História Detroit: A deviant History. - Capítulo 1


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Personagens Originais
Tags Connor, Detroit, Revolution
Visualizações 66
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção Científica, LGBT, Literatura Feminina, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, juro que tentei um negócio descontraído e por favor não me odeiem se a fic ficar ruim. Esse é só o prólogo, prometo escrever capítulos maiores ao longo da fic u.u espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Detroit: A deviant History. - Capítulo 1 - Prólogo


"Depois da grande movimentação dos androids, formalmente nomeada Revolução das Máquinas, as leis de Detroit sofreram fortes mudanças. Agora Markus era reconhecido como o líder dessa nova nação, não só pelos próprios Androids, mas também por humanos, o que fez com que muitos protestos e ações sociais fossem organizados para que essa nova forma de vida inteligente conquistasse seus direitos e lugar na sociedade. 
Enquanto isso, as coisas no departamento de polícia de Detroit também passavam por grandes mudanças, Connor, embora já tivesse despertado como divergente, decidiu continuar seu trabalho como detetive auxiliar do Tenente Anderson. Hank, por sua vez, sentiu-se na obrigação de ensinar ao seu "filho recém nascido" as coisas do mundo aos olhos humanos, o ajudando a compreender melhor sentimentos, decisões, noções aprimoradas sobre certo e errado e mais algumas coisas no mínimo... constrangedoras, porém necessárias. Tudo corria relativamente bem, embora a descoberta de um único modelo ainda existente do RK900, fizesse com que Connor, Hank e o resto dos detetives do departamento, ficassem ocupados em uma busca pela "carcaça" desse Android."

 

>>>Departamento de polícia de Detroit<<<
>>>8:00 AM<<<

Hank:

O computador seguia analisando e mandando informações para minha tela, a pilha de papéis continuava ocupando espaço na minha mesa, junto com os copos de café e a caixa de rosquinhas que comprara mais cedo.

-Tsc, tanta tecnologia e ainda não conseguiram acabar com esse lixo todo, a humanidade literalmente criou uma nova forma de vida e não conseguiram extinguir o uso dessas porcarias..- reclamei, enquanto jogava mais uma pasta cheia de papéis por cima das outras cinco que estavam na mesa.

-Vejo que acordou de bom humor hoje, Tenente.- a voz jovem ecoou repentinamente poucos metros atrás de mim, o que me fez tomar um breve susto.

-Jesus, Connor! Está tentando me mandar pro hospital?- resmunguei e o encarei com uma carranca, um mesclado de sono e irritação.

-Eu soube que recebemos mais alguns casos de homicídio, três deles são Androids. Vamos investigar?- o mais novo perguntou, já havia puxado uma cadeira e estava bem acomodado lendo as pastas dos casos.

-Acha mesmo que minha mesa estaria cheia dessas folhas malditas atoa?- questionei num tom meio grosso, Connor apenas acenou com a cabeça, indicando que entendera. Voltei a encarar o computador, aqueles dados não batiam com o que estava impresso nas pastas, continei mexendo naquela porcaria, afim de descobrir qual era o problema.- Era o que faltava, uma falha no sistema, que maravilha!- esbravejei, irônico e irritado, olhei para Connor e o mesmo carregava um pequeno sorriso de quem assiste um palhaço no circo. Fechei a cara mais ainda, cruzei meus braços e entreguei os pontos.- Eu odeio esses computadores idiotas.

-O sentimento é mútuo.- dessa vez uma voz feminina se fez presente, uma voz que não ouvia a muito tempo. Me virei rapidamente para ver se minha audição de velho não estava me pregando uma peça. Foi quando meus olhos cruzaram com os da garota que pude finalmente constatar que não era uma assombração, tampouco um engano. Ali, parada a uns cinco metros de distância, estava Diana, a jovem sobrinha da minha ex mulher.

-Você?- foi tudo o que consegui pronunciar, com uma cara embasbacada, queixo caído e completamente perdido.

-Tio Hank? Tudo bem? O senhor está tendo um AVC? Quer que chame uma ambulância?- a menor perguntou, um sorriso divertido e alegre dominava seu rosto, os olhos verde água brilhando e as bochechas naturalmente rosadas. Voltei a minha postura normal e limpei a garganta brevemente, para disfarçar a pequena "falha" no meu "sistema".

-Eu não sou mais seu tio, já estou divorciado a anos.- respondi e voltei a olhar para o computador, com o semblante novamente fechado. 

-Caramba, a gente não se vê a tanto tempo e é assim que você me trata? Só porque você e a irmã da minha mãe se divorciaram não significa que você deixou de ser meu tio Hank, tio Hank.- a ouvi falar, seus passos a trouxeram para mais perto e seu corpo se inclinou levemente para frente, entre mim e Connor, seus olhos encararam os meus.- Não me ignora agora, ainda somos família.- respirei fundo e a encarei de volta.

-O que você quer, garota?- perguntei, batendo levemente com a palma da mão sobre a mesa, o sorriso da menor aumentou.

-É uma longa história, tio, por hora vou deixar o meu telefone com você e então marcamos de nos encontrar pra falar sobre isso.

-Longa história é?- a encarei, desconfiado. A menor apenas suspirou, seu sorriso diminuiu até que seu rosto se tornou inexpressivo.

-Tio, sério, não da pra falar disso aqui, marcamos de comer um hamburguer aí eu te conto melhor, mas já adianto que briguei com todo mundo e não boto mais os meus pés no Canadá.

-Arg, okay, deixe o seu contato aí. Está em um hotel?- a encarei, vendo seu rosto abaixar e um sorriso amarelo se formar em seus lábios.

-Não exatamente...- respondeu, dando uma leve risadinha forçada. Revirei os olhos.

-Onde caralhos você está dormindo afinal?!- elevei o tom de voz, já sem paciência. 

-No meu carro... eu cheguei aqui tem algumas horas.- novamente deu uma risadinha forçada e abaixou a cabeça.

Respirei fundo e massageei as têmporas, nunca na minha vida eu poderia imaginar que depois de tantos anos aquela pequena delinquente sem escrúpulos cruzaria meu caminho de novo. Anotei meu endereço no papel e lhe entreguei as chaves de casa, a mandando para la, depois do trabalho eu iria resolver aquela situação, mas naquele momento, era o melhor que eu podia fazer. Voltei ao trabalho, o computador novamente me mostrava dados não compatíveis com aqueles contidos nas pastas, definitivamente não era o dia do Tenente Anderson, e a coisa ficava cada vez melhor. Logo mais uma pasta foi colocada na minha mesa, porém essa tinha algo diferente, era um caso de extrema urgência e, provavelmente, algum maldito detetive tinha uma das bolas de cristal, pois o caso estava relacionado com o RK900. Aquele maldito android que se fez passar pelo Connor em prol da missão de deter os divergentes. Só lembrar disso já me dava uma enorme dor de cabeça. Peguei meu casaco, as chaves do carro e fiz sinal para que Connor me seguisse, foi aí que notei que sua expressão continuava confusa enquanto seus olhos me analisavam, como sempre.

-O que foi?- a voz saiu meio rouca e ranzinza. Connor apenas continuou com seu olhar perdido, o que me fez lembrar da cena mais cedo.- Ah, a garota? O nome dela é Diana, ela é sobrinha da minha ex-mulher.- não o ouvi responder, mas sabia que Connor continuava me encarando confuso.- O que foi? Eu não sei o que ela quer comigo agora, então não me olhe assim.

-A quanto tempo você não a vê, Tenente?- perguntou, quebrando o próprio silêncio.

-Já faz uns 14 ou 15 anos... mas isso não é assunto para agora, vai ter bastante tempo de interrogá-la quando voltarmos.- resmunguei e entrei no carro. Connor entrou logo em seguida e fomos em direção a "antiga" fábrica da Cyber Life, afinal, se o RK900 ainda existia e estava desligado, não teria como ele estar em outro lugar senão na fábrica. 

Era o que eu pensava...


Notas Finais


Gente, se tiver algum erro de português eu sinto muito mesmo, não tive muito tempo de revisar :v. Comentem o que vocês acharam e se eu devo continuar ou não, bj e até o próximo. <3


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