História Destiny - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias 2PM
Personagens Chansung, Junho, Nichkhun, Taecyeon, Wooyoung
Tags 2pm, Kpop, Lemon, Musica, Romance, Yaoi
Visualizações 257
Palavras 2.780
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O começo está meio quente, mas depois vai esfriando. :P
Esse capítulo está bem maior que os outros, até pensei em cortá-lo, mas achei melhor não, desenrolando algumas coisas e enrolando outras.... ^-^
Boa leitura!

Capítulo 6 - Love and Drama


 Khunnie! To com muita fome!

– Calma! Calma! A comida já está quase pronta, seu esfomeado impaciente.

Mostrei a língua. Ele riu de mim.

– Você quer ajuda, Khunnie? – Perguntei enquanto espiava o que ele fazia.

– Ajuda eu até queria, mas o problema é que você não ajudaria ninguém! – zombou.

– Como você é mau, Khun. – Fiz beiço.

Ele deixou a comida por um tempinho e se aproximou de mim, colocou suas mãos em minhas bochechas e apertou.

Reclamei um pouco, mas ele apenas sorriu e apalpou, então, a minha cabeça. Voltando sua atenção novamente para o nosso jantar.

– Só não quero que você se machuque novamente. – Ele falou levemente corado.

Abracei-o por trás, apertando bem, e beijei seu pescoço.

– Está bem, Khunnie. Mas não há realmente algo que eu possa fazer para ajudar?

Ele pensou por um tempinho.

– Já sei! Arrume a mesa. Acho que você consegue fazer isso sem problemas, não é?

– Pode deixar! Vou te mostrar que não sou tão imprestável assim.

Rimos.

Soltei-o e fui atrás das coisas. Incrível como eu já sabia onde ficava tudo por lá.

Coloquei uma toalha de mesa vermelha, os pratos e copos mais estilosos que havia no armário e duas velas. Estava realmente bonito, mas faltava alguma coisa para aumentar o clima de romance por ali. Comecei a dar algumas voltas pela sala procurando por algo, quando avistei algo interessante. Um porta retrato, nele estava a foto de dois garotos, cada um com um dos braços apoiados no pescoço do outro, o da direita estava com seu pé sobre uma bola e o da esquerda, e mais alto, segurava sua camiseta de uniforme do time. Ambos tinham um sorriso enorme no rosto, que contagiava só de olhar. Mais ao lado do porta retrato tinham dois pequenos vasinhos com rosas vermelhas.

– Perfeito! – Pensei

Peguei ambas as coisas, o retrato e as flores, e pus sobre a mesa.

– Olha a comida chegando! – Falou Khun, levando a comida até a mesa. – Nossa! Ficou realmente bonito, Woo. Parece que você não é tão imprestável assim...

Soquei seu braço de leve.

Ele então olhou o retrato e depois deixou transparecer seu belo sorriso.

– Já faz tempo, não é? – Comentou.

– É, acho que uns – Parei para pensar um pouco e continuei – 10, 11 anos!

Ele pegou na minha mão e acariciou o meu rosto.

– Quem imaginaria que aquele moleque fanático por futebol se tornaria o grande amor da minha vida?

Sorri e juntei de leve nossos lábios, separando-os logo após.

– Quem diria que eu me apaixonaria por um príncipe tailandês?

Rimos.

Sentamos e jantamos a luz de velas. Jogamos conversa fora. Lembramo-nos de nossa infância, nossos micos, nossas artes e castigos. Éramos realmente próximos naquela época também.

A primeira vez que vi Khun, acho que faz uns 16 anos, eu fiquei admirado com a sua beleza e seu carisma. Como era muito jovem na época, eu não sabia o que sentia por ele ainda. Logo de cara fizemos amizade, ele havia se mudado para a casa ao lado da nossa, e nossas mães também se tornaram amigas.

Todos adoravam o Khun, às vezes eu até sentia inveja disso. Taec, Junsu e Junho encantaram-se por conhecer alguém de outro país. Brincávamos dizendo que ele era o príncipe tailandês (mesmo isso parecendo meio feminino da nossa parte) e assim ficou o apelido. Desde essa época nós cinco sempre fomos inseparáveis (agora ainda mais do que antes).

Depois do jantar Khunnie e eu tomamos um banho juntos. Ele me esfregava, alisando as partes mais sensíveis do meu corpo, deixando-me maluco. Enlouqueci ainda mais quando ele me abraçou por trás, roçando seu membro ao meu bumbum e também acariciando o meu membro.

Eu soltava leves gemidos de prazer enquanto ele me tocava.

– Quero você agora! – Sussurrou em meu ouvido, com uma voz meio rouca.

Virei, sugando os seus lábios e agarrando-me ao seu corpo úmido. Ele me levantou, deixando-me pendurado nele, me guiando para seu quarto e me jogando em sua cama.

Ele ficou me olhando por algum tempo e eu fazia o mesmo.

Aquele corpo quente, molhado e sexy estava prestes a me possuir novamente. Não aguentei apenas olhar por muito tempo e puxei-o para mim. Nossos lábios se colaram novamente. Nossos corpos úmidos molhavam toda a cama, mas isso não nos preocupava. Eu apenas queria ele dentro de mim, o meu amor.

Seus lábios desciam, devagar. Chegando finalmente ao meu membro já ereto. Sem pensar duas vezes ele o abocanhou enquanto suas mãos subiam de desciam em meu membro. Aquilo era um prazer indescritível. Não que fosse a primeira vez que ele me fazia isso, mas a cada vez isso ficava ainda melhor. Ele continuou até que eu chegasse ao meu ápice, ele engoliu tudo e subiu seus lábios novamente até os meus. Fazendo-me sentir o meu próprio gosto. Isso me deixava ainda mais maluco.

Resolvi agora tomar o lugar dele e fazer o mesmo. Seu gosto é realmente delicioso e não canso se provar. Depois de seu ápice continuamos a nos beijar, descansando um pouco nossos corpos.

– Quero comê-lo agora, Woo. – Provocou.

Nessas horas suas palavras se tornam diferentes das que normalmente usa. Ele fica mais selvagem, pervertido e eu realmente adoro isso.

Virei e abri passagem para ele entrar. Ele selvagem e cuidadosamente entrou, aumentando meus gemidos e me deixando mais e mais maluco.

Depois de alguns vários minutos dormimos naqueles lençóis molhados e marcados pelo nosso amor.

~ Junsu POV – ON ~

Taec gritou alguma coisa enquanto eu fugia da lanchonete, mas eu não queria mais saber de nada. Aquela sensação havia me consumido por completo e eu não poderia deixar que isso transparecesse.

Eu ainda corria, afogando em meus pensamentos.

“Gosto sim e muito!”

Essa simples e pequena afirmação acabou com toda a minha animação do dia. Ele gosta de outra pessoa, ele gosta muito de outra pessoa. O que eu faço agora? Eu não posso simplesmente esquecê-lo. Isso é impossível. Porém, tenho muito medo de que a nossa amizade se prejudique se eu continuar gostando dele. Isso, sim, seria muito mais doloroso. O fato de não vê-lo mais, não escutar a sua voz... não posso arriscar tudo isso!

De repente lágrimas começaram a sair de meus olhos, minha respiração ficou ainda mais ofegante. Não conseguia mais correr. Apoiei minhas mãos em minhas pernas, descansando e deixando que minhas lágrimas tocassem o chão.

Então essa é a famosa sensação do termo “sofrer por amor”. Nunca havia me apaixonado antes. Ouvir aquilo dele era ainda pior do que assistir a cena da noite passada. Meus pensamentos estavam realmente pesados, não aguentei mais e cai de joelhos ao chão, chorando.

– Junsu!! – Uma voz chamou pelo meu nome, mas não consegui identificar de quem era, e nem queria na verdade.

– Junsu! – a voz parecia mais próxima.

De repente alguém para na minha frente. Escondi meu rosto para que a pessoa não me visse daquele jeito. Não importa quem seja, ninguém pode me ver assim.

– Por que você saiu daquela maneira?

Paralisei. – É ele! – Tive ainda medo de olhar para aquele indivíduo agora. Ele não pode me ver desse jeito!

– O que aconteceu com você, Junsu? Você está passando mal? – Sua voz parecia preocupada.

Eu não conseguia responder. Tentei gritar para que ele fosse embora, mas as palavras simplesmente não saiam. Nenhum mínimo som, nem sequer um simples sussurro.

– Me responda, Junsu!! – Dessa vez ele gritou, sua voz parecia meio trêmula. – Olhe para mim!

Apenas conseguia balançar a cabeça, negando.

– Para com isso! – Gritou novamente.

De repente senti sua mão em meu queixo, levantando o meu rosto em sua direção. Tentei força-la para baixo, mas ele era realmente forte. Por um segundo pude ver o seu rosto, meio embaçado por causa das lágrimas, depois senti um arrepio em meu corpo, seguido de seu calor. Meu coração ficou ainda mais acelerado. Seu abraço me fez sentir seguro, era realmente quente e confortável. Meus braços o envolveram por conta própria, abraçando-o também. Agora as minhas lágrimas caíam em maior quantidade, a raiva e a tristeza haviam diminuído, eu estava feliz por tê-lo em meus braços, nem que fosse por apenas alguns minutos.

– O que aconteceu com você, Junsu? – Ele falou preocupado e com sua voz ainda trêmula. – Por que você está chorando tanto?

Gaguejei um pouco, tentando falar alguma coisa. As palavras ainda não saiam.

Ele suspirou e me pegou no colo.

– Se você não vai me falar então eu vou te tirar desse lugar pelo menos.

Aquilo era constrangedor, me senti como uma garotinha indefesa. Apesar disso, isso também era bom. Fazia eu sentir que ele estava me protegendo e se preocupando comigo.

– Po-Pode deixar. Eu-u também tenho pernas. – minhas palavras finalmente saíram.

– Não quer dizer que possa usa-las agora. Você não está condições nem para isso, vou te levar para a sua casa.

Não consegui negar, eu queria que ele continuasse a me carregar. Porém, infelizmente, a minha casa era muito perto dali, ou seja, esse confortável momento duraria apenas poucos minutos. Ao pensar nisso, involuntariamente me agarrei em seu pescoço juntando mais os nossos corpos para sentir o seu calor. Já não estava ligando para o que ele pensaria, eu apenas queria aproveitar esse momento.

Por um segundo pensei tê-lo visto sorrir, mas eu não estava a fim de olhar o seu rosto agora, isso só me faria sentir vergonha e isso era o que eu menos queria agora.

– Chegamos!

Suspirei disfarçadamente, mas ele notou.

– O que foi? Não quer me largar, é? – Brincou

Pensei seriamente em dizer que sim, que não queria largá-lo. Mas eu tinha muito medo das consequências.

– N-Não é nada... Pode me deixar aqui.

– Não!

– Não o q-que? – Perguntei meio confuso.

– Não vou te deixar.

Minha confusão ficou ainda maior. Por um segundo eu pensei nisso em outro sentido.

– Me dê as chaves!

– Para, Taec! Eu já estou bem...

– Mais um motivo para me dar essas chaves! Preciso ter uma conversa séria com você.

Conversa séria? Ele percebeu que isso tudo foi por causa dele? Merda! E se ele não quiser mais me ver, o que eu faço?

– N-Não... – Escondi o bolso com as chaves. – Eu não quero!

– Para de ser infantil, Junsu! – Pegou as chaves a força. – Eu preciso mesmo falar sério contigo.

Ele abriu a casa, me deitou no sofá e foi em direção à cozinha. Ele disse que ia preparar um chá para que eu me acalmasse o suficiente para a conversa. Isso seria impossível.

– Toma. – Entregou-me a xícara de chá.

–Ob-brigado... – Ainda não conseguia falar normalmente.

Enquanto bebia percebi que ele ficava me encarando. Não sei dizer exatamente o que significava a sua expressão e muito menos no que ele poderia estar pensando. Aquilo me deixou ainda mais nervoso.

– Está melhor agora?

– Ma-ais ou me-enos..

– Hm... Mas de qualquer jeito vou falar... – fez uma pausa, parecia que estava procurando as palavras certas – Junsu, eu vou ser bem simples e direto com você. Eu...

*Telefone toca*

Salvo pelo gongo, ou melhor, pelo toque.

– Preciso atender! – Apressei-me e peguei o celular, deixando-o falando sozinho.

– Alô? – Era Junho. – Fala, maninho! Não, eu não estou ocupado. Está bem!

Olhei para Taec e ele parecia estar meio irritado. Mas o que eu poderia fazer? Não estou pronto para isso ainda, estou morrendo de medo do que ele me dirá e não estou a fim de arriscar agora.

– O que foi que aquele cara falou? – falou um tanto grosso. – Você não estava mesmo ocupado? – Ironizou.

– Eu preciso sair. Outra hora a gente conversa...

Segui em direção ao banheiro para lavar o meu rosto. Eu estava horrível, meus olhos extremamente inchados. Pensei em pegar um óculos escuros no meu quarto, mas lembrei que já estava anoitecendo. Cheguei na sala novamente e ele ainda estava ali, sentado, pensando.

– Você ainda está aqui?

Fui em direção à porta.

– Você vai sair ou vai ficar aqui sozinho?

Ele levantou-se e parou na minha frente olhando pra mim. Seus olhos pareciam tristes e desapontados. Porém, da água para o vinho, ele mudou, e de alguma forma ficou claro que ele havia pensado em alguma forma de me contornar naquela hora.

– Já que você me deu essa opção... – Sorriu – Eu vou ficar aqui e esperá-lo.

– Mas eu... – ele colocou seu indicador em meus lábios, selando o que eu estava prestes a dizer. Seria impossível tirá-lo dali agora, mas pelo menos eu adiaria a nossa conversa, o que eu não sei se adiantaria em alguma coisa...

***

Cheguei à casa de Junho.

Ele disse que precisava muito conversar comigo e era algo que ele não conseguiria falar por telefone.

Apertei a campainha e ele rapidamente atendeu. Ele parecia inquieto.

– O que aconteceu?

– É ele...

– Ele?

– Sim. Ele voltou!

Comecei a entender direito do porque do seu nervosismo. Era “ele”, o primeiro e único amor de Junho estava de volta.

– Você falou com ele?

– Ele... Sabe hoje na lanchonete quando eu saí? – e como sei... – então, era ele quem me ligou, ele pediu para que eu o encontrasse...

– E você foi...

– O que eu poderia fazer?

Suspirei.

– O que foi que ele disse?

Ele mordeu o lábio e revirou os olhos, pensando como falar isso.

– Ele estava com outra pessoa, outro cara!

– Como é que é? – Arregalei meus olhos.

– Ele ta namorando outro cara! – Sua voz começou a ficar fraca.

Aí comecei a perceber que seus olhos estavam inchados, demonstrando que ele havia chorado também.

– Parece que nós dois estamos com o mesmo problema...

Ele pareceu confuso, mas então notou também os meus olhos inchados.

– V-você andou chorando, Junsu?

Contei o que havia acontecido para o Junho e ele conteve um riso.

– Do que você está rindo?

– Eu acho que eu realmente liguei em uma hora ruim...

– Do que você está falando, Junho? Você salvou a minha vida! Ou pelo menos atrasou a minha “morte”... tanto faz.

Ele balançou a cabeça negando e soltou outro riso.

– Eu acho que você deveria pensar um pouco mais antes de agir, fugir e coisas do tipo...

Do que ele estava falando? Pensar no que? Ele ta maluco, é? Esse cara deve ter mexido mesmo com os miolos dele, só pode.

– Junsu, pensa só: O Taec nunca falaria que você não poderiam mais se ver pois estão na mesma banda e também porque...

– Por que...?

– Volte pra casa e converse com ele, maninho. Eu lhe garanto que você está em uma situação muito melhor do que a minha...

Ele praticamente me expulsou da casa dele. Fiquei um pouco triste já que a nossa conversa acabou não sendo muito produtiva.

Um pouco de raiva me consumiu quando lembrei do que ele me disse, que aquele cara estava com outro. Aquilo era realmente frustrante.

Junho e ele haviam namorado durante uns 4 ou 5 anos, mas ele teve que se mudar para os EUA com seus pais. Ele havia prometido que manteria contato e todas essas coisas; mas nem ao menos ligou. Junho sofria calado, ainda com esperanças e que aquele cara voltasse e os dois continuassem por onde tinham parado. Ele esperou 4 anos e, nesse meio tempo, ele nunca olhou para outra pessoa, nem ao menos ficou com alguém. Ele era a única pessoa que importava para Junho.

Junho pareceu estar se forçando para não chorar mais enquanto estava comigo e até fiquei um pouco feliz depois que ele sorriu, mesmo sendo a custas do meu “sofrimento”.

***

Eu estava em frente à minha casa, tentando reunir forças para entrar e encará-lo. Cheguei até a porta, coloquei a mão na maçaneta e a apertei, mas ainda não conseguia girá-la.

– Será que ele ainda está aí? – Me perguntei, criando falsas esperanças de que ele poderia ter saído.

De repente a porta se abre e fui jogado para frente, dando de cara com o seu corpo me segurando pela cintura.

– Você finalmente chegou! – Ele falou com um sorriso. – Agora você não foge de mim.

Fechou a porta e me puxou para o sofá, agachando-se em minha frente.

– O q-que você quer? – Falei, me preparando para o pior.


Notas Finais


Finalmente o TaecSu começou a desenrolar, não é mesmo? haha
Espero comentários, críticas e qualquer sinal de vida. ^-^
Continuem acompanhando! Beijos.


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