História Destiny - Capítulo 13


Escrita por: e illegirs

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Casamento, Chanbaek, Jikook, Jimin!alfa, Jungkook!ômega, Jungkook!omma, Kookimin, Mpreg, Namjin, Sope, Universo Alternativo, Yoonseok
Visualizações 508
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha só voltei rápido né??
vou tentar atualizar sempre que eu puder okay?
espero que gostem do capítulo!
boa leitura!!!

Capítulo 13 - Little Things Of Life


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 13 - Little Things Of Life

Ainda naquela tarde, Seokjin observava com cautela todos os balcões que sob eles continham seus tão almejados temperos exóticos e de diferentes gostos e utilidades, provando e cheirando de cada um para saber qual levaria para sua mãe, que com certeza aguardava ansiosamente o retorno de seu único filho.

Seokjin, com seus vinte e seis anos completos, ainda tinha sua mãe lhe paparicando como um verdadeiro recém nascido, por vezes deixando o jovem ômega constrangido e até mesmo levemente irritado, pelo fato de se sentir literalmente como um bebê quando estava junto de sua matriarca.

Mas a culpa não era de sua mãe, ela só prezava pelo bem estar de seu primogênito, e o protegia com unhas e dentes, e se necessário, lanças, armas e facas, tudo pelo seu filho. Principalmente por este ser um ômega lúpus, tão raro como estrelas em noites tempestuosas.

O jovem estava deveras concentrado no leve gosto amargo de seu paladar que nem ao menos percebeu a chegada silenciosa de dois homens perto de si.

— Precisa de ajuda hyung? - como esperado o ômega se assustou, levando sua mão esquerda ao peito enquanto a outra segurava os vários pacotinhos de tempero, por pouco não os derrubando no chão.

— Jesus Cristo! Querem me matar do coração? - exclamou irritadiço, fitando as faces divertidas do alfa e do beta, ambos segurando a risada escandalosa que queriam deixar escapar.

— Não diga bobagens hyung, nunca que faríamos isso. - Taehyung abraçou o ômega pelos ombros, logo o soltando e voltando para o lado de Namjoon, e o citado estava morrendo de vergonha do mais velho entre eles. Oras, Seokjin era o amor de sua vida, era normal se sentir todo bobo e tímido por estar extremamente perto dele.

— Hmm, não sei se posso confiar em vocês. Devo rever o meu conceito sobre as pessoas que estão ao meu redor... - semicerrou os olhos, de modo desconfiado, mas claro que aquilo era somente uma brincadeirinha inocente para tirar onda com a cara dos dois bobões que mais pareciam duas crianças serelepes que os pais não davam conta de cuidarem.

— Há, não teria coragem de fazer isso hyung, iria mesmo conseguir viver sem as melhores pessoas do mundo ao seu ladinho? Eu aposto que não. - o alfa teve coragem de dizer, arrancando um sorriso imenso do beta ao seu lado. Eles finalmente estão interagindo, pensava o alaranjado.

Bem, vamos esclarecer os pontos. Não era como se Seokjin não fosse próximo de Namjoon, porém todas - e poucas – vezes em que o alfa tentou uma aproximação mais... íntima, foi rejeitado. Não com palavras, isso não. E sim com singelas atitudes do ômega que o alfa achou que soube ler. Seokjin sempre se afastava das investidas do alfa. Pelo menos era isso que o Kim mais novo achava.

— Puff! Vá sonhando! - e mesmo que a resposta do ômega também tenha sido claramente um blefe, aquilo de certa forma murchou o alfa de um jeito que ele mesmo não soube explicar. Amar Kim Seokjin não era uma tarefa muito fácil.

— Encontrou os seus temperos Jinnie? — taehyung observava a pequena lojinha cheia de adereços que seu hyung amava usar, porém não entendia muito de culinária para poder opinar sobre o que levar.

— Sim, tem muitos por aqui, acho que minha mãe ficará tão entusiasmada com isso que ela mesma virá comprar pessoalmente das próximas vezes. 

— Sua mãe deve ser uma ótima cozinheira hyung, igual à você. — Seokjin sentiu às maçãs do rosto esquentarem com o comentário de Namjoon.

— O-Obrigado Namjoon-ah...

E ali o alfa pôde perceber que talvez desistir daquele ser humano que possuía as piores piadas do mundo não fosse o melhor a se fazer. Ele não poderia deixar aquele ômega único escapar por entre seus dedos assim tão fácil.

Que tipo de alfa ele seria se desistisse de algo antes mesmo de ao menos ter tentado uma vez?

Kim Namjoon lutaria por Kim Seokjin, e nessa luta ele teria ajuda de um certo beta de cabelos laranjas e sorriso geométrico.


[...]


Do outro lado do povoado, vagando sem rumo certo estava o ômega tagarelando aos quatro ventos para o alfa ranzinza ao seu lado. Por mais que Yoongi achasse a companhia de Hoseok agradável, tinha momentos em que ele apenas desejava silenciar o mais novo, por motivos do mesmo ser deveras tagarela às vezes.

— Olha aquela loja ali hyung, vende-se doces e flores, não é incrível? - Hoseok dizia totalmente empolgado, quase saltitante, e Yoongi se perguntava o que exatamente tinha de tão absurdo naquilo. Era só mais uma loja comum como todas que tinham por ali.

— É... Não?

— Como não? Eu amo doces e principalmente flores, margaridas são as minhas preferidas... - e o ômega suspirou, quase como um ar apaixonado, e o alfa deixou escapar um risinho desacreditado. Hoseok exalava uma pureza facinante, para ele tudo se resumia a amor, bondade, casamento e almas gêmeas.

— Todos os ômegas são assim? - questionou, no fundo sua pergunta buscando outra intenção. Ou melhor dizendo, ele gostaria de saber se um certo ômega era daquele jeito.

Jeon Jungkook.

Desde que o alfa colocara os olhos naquele jovem algo dentro de si se esquentou, se acendeu e para Yoongi aquilo era inusitado, pois nunca em sua vida sentira algo parecido, era assustador se formos parar para pensar, ainda mais vindo de um alfa que geralmente era rotulado como frio e insensível.

— Ahh, acho que não, depende muito da personalidade de cada ômega, existe alguns que não podem nem ver flores na frente, e outros, bem, você já sabe. - explicou calmo.

— Você acha que o Jungkook é assim? - o ômega franziu o cenho e não entendeu o motivo da pergunta repentina e ainda mais sendo relacionada ao jovem moreno ao qual suspeitava que havia alguma coisa errada. Uma das qualidades do Jung era a percepção, então este conseguia captar rapidamente algo de errado no ar.

— Porque tanto interesse nesse ômega? - o mais novo sentia em seu interior uma dorzinha aguda e dilacerante, parecia perfurar seu peito sem dó nem piedade, e ele desgostou daquela sensação nova, principalmente por não saber exatamente o motivo da dor.

Ou talvez ele soubesse, só estava custando a acreditar.

— Não responda minhas perguntas com outras. Então me responda. - o Jung se assustou com o jeito ao qual o alfa lhe dirigiu a palavra. Yoongi não era assim... O que estava acontecendo com ele?

— D-Desculpe... E-Eu eu acho que ele g-gosta sim... - doeu dizer aquilo, ainda mais por constatar nas orbes negras do alfa o brilho que ali nasceu.

Naquele momento Hoseok só queria poder sair correndo dali e se jogar nos braços calorosos de sua mãe, neles parecia um bom lugar para se esconder. E o Min estava tão concentrado em seus próprios pensamentos que nem ao menos reparou em como o ômega havia mudado de humor da água para o vinho.

Onde instantes atrás o jovem carregava entusiasmo e alegria, agora carregava somente o vazio e a dor que estava sentindo.


[...]


Jungkook se sentia no céu. No mais maravilhoso estado de satisfação e felicidade. Aquela tarde com o Park estava sendo maravilhosa, o alfa lhe tratava com tanta gentileza e suavidade que parecia ser impossível dizer que era o mesmo homem em que noites atrás lhe agredia verbalmente e ignorava sua presença com tanto asco.

O ômega não sabia o motivo por tamanha mudança, porém estava aproveitando dela, mesmo que o medo de que Jimin voltasse a ser rude e insensível consigo ainda existisse em seu peito. Mas o alfa havia lhe prometido que não o trataria de maneira grosseira, certo? Estavam em um recomeço, e dali esperava-se que tudo fosse diferente.

Ambos estavam sentados em um dos bancos de uma praça ao redor do povoado, Jungkook estava se sentindo levemente tonto então pedira para que eles pudessem se sentar por alguns minutos, o que foi prontamente acatado pelo alfa, que agora o olhava com tamanha preocupação.

— O que está sentindo exatamente? - perguntou enquanto que com uma das mãos retirava as mechas negras que insistiam em cair sobre os olhos do mais novo. O mesmo sentiu-se corar por inteiro, estavam muito próximos, tanto que podiam ouvir a respiração um do outro se chocar com ambos os rostos.

— É apenas uma tontura passageira, não se preocupe Jimin-ssi. — respondeu suave.

— Mas eu me preocupo, é a primeira vez que sente isso? Está com fome? Está com dor em algum lugar? Vamos ao médico agora mesmo! - e o alfa já estava de pé lhe olhando de cima. Jungkook soltou um risinho com a atitude impulsiva de Jimin. Aquele alfa estava se mostrando deveras diferente do que ele já havia visto em tão poucas vezes de convívio.

— Sente-se pabo! Não é necessario, eu estou bem, já estou melhor. Veja! - Jungkook levantou sorrindo, mesmo que tenha sentido uma leve vertigem ao fazê-lo.

— Está bem mesmo? - o alfa não pareceu acreditar muito, mas não poderia o forçar a ir até um hospital se essa não era a vontade do ômega.

— Sim, estou. Não se preocupe, não vamos estragar nossa tarde com isso tudo bem? — o alfa suspirou negando com a cabeça.

— Eu só quero que você esteja bem, e se não estiver quero que me fale, mesmo que seja uma dorzinha de nada. — Jimin estendeu o seu miúdo mindinho para o ômega, que arqueou uma das sobrancelhas achando graça da atitude do alfa. — Promete?

— Me sinto uma criança! — gargalhou, o Park se sentiu agraciado com o som. — Mas eu prometo. — e enlaçou o dedinho com o do mais velho, que sorriu bobamente para si.

Eram nesses pequenos gestos que o ômega se apaixonava ainda mais pelo alfa, mesmo Jimin não sabendo de seus sentimentos e muito menos o correspondendo, se sentia realizado, feliz. 

Como nunca esteve antes, e só de pensar que dentro de si também existia um pedacinho de Park Jimin, lhe dava vontade de sair saltitando por todos os cantos do mundo.

Jungkook ainda acreditava em sua felicidade, mesmo que tudo indicasse que não, ele seria feliz, afinal, um dia ruim não significa que sempre será assim, a vida é uma constante montanha russa, com altos e baixos. Basta você saber equilibrar o carrinho e não se jogar de lá de cima.

A nossa felicidade está nas pequenas coisas da vida.


Notas Finais


oi bebês tô aqui panfletando a fanfic da minha anjinha, podem ler ai ó

https://www.spiritfanfiction.com/historia/puddle-of-blood-13897706

e essas são outras minhas:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/neptunum-9609542

https://www.spiritfanfiction.com/historia/lupus-8322070

é isto.
desculpem qualquer erro, irei revisar depois.
e uma coisa que eu peço de coração pra vocês é: não sejam leitores fantasmas, sério, comentem e falem o que estão achando, assim eu posso melhorar em algo que não está agradando vocês...

enfim, comentem eu imploro!!!!

até logo anjinhos ♡ ♡ ♡


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