História Destiny: Uma luz em meu destino - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Bemxmal, Destino, Fantasia, Guerra, Interativa, Magia
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Palavras 2.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Pansexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá gente, aqui está um capítulo básico, só para terem uma ideia de como é mais ou menos minha escrita e também para terem uma ideia de como vai ser a fic. Os meus capítulos tem por volta de 2000 a 4000 palavras.

Eu só postarei um novo capítulo agora quando eu tiver todas as fichas.

A data final de entrega é dia 4/03, depois disso irei escolher as aceitas.

Capítulo 2 - Capítulo 1 - Um dia comum


Fanfic / Fanfiction Destiny: Uma luz em meu destino - Capítulo 2 - Capítulo 1 - Um dia comum

[Nova York - 25/09/2020 - 7:00]

 

            O local estava escuro e por mais que o sol brilha-se do lado de fora, nenhum raio de sol conseguia iluminar o quarto, pois as grandes cortinas pretas impediam que qualquer luz adentrasse no cômodo. Não era muito grande ou impressionante, mas qualquer um que olhasse para o interior do quarto uma primeira vez, pensaria em só uma palavra: Preto. Com toda certeza, noventa por cento dos moveis que se encontravam lá dentro era de cor preta, como por exemplo, o guarda-roupa, a escrivaninha, o criado mudo e a cama. As paredes eram todas pintadas de preto, com algumas estantes com livros e uma Tv em frente à cama. Em uma das paredes do quarto, havia alguns pôsteres de bandas, filmes e livros. Eram as únicas coisas lá dentro que possuíam alguma cor diferente.

            Em cima da grande cama de casal, localizada no canto esquerdo do quarto, estava um garoto de mais ou menos 16 anos. Seu corpo era pequeno e um pouco magro. Estava vestindo uma calça moletom com uma camisa cinza de mangas longas. Ele permanecia dormindo tranquilamente, sendo coberto por um edredom preto que o protegia do frio, este ultimo que o fazia se encolher inconscientemente na cama, em busca de reter mais calor.

            Contudo, seu maravilhoso momento de sono foi interrompido pelo som estridente do toque de seu despertador, o que o fez resmungar e se mexer na cama. Depois de alguns segundos, ele finalmente desliga o despertador, arremessando um dos seus travesseiros contra ele. Após isso o menino fica apenas deitado, pensando nos prós e contras de se levantar da cama nesse exato momento, mas logo quando se lembra de que tem escola, solta mais um resmungo de irritação e finalmente se levanta, espreguiçando-se e sentando na beirada da cama.

            Quando seus pés tocam o chão frio, um arrepio o sobe a espinha e logo ele deseja voltar para debaixo de suas cobertas quentinhas novamente. Vencendo o grande desejo de voltar a dormir, o menino se levanta e se dirige ao banheiro, que era ligado ao seu quarto, parando enfrente a pia e começando a escovar os dentes. Enquanto fazia sua higiene bucal, o rapaz passava a analisar seu rosto no grande espelho a sua frente. Seu rosto é um pouco fino e oval, estando levemente amassado, por ter acordado há pouco tempo. Sua pele branca com inúmeras sardas espalhadas por todo seu rosto e até em seu pescoço. Olhos castanhos escuros, quase pretos, com algumas pequenas olheiras em baixo deles, representando as suas noites mal dormidas e seu cansaço.

            Depois de acabar sua higiene, ele logo tratou de trocar de roupa, se não acabaria chegando atrasado a sua aula.  Vestindo assim uma camiseta preta com uma grande rosa negra em suas costas, junto a um moletom cinza, uma calça jeans, um gorro preto em sua cabeça e um par de coturnos também pretos. Após isso ele apenas bebe um copo de achocolatado e sai de seu apartamento no Brooklyn. Enquanto andava até a estação de trem para poder chegar à escola, o garoto retira de seu bolso seu celular e fones de ouvido, colocando este ultimo e pondo uma musica aleatória de sua playlist do Spotify para começar. Passando a ouvir musica ao mesmo tempo em que andava e observava tudo a sua volta, como as pessoas começando a sair de suas casas ou os carros passando pela rua.

 

       ooOoo

 

[Nova York -  25/09/2020 - 8:10]

 

            Depois de ter pegado um trem lotado de pessoas, o que acabou com qualquer vestígio de bom humor no menino, ele finalmente chega a sua escola. O edifício era grande e um pouco velho, em sua frente havia uma pequena praça com um grande portão, que nesse momento estava aberto. Atrás do prédio havia um pequeno jardim aonde pouco pessoas iam. Havia inúmeros adolescentes e crianças entrando ou conversando na frente do colégio, só esperando o sinal tocar para então irem para suas devidas sala. Em outras palavras, era uma escola comum como qualquer outra.

            Antes que percebesse, o rapaz ouve o sinal tocar, o que o faz soltar um suspiro por ter que entrar para que não chegue atrasado. Ele adentra o edifício e vai andando pelos corredores até chegar a seu armário, de onde tira um livro de álgebra e outro de ciências, indo logo em seguida para sua sala. Porem para seu completo e total azar, ao chegar à frente a porta de sua sala, o garoto percebe que o professor já esta em sala e que já começou a dar a aula. Sem ter muito que fazer, ele abre a porta, chamando assim a atenção tanto do professor quanto dos alunos lá dentro. Ao olhar para o menino entrando em sua sala, o professor abre uma careta de desagrado, fazendo com que o garoto já saiba o que ele ira dizer.

- Chegando atrasado novamente Sr. Beckett? – diz o homem de meia idade, repreendendo o menino.

- É o que parece, Flint – o rapaz responde sem a menor importância e bocejando de sono em seguida, fazendo a expressão de desagrado do homem aumentar por ter sido chamado pelo seu nome e sem o mínimo de respeito.

- Eu devia mandar você para a diretoria por ter se atrasado para minha aula... de novo – o professor fala enquanto ajeita a peruca mal colocada em sua cabeça – Porem, como estou de bom humor, irei deixar passar... Agora vá se sentar e pare de atrapalhar minha aula – ordenou, voltando a escrever no quadro.

- Bela peruca, babaca – sussurrou baixinho depois de ter passado pelo professor.

- O que disse Aaron? – ele questiona o olhando serio.

- Eu disse “Obrigado, senhor Payton” – disse com um pequeno tom de sarcasmo, enquanto se sentava na ultima cadeira da fileira da esquerda.  

            Depois desse pequeno episodio, o resto das aulas passou para Aaron como sempre passam, chatas e bastante entediantes. Passou o resto de seu dia inteiro desenhando em seu caderno e tendo sua atenção chamada de vez em quando pelos professores. No intervalo ele simplesmente foi para o jardim e ficou em uma área escondida, aonde ninguém nunca ia, tendo um pouco de paz e tranquilidade. Quando o sinal tocou novamente, foi como se Aaron ouvisse as cornetas dos anjos do paraíso e sem perder tempo, arrumou rapidamente suas coisas e correu para a saída. Porém, a caminho da liberdade, ele sente seu corpo ser puxado bruscamente e quando menos percebe, já estava dentro do banheiro sendo imprensado na parede, por um brutamonte quase duas vezes o seu tamanho.

- Ah... é só você Luke – Aaron diz com descaso, sendo obrigado a ficar na ponta dos pés, já que estava quase sendo erguido pela camisa.

- Você se lembra do que eu havia lhe dito antes? – o garoto loiro perguntou, imprensando o outro com mais força.

- Sabe que eu não me lembro. Ultimamente minha memoria não tem andado muito bem – debochou o menor, pondo um sorriso presunçoso no rosto.

- Eu disse que na próxima vez eu vesse você iria lhe dar uma surra.

- Verdade, eu acabei de me lembrar! Você também falou isso nas ultimas dez vezes e tudo isso só porque eu lhe fiz ser expulso do futebo... – antes que pudesse terminar de falar, Aaron é interrompido por um soco desferido em cheio na boca de seu estomago, o que o fez perder o ar rapidamente.

            Logo em seguida desse veio outro soco bem em sua costela e logo em seguida em seu rosto, deixando seu supercílio esquerdo com um corte. Os restantes dos golpes foram todos em seu troco. Enquanto era agredido, a única coisa em que o garoto sardento conseguia focar era no pescoço de Luke e no pensamento que seria bastante fácil degola-lo, além de que ficaria bastante feliz em vê-lo sufocar com o próprio sangue. Entretanto, por mais que seu desejo era de desmembrar completamente o loiro, Aaron não o fez. Ficando quieto enquanto levava os golpes, sem se quer revidar uma única vez. Após torturantes minutos, o valentão finalmente se cansa e vai embora, o deixando no chão do banheiro.

            Depois de algum tempo sentado no chão do banheiro, Aaron tenta ficar de pé, se apoiando na parede, mesmo que seu corpo inteiro gritasse de dor. Em sua cabeça, o pensamento de que poderia ter acabado com o seu agressor em um piscar de olhos, não o para de perturbar. O ódio e a vontade por vingança era tão grande, que ele nem notou as luzes do banheiro piscarem sem parar.

- Se controla... se controla... se controla – repetia como um mantra, respirando fundo e tentando manter a calma.

            Depois de poucos segundos as luzes pararam de piscar e Aaron se acalma, se mantendo de pé e saindo do banheiro, mesmo sentindo bastante dor. Saindo da escola, ele pode perceber que já estava anoitecendo. Sem muita pressa, começou a caminhar para casa, andando em um ritmo calmo e devagar, já que estava sentindo seu corpo dolorido. Acabou optando por pegar o caminho mais longo, em vez de ir de metro, querendo andar um pouco e ter um pouco de tranquilidade.

            Enquanto ia para casa, o garoto sentiu um pressentimento de estar sendo seguido e por causa disso olhou pelo canto de seu olho, vendo duas pessoas o seguindo um pouco mais atrás, porem continuou andando calmamente, como se nada estivesse acontecendo. Aaron então vira à direita, entrando em um beco sem saída, estreito e escuro, onde sua única iluminação era a luz que vinha da rua. Logo após ele entrar, duas pessoas cobertas com sobretudo, pararam na entrada do beco, bloqueando a única saída.

- Eu sei quem são vocês. Podem retirar esses disfarces horríveis, porque não estão enganando ninguém – Aaron disse de dentro do beco, que estava tão escuro que só era possível ver a sua silhueta e seus olhos.

            Logo em seguida as duas pessoas retiraram o sobretudo, revelando dois homens, mas qualquer um que olhasse para eles perceberia que não são nada comuns. Começando pelos trapos que usavam com algumas partes de armadura por cima, como se tivessem roubado de algum museu medieval macabro. A pele deles era cinza e enrugada, com algumas feridas feias espalhadas. Suas orelhas eram pontudas e com uns pedaços faltando. Os olhos deles eram pequenas fendas brancas, não possuindo pupilas e nem íris. Exalavam um cheiro nojento de carne em decomposição. Eles, assim que retiraram o sobretudo, rapidamente se ajoelharam e abaixaram a cabeça, começando então a falar.

- Meu senhor, estávamos o procurando por toda a parte. Nós viemos lhe buscar para que finalmente pudesse começar os preparativos para a sua acessão – disse um deles, fazendo com que sua voz rouca e grotesca chegasse aos ouvidos do menino.

- Os seus generais já estão a sua espera, meu senhor. Estão agora mesmo cuidando dos planos e de suas tropas. Todos estão bastante ansiosos para verem o seu despertar para o mundo – o outro continuou.

- Por isso, te pedimos que venha conosco, para que assim nos podássemos o levar até... – o da direita iria continuar falando se não fosse por sentir sua cabeça deitada no chão, nem percebendo quando ela fora cortada de seu corpo, que caiu logo após de sua cabeça rolar no solo.

            Quando percebeu o corpo decapitado ao seu lado cair no chão, o outro homem rapidamente se levantou assustado, pois não havia visto nada e nem percebido quando o seu companheiro fora atacado. Ele então olhou para dentro do beco, não conseguindo ver nada no fundo, por conta da escuridão, só podendo vê um par de olhos vermelho escarlate o observando.

- O que vocês acham que são para exigirem algo de mim – a voz de Aaron fora ouvido pelo outro e era bastante notável a irritação pelo seu tom usado – Vocês não passam de putres, que não são mais nada do que vermes.

- Me desculpe meu sen... – fora cortado quando sentiu perna sendo arrancada fora por um volto preto, o que o fez soltar um grito de dor.

- Eu não te dei permissão para falar! – o garoto ditou mais irritado ainda – Estou pouco me fodendo para os generais e mais ainda para essa guerra de merda! – esbravejou e, enquanto isso, as sombras do beco iam crescendo e se modificando, fazendo aparecer sombras em formato de tentáculos, que iam avançando lentamente pelo chão e paredes do local, até chegar à rua – Nunca mais me chame de “meu senhor”, nem você ou qualquer outro de seus irmãos imundos ou até mesmo um dos generais. Não me importo com oque vocês pensam que eu tenho que fazer ou o que querem. Mas, sem sombra de duvida, o seu maior erro foi vim atrás de mim hoje, pois estou bastante estressado e irritado.

            O putre nem teve tempo de responder, pois rapidamente correntes pretas saíram de dentro do beco, pegando ele e o falecido putre pelos membros, tronco e cabeça, para depois os arrastar para dentro do beco escuro, onde desapareceram nas sombras. Após isso só houve o mais completo silencio, não vinha nenhum som tanto da rua, quanto de dentro do beco. Pouco tempo depois, Aaron sai do beco, calmo e tranquilo, sem apresentar nenhuma preocupação ou aflição pelo ocorrido. Ele então põe seus fones de ouvido e coloca uma musica para tocar, voltando a caminhar para a sua casa enquanto cantarolava no ritmo da musica. Deixando para trás nenhum rastro do que tinha acabado de acontecer ali.


Notas Finais


Esse capitulo foi bem simples, mas espero que tenham gostado.

Até a próxima gente.


Estou ansioso para receber o resto das fichas e poder começar para valer a historia kkk


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