História Destroying Roses - Capítulo 7


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Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Personagens Originais, Reita, Ruki, Uruha
Visualizações 15
Palavras 1.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus pitchuquinhos. Andei esse tempo toda sumida pq me casei nesse meio tempo, e até me adaptar com a nova vida foi difícil. Infelizmente não conseguia escrever, mas graças aos deuses eu voltei, e agora voltaremos com a nossa fic!!!! O que vai acontecer com a nossa Alice nos próximos episódios??? Só acompanhando para descobrir... Sem mais delongas, bom capítulo!!!!

Capítulo 7 - Love Will Bem Born Again Parte I


 Era manhã em Tokyo. A luz do sol entrava pela fresta da janela entre aberta acordando a jovem jazida em sua cama. Alice então pegou o celular e olhou a hora esfregando seus pequenos olhos. Ela dormira mal aquela noite, pensativa demais para que o sono a toca-se. E para piorar, os sonhos a assombravam, desde a morte da mãe ela tinha pesadelos constantes. Ora era perseguida por um homem vestido de preto, ora estava totalmente perdida. Ela era incapaz de tentar entender tais pesadelos, e se quer tentaria.

A menina de madeixas avermelhadas, que agora estavam extremamente desordenadas, se sentou em sua cama e tornou a pegar o celular e olhar as horas. Ainda eram 11 horas da manhã. “O que eu deveria fazer até a hora de sair?” Era oque ela pensava. Alice sempre fora um pouco desleixada com a aparência. Passou a usar maquiagem apenas após os shows, mas então, por algo que podemos chamar de milagre ela começou a procurar alguns tutoriais de maquiagem na internet. E se encontra-se com o Gazette? E se essa fosse a chance da vida dela? Ela seria famosa? Independente do que aconteceria ela queria estar realmente bonita. Pensou ela.

Finalmente, ela se levantou e abriu o guarda roupas, começou a tirar inúmeras peças de lá, roupas coloridas, presente de natal passado de seus pais. Ela não gostava, mas não queria dizer aos seus pais para não recomeçar mais uma briga. Ela sempre gostou de cores mais escuras, olhou para seu velho moletom preto jogado em uma poltrona de canto. Não poderia ir com ele. E voltou a olhar para o guarda roupas, tantas roupas, mas nada que realmente a agrada-se. E então ela o viu. O Vestido que havia comprado quando ainda morava com o seus pais. O comprou apenas porque havia achado bonito, mas nunca chegara a usar. Era um vestido simples preto, de saia rodada e coberto de renda, apesar de simples era perfeito para a ocasião. Para combinar ela pegou seu coturno preto de salto.

Ela então fez sua higiene matinal, embora quase tarde, e desceu para tomar café. Sua irmã não estava, mas deixara almoço. Ela novamente subiu e foi tomar um banho. Foi um banho longo e demorado, lavou e hidratou os cabelos e finalmente saiu do banheiro com a toalha enrolada no corpo. Pegou o celular e enviou mensagem para todas as meninas confirmando onde se encontrariam. A empresa não ficava muito longe da casa dela, cerca de 8 minutos, todas a encontrariam em frente ao prédio. Ela então olhou novamente o relógio e viu que já eram 13 horas da tarde, enquanto o cabelo secava ela pintou de preto as unhas, elas eram curtas por causa da guitarra. Depois de pinta-las terminou de secar o cabelo com o secador e os penteou, decidiu que os deixaria solto mesmo, diferente do habitual, deixava o cabelo sempre preso, era um costume de quando morava no Brasil. As amigas já haviam lhe dito para deixa-los soltos, que ficava realmente linda assim, mas era difícil desfazer do costume.

Por ultimo, a maquiagem, ela fez algo leve no rosto, apenas base e delineado nos olhos, e um batom leve rosado. Sem perceber, se vestira toda de preto, se não fosse pelos cabelos castanhos avermelhados ela diria que estava igual a Mortícia Addams do século 21. Bom, pelo menos ela gostava da Família Addams.

Alice estava finalmente pronta, checou novamente a hora, eram 14horas, ela poderia até almoçar, mas ela sabia que com o nervosismo nada pararia em seu estomago. E então cedo assim mesmo, ela arrumou a sua bolsa e saiu. Ela achava melhor chegar bem adiantada do que super atrasada. Ela caminhava pela rua pensativa, decidira ir caminhando mesmo. Pensava em tudo que já havia acontecido com ela. Nos estudos, nos pais, na morte da mãe, que apesar de não expressar tanto, ela ainda sofria, no pai que a expulsou de casa, no trabalho que havia abandonado após o inicio da banda, na irmã que quase não parava em casa. Desconfiava até que ela havia arrumado um outro namorado, mas não era algo que ela iria meter o bedelho. Pensava também se seria tão boa assim, se cantava e tocava tão bem. Por que uma empresa de porte grande como a PS COMPANY queria uma banda tão pouco famosa e novata como a Destriyng Roses? Será que era alguma brincadeira? Ela não sabia.

Então pouco mais de 10 minutos depois ela chegou em frente ao prédio, era um prédio bem grande, era todo espelhado, reluzia ao sol, havia uma pequena praça e uma fonte de água em frente ao prédio, Alice foi se sentar em um banco que havia lá. Passaram se alguns minutos, ela começou a ficar ansiosa e tensa, então ela se concentrou e relaxou, precisava ficar calma, não poderia errar hoje. Então começou a cantarolar baixinho uma música, ela cantarolava Pledge, aquilo a acalmava. Sem perceber já estava totalmente envolvida na música, Gazette tinha aquele efeito nela.

- Essa música é muito boa – Disse alguém atrás dela.

Em um súpeto susto virou se assustada. E ficou ainda mais assustada com quem era. Era o próprio Ruki. Ela ficou boquiaberta como se ele vê-se o fundo de seu coração. Se ele soubesse o quanto ela havia sonhado com aqueles cabelos loiros, aqueles olhos que ela achava extremamente sexy, aquela boca hipnotizante e aquela voz...

- Olá, me desculpe por assusta-la. – Disse sentando se ao lado da moça. – Você seria uma das garotas que Nishida está esperando hoje?

- Sim... – Disse Alice ainda meio envergonhada. – Sou Airi. – Concluiu fazendo uma reverência.

- Takanori, muito prazer Airi. – Respondeu Ruki também fazendo reverência. Mal sabia ele que ela já sabia muito mais sobre ele do que ele imaginava.

Alice estava extremamente tímida, jamais pensou em conhecer seu ídolo assim por acaso. Ela balançava o pé tentando afastar de sí a timidez e o nervosismo.

- E então, que instrumento você toca? – Perguntou Ruki.

Alice iria respondê-lo quando ouviu alguém gritando seu nome e correndo. Era Aoi.

- Bom, eu vou indo Airi-san, nos vemos lá dentro. – Disse o loiro rapidamente dando uma piscadela.

Kaori então se aproximou e a cumprimentou.

- Estou muito ansiosa, é a nossa chance, Haruka e Arika já estão chegando. – Disse rapidamente olhando o celular. Às vezes Alice se surpreendia com a rapidez que Kaori conseguia falar. – Quem era aquele? – Perguntou vendo o semblante da menina ainda assustada.

- Sei lá, só me perguntou se eu iria a PS COMPANY. – Mentiu arqueando os ombros, odiava mentir, mas sabia que se não o fizesse seria bombardeada de perguntas que não estava nem um pouco afim de responder agora.

E então as outras chegaram. Alice se levantou e as cumprimentou. Todas se encaminharam a porta de entrada. O que as esperaria atrás dela?


Notas Finais


Nos links abaixo são um exemplo de roupas q Alice usou no Cap.
https://http2.mlstatic.com/S_595411-MLB20574145461_022016-O.jpg
https://i.pinimg.com/originals/d2/19/15/d2191526de7e02c98a677391c3506781.jpg
Obrigada por lerem, e desculpem qualquer erro. Até a próxima.


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