História Destiny - Capítulo 10


Escrita por: ~ e ~illegirs

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Casamento, Jikook, Jimin!alfa, Jungkook!ômega, Jungkook!omma, Kookimin, Mpreg, Universo Alternativo
Visualizações 580
Palavras 1.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sorry pela demora gente, ta bem difícil pra mim atualizar as fanfics.

Eu espero que gostem desse capítulo e prestem bem atenção nele, se não pegarem a mensagem...

Enfim, boa leitura!

Capítulo 10 - Capítulo Oito - A Story Never Told Before


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 10 - Capítulo Oito - A Story Never Told Before

Jeongguk ainda fungava baixinho nos braços da recém conhecida, que descobrira se chamar Dahyun, uma ômega. Ela era doce e amável, afagava às madeixas escuras do garoto de modo sutil e carinhoso, e o Jeon não podia deixar de se sentir tão acolhido, mesmo que a dona dos toques fosse de alguém que conhecera a menos de quinze minutos atrás.

— Não chore mais querido, já passou... — falava manso, sem parar com os carinhos singelos, aos quais Jeongguk estava amando mais do que deveria. — Como estava os bolinhos?

— D-Deliciosos, nunca comi algo tão gostoso senhora. Muito obrigado, de verdade, não só pelos bolinhos, mas por aguentar às minhas lamentações frustrantes. — disse envergonhado e constrangido por ter se mostrado tão fraco. Mas ele era fraco.

A mulher de meia idade suspirou, encantada com o jovem ômega, o que a intrigava era como existia pessoas cruéis o suficiente para destratar de alguém com a alma tão pura e inocente como a dele.

— Não me chame de senhora, por favor, me sinto ainda mais velha do que já sou. — sorriu humorada, arrancando um riso adorável do ômega. — E não me agradeça meu bem, e vi como estava tristonho e sozinho aqui, então pensei que nada melhor que docinhos para reviver os ânimos.

— Eu realmente não sei como lhe agradecer. Aliás, meu nome é Jeon Jeongguk. — a mulher sorriu, pois já sabia o nome do garoto. Ela sentia que deveria proteger aquele menino, parecia tão indefeso naquele ninho de cobras que era a família Park, e a rainha, era a pior delas.

— Não tem que me agradecer, eu vim até aqui por vontade própria, porque queria lhe fazer sorrir e mostrar que não se deve abaixar a cabeça, não para aquelas pessoas. — o ômega escutava atentamente ao que a mulher dizia, quando não piscava, precionando os lábios vermelhinhos um no outro. — Eu trabalho aqui desde muito nova, tinha dezoito anos, foi quando meus pais me trouxeram para cá, depois que resolverem que era hora de eu abandonar às asas de minha mãe. Formei minha vida adulta aqui, e vivenciei coisas das quais não vou me esquecer tão fácil... e, se parar para pensar, eu tenho quase a mesma idade que a rainha, alguns anos mais nova. 

— Por que está me contando tudo isso? —  o ômega questionou confuso.

— Quero lhe mostrar que você não pode se deixar fraquejar, que tem que se manter forte até o fim, mesmo que lhe doa como o inferno, não pode desistir, tendo um final feliz ou não. — explicou, ajeitando os fios negros do ômega que insistiam em cair-lhe sobre os olhos de jabuticaba.

— Ahh...

— Continuando... — deu uma pausa, como se estivesse se lembrando da época ao qual relatava. — Eu nunca na minha vida, achei que algum dia poderia me apaixonar. Sempre vivi ouvindo das ômegas do reino em como era bom ter um alfa apenas para si, e como era boa a sensação. Eu achava aquilo uma grande besteira, e continuei à achar, até encontrar aquele que fez meu mundo planejado por dezoito anos, virar de cabeça para baixo. — suspirou, parecia emocionada ao relatar sua história, e Jeongguk se cativava ainda mais pela mulher. — Ele era doce, gentil...era esbelto. Um galanteador de primeira se me permite dizer, ele sabia como te envolver e te fisgar. E eu fui fisgada, tão facilmente. 

— Vocês se casaram? — perguntou Jeongguk, estava curioso e gostando da história da ômega, Dahyun parecia ser uma mulher que não se abalava, mas ali, contando sua passagem para a vida adulta, parecia indefesa. Feliz, mas indefesa. 

— Tenha calma meu anjo, irei chegar nessa parte.

— Desculpe. — murmurou baixinho.

— Tudo bem. — sorriu antes de continuar. — Eu me vi apaixonada por aquele homem em tão pouco tempo... vivemos muitas aventuras... e numa delas, acabei engravidando. — a mulher sentia um pesar em seu peito. Lembrar-se daquilo lhe doía o âmago.

— Ohh... isso, isso é incrível! — Jeon estava encantado. Mentiria se dissesse que não sentia vontade de viver algo parecido. Mas acabou se lembrando que, ele viveu, não daquele modo, mas tomou o mesmo rumo que o da mulher. E nem imaginava em como ambos eram parecidos.

— Nem tanto... depois que descobri estar esperando um filho dele, um nobre camponês, me vi feliz, mas por pouco tempo. Quando lhe contei sobre a bênção que havia caído sobre nós, recebi um péssima notícia, que mudou completamente minha vida. Ele estava fadado a se comprometer com outra, pois também havia a engravidado. Um casamento arranjado, sem amor, sem carinho. E eu naquela história não me encaixava mais... Eu estava sozinha, e com um bebê na barriga.

Jeongguk ofegou, sentia tudo o que a mulher falava na própria pele. Afinal, era aquilo que estava lhe acontecendo, sua única diferença era que na história de Dahyun, ambos se amavam. E na dele... bem, todos sabem.

— E-Eu... o que aconteceu depois? — o ômega estava meio atordoado com o que ouvira, colocando suas mãos instintivamente e protetoramente em seu ventre ainda sem muita elevação, quase imperceptível.

Nesse auge a mulher já havia descoberto que o mesmo acontecia com o jovem ômega, que ele também estava fadado aquilo, ou ainda teria tempo de mudar o próprio futuro.

— Nos afastamos, obviamente. Recebi a notícia algum tempo mais tarde de que a futura esposa dele já morava em sua casa e que logo iriam se casar, o que não demorou para acontecer. Meses se passaram, e eles se casaram, ele viajou para o norte junto dos outros homens da corte alguns dias antes de sua mulher ter o bebê, e eu logo estava dando á luz... um menino, ômega. — Dahyun tinha seu olhar vago em um ponto qualquer, aquilo lhe doía. Relembrar doía. — Eu lembro de... ter apagado após o parto, sem nem mesmo ver o rostinho dele... e quando acordei... Meu filho havia sumido. Haviam roubado o meu bebê.

— Meu deus i-isso... é, terrível! Qual ser humano teria a crueldade de roubar uma criança? — o ômega estava assustado com aquilo, já ouvira falar de roubos de crianças recém nascidas, mas nunca imaginou que ouvir aquilo da boca de alguém que vivenciou isso, doesse tanto.

— As pessoas são cruéis querido... Eu lembro de ter entrado em desespero, pedia por meu filho, chorava, gritava... eu estava à ponto de enlouquecer. Acabei ficando doente, anêmica... quase me afundei em uma depressão, mas recebi ajuda de uma boa parte do reino. Acabei por não ceder à dor, e sim em controlar ela. Ele voltou depois de alguns dias, seu filho era saudável pelo o que eu ouvia das pessoas, mas na mesma semana, se mudaram para longe. Não sei se voltaram, se estão vivos... mal sei se reconheceria se o visse novamente. — suspirou tristemente. — Eu o amei mais que minha própria vida.

— Eu sinto muito por tudo isso Dahyun, eu realmente sinto. — Jeongguk estava triste, aquilo lhe afetou de uma maneira absurda, de um jeito que não conseguia controlar. — Eu queria poder fazer algo para mudar isso...

— E você pode. — o ômega lhe olhou esperançoso. — O meu passado não se pode reverter, mas o seu futuro,  ahh, ele você pode mudá-lo. Basta não ter medo de enfrentar os obstáculos que lhe são impostos.

— Queria que fosse fácil... 

— Nada em nossa vida é fácil pequeno, viver não é fácil, amar muito menos... Você aprende a viver, a amar, e agora deve aprender a lutar. 

 Jeongguk mordeu os lábios, apreensivo.

Lute Jeongguk, por você, por seu filho, pelo seu alfa e pelo seu futuro. Lute enquanto ainda lhe resta tempo.


Notas Finais


TO NERVOSA!

LEIAM MINHA NOVA FANFIC PESSOAS!

https://www.spiritfanfics.com/historia/de-ferias-com-o-ex-10961098

Espero que tenham gostado do capítulo rsrsrsrs

agora vou saindo de fininho...

até loguinho!!!


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