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História Desventuras da família Todoroki - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Acho que é alguma macumba porq não é possível que eu só poste capítulo novo as três da madrugada

Aiai essa ettesil

Enfim, só queria dizer que estou orgulhosa da capa, apesar de ter faltado a Fufu 😭😭😭😭— Sorry fufu mas não vou fazer outra nem fudend— que fiz e um MUITO OBRIDADA a @Saky_jujuba por sempre me dá ideias e me ajudar com tudo. Sério, ela é sempre um salva vidas para a ett aqui.


Tenham uma boa leitura.

Capítulo 4 - Um mau presságio



A DESTRUIÇÃO ERA TERRÍVEL.

Os heróis tinham perdido toda a esperança. Tantas vidas perdidas e tantas vidas que ainda estavam por se esvair...


As lágrimas nos olhos de Shoto eram visíveis e a expressão que seu rosto carregava era a do mais puro desespero. Endeavor olhava para o vilão a sua frente sem acreditar, nem mesmo sabendo como ainda continuava de pé, sua consciência ia se apagando aos poucos. Um pouco afastado estava Midoriya no chão e olhando melhor também podia ser visto Bakugou, no chão, sangrando. Nada estava bem.  

Shoto não conseguia mais diferenciar o que estava a sua volta, apenas aquele homem e seu pai. Sua respiração se tornava cada vez mais inregular e tudo o que sua mente lhe dizia era que seu pai saísse dali o mais rápido possível ou então ele iria morrer. 


Um homem coberto de queimaduras olhava diretamente para Endeavor, seu olhar continha o mais puro ódio que podia existir e se Shoto estivesse em seu juízo perfeito poderia perceber que aquele sorriso o causava calafrios. 

O passado não pode ser apagado, aqui se faz aqui se paga — Disse ele. Sua voz foi o som mais aterrorizante e horrível que se pode ser ouvido e seu tom era completamente desequilibrado, beirando ao insano — Vamos decair juntos, Enji Todoroki! Venha dançar junto com seu filho no inferno!






Ochako acordou em um sobressalto, sua respiração falha e assustada. 


... 


MAS QUE PORRA FOI AQUELA?????


Ochako Uraraka era conhecida pelos seus sonhos sem sentido mas eles continuavam sendo sonhos, felizes com pneus, sim pneus, falantes e um cara careca que dizia ser herói por diversão que normalmente lhe dava conselhos e aparentemente sabia de tudo o que acontecia na sua vida, não uma guerra com pessoas assustadoras.


Adam's, o mundo não é mais o mesmo. 


O sol da manhã desfazia o frio da madrugada e, normalmente, trazia um sorriso ao rosto redondo da garota mas dessa vez não foi assim. Ochako estava sentindo um sentimento ruim, o gosto amargo em sua boca e o frio na barriga mostravam isso. 

— Você não tomou o seu lactoba...

Pela primeira vez em anos, Ochako Uraraka saiu de casa sem se despedir de sua mãe e o pior, sem comer ou levar seu lanche.

Seu sonho ainda estava a deixando inquieta, não o sonho em si mas o sentimento que veio com ele. Algo muito, muito, MUITO ruim iria acontecer mas o que? 


Minha bruxinha marinheira. 


Será que... 

Sasuke Uchiha iria sair da The Boys

Não, não. 

Ochako não iria conseguir viver com isso. 


Mas e se ele seguisse carreira solo? Não. Definitivamente não. O que iria ser do Sasuke sem o seu Naruto?

Talvez ele seja expulso porque engravidou uma fã e agora vai ter que casar com ela...




Ochako estava pensando demais e por pouco não foi atropelada por um carro em alta velocidade. A garota ouviu alguém xingando o motorista mas não deu tanta importância. 

Sem nem perceber a jovem já estava na escola, em sua sala de aula com uma Mina e seu fiel escoteiro, Kirishima, ao seu lado e aparentavam está preocupados. 

— Uraraka, você tá bem? 

Mina batia em suas costas como se tentasse a fazer se sentir melhor. 

— Sim? 

— É que você tá pálida e fez um barulho de vômito. 

Kirishima esclareceu quando viu a confusão da menina. 

— Eu tô be– 

Ochako colocou a mão sobre a boca e seu rosto se contorceu em uma careta. 

— Leva ela para a janela!

Agora sentada na mesa de Midoriya, este que gentilmente cedeu sua humilde carteira, a garota tinha a cabeça apoiada na janela e esperava a tontura, que só percebeu naquele momento que sentia, passar. 

— Você tá grávida? Minha Estrelinha do mar, e você nem me contou! 

Mina falava auto e se fosse qualquer outra pessoa, ficaria constrangida ou com raiva mas Ochako só a olhava sem entender. 

— Mina, eu 'tô menstruada.  

E também com um sentimento ruim, aquele gosto horrível na língua e aquele cheiro.

Ah

Aquele cheiro. 

Cheiro de coisa podre. 

Cheiro de queimado

Aquele cheiro familiar mas que ela não lembra de onde é. 

Pelo canto de olho Uraraka viu Shoto entrar na sala acompanhado de Yaomomo e Iida, pareciam está em uma conversa onde Shoto não participava mas pelo o que Ochako conhecia do menino, era óbvio que ele estava gostando daquele tempo. Mas ao ver as pessoas que rodeavam Ochako logo se afastou e foi em direção a mesma. 

— Pega, mamãe disse que é para você tomar um agora e outro no intervalo. 

Shoto lhe entregou uma sacola que não tinha apenas remédios mas também tinha seu bento e lactobacilos.

— Muito obrigada, Sho–chan! 

Disse chorosa e isso quase foi o bastante para a fazer esquecer daquele sentimento ruim. 

Palavra chave, quase. 






O dia passou normalmente. Bem, quase normalmente. Ochako estava bem mais atenta e foram incontáveis vezes que ela quase achou Midoriya e seus esconderijos estranhos. E também teve o professor Aizawa falando umas baboseiras sobre algo que ela não lembra mas que eram importantes. 

Isso é o que as mulheres chama de menstruação? Tá tudo tão ruim. Ochako nunca foi disso, sempre foi tudo muito de boas. 

Tirando as cólicas, claro.

Mas aquele cheiro ficou o dia todo ao seu lado. 

Inferno, nem cheiro de sangue era! 


— Querida, o que você tem? Está tão distraída... 

Ochako estava sentada no chão com sua cabeça encostada no colo de sua mãe que estava sentada no sofá com toda a sua beleza. 

— Eu não dormi muito na noite passada, deve ter sido isso. 

Os dedos longos e pálidos de sua mãe faziam um carinho na raiz de seu cabelo que estavam a deixando sonolenta. 

— Uraraka! Uma dama tem que ter suas horas de sono completas para que sua pele fique perfeita! — A mulher de cabelos louros tirou gentilmente a cabeça de sua filha e seu colo e a ajudou a se levantar — Ande, durma muito e se ainda estiver se sentindo triste podemos ir comprar bolsas novas amanhã bem cedo! Um estilista quer que eu seja sua modelo para a edição de outono e—

Sempre foi comum para Ochako dormir ouvindo sua querida mãe falar sobre as revistas de modas e não contos de fadas. Mas não importava, sua mãe podia está falando do próprio vento que ainda não importaria, só a voz dela era o suficiente. 





Dessa vez não teve sonhos assustadores e Ochako deveria está agradecida mas estava tudo sombrio. 

Uraraka acordou de madrugada, algo que nunca ocorria já que seu sono era bastante regulado, e a casa estava assustadora. Parecia o esconderijo do Orochimaru e ela nunca foi lá para saber!

 O vento era forte lá fora e parecia que a qualquer momento o assassino com uma Serra elétrica iria aparecer e a matar, o que era bem improvável mas para a mente de uma adolescente... 

Apesar de toda aquela ambientação assustadora, Ochako não pode ignorar os roncos de sua barriga, que eram bem altos, e por isso partiu em missão, ir buscar comida na cozinha. O caminho para lá não foi fácil mas felizmente ela chegou são e salvo. 

A menina tinha um prato em mãos e estava pronta para colocar um grande pedaço de pudim nele mas o barulho estrondoso da porta sendo arrombada a assustou tanto que o prato foi para o chão e um grito tão alto quando o estrondo saiu de sua boca. 

A silhueta de um homem era vista, seus cabelos espetados a assustaram tanto que lágrimas surgiram em seus olhos. A aura em volta dele gritava perigo e se afaste. Ochako sentia que ele era uma peste que precisava ser evitada a todo custo. 


— Ah, jovem mestre— 

Uma criada apareceu segurando alguns pratos que assim que Ochaka os viu e pegou os jogando no chão novamente. 

Devo dizer que ela ainda está gritando  e a criada não parecia nem um pouco abalada com isso ou com o intruso na casa. 

Quando o homem misterioso deu um passo para entrar na casa Uraraka parou de gritar e deu três passos para trás. 

— Ei, ei, ei, Ochaka— 

Uraraka não sabe em que momento parou de ouvir aquela voz, se foi quando a primeira sílaba saiu de sua boca ou quando ouviu o seu nome mas de uma coisa ela sabe muito bem.


Aquilo não era um homem. 


Era a própria peste bubônica. 




Notas Finais


Eu tô só o pó com o manga de my hero, serião. Algum de vocês acompanham? Se não acompanharem, Sorry but mandei uns spoilers legais nesse capítulo kskdksksksks


Hey! Se você quer saber qual é essa tal de "The Boys" que a Ochaka tanto fala clica no link aqui em baixo. Juro que você não vai se arrepender!


"For love" da Saky_jujuba (Fanfics se passam no mesmo universo)

Link: https://www.spiritfanfiction.com/historia/for-love-21256247


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