História Detroit Become Human - I'm Alive (Hank X Connor) - Capítulo 34


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus, Personagens Originais
Tags Connor, Detroit, Game, Hank, Hannor, Jogo, Shipp
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Palavras 1.356
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oin *-* desculpa a demora, eu tava fazendo minha oneshot de Gavin x Bryan (demorei mtt pra escrever mds) e agr tô com lição do curso, mas tá aí, não esqueci de vcs não ❤ Love u, Boa leitura!

Capítulo 34 - Kamski nos Ajude


Fanfic / Fanfiction Detroit Become Human - I'm Alive (Hank X Connor) - Capítulo 34 - Kamski nos Ajude

CAPÍTULO 18 - Kamski nos Ajude


25 de Dezembro de 2038

Visão do Hank

Acordei com uma puta dor de cabeça, culpa daquele bendito whisky de segunda que eu tomei.

Me sentei na cama, com a cabeça apoiada nas mãos.

Do meu lado, Connor ainda descansava. Milagre ele não ter acordado antes de mim.

Fui até o banheiro, tomei meu banho, escovei os dentes e fiz minhas necessidades. 

Chegando na sala, encontro papéis de presente rasgados espalhados por toda parte, copos e pratos sujos pela mesa e o Sumo dormindo, com um copo vermelho de refrigerante na cabeça. 

O que mais me surpreendeu foi ver Gavin deitado no colo do Bryan, que mantinha os olhos fechados, enquanto o mesmo acariciava os cabelos do Reed, que dormia feito um porco em coma.

Percebi a jaqueta do Rk900 estava em suas costas, para aquecê-lo.

Fiz um som a seco com minha garganta, chamando a atenção do Bryan, que abriu os olhos na hora. 

- Bom dia Tenente Anderson. Sinto muito por ainda estar em sua casa, mas Gavin insiste em continuar dormindo.

- Ah, foda-se... Só... Para com essa pegaçãozinha valeu?

- Sim senhor. - Respondeu, retirando Gavin de cima e o deitando do outro lado do sofá. - Gostaria de ajudá-lo, posso?

- Deve.

Enquanto Bryan começava a limpar, fiz café pra mim e pro Gavin, que provavelmente iria ficar melhor depois de uma xícara de café forte. 

- Onde está o Connor? Ainda descansando? - Perguntou, recolhendo os pratos da mesa e lavando-os na pia.

- Aham. Já deve estar acordando.

Quando acabei minha frase, senti duas mãos beliscarem minha cintura, me assustando. 

- Porra! Connor... Que susto, quase derrubei meu café.

Ele riu, passando os braços ao redor do meu pescoço.

- Desculpe, deveria ter chegado mais sutilmente.

Ele me deu um selinho demorado, se afastando em seguida. 

- Me desculpa Hank, eu tinha que ter acordado mais cedo para te ajudar a limpar.

- Sem problema. O namoradinho do Gavin já tá fazendo isso por mim. - Falei, apontando para o androide que limpava a sala.

- Bom dia Connor!

- Bom dia... Achei que vocês já tinham ido embora. - Respondeu Connor, surpreso. 

- Gavin ainda não está muito bem, então... Prefiro ficar até ele se estabilizar.

Connor apenas assentiu, agradecendo pela ajuda e indo até o quarto. 

Terminei meu café, arrumei a mesa e fui até a sala, tirando o copo de cima da cabeça do Sumo, que acabou por acordar. 

- Hank! Vem aqui! Rápido! - Gritou Connor, parecendo preocupado.

Corri até ele, que estava no quarto do Cole. 

- O que? O que foi?

- O Cole! Onde ele está? 

O LED do Connor ficou totalmente vermelho. 

- Eu... Não sei, quando vi, ele tava dormindo!

Connor pegou minha mão e me levou para procurar a criança junto com ele. 

- O que foi? - Perguntou Bryan.

- Cole sumiu, nos ajude a procurar!

Bryan ficou preocupado, saindo pela porta da frente para procurar lá fora. 

- Não tá aqui Connor, ele deve estar lá fora! - Falei, passando pela sala e seguindo o Bryan.

- Tenente! Connor! Venham aqui! - Chamou ele.

Connor e eu seguimos sua voz, encontrando-o apontando para o telhado da casa.

- Cole, desça daí! - Connor gritou.

Cole estava deitado no telhado, com sua coberta por cima, como se estivesse no local mais confortável do mundo. 

Ele acordou, nos olhando confuso. 

- Papai? O que aconteceu?

- Eu que pergunto! O que você tá fazendo aí em cima?

- Eu estava esperando o Papai Noel...

- Papai Noel? Cole, você já ganhou seu presente, ainda quer mais?

- Eu pensei que ele me traria mais presentes. E talvez um peixe dourado.

Eu sorri com sua ingenuidade. Bryan estendeu as mãos para ajudá-lo a descer.

- Vem Cole, vamos entrar... E por favor, não suba mais no telhado, ficamos preocupados com você. 

- Sim tio Bryan! - Respondeu, se aconchegando no colo do androide. 

Voltamos para dentro, agora mais calmos por encontrar o Cole, que logo foi brincar com o Sumo. 

- Hank, você ainda está com aquele bebê androide? - Lembrou Connor, sentando-se no sofá. 

- Aham.

- Vou precisar dele. Preciso ver quem fez aquela armadilha para nós. Talvez Kamski possa me dizer.

- Kamski? Tem certeza de que quer ir até lá?

- Bem, alguém precisa solucionar isso. 

- Tá bem, eu vou com você. 

- Não podemos deixar Cole aqui sozinho com o Gavin e o Bryan... Não que não sejam confiáveis mas...

- Tá legal... Entendi... De qualquer forma, é seu criador, não tem por que eu me preocupar.

- Posso usar o carro?

- Claro. Só toma cuidado, se quebrar, não tenho mais grana pra arrumar.

- Certo. Fique de olho no Cole, não quero que ele desapareça desse jeito de novo. 

Ele sorriu, me deu um selinho rápido e saiu, acelerando o carro. 

Visão do Connor

Fui até a casa do meu criador. Fazia um tempo que eu não me encontrava com Kamski.

Toquei a campainha, que logo foi atendida pela Chloe. 

- Olá Connor, bem-vindo de volta. Deseja falar com o Kamski?

- Olá. Sim, eu gostaria.

- Entre, já vou avisá-lo de que está aqui.

Como sempre, fiquei na sala de espera, apenas observando os quadros que ele tinha. O maior deles era um auto-retrato.

Pelo visto, suas assistentes "Chloes" ainda o obedeciam. Não era de se surpreender. Kamski jamais iria abrir mão daquele estilo de vida luxuoso no qual já estava acostumado.

Ainda havia uma foto dele com a Amanda na parede. Ela parecia ter sido de grande influência para ele, mas, para mim, era apenas uma entidade egoísta e maléfica, que procurava apenas o que era bom para a mesma.

- Boa tarde Connor. - Uma voz familiar soou na sala. Kamski. - O que o traz aqui? 

- Bem, eu gostaria de pedir sua ajuda... Com isso. - Falei, entregando-lhe o bebê androide.

- O que quer que eu faça? Fique de babá?... Espere, esse é o protótipo novo, como conseguiu? 

- Hank encontrou no centro da cidade, mas era uma armadilha, usada por alguém para nos espionar. 

- Está em fase de teste, mas logo seria distribuído. Mas... Quem iria querer armar algo contra você?

- Não estou mais sozinho Kamski. Agora tenho uma família.

- Família? E nem me contou? Nossa, quanta vantagem em ser o criador...

Kamski parecia estar realmente chateado por não saber os detalhes. 

- Sinto muito. Não tive muito tempo em te visitar... Mas, resumindo, vou me casar com o Hank no ano novo, e agora tenho um filho, Cole.

- Hank? O humano?

- Exato.

- Nossa... Será o primeiro casamento entre um androide e um humano não é? Quero estar bem perto para ver... Quer dizer, estou convidado não é?

Era difícil recusar. Ele já havia me ajudado a me libertar da Amanda, mas não sei se era totalmente confiável. De qualquer modo, era meu criador, e ele não ficaria de fora. 

- Sim, claro que está.

- Ótimo. Vou tentar verificar quem invadiu o sistema desse androide bebê, o que pode demorar alguns dias.

- Não tenha pressa. Desde que consiga encontrar a origem da armadilha, ficarei grato... Hank adorou esse bebê, se apegou a ele no mesmo momento em que viu, então... Significaria muito a ele se você pudesse nos devolver quando acabar. 

- Pedido difícil. Terei que desmontar ele primeiro, depois analisar... Talvez consiga salvar sua maioria, mas não prometo nada.

- Certo. Obrigado Kamski.

- Connor... Já que está formando sua própria família, eu gostaria de pedir um favor em troca. 

- Sim, claro. O que é? 

- Eu poderia fazer parte dela? A menos que um membro a mais seja um problema. 

Pensei por um breve período de tempo. Talvez não seja algo tão ruim. 

- Não, por mim tudo bem.

Ele sorriu, contente pela minha decisão.

- Obrigado... Filho. Farei todo o possível para encontrar.

- Acredito em você, pai.

Chamar o Kamski de pai era novo para mim. De certa forma, era o que ele realmente era para mim, uma figura paterna. 

Tenho certeza de que Hank ainda não gosta dele, por causa de nossa última visita à sua casa. Porém, seu pensamento mudará quando souber que Kamski se prontificou a nós ajudar a encontrar a origem do problema. 

Aos poucos, nossa família aumentava, e cada vez mais ficávamos felizes. Ainda temos muitas brigas e desavenças, mas acho que toda família boa possui essas "qualidades". 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, o próximo sai amanhã, bjss!


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