História Detroit Become Human - I'm Alive (Hank X Connor) - Capítulo 16


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus, Personagens Originais
Tags Connor, Detroit, Game, Hank, Hannor, Jogo, Shipp
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Palavras 1.233
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um pra vcs! Bjss e boa leitura! :) (Leiam as notas finais, preciso de uma ajudinha)

Capítulo 16 - Empatia


Fanfic / Fanfiction Detroit Become Human - I'm Alive (Hank X Connor) - Capítulo 16 - Empatia

CAPÍTULO 3 - Empatia 


Visão do Connor

Aproveitei que RK900 tinha ido buscar o café do Gavin para segui-lo, enquanto Hank e o agente Reed trocavam alguns xingamentos.

Cheguei silenciosamente e engoli a seco, provocando um som para chamar sua atenção. Sem sucesso, ele permaneceu imóvel, enquanto a cafeteira fazia o café. 

- Com licença... RK900? - Perguntei, parando atrás dele.

Sem respostas novamente. Ele apenas virou o rosto para me olhar e então voltou. Qual é o problema dele?

- Você não fala? Achei que androides modernos seriam menos hostis. - Disse, tentando encontrar algum jeito de fazê-lo falar.

Ele se virou e parou de frente para mim. Só agora consegui perceber realmente nossa diferença de altura... Ele era bem mais alto que eu.

- O que deseja? - Perguntou ele, com uma voz fria e sem emoções, me encarando com seus olhos azuis sem vida. 

- Eu... Queria saber... Se vai ficar muito tempo aqui na delegacia. - Respondi, me sentindo um pouco intimidado.

- Por que lhe interessa? - Perguntou, levantando uma sobrancelha. 

- Bem... Disseram que eu poderia ser substituído, mas gostaria de saber que funções você tem, então...

- Eu sou o melhor para atender as necessidades dos casos na delegacia. O seu modelo agora é obsoleto. O Tenente Anderson está perdendo uma grande oportunidade de substituí-lo por um dos meus. - Interrompeu ele, pegando o café do Gavin e esbarrando em mim propositadamente. - Agora, se me der licença, tenho trabalho a fazer. - Continuou, saindo da sala.

Ótimo. Isso vai ser mais difícil do que quando conheci o Hank. 

Voltei para a minha mesa e sentei em minha cadeira.

- Algo de errado Connor? - Perguntou Hank, preocupado.

- Não, não. Está tudo bem.

- Certo... Olha só, transferi alguns casos interessantes que a gente poderia dar uma olhada pro seu computador.

Abri o software da delegacia e abri todos os casos selecionados pelo Hank. 

Um sobre homicídio, que eu já tinha visto vários desde que cheguei ali, embora fossem a especialidade de Hank. Outro sobre suicídio, o que poderia ser interessante investigar. E outro homicídio, porém sobre um humano contra um androide. O segundo parece ser o melhor para investigar primeiro.

- Podemos dar uma olhada no suicídio Hank?

- Aham, vamos então, não é muito longe daqui. - Disse Hank, se levantando e pegando as chaves do carro.

- Ei, ei! Onde pensam que estão indo? - Chamou Gavin, indo em nossa direção.

- Ao contrário de você, estamos indo trabalhar, por quê? 

- Tá indo e nem me avisa? Você sabe que agora, infelizmente, temos que investigar juntos não sabe?

- Mas que merda! Pra que essa porra de "juntos"? Não te chamaram pra solucionar os casos mais rápido? Vê algum outro caso aí e dá um jeito. - Disse Hank, indo embora.

- Se não formos juntos, estamos no olho da rua, entendeu? - Falou Gavin, chamando o RK900 para ir com ele. - A lata também tem que ir.

- Que bosta... Tá legal, vamos acabar logo com isso.

- Na próxima vez, deixa que EU escolho onde iremos. - Resmungou Gavin, saindo da delegacia. 

Entramos todos no carro, eu e o Hank na frente, Gavin e RK900 atrás, e partimos até a cena do crime.

Visão do Hank

O silêncio predominava dentro do carro, como se nós não nos conhecêssemos, até que Gavin o quebrou.

- Não dava pra ter comprado um carro maior com o salário da delegacia Hank? Ouvi dizer que no seu posto o salário é bem alto. - Disse ele, irônico.

- Dá pra você calar a boca? Ou prefere ir até lá a pé? - Respondi, com raiva.

Vi pelo retrovisor sua cara irritada. Gavin pigarreou e mandou RK900 pegar algo pra ele. Logo, senti o cheiro de cigarro invadir minhas narinas. Pelo menos fumando ele ficaria quieto.

Connor parecia incomodado com alguma coisa. Eu queria perguntar, mas com o Reed ali atrás não daria certo.

Quando chegamos na cena do crime, percebi que era um local bem calmo, não muito frequentado provavelmente, um antigo prédio residencial. O suicídio tinha acontecido antes das manifestações, e a vítima era um androide.

Eu queria me afastar do Gavin e daquele androide moderninho dele, mas não consegui, pois assim que chegamos, um dos policiais nos chamou e tivemos que nos juntar a ele.

Visão do Connor

Fiquei sozinho com o RK900 mais uma vez. Talvez eu pudesse prestar atenção no seu comportamento agora.

Ele apenas parou próximo do corpo do androide, provavelmente esperando por ordens do agente Reed. 

Então, não foram todos os androides que se tornaram divergentes? Esses novos modelos... Ainda seguem ordens de seus donos. Pelo visto, a CyberLife não vai desistir tão cedo.

Me aproximei dele, para tentar novamente alguma abordagem. 

- RK900?

Ele me olhou novamente com seus olhos vagos.

- Pois não? - Perguntou, sério.

- Você tem algum nome? Porque é um pouco complicado te chamar pelo...

- Androides não são criados com nomes, a menos que seu dono o modifique. - Respondeu, desinteressado. 

- Mas Gavin não vai te dar um nome tão cedo... Pelo que eu sei, ele te odeia, não é?

- É Agente Reed para você. Aliás, minha relação com ele é particular, e não me incomoda o fato de ser chamado de RK900, se é isso que quer saber. Agora, deixe-me analisar a situação sim? - Disse ele, coletando rapidamente alguns dados pelo cômodo. 

- Se você não vai arranjar um nome, eu arrumo um para você... Que tal... Conner? Ou, quem sabe Bryan? - Falei, tentando chamar sua atenção.

Ele apenas se virou e me encarou, me causando um pouco de medo.

- Por que se importa em conversar comigo? Isso não é necessário.

- Eu só estou tentando criar empatia... Se não quer conversar, tudo bem, ao menos eu tentei. Não sei se você sabe, mas Markus libertou todos nós, somos livres, porém, parece que alguns androides que nem você preferem ser maltratados.

Seu LED piscou amarelo e alguns pontos ficaram vermelhos, mas rapidamente a cor azul voltou. Ele apenas me encarou vagamente e me ignorou, voltando sua a atenção ao suicídio.

Havia alguma coisa muito estranha nele... Mas eu não sei o que é. Preciso descobrir.

Visão do Hank

Depois de receber as pistas do caso, voltei para a cena, e percebo que Connor está em uma espécie de discussão com o RK900.

- Connor? O que se tá fazendo? - Perguntei, puxando-o para um canto da sala pelo pulso.

- Eu? Nada. Apenas, pegando informações...

- Informações? Pelo que eu vi você tava quase discutindo com aquela coisa! - Falei, apontando para o RK900, que analisava uma amostra de resíduo. - Não dá pra perder tempo com ele Connor, já viu o rosto dele? Parece uma versão sua só que sem vida alguma.

- Tem alguma coisa de errado com ele Hank... Dá pra ver, não sei se é porque ele é controlado pela Amanda, ou se...

E então, meu celular tocou, interrompendo Connor. Soltei seu pulso e atendi meu celular. 

- Quem é? 

- Alô? Oi, aqui é a diretora Marien, da escola Quenston, você é o pai do Cole?

- Sim, sou eu... Algum problema? - Perguntei, preocupado.

- Na verdade sim, eu gostaria que viesse buscar seu filho mais cedo, preciso conversar com o senhor.

- O que aconteceu com meu filho? Ele tá bem?

- Eu realmente prefiro falar com o senhor pessoalmente, seria possível?

- Estou indo pra aí. - Falei, desligando.

- Cole está com algum problema, vamos Connor. - Falei, empurrando-o para a saída. 

- Ei! Onde estão indo? - Escutei Gavin chamando, mas não dei atenção. 

Espero que Cole esteja bem. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Bye! <3 Pequena pergunta aq: Que nome vcs preferem pro RK900? Bryan ou Conner? Ou algum outro? Pfv me ajudem a escolher, eu tô entre esses dois... Obg! :)


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