História Destruidora de casamentos - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Becky G, Justin Bieber
Personagens Becky G, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Becky G, Justin Bieber
Visualizações 23
Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 8 - Meu ex


Fanfic / Fanfiction Destruidora de casamentos - Capítulo 8 - Meu ex

Eu estava na empresa, tinha acabado de relatar como estava o andamando da minha aproximação com o Justin, e depois de semanas eu tinha boas notícias.

Justin e eu depois daquele dia não nos encontramos mais, não transamos, mas ele sempre mantem contato comigo por mensagem, sempre deixando bem claro que só não vem me ver porque esta ocupado e quando sai da empresa esta totalmente esgotado, então só pensa em ir para casa. E eu o entendo, não trabalho na mesma intensidade que ele mas fico cansada do mesmo jeito, parece que só de pensar em empresa o cérebro já entende como cansaço.

Justin mensagem 15:40

Eu finalmente vou conseguir um tempo livre, quer me ver? Ou já não se importa comigo? :(

Com pouco tempo de conversa com Justin, já percebi o quanto ele é carente, dramático e melancólico as vezes, não gosto muito disso, mas consigo suportar.

Miranda mensagem 15:40

Acho que quem deveria perguntar se você quer me ver sou eu?

Toda vez que conversavamos eu me jogava um pouco, por dois motivos: preciso mostrar interesse e preciso que ele mostre também. Eu sabia que desde o dia que quase transamos, ganhei uns pontos a mais em relação a ele, mas sabia que ainda não era o suficiente para conseguir chegar onde queria.

Justin mensagem 15:40

Claro que quero, se não quisesse não estaria falando com você essa semana toda.

Era ótima a sensação de saber que estou conseguindo o atrair.

Miranda mensagem 15:41

Que horas então?

Justin mensagem 15:41

As 20:30, podemos ir onde você quiser.

Miranda mensagem 15:41

Isso quer dizer que irei dirigir né?

Justin mensagem 15:41

Se você tiver um carro ;)

Miranda mensagem 15:41

Eu tenho um, mas qual o problema de você me emprestar o seu?

Justin mensagem 15:41

Eu tenho ciúmes oras.

Entendo ele, morro de ciúmes da minha moto também, o único que já tinha pego em minha moto para dirigir foi John.

Miranda mensagem 15:42

Ok então Justin ciumento, estarei aí as 20:30.

Justin mensagem 15:42

Estarei te esperando ;)

[•••]

Já estava pronta e com as chaves do carro de John na mão, preciso providenciar um carro, mas enquanto isso não acontece usarei o dele. Ele com certeza não vai gostar de saber que vou usar o carro dele para sair com Justin, John já demostrou mil vezes que mesmo sendo meu trabalho sente ciúmes de Justin, o que sinceramente acho uma palhaçada.

Assim que cheguei na frente da empresa de Justin, vi ele vir em minha direção lindo como sempre. Vestia sua típica calça social azul e com uma blusa branca. Ele entrou no carro, dando um beijo em minha bochecha, não gostava daquilo, não queria aquilo, o que eu queria mesmo era um beijasso de tirar o fôlego, porém eu entendo a sua situação, me beijar na frente da empresa não parece ser uma boa ideia.

— E então onde vamos? — Perguntou ele com aquele sorriso lindo no rosto enquanto me olhava e afrouxava a blusa.

— Bom eu pensei... — parei de o responder assim que vi um carro nos seguindo, sei muito bem de quem é aquele veículo e saber que ele estava tão perto de mim não me causava boas sensações. — Justin acho melhor você por o cinto de segurança.

— O que houve? — Pude perceber pela sua voz o quanto ele estava confuso, pelo menos ele fez o que pedi.

— Meu ex está atrás de mim. — Na verdade não era bem um ex, talvez eu possa até chamar de ex só que ex trabalho.

Geralmente meu trabalhos não vêem meu rosto por tanto tempo igual ao Justin, e é sempre tudo muito rápido. Porém esse trabalho tinha sido diferente, eu fiquei cerca de uma semana cuidando só dele, o cara era difícil o que tornou tudo quase impossível.

Eu dirigia mais rápido que o normal, com certeza seria multada pelos dois sinais fechados que ultrapassei, hoje o trânsito não estava tão caótico, o que facilitava a minha corrida.

— Para de correr desse jeito, podemos machucar alguém. — Justin disse nervoso, mas fingi que não ouvi. Minha vontade era de machucar alguém e esse alguém estava bem atrás de mim, o que me deixava ainda mais puta. — Para porra! — Ele gritou colocando a mão no volante, me fazendo entrar em uma rua sem saída. Senti meu coração bater mais rápido por causa do susto, fiquei ofegante por isso. Queria xingar o Justin de todo palavrão possível.

— Você está maluco? — Falei um pouco alterada, batendo violentamente no volante.

— Eu maluco? Você que está correndo que nem louca, poderíamos morrer você tem noção? — Ele me respondeu no mesmo tom, totalmente alterado e nervoso. Eu até ia responder ele, se aquele homem não tivesse aparecido. Saí do carro, indo ao seu encontro. Dessa vez não perderei a oportunidade de bater nele, e não iria bater pouco, eu não tinha anos de treinamento atoa.

— O que você quer Bruce? O que tínhamos já não está resolvido? — Falei bem séria, cruzando os braços.

Bruce é um dos caras mais malucos que já tive que trabalhar, ele não foi um serviço difícil mas também não foi fácil.

Flashback on

Era uma quarta feira e o sol que fazia pela primeira vez na semana não estava um absurdo de quente. Eu estava usando um vestido florido bem bonitinho, de tênis e uma maquiagem bem simples.

Estava esperando a chegada de Bruce, que era um cara um tanto charmoso, loiro, dos olhos azuis e da cor branca. Era um cara da beleza padrão da sociedade.

Meu trabalho não era complicado, o que deixava ele difícil era o tempo que eu tinha para cumprir com ele. Uma semana foi o tempo que o pai da noiva me deu para fazer isso, acho que as vezes algumas pessoas acreditam que sou o flash, coitados mal sabem que sou lerda pra jogar até uno.

Eu tinha que fazer Bruce confiar em mim e o fazer assinar uns papéis que passavam algumas de suas coisas para a noiva. "Por que não esperar até o dia do casamento, já que isto de qualquer forma seria feito?" perguntei isso ao cara que me contratou, ele me olhou com uma cara bem feia e disse: "Porque não quero esse cara com minha filha." Lembro de só ter concordado, pegado a minha pasta e ir para casa analisar tudo.

As vezes é complicado fazer isso sabe, eu tinha que ser fria, esquecer que as pessoas tem sentimentos e poderiam sofrer com isso. Não julgo meu trabalho, apesar disso tudo, na verdade fico aliviada de ter toda a oportunidade de viver disto, porquê se não fosse ele não sei o que seria da minha vida ou se estaria viva para contar história.

Vi o Bruce se oproximar da mesa onde eu estava, vestido no seu jeans e blusa. Ele puxou a cadeira e sentou em minha frente, me dando um breve sorriso.

O plano seria: eu entregava o papel, dizendo que fazia parte de uma empresa, que queria ajudar ele a colocar uma filial no Brasil, lembro que foi um puta rolo conseguir chegar nele, principalmente em três dias, a secretária dele queria resolver tudo, eu precisei ir na empresa para conseguir falar com ele e quando o vi percebi pelo jeito que me olhou o porque do pai da noiva não querer o casamento deles dois. Bruce era bonito como disse, mas o olhar que ele me lançava era nojento.

— E então, onde está a papelada? — Pego uma pasta em minha bolsa, sem lhe dar nenhum tipo de olhada ou sorrisinho, não queria parecer estar a fim dele, isso não fazia parte do plano.

— Aqui. — Coloquei na mesa, empurrando para perto dele, vi ele pegar uma caneta do bolso da blusa e depois analisar o contrato. Eu não fazia a mínima idéia do que o contrato exigia especificamente, porém tinho certeza que não era pouca coisa.

— Realmente posso confiar em você? — Me olhou com a testa franzida, conseguia enxergar sua dúvida e desconfiança de longe, se eu fosse ele não ficaria diferente.

— Eu corri atrás de você por muito tempo, enchei o saco da sua secretária, se não quisesse nada não perderia meu tempo desse jeito. — O olhei com meu olhar mais confiante, ele sempre funcionava.

— Okay então. — Ele passou algumas páginas, assinando no devido lugar, várias vezes.

— Muito obrigada. — Peguei o papel, com certa pressa, queria ir embora e nunca mais olhar na cara desse homem. Quando me levantei para ir, vi ele fazer o mesmo, me puxando pelo braço antes de eu seguir meu caminho.

— Se algo der errado, vou atrás de você até no inferno. — Soltou meu braço e seguiu caminho na frente. Pela primeira vez senti medo.

Flashback off

Acho que deu errado, porque desde então ele não saiu do meu pé, não sei quais eram as reais intenções dele, na verdade em uma das vezes que o peguei me perseguindo ele disse que iria me destruir da pior forma, nunca dei atenção para ele. Ele com certeza é só mais um cara amargurado e mal amado nesse mundo.

— Nós não resolvemos nada sua vagabunda. — Em um piscar de olhos ele se aproximou de mim puxando meus cabelos, eu tentei fazer algo, mas antes que eu pensasse em agir vi Justin dar um soco certeiro no nariz dele, quando Bruce levantou o rosto vi o sangue escorrendo de suas narinas.

— Nunca mais encoste nela, está me ouvindo? — Justin o pega pela gola da camisa o puxando para cima, nunca tinha visto Justin bravo daquele jeito, na verdade nunca vi em minha vida alguém me defender daquela forma, nem mesmo o John.

— Vai defender essa louca cara? Ela não merece isso. — Justin acerta outro soco na cara dele, o fazendo cair no chão. Eu olhava tudo chocada.

— Cala a boca, seu merda. — Percebi que precisava fazer algo quando vi Justin distribuir chutes naquele loiro ridículo, não podia deixar ele fazer isso, porque quem acabaria com Bruce seria eu.

— Justin vamos, não vale a pena. — Puxei ele com toda a força possível para sair dalí, quando consegui o enfiei no carro com certa pressa. Entrei no mesmo saindo correndo, não me importando com o jeito que Bruce ficou. Queria mesmo que ele se fodesse, só me importava em chegar em casa e ajudar Justin.


Notas Finais


OLA GALERA, TUDO BACANA? vocês acharam que não ia ter mais capítulo né? Capitulo fresquinho, com treta e mais história da Miranda.
Beijos até o próximo 💕


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...