História Detroit Become Human - I'm Alive (Hank X Connor) - Capítulo 35


Escrita por:

Postado
Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus, Personagens Originais
Tags Connor, Detroit, Game, Hank, Hannor, Jogo, Shipp
Visualizações 835
Palavras 1.829
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um pra vcs! Boa leitura! (avisando q a fic está chegando na reta final, então o próximo já será com o casamento, kisses ❤)

Capítulo 35 - Eu sou Seu


Fanfic / Fanfiction Detroit Become Human - I'm Alive (Hank X Connor) - Capítulo 35 - Eu sou Seu

CAPÍTULO 19 - Eu sou Seu


Visão do Connor

Voltei depois de ir até a casa do Kamski. Pelo caminho, pensei que, agora, eu tenho realmente uma figura "paterna", e devo dizer que me sinto feliz por minha escolha.

Com meu casamento chegando, lembrei que os humanos tem o costume de serem levados ao altar pelo pai, ou qualquer figura parental... Isso queria dizer que... Kamski me levaria até o altar, ao encontro de Hank?

Seria provável que sim. Ele não se importaria com alguns holofotes e câmeras gravando seu rosto. Kamski já havia feito uma entrevista, deveria estar acostumado. 

E sobre o que ele disse? Que esse seria o primeiro casamento entre um humano e um androide. Com certeza, jornalistas iriam querer gravar de primeira mão assim que soubessem dessa notícia.

Parei o carro em casa e saí, abrindo a porta de entrada já destrancada.

- Connor! Finalmente voltou. - Disse Hank, enrolando um fio de macarrão em seu garfo.

Todos estavam em volta da mesa, almoçando. Com exceção de Gavin, que ainda se encontrava encolhido de frio no sofá, porém já acordado e com um semblante de raiva. Muito provavelmente essa raiva teria vindo da ressaca, depois de tomar mais de quatro doses de seu whisky barato.

Cole devorava rapidamente sua comida, sujando a bochecha com o tom de vermelho do molho de tomate. 

- O cheiro está ótimo. Quem fez? - Perguntei, andando até a cozinha.

- Eu. Cole disse que estava com fome, então fiz uma receita de macarronada que vi na televisão do apartamento do Gavin certa vez.

Senti um certo incômodo em ver Bryan se relacionando desse jeito com meu filho. Deve ser um incômodo passageiro, pois era eu quem costumava fazer sua comida.

Bryan agora era como uma parte da família, e, talvez... Pudesse se passar por um daqueles irmãos mais velhos sérios e frios... Meu irmão mais velho.

Me sentei na cadeira ao lado do Cole, bagunçando seus cabelos. 

- Gostou da comida Cole?

O garoto lambeu os lábios, como se comesse a melhor comida do mundo. 

- Sim papai! Tio Bryan é um incrível cozinheiro, a comida dele é ótima!

A criança parecia estar tão contente. Ele nunca havia feito esse elogio para mim. Por que com Bryan seria diferente? Talvez Cole prefira sua comida ao invés da minha.

- Connor... Se tá legal? - Perguntou Hank, diante de minha abrupta mudança de humor.

- Hank... Você também gostou da comida dele? - Ignorei sua pergunta. 

- Ah... Bem... Sim, é muito boa.

Aquilo foi o cúmulo para mim. Eles preferiam o Bryan do que eu? Talvez eu estivesse pensando besteiras, Bryan apenas fez comida para eles, os ajudou, assim como, se eu fosse humano, ele teria feito para mim... ou estava tendo aquilo que Hank me disse uma vez... Ciúmes?

- Connor, pelo amor, o que você tem? - Perguntou Hank, novamente, me chamando a atenção.

Cole e Bryan me olharam, também esperando alguma resposta minha. 

- Não... Não é nada.

Minha resposta não soou tão convincente quanto eu queria. Muito menos porque meu LED provavelmente ficou vermelho por um período. 

Levantei da cadeira e fui até o banheiro, fechando a porta atrás de mim.

Visão do Hank

O Connor tá tão estranho... Ele não tava assim hoje de manhã. Talvez seja a conversa que tenha tido com Kamski?... Ou... Eu fiz alguma coisa?

Agradeci o Bryan pela comida e fiz sinal para que Cole fosse brincar com o Sumo lá fora. 

- O Connor tá parecendo até uma mulher. - Disse Gavin, rindo.

- Cala a boca seu merda! - Falei rindo, jogando nele, com força, uma almofada do sofá, que logo foi jogada de volta para mim, atingindo Bryan, que estava bem atrás. - Deixe eu cuidar do que é meu. 

Deixei os dois a sós, enquanto me dirigia até o banheiro. 

- Connor? - Chamei, batendo de leve na porta.

- Sim, Hank? - Respondeu. Sua voz transmitia tristeza. 

- Posso entrar?

- Não.

- Por que não? Quero saber o que há de errado.

- Não há nada de errado Hank, estou bem.

- Tá bem? Como pode estar bem no banheiro?

- É um cômodo qualquer da casa.

- Exato, no qual os androides, além do Cole, não costumam usar para as necessidades... Por favor Connor, me conta o que tá acontecendo.

Um breve silêncio pairou, seguido de um suspiro de arrependimento atrás da porta. 

- Connor, me deixa entrar...

O som de tranca sendo aberta soou rapidamente, e pude ver pela fresta Connor abrindo a porta lentamente, me dando passagem.

Entrei e o mesmo trancou novamente a porta, se sentando no chão frio do banheiro, com os joelhos na frente do peito, enquanto me sentei na tampa da privada. Uma certa tensão se instalou no ar. 

- Lugar estranho pra ficar quando se está com problemas. - Falei, tentando sorrir para cortar aquele clima tenso, mas sem sucesso.

- Hank eu... Sinto muito. - Disse, com sua voz era chorosa. 

- Sente muito? Pelo que?

- Eu... Não sei o que está acontecendo comigo. Não suporto ver alguém, além de mim, cuidando desse jeito de vocês. Acho que estou com algum erro, ou... Não sei! Hank, eu não sei direito o que estou sentindo! 

- Connor, se acalma tá bem? Seu LED não para de piscar.

Seu Led agia como se estivesse com tilte, piscando vermelho e amarelo sem parar. Seu tom me preocupava. Era desesperador vê-lo nesse estado. 

Fui até ele e o ajudei a levantar, deixando-o encostado na parede. Pude ver algumas lágrimas descendo seu rosto.

- Me explica direito o que tá sentindo... Devagar.

Ele suspirou fundo, tomando coragem para começar.

- Se lembra daquela vez que fomos à casa do Kamski?

- Aham, o que que tem? O Kamski fez alguma coisa pra você? Se fez, é bom ele sumir daquela porra de mansão, ou vou quebrar a...

- Não, não! Não foi nada disso... É só que... Se lembra quando você disse que aquela garota, Chloe, era bonita? E eu... Não gostei?

Sorri com sua lembrança. Aquela era provavelmente a primeira vez que Connor sentira ciúmes.

- Lembro, você ficou com um baita ciúmes por causa dela.

- Exatamente, ciúmes... Acho que tenho isso no meu sistema...

- Não é tão ruim assim.

- Não? Hank, é como um vírus! Eu não consigo me livrar dele! Nem quando se trata do Bryan! 

- Bryan? Você tem ciúmes do Bryan? - Perguntei, incrédulo.

- Tenho ciúmes de você Hank. E... Do Cole também. Hoje, quando voltei, vocês pareciam estar tão felizes sem mim... Você e Cole adoraram a comida dele, viu como o Cole o elogiou?

Dei uma gargalhada com a causa de seus problemas: Ciúmes.

- Connor... Às vezes eu até me esqueço de que você é um androide.

- Por que?

- Seus sentimentos, suas emoções... São as das mais humanas possíveis... Você não precisa sentir ciúmes de nós, vamos sempre estar com você. Precisamos de você. Eu sou seu, e sabe muito bem disso. - Expliquei, apontando para sua aliança, que brilhava conforme o movimento de sua mão. - Eu não seria nada se você não estivesse aqui. 

- Hank... Iria preferir que eu tivesse um coração como o seu? Que bombeia sangue, e que fosse... Vivo? - Perguntou, passando seus braços em meu pescoço. Retribuí, colocando as mãos em sua cintura. 

Sua pergunta me pegou de surpresa. De onde ele tinha tirado essas ideias malucas? 

- Mas é claro que não! Eu gosto de você do jeito que é. Não me importa se seu coração é cheio de tírio azul ou se bombeia sangue vermelho. Eu te amo, e nada vai me fazer mudar de ideia. - Segurei suas mãos, beijando-as. - Além disso, meu coração é muito mais frágil que o seu, mas ambos podem parar de funcionar a qualquer hora. Estamos quites. 

Um sorriso alargou-se em seu rosto, espantando as dúvidas que haviam em sua cabeça.

Connor segurou a gola da minha camiseta, colando nossos lábios num movimento rápido.

Visão do Connor

Hank estava sendo sincero comigo. Fiquei muito mais tranquilo depois de ter minhas dúvidas saciadas, seja pelas suas palavras, ou pela sua boca na minha.

Eu raramente começava esse tipo de aproximação. Normalmente Hank o fazia. Mas me senti na obrigação de agradecê-lo como pudesse, e, naquele banheiro vazio, decidi algo mais "quente", como Hank costuma chamar.

Invadi sua boca com a minha língua, que logo mudou de temperatura fria para quente enquanto explorava Hank, que grunhiu entre os lábios, surpreso ao meu toque. 

Ele deslizou sua mão por baixo da minha coxa, apertando-a e a levantando até a altura de sua cintura. 

Passei minha outra perna por trás dele, entrelaçando as pernas em volta de seu quadril, fazendo nossos membros roçarem de leve. 

Hank me prensava na parede, segurando com suas mãos as minhas nádegas. 

Ele fazia os movimentos de como se estivesse me estocando, enquanto sua boca descia para o meu pescoço.

- H... Hank? Não podemos... Fazer isso aqui... - Minha voz saía fraca e arrastada, como se o prazer que eu estava sentindo fosse transmitido por ela.

- Infelizmente, eu sei.

Mesmo com tal resposta, sua boca ainda mordia e chupava meu pescoço, me fazendo ter que enterrar o rosto nos cabelos dele, abafando os gemidos.

Como meus lábios estavam próximos a sua orelha, a mordisquei, deixando uma marca circular vermelha em seu glóbulo.

Sua respiração começava a ficar ofegante, levando em conta o peso que estava em seus braços.

Coloquei meus pés no chão, continuando a beijá-lo. Minhas mãos desceram ao começo de sua blusa, tocando a pele de sua barriga. 

Ele acariciava minha cintura por baixo das minhas roupas, quase que chegando ao meu membro. 

- Ei! Tem como vocês filhos da puta pararem de se pegar por um minuto?

Escutamos a voz alterada de Gavin soar do lado de fora do banheiro. 

- Vá se foder Gavin! - Respondi, arrumando minhas roupas.

- Parece que não sou o único a se foder por aqui. - Disse ele, rindo. - Agora, a menos que queira limpar o chão, eu acharia melhor me deixar entrar nessa merda de banheiro, eu preciso muito vomitar.

Connor olhou sorrindo para mim, achando graça da minha decepção por ter sido interrompido. 

Ele destrancou a porta e saiu. Passei pelo Gavin, que agora parecia estar bem melhor do que antes.

- Todo seu. - Falei, apresentando o banheiro, como um tipo de garçom.

- Finalmente!

Gavin apenas encostou a porta, e pude vê-lo se inclinando na privada, botando pra fora todo aquele whisky mal ingerido. 

- Gavin... Fiz um café pra você de manhã... Talvez já esteja frio na cafeteira, mas se quiser beber...

Reed sinalizou um dedo do meio pra mim, o que me fez sorrir de sua rebeldia desnecessária.

A tarde se pôs, e Gavin acabou por passar o dia com a gente de novo. É claro que Cole adorou a ideia de ter a casa lotada o dia todo. Ainda tivemos que chamar Alice e Ralph para brincarem com ele.

Connor me contou sobre o bebê androide, e também que Kamski o havia pedido para que entrasse na família, e ele aceitou.

Kamski agora ocupava a vaga paternal de Connor, o que queria dizer que iria levar Connor até o altar do casamento... E agora.... Seria meu sogro?... Mas que merda. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até o próximo! ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...