta, ansioso.

Corri até ele sem ter o que dizer e o beijei com todo amor e carinho que tinha em meu peito.

Levi colocou o anel que tinha na caixinha em meu dedo me deixando mais boba ainda.

Ouvi aplausos e assobios atrás de nós, e só então percebi que nossos amigos estavam todos ali atrás de mim. Incluindo Armin, que estava apoiado em Erwin e Hange.

- Passa 50 pratas, Lara. - Hange falou. - Eu disse que seria fofo.

- Eu achei uma bosta. - Lara revirou os olhos e deu o dinheiro para a prima.

Sei que Levi gostaria de ficar a sós, mas era impossível com todos nossos amigos ali.

- Como eu já esperava isso, iremos à um lugar mais tarde. - Ele sussurou em meu ouvido e apertou minha bunda com firmeza.

Dei um pulinho me assustando com sua atitude, enquanto ele apenas saiu e foi até nossos amigos.

A noite correu tranquilamente entre nós.

Eu estava precisando dessa paz.

Erwin nos proibiu de falar de trabalho durante essa noite, mas eu não conseguiria esquecer facilmente.

Senti meu telefone vibrar e vi uma mensagem de Reiner.

"Estou com saudade. Tem coisas que preciso lhe confessar.. Me encontre assim que puder."

Desgraçado, filho de uma puta.

Quando ia guardar o celular no bolso, senti ele vibrar e vi o nome de Braun na tela.

Respirei fundo olhando em volta e saí sem que meus amigos pudessem perceber.

Corri para meu quarto para atender a chamada do desgraçado que explodiu meu quartel.

- Olá, Vê.

- O que deseja? - Respondi ríspida.

- Nossa... - A sua voz tomou um tom triste. - Liguei em má hora?

- Desculpe. TPM.

- Eu posso resolver isso, basta me encontrar.

- Agora? - Olhei o relógio em meu pulso. - São quase 01H

- Mais tranquilo. Não acha?

Respirei fundo com as mãos em minhas têmporas.

- Agora não posso. Desculpe.

- Ah... - ele respondeu cabisbaixo. - Gostaria de fazer algo amanhã?

- Talvez. Amanhã resolvemos isso.

- Vê. Sinto sua falta. Preciso vê-la.

- Certo. Amanha combinamos. Boa noite.

- Durma bem, senhorita Kento.

Desliguei o telefone bufando me sentei na cadeira que antes eu dormia.

- O que ele quer? - Ouvi Levi perguntar da porta, me assustando.

- Que susto.- Coloquei a mão em meu peito e virando para olhar aquele homem e sorri. - Me encontrar.

- E você vai? - Ele levantou a sobrancelha.

- Hoje sou sua, querido.

Finalmente a expressão de Levi relaxou e ele veio até mim selando nossos lábios.

- Vamos. - Ele segurou em minhas mãos. - Quero levá-la à um lugar.

Ele voltou a me beijar e logo depois saímos em direção ao seu carro.

○○○○

Levi dirigiu por trinta minutos até chegarmos em uma casa de campo.

- Não tinha como te levar até a sua casa de campo, então essa é para quando quisermos ficar sozinhos.

Eu o olhei surpresa.

Nunca imaginei que Levi fosse ser tão romântico e dedicado dessa forma.

- Isso deve ter te custado uma fortuna. - Falei depois de uns minutos.

- Não se preocupe. - Ele riu. - É herança de família. Apenas mudei umas coisas. Espero que goste.

Me aproximei dele e beijei delicamente seu rosto.

- Está perfeito. - O abracei com carinho.

- Venha. - Ele me pegou no colo e me beijou, e assim entramos em casa.

Levi me jogou no sofá e logo depois voltou a me beijar com luxúria.

Eu prendi minhas pernas em seu quadril, pressionando mais o atrito do seu pau com minha intimidade.

Levi segurava firme nas minhas coxas nuas e logo foi abrindo meu short.

- Já está assim, querida? - Ele rosnou assim que sentiu minha intimidade molhada. - Deixe-me sentir seu gosto, sim?

Ele arrancou meu short junto com a calcinha e logo se posicionou de joelho entre minhas pernas, me olhando com um sorriso ladino.

Sem dúvida era minha nova visão preferida.

Ele começou beijando o interior da minha coxa com vontade deixando leves mordidas na mesma.

Foi subindo e repetindo o ato até chegar na minha intimidade, onde não demorou pra abocanhar minha vagina com vontade passando a língua em meu clitóris.

Levi passava a língua no meu clitóris me estimulando enquanto alisava minha entrada com seu polegar, sem pressionar.

Ele me olhava e sorria divertido com minhas expressões de tesão extremo.

Eu segurei seu cabelo pressionando mais sua boca na minha vagina, enquanto rebolava em seu rosto.

Levi finalmente penetrou um de seus dedos fazendo-me jogar o a cabeça para trás e gemer mais alto.

- Para de me torturar e me foda logo.

Ele sorriu e afastou sua boca melada da minha buceta.

- Entendido, comandante. - Ele respondeu limpando sua boca com o dedo.

Ele tirou uma camisinha do seu bolso e rapidamente colocou em seu pau.

Levi rapidamente me deitou no sofá com brutalidade, e logo colocou sua boca meu meus seios, chupando-os e mordendo-os enquanto brincava com a cabeça do seu pau na minha entrada. 

Até que colocou lentamente, arrancando gemidos de ambos.

Ele parou uns segundos para e logo segurou em meu pescoço com firmeza, voltando a penetrar lentamente porém fundo.

Seus gemidos roucos chegavam em meus ouvidos como melodia e só ia melhorando a cada vez que estocava mais fundo.

Levi foi aumentando sua velocidade enquanto me olhou e deferiu um tapa em meu rosto.

Gemi alto com o tapa e curvei a cabeça pra trás e logo pedi para que ele deferisse outro tapa.

- Você é uma cachorra. - Ele sussurou em meu ouvido apertando meu pescoço. - Mas vou lhe dar o que quer.

Levi retirou seu pênis e em um movimento rápido, me virou de bruços no sofá.

Ele segurou firmemente minha cintura com seus braços fazendo-me erguer o quadril.

Ele deferiu um tapa em cada nadega e voltou a estocar fundo e lento, mas dessa vez ele segurava meu cabelo enquanto uma de suas mãos estimulava meu clitóris.

- E-eu vou gozar.. - Gemi mais alto do que pretendia.

E nao demorou muito para que eu chegasse ao meu ápice deixando meu corpo relaxar sobre o sofá.

Levi saiu de mim e retirou sua camisinha, puxando uma cadeira e se sentando de frente para mim com as pernas abertas.

- Venha.- Ele ordenou. - Eu ainda não gozei.

O olhei de canto de olho e fui até ele prestes a sentar em seu membro, mas ele me segurou fazendo-me ficar de joelhos.

- Descanse um pouco. - Ele alisou meu rosto e selou nossos lábio. - Apenas chupe. Temos a noite toda para eu te foder todinha.

Senti minha buceta formigar e umidecer novamente apenas com a voz de Levi, e assim eu fiz.

Aquela noite eu definitivamente seria fodida pelo Capitão Ackerman.

○○○○

Acordei antes de Levi e o vi adormecido ao meu lado. Ele estava dormindo igual um anjo. Nem parecia o ranzinza de sempre.

Sorri com a ideia de que teria aquele homem comigo todos os dias.

Mas como toda alegria dura pouco, lembrei de Reiner e da minha real missão.

Gostava de Levi mas meu foco não era amor e sim prender aqueles filhos da puta.

Deixei um bilhete, assim como nossa primeira vez.

"Bom dia, machista. Eu tenho que resolver umas coisas antes da viagem, então podem partir sem mim. Obrigada pela noite maravilhosa e não vejo a hora de estar com você novamente.

Ass. Veronica Itadori, sua namorada."

○○○○○

- Alô? - Ouvi a voz sonolenta do outro lado da linha.

- Sou eu.

- Ah, Oi Vê. - Reiner pigarreou. - Está um pouco cedo demais. Não acha?

- São 10h. Que empresário é você que acorda tarde? - Bufei. - Onde o encontro?

Ele riu bem humorado.

- Se importa se vir até minha casa? Gostaria de lhe apresentar alguém.

- Não vai me pedir em casamento, vai? - Perguntei rindo enquanto fazia a curva na estrada.

- Só se você permitir 

- Certo. - Gargalhei. -Mande-me o endereço. Estou a caminho. - Encerrei a chamada mas logo depois tocou mostrando a foto de Armin, então atendi.

- Oi meu príncipe.

- Eu sei muito bem o que está fazendo, Veronica. - Armin parecia bravo. O que é MUITO raro.

- Não entendi.

- Ah não? -  Ele riu irônico. - Está indo ver Reiner. Estou certo?

Apenas suspirei.

- Armin, calma...

- Calma não! - Ele alterou a voz. - Acabamos de sofrer um ataque e você está indo sozinha encontrar o principal suspeito? Está louca?

Eu e ele ficamos em silêncio uns segundos até que ele voltou a falar, mais calmamente dessa vez.

- Desculpe se gritei. - Ele respirou fundo. - Você precisa ser mais cautelosa. E se alguém tiver te visto no dia do atentado? Não sabemos o que foi pego antes da explosão. E se eles tiverem seus dados?

Continuei em silêncio. Ele tinha razão.

- Só fique esperta. Eu te amo. Já chegamos à casa de Sahsa, Eren virá mais tarde passar o final de semana.

- Ótimo. Irei com ele.

- Por favor não some.

- Eu te amo, príncipe.

Desliguei e continuei indo em direção a casa de Reiner.

Armin estava totalmente certo mas não me importava. Iria até o fim para descobrir tudo que precisava, nem que para isso tenha que morrer.

○○○

Cheguei em frente à casa dos Braun e logo vi Reiner brincando com duas crianças. Um menino loiro e uma menina dos cabelos castanhos.

Não pude fazer menos que sorrir pois logo lembrei de quando meu pai brincava assim comigo e Yuji.

Logo deixei meu sorriso morrer ao lembrar que meu pai não estava mais entre nós e a família de Reiner tem uma parcela de culpa nisso.

Desci do carro e logo senti meu telefone vibrar com uma chamada de Levi.

Não atendi pois sabia que seria sermão. Joguei meu telefone na bolsa e segui em direção ao portão da casa de Reiner, que estava entretido brincando com as crianças.

- Veronica Kento. - Me anunciei ao segurança, que foi em direção ao patrão notificando-o minha chegada.

Assim que me viu, ele abriu um sorriso largo e veio correndo até a mim, me abraçando tão forte que tirou meus pés do chão.

- Que bom que veio. - Ele segurou meu rosto e depositou um beijo em minha testa. - Venha, quero que conheça Gabi e Falco.

Reiner me puxou e eu não tive nem tive tempo de pensar, apenas me deixei levar pelo homem.

- Crianças, quero que conheçam alguém especial para mim. - Ele disse, enquanto as crianças arrumavam a postura me encarando com curiosidade. - Está é Veronica Kento.

Eu dei um tchau com as mãos e esperei a resposta dos dois à minha frente.

- É sua namorada? - Gabi perguntou.

- Bem que eu gostaria. - Ele me olhou. - Mas a senhorita Kento não me dá muita bola. - Ele disse sussurrando a última parte.

- Por que? - Ela me olhava com atenção. Dava para ver a personalidade forte da criança de longe.

- Deixe de ser curiosa. - Falco empurrou levemente a moça. - A senhorita terá seus motivos.

- E eu quero saber quais são. - Ela retrucou fervorosa para o menino.

Reiner olhava divertido. Seus olhos brilhavam enquanto ele observava as crianças.

- Parem vocês dois. - Ele disse rindo. - Vão tomar banho para sairmos e almoçarmos.

Eles foram para dentro da casa apostando quem chegaria primeiro.

- Seus filhos? - Perguntei cruzando meus braços.

- Ainda não. - Ele colocou as maos dentro de seus bolsos. - Poderei adotá-los somente se casar.

Suspirei e segui Braun para dentro da casa.

- Pretende ter filhos, Vê? - Ele me olhou curioso.

- Sim, um dia.

- Então pretende casar?

- Já disse não preciso de casamento para ter herdeiros. - Me sentei em uma das poltronas da sala. - É uma bela casa. Moram só vocês três?

Ele balançou a cabeça rapidamente e sorriu.

- Se importa de esperar uns minutos? - Ele se levantou arrumando sua roupa. - Eu também preciso de um banho.

Sorri e concordei.

Ele saiu me deixando sozinha naquela sala enorme.

Eu me levantei como boa policial que sou e comecei a fuxicar tudo.

Haviam fotos de Annie, ele e mais um rapaz espalhados pela sala, além de Gabi e Falco.

Continuei olhando as prateleiras com curiosidade vendo os livros de filosofia que tinha por ali, até que ouvi uma voz atrás de mim, me fazendo pular de susto.

- Quem é você?







Continua...




Fala cmg. Estão gostando?

Quero desenvolver os personagens, então se tiverem dicas é só mandar hhehe

Bjbj



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