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História Detalhes - Capítulo 8


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Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 8 - O Jogo


O Jogo

 

Pvo Max Thunderman

 

Já passava da hora do almoço quando eu finalmente resolvi sair do quarto, o lugar estava silencioso o que indicava que meus pais e irmãos estavam em missões ou só saíram mesmo. Rumei para a cozinha e peguei um lanche congelado, coisa rápida e sem muito trabalho, enquanto esperava o micro-ondas fazer o que ele tinha que fazer, sinto meu celular vibrar em meu bolso.

“Fala aí, cara.” – digo animado ao ver o nome de Oyster no visor.

“E aí, irmão, tranquilo?” – perguntou.

“Tranquilo e você?” – devolvi a pergunta enquanto observava o prato girar dentro do micro-ondas.

“Na paz. Então, Cherry e eu conversamos e chegamos à conclusão que faz muito tempo que não fazemos nada juntos, por isso queríamos chamar você e a Phoebe pra uma noite de amigos... O que me diz?” – sua voz transmitia sua ansiedade pela resposta.

“Pode contar comigo, cara. Só me dizer quando e onde que minha irmã e eu encontramos vocês.” – respondi animado pegando meu lanche para em fim come-lo.

“Isso... Aqui em casa hoje à noite, meus pais não vão estar, então vamos poder curtir muito.” – respondeu e eu imediatamente vi uma oportunidade pra começar o meu plano.

“Estaremos aí. E pode deixar que as bebidas são por minha conta.” – falei sorrindo. Terminamos de combinar tudo e eu desliguei para poder comer meu lanche.

Estava quase terminando de comer quando ouvi minha irmã e aquele encosto conversando na sala, terminei de comer e joguei a embalagem fora, logo após me dirigi até um ponto cego e prestei muita atenção no que conversavam. Elas falaram sobre o plano, sobre como fariam para controlar os vilões que já estavam impacientes e um monte de baboseiras que eu escolhi ignorar, já estava quase saindo quando ouvi uma pergunta que me fez ficar alerta.

“Tá namorando alguém, Phoebe?” – a ruiva desbotada perguntou.

“Não, nada sério.” – minha gêmea respondeu parecendo entediada.

“Você tem algum plano pra hoje à noite?” – mas aquela garota não tem um gelo pra enxugar não? Ela só convida a Phoebe pra sair, no dia que galinhas tiverem dentes.

“Eu...” – minha irmã ia responder, mas eu apareci a interrompendo de forma quase teatral.

“Oh, desculpe seu Sirigueijo, mas Phoebe já tem compromisso pra hoje.” – falei quase rindo com a imagem o rosto de Rowena no chefe do Bob Esponja.

 “Max, eu já falei pra parar com os apelidos.” – minha irmã falou e eu apenas dei uma piscadinha pra ela. “E que história é essa que eu tenho planos pra hoje.” – indagou.

“Oyster e Cherry querem nos ver e eu disse que sim. Ou você não está com saudades da sua melhor amiga?” – joguei sabendo que Phoebe jamais deixaria a amiga na mão.

“Claro que eu estou, quero muito vê-la.” – seus olhos brilharam e ali eu soube que tinha ganhado aquela batalha. “Sinto muito, Rowena, mas não posso furar com minha melhor amiga.” – minha irmã disse e eu sorri largamente.

“Tudo bem, sem problemas.” – a garota falou doce, mas eu podia ver seus olhos arderem em fúria. “Eu já vou indo.” – falou olhando pra minha irmã.

“Ok. A gente se vê, eu ligo pra você.” – a garota assentiu as palavras de Phoebe. “Eu te levo até lá fora.”

“Pode deixar que eu a acompanho, vai se arrumar a gente ainda tem que passar no mercado pra pegar algumas coisas.” – eu me ofereci e ela me olhou desconfiada, mas logo acenou com a cabeça e se despediu subindo as escadas.

O caminho até a saída foi feito em total silêncio, ela andava apressada até o portão e eu apenas a olhava com um sorriso vencedor nos lábios, quando chegamos ao portão resolvi deixar claro minhas intenções.

“Eu não gostei de você desde a chamada de vídeo, e agora gosto menos ainda sabendo que está dando em cima da minha irmã.” – falei parando de frente pra ela.

“Como se eu gostasse de você. Você é só uma pedra no meu caminho, pedra essa que eu vou fazer questão de pulverizar.” – me olhou como se fosse melhor que eu e eu tentei não rir da cara dela.

“Vou tentar não ter pesadelos com essa sua ameaça que não colocaria medo nem na minha irmãzinha.” – debochei e cheguei mais perto. “Você não tem ideia de com quem está lidando, só tenta chegar na minha irmã pra você se eu não te mostro o que é maldade de verdade.” – disse sério e sem desviar os olhos.

“Eu não tenho medo de você, ex-vilão fracassado.” – sorriu ainda me encarando.

“Pois deveria ter, porque quando eu quero ser mau até o diabo treme.” – vi uma ligeira mudança em sua respiração e seus olhos se desviaram dos meus, sorri, mais um ponto pra mim. “Agora, sai fora, olhar pra você me da náuseas.”

 Ela iria responder, mas resolveu ir embora calada, passou pelo portão e se virou me mostrando o dedo do meio, o que me fez rir, ela ficou ainda mais enfurecida e foi seguindo caminho praguejando contra mim.

Voltei para dentro e fui direto ao meu quarto, afinal, já era bem tarde. Tomei um banho e me troquei, ajeitei meu cabelo e peguei carteira e celular antes de descer para esperar minha irmã. Cerca de cinco minutos depois ela desceu e perguntou se já podíamos ir, eu assenti e saímos em direção à um mercado ou uma loja de conveniências, compramos algumas bebidas e comidas e fomos direto para casa do meu amigo.  Chegamos lá e já se passava das oito da noite e depois de todos os abraços e pedidos de desculpas por termos sumido, finalmente, entramos e começamos a beber.

Phoebe e Cherry ficaram conversando coisas de garotas, enquanto Oyster e eu falávamos sobre nossa antiga banda. Quando a fome bateu, comemos todos juntos em meio a uma conversa animada com lembranças da escola e planos de passeio para o futuro, já perto da meia-noite, Cherry sugeriu que jogássemos verdade ou desafio o que todos concordam.

“Vamos usar um aplicativo para as perguntas e desafios, quem não responder ou não cumprir o desafio bebe a quantidade que o jogo mandar, entenderam?” – a loira perguntou e todos nós dissemos que sim, sentamo-nos em círculo e usamos uma garrafa vazia como indicador de quem responderia.

O jogo começou leve com perguntas bobas e desafios fáceis, mas depois de três rodadas as coisas começaram a ficar um pouco mais pesadas e como o álcool já fazia efeito em nosso sistema, aceitávamos praticamente tudo. Era a vez da minha irmã girar a garrafa e ela o fez, a garrafa parou em mim.

“Verdade ou desafio?” – Phoebe fez a famigerada pergunta.

“Desafio!” – falei a encarando e ela sustentou o olhar por alguns segundos antes de ler meu desafio.

“Seu desafio é passar 7 minutos no céu com a pessoa que te deu esse desafio.” – leu e eu sorri, 7 minutos trancado com minha irmã dentro de um armário? Era tudo que eu poderia querer, alguém lá em cima gosta muito de mim. “Se você não aceitar o desafio, beba cinco shots.”

“Eu aceito o desafio.” – falei decidido, Cherry e Oyster me olharam meio estranho, mas logo deram de ombro e me apontaram a porta do armário.

Me levantei e estendi a mão para Phoebe, fomos até o armário e entramos, Oyster fechou a porta e disse que voltaria assim que o tempo acabasse, apenas pediu para que não nos matássemos nesse meio tempo. Ah, se você soubesse amigo.

O espaço ali não era muito, mas era o suficiente para que não ficássemos colados um no outro, eu não tinha muito tempo, então resolvi tomar uma atitude.

“Chega mais perto, só mordo se você pedir.” – dei um sorriso cafajeste que mesmo estando relativamente escuro lá dentro, tenho certeza que ela viu.

“O que quer Max?” – perguntou com falso ar de inocência como se já não soubesse.

“Você!” – a puxei pela cintura e colei nossos lábios em beijo necessitado, sentia falta dela e estava disposto a mostrar isso naquele beijo.

Ela não ofereceu resistência e concedeu passagem para minha língua assim que eu pedi, o beijo se tornava cada vez mais quente e intenso, nossas línguas digladiavam por domínio e se completavam de modo perfeito. Quando o ar se fez necessário, me separei dela e desci meus lábios para seu maxilar deixando ali uma pequena mordida, ganhando um gemido rouco de Phoebe, abri os botões de sua calça e sem perder tempo busquei sua intimidade com minha mão, ela estava encharcada e eu lhe penetrei dois dedos com muita facilidade. Phoebe arfou e jogou a cabeça para trás deixando seu pescoço exposto, deixei ali algumas mordidas e chupões enquanto trabalhava com meus dedos em sua intimidade e usava meu polegar para massagear seu clitóris.

“Não para... Eu vou...” – ela não conseguiu terminar a frase, pois só conseguia gemer.

Senti suas paredes se fecharem contra meus dedos e quando ia aumentar a velocidade para dar a minha irmã o que ela precisava, ouvi a porta ser aberta e sons de surpresa serem proferidos.

“De duas, uma: ou eu to muito bêbado e to vendo coisas ou vocês dois estão se pegando mesmo.” – Oyster falou despertando minha irmã e fazendo-a encarar não só meu amigo, mas Cherry também.

“Acho bom ter uma ótima explicação, Phoebe Thunderman.” – Cherry disse de braços cruzados e nos encarando, se ela tivesse os poderes de nora, com certeza já estaríamos fritos.  


Notas Finais


Até mais.


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