História Destroyed - Capítulo 2


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Categorias Harry Styles, One Direction, Taylor Swift, Tyga
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Taylor Swift, Tyga
Tags Decepções, Mentiras, Romance, Segredos
Visualizações 49
Palavras 2.981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores, voltei com mais um capítulo para vocês. Antes de tudo, já quero agradecer pelos comentários maravilhosos e todos os favoritos. Fiquei muito feliz em saber que gostaram do prólogo e possivelmente da história.

Só pra adiantar, que Harry e os meninos NÃO vão aparecer nesse capítulo. Como falei no anterior, os dois primeiros irão ser baseado APENAS na vida da personagem.

Adicionei alguns personagens secundários, que vão ser bem importantes para o decorrer dos demais capítulos. Como descrevi, essa história não vai ser voltada apenas nos personagens principais. Quero deixar um enredo bem diversificado.





Bem... por enquanto é isso. Sejam todos bem vindos, e tenham uma ótima leitura. 💕💖

Capítulo 2 - My Way.


Fanfic / Fanfiction Destroyed - Capítulo 2 - My Way.

"Para que esperar para dizer? Pelo menos eu fiz do meu jeito. Deitado acordado, duas caras mas no meu coração, eu entendo. Eu fiz minha jogada e foi tudo por você, agora me sinto dispensado. Você era única coisa no meu caminho. – Calvin Harris (My Way)."

                

           Pearl Grant's Point Of View.

           14 de Setembro de 2017.

                   17:41 a.m.

Califórnia, Long Beach – Estados Unidos.

 

Um grande flashback apareceu na minha mente nesse momento, e me lembrei de quando Amélia foi embora. Tudo nela se voltava para o egoísmo e egocentrismo inevitável, não era tão diferente dos outros.

Eu ainda estava paralisada, apenas encarando sua fisionomia relutante. Faz tanto tempo que não sentia sua presença assim tão perto de mim, que o último sentimento a ter por ela é ódio. Tinha uma coisa mais forte instalada dentro de mim, fazendo esquecer qualquer tipo de desgosto que já tive um dia. O desprezo.

O desprezo e o silêncio são as melhores respostas para suas futuras perguntas enigmáticas.

– Pearl. – Sua voz embargada se fez presente no cômodo e o único movimento que consegui fazer, foi levantar vagarosamente do sofá. 

Amélia deu pequenos passos para frente e tentei analisar melhor suas feições, vendo a mesma com os olhos lacirmejados. Acreditem, são nesses momentos que me dar uma enorme vontade de rir. Mas rir de irônia recheado do sarcasmo.  

Durante todos esses anos sem sua estadia na minha vida, aprendi ser uma pessoa de alter ego. Sempre crio questões sólidas que nem sequer cabem a mim. Só tento, apenas tento passar uma visão para outras pessoas da qual não sou. E admito para mim mesma, que meu ego é mais forte que minha própria personalidade e minha imagem é maior que minha essência.

 – Vim buscar você. – Ela questionou em um fiapofiapo de voz, que se não tivessem todos em silêncio não conseguiria escutar. 

 –  Me buscar? E qual direito de mãe você tem para vim até aqui e dizer essas palavras horrendas? -- Minha voz soou um pouco arrogante. Estava fazendo de tudo para não soltar toda raiva que sentia da mesma. 

 Edward reapareceu na sala, e ao ver uma mulher com possíveis características de Amélia Grant arregalou os olhos. Em instantes ele colocou sua atenção sobre mim e depois pra ela novamente. Edward tinha o mesmo semblante no rosto, o qual eu estava à minutos anteriores.

A mesma que se encontrava com um aspecto totalmente diferente da última vez que vi, à quase oito anos atrás. Sua pele estava mais pálida, a boca mais carnuda. Seu corpo magro e olheiras visíveis, não reconheceria sua atual peculiaridade. 

– Eu não tenho direito algum sobre você a quase oito anos. Mas sou sua mãe, e independentemente de qualquer coisa, irei continuar sendo até minha morte.  – Ela ignorou ou tentou fingir que não tinha ninguém presente na sala. Parou por alguns segundos, e voltou novamente a se pronunciar. – Infelizmente seu pai morreu, e não tem mais ninguém a não ser a mim para você poder ficar. Realmente a morte dele nos deixou muito impactadas, inclusive você. Mas... a vida continua. Não podemos parar por causa disso. – Amélia sinalizou com as mãos para o cômodo, e mais uma vez deu alguns passos em minha direção e dei dois para trás, impedindo dela me tocar. 

– Por favor, não se aproxime de mim. – Meus olhos permaneciam cheios de lágrimas. – Eu realmente estou muito triste com tudo que aconteceu. E não estou me referindo apenas na morte do meu pai, e sim no que você fez comigo. – comecei a sentir às lágrimas decendo vagarosamente e a água salgada batendo de encontro com minha boca. – E não... sei se tenho um psicológico suficiente para te perdoar. – Senti minha cabeça latejando de tanta dor, devido ao cansaço físico e principalmente psicológico. Lá no fundo, eu sabia que ela iria voltar um dia. Mas não imaginava que seria apenas depois da morte do meu pai.

– Acha mesmo que eu iria embora propositalmente sem te levar? MAIS É CLARO QUE NÃO. – Amélia gritou também chorando e olhou ao redor vendo os demais na sala, ela enxugou às lágrimas e se virou para mim. – Nós precisamos conversar, mas creio que aqui não seja o lugar e momento certo para isso. 

Amber veio até mim e tocou de leve em meu braço para mim acalmar. Chloe e Edward assistiam todo esse momento em silêncio. Meus batimentos cardíacos estavam acelerados e fechei os olhos, respirando vagarosamente para tentar me recompor.  

– Pearl você precisa entender o lado dela, inclusive o seu. Amélia é praticamente sua única parente existente, e a única que está disposta a cuidar de você. Você está bem ciente que os demais não quiseram nem se quer vim no enterro de seu pai. –Edward resolveu se intrometer na conversa, e se aproximou de mim colocando uma de suas mãos em meus ombros e me encarando fixamente. – Eu entendo que ela te deixou à anos atrás e que você sofreu muito, até porque eu estava aqui para testemunhar tudo que aconteceu. Mas pense bem, já está na hora de vocês duas se redimirem. Ambas são mãe e filha, não podem ficar chateadas uma com a outra pelo resto da vida. – Ele tinha toda razão. Mas por que as palavras dele conseguiram me afetar? Deve ser porque tudo que falou era a mais pura verdade. Edward mantinha uma expressão calma, e olhei para minhas amigas, que estavam perto da escada.

Nem vi quando Amber se afastou de mim, acho que foi quando Edward veio conversa comigo. Me senti extremamente culpadas por elas, ambas não precisavam presenciar tudo isso. Com certeza não devem está nem um pouco confortável com o que está a se passar agora. 

Análisei Amélia, pensando em tudo que Edward acabou de dizer. Posso descrever que todo esse silêncio já estava começando a se tornar chato e agonizante.

Meu subconsciente já começava a reclamar de eu ser uma pessoa tão onipotente. Mas não me sentia cupada por causa disso, até porque ela me machucou muito. Sofri bastante sem uma companhia materna ao meu lado, e poxa, era apenas uma criança inocente. Não sabia o quão isso poderia me afetar no futuro.

 Ouvi um barulho forte vindo da porta, quebrando todos meus pensamentos. Olhamos para frente, e instantaneamente arregalei os olhos quando conheci quem era. Comecei a sentir uma raiva, que nem eu mesma sabia que existia dentro de mim.

-- Oh minha querida Pearl, sinto muito pelo o que aconteceu com o seu pai. -- Minha tia disse vindo em minha direção e me abraçou, mas não retribui. Edward me encarou de soslaio, e tanto eu quanto ele estávamos surpresos pela sua chegada. Pelo visto hoje é o dia de receber visitas inesperadas.

-- Se afaste da minha filha Scarlet. Não quero você perto dela. -- Amélia gruiu e minha tia colocou sua atenção nela, a encarando subitamente.

-- Amélia... nossa como está diferente. Digamos que saiu do ruim para entrar por pior. -- Ela riu irônica e minha mãe manteve uma expressão de raiva.  -- Só por quê reapareceu das cinzas, já está se achando a dona da fortuna do Grayer. Sinto até pena de você.. -- Scarlet ignorou a mulher atrás de si e voltou novamente sua atenção para mim, pondo uma expressão diferente ao olhar para Edward. -- Fico triste que vá embora, sentirei sua falta querida Pearl. Mesmo nós não termos bom... uma relação mais avançada entre tia e sobrinha. De qualquer modo, sentirei sua falta. -- Ela alisou meus cabelos e fiz o máximo para não revirar os olhos. Só um idiota que não perceberia seu tom irônico em todas as palavras que acabará de dizer. 

Nunca irei encontrar uma mulher tão futil e esnobe igual Scarlet Whright. E não, nunca tivemos nenhum tipo de aproximação. Ela só aparecia algumas vezes no dia de ação de graças, e mesmo assim só ficava no pé do meu pai. Não sei onde vive e muito menos com quem. 

-- Scarlet por favor, não é o momento para ser irônica. Todos nós ou a grande maioria, sabemos que você nunca possuiu nenhum tipo de aproximação com a Pearl.  -- Já posso dizer que amo o Edward, por ter falado praticamente tudo que acabei de pensar?Scarlet encarou ele da cabeça aos pés, e mostrou os dentes alinhados. Deu a volta e se sentou no sofá cruzando as pernas, olhando de soslaio para minhas amigas. Às quais estavam sentadas em um dos degrais da escada observando tudo que acontecia. Fiquei surpresa ao ver que minha tia obedeceu. Acho que ela finalmente deu a entender que ninguém estava em um bom clima e resolveu por fim ficar quieta em um lugar.  -- Você não quer descansar um pouco Amélia? Tenho certeza que está cansada e a Pearl também.  Hoje foi um dia bastante exausto, e cheios de surpresas inesperadas. -- Ele automaticamente virou sua atenção para Scarlet, dando a enteder que a última frase dita, foi direcionada a ela.  

 -- Isso não vai ser necessário. Já comprei nossas passagens, e o voo para Inglaterra irá sair daqui a uma hora e não queria perder-las. -- Ela se pronunciou e senti sua atenção caindo sobre mim. -- Pearl acho melhor nós irmos embora. Você está muito cansada, eu também... -- Suas últimas palavras ficaram no ar, e fechei os olhos sentindo minha cabeça latejar mais forte. Minha garganta estava seca, e não queria tomar água agora. 

-- Eu não quero ir com você. -- Minha voz soou baixa. Eu não queria ir pra longe e deixar minhas únicas amigas, as únicas pessoas que se importavam comigo. Sei que não havia mais nada à ser feito. Ainda do jeito que estou cansada, exausta e fraca, não tinha psicológico para raciocinar.

-- Pearl por favor, você não está em condições para isso. Desista. Não há mais nada para fazer a não ser aceitar. -- Porque Edward estava defendendo ela? Ele quer mesmo que eu vá embora? Eu sei que ele estava certo. Mas eu queria tentar fazer alguma coisa para não ir embora. Vi a silhueta de Chloe descendo as escadas com minhas malas em mãos, e meu coração se apertou ao ver aquilo.

-- Vocês querem mesmo que eu vá embora? -- Perguntei para elas, que arregalaram os olhos. 

-- É claro que não Pearl, isso nunca. Se fosse pela nossa vontade, você ficaria conosco. Mas é menor de idade e infelizmente não pode. - Amber falou as pressas e meus olhos se encheram de lágrimas. Me virei e encarei minha mãe, que estava ao lado do sofá me observando em silêncio. Minha tia estava sentada ao seu lado vendo tudo com ar de diversão, mas preferi ignorar.

-- Tudo bem, você conseguiu o que queria. Mas quero deixar uma coisa bem clara. Não quer dizer que só porque vou embora contigo, que simplesmente irei te perdoar por tudo que fez. -- Parei por alguns segundos e voltei a falar. -- Você me magoou muito, e sofri bastante. Tudo é questão de tempo. -- Amélia estava com os olhos brilhando. Provavelmente era mistura de felicidade por eu está indo, e outra por ter consciência de tudo que fez durante esse tempo que estava longe de mim.      

-- Entendo que lá no fundo você não queira ir comigo,mas infelizmente a escolha não é sua. É melhor irmos, não quero perde o voo. Ficamos muito tempo conversando e as horas se passando. -- Ela disse e saiu da sala, indo para fora de casa. Minha tia se levantou do sofá e me deu um sorriso debochado e foi atrás dela. A maldita com certeza estava se divertindo com todo meu sofrimento e com as coisas que estão a se passar. 

-- Não fica assim Pearl. Quando você completar a maioridade, poderá escolher viver onde quiser. -- Chloe se pronunciou perto de mim e Edward pegou minhas malas de suas mãos.

-- Eu sei disso. Mas mesmo assim não queria ir. Ela me deixou ainda criança, e depois de quase oito anos reaparece com a cara mais lisa do mundo, dizendo que vou embora para outro país. Não é fácil passar por uma situação dessa. -- Relatei encarando um ponto fixo e senti meus olhos se encherem de lágrimas novamente.

-- Eu sei que Amélia foi a única solução, mas você precisa relaxar um pouco. Tenho certeza que quando estiver lá, vai se habituar rápido com o ambiente e principalmente com ela.  -- Edward disse e olhou para mim, convicto de suas palavras. Eu nesse momento, já não sabia mais de nada. -- Eu só preciso resolver alguns problemas do seu pai que ficaram pendentes na empresa, e na mansão. E claro, seus bens. Garanto a você, que dentro de alguns dias estarei  na Inglaterra. -- Quando ele disse "bens", já sabia do que se tratava.

Querer dinheiro de uma pessoa morta, ainda mas vindo do meu pai, era a última coisa que me importa nesse momento. Agora entendi, por quê minha tia veio pra cá dar uma de protetora. 

-- E nós iremos te visitar amiga, é óbvio que não vamos esquecer de você. Ah e só pra te alerta, que é melhor comprar muitos casacos e roupas de frio. -- Amber falou divertida e me deu um abraço caloroso. --  Com um tempo irá se acostuma com o ar gelado da Inglaterra.  -- Ela disse depois que me soltou e assenti, sorrindo fraco pela primeira vez durante esses dias.

Caminhamos para fora e agradeci aos céus por Amélia já está dentro do carro. Scarlet estava falando no celular um pouco afastada de nós e percebi Edward dando uma rápida olhada para a mesma, pra logo em seguida colocar meus pertences na mala do carro.   

Me despedi de todos pela última vez, exceto minha tia, que já tinha desligado o aparelho. Nunca gostei dessa mulher, sempre deixou transparecer ser uma tremenda ambiciosa e má. O que não era mentira.

Dei um rápido abraço no Edward, que me deu um beijo na cabeça e mandou me cuidar durante os dias que não estarei com ele. Entrei no carro ao lado de Amélia, que se mantia em silêncio. O motorista ligou o veículo e foi em direção ao aeroporto.

Dez minutos após chegamos e  o taxistia fez a gentileza de nos seguir com nossas malas. Em nenhum momento eu e Amélia nós falamos, e preferia dessa maneira. Não estava com ânimo em conversa agora. 

-- Preciso ir ao banheiro. -- Disse assim que sentamos em um banco qualquer para esperar o voo ser chamado. Ela me olhou e assentiu cabisbaixa, e me levantei.

Fui caminhando a procura do banheiro, estava completamente perdida naquele enorme lugar. Depois de caminhar por um bom tempo, trombei com um homem alto e loiro, fazendo eu cair de bunda no chão.

-- Oh céus, me desculpe sou muito desastrada. -- Me pronunciei depois de me recompor e naquele momento minhas bochechas se encontravam-se vermelhas. O rapaz  estendeu sua mão para mim ajudar a levantar, e retribui. Ele me puxou com tudo pra cima e quase cai novamente, mas ele me segurou. 

--  Você está bem? -- Ele perguntou me analisando fixamente e resolvi encarar seu rosto, assentindo. Minha nossa, ele é muito... charmoso. O menino possuia cabelos loiros, o qual estava alinhado em um topete, grande íris azuis. E o que não deixava de se notar também, eram seus braços malhados onde se encontrava  tatuagens na mesma. 

-- Sim estou. -- Respondi ainda grogue, e ele por fim me soltou. 

--  Como se chama? -- O menino de olhos azuis perguntou e agradeci aos céus por ninguém ter visto o incidente. 

-- Me chamo Pearl e você?

 -- Bernard White. -- Ele disse, agora olhando para todos os lados e voltou sua atenção para mim novamente. 

-- Tenho que ir Bernard. Já estou um pouco atrasada. -- Pronunciei e Bernad assentiu sorrindo. 

-- Foi um prazer te conhecer Pearl. Aliás é um nome muito bonito.  -- Sorrir envergonhada pelo seu comentário, e estendeu sua mão, mas dessa vez foi para mim cumprimentar. Retribui seu ato e logo após o rapaz foi embora, desaparecendo no meio das pessoas.

Tentei me recompor novamente e fiquei mais uns minutos procurando o maltido banheiro, até que finalmente encontrei. Entrei e fui direto para pia ligando a torneira.  Molhei meu rosto e encarei minha fisionomia no espelho, vendo grandes olheiras se formando ao redor dos olhos. Respirei vagarosamente. Estou muito cansada, fisicamente e psicologicamente. Me sinto um pouco insegura com tudo que está acontecer agora. Bem... acho que não deva ser tão ruim assim, né!

Sai do banheiro, vontando para o meu assento. Por pouco me perdir novamente, mas ainda bem que consegui encontrar. A poucos metros de distância, já vi minha mãe olhando para todos os lados completamente nervosa, provavelmente me procurando.

-- Graças a Deus. Eu achei que você tivesse fugido. -- Sua voz já se encontrava embargada e me segurei para não revirar os olhos.

-- Eu não preciso fazer isso. 

-- Eu sei que não Pearl. Mas tenho medo de você fazer alguma besteira, por causa disso. -- Sua peculiaridade estava séria, e com um ar de preocupação. Por um momento, senti pena de suas palavras e seu semblante.

-- Não vou fazer besteira alguma, acho totalmente desnecessário. -- Parei por alguns segundos, ouvindo chamar os voos. -- Aliás, só tenho você agora. 

-- Bem... teremos o tempo inteiro para conversarmos sobre isso. Agora precisamos ir. --  Assim que ela terminou de dizer, o voo para Inglaterra foi chamado, pegamos nossas malas e caminhamos para fora.

Entramos no avião e guardei meus pertences. Me sentei do lado da janela e ela preferiu ficar sentada atrás de mim, coloquei o cinto de segurança e encostei minha cabeça. Senti o avião começando a taxiar pela pista, e fazer impulso para frente.  Assim que começou a sobrevoar, acabei fechando os olhos vagarosamente, logo pegando no sono.

 

 


Notas Finais


Este capítulo foi bem prometedor, eu particularmente amei escrever. Obs: Essa tia da Pearl vai dar o que falar viu kkk e alguém se tocou que a Chelsea nem apareceu? Bem, a presença dela não foi despercebida. Quem não gosta de suspense, né?


Bem, por enquanto é isso. Obrigada a todas que leram até aqui, e espero que tenham gostado.





Até a próxima, beijos e até mais!! ❤💕💖


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