História DETROIT: Blue Blood - Capítulo 1


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus, Personagens Originais
Tags Ação, Androide, Connor, Crimes, Dbh, Detroit: Become Human, Drama, Mortes, Paixão, Policial, Romance, Violencia
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Palavras 2.756
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - 1. Faith


Os androides pendem seus direitos para viver livre como os humanos. — CNN

 

Será que deveremos realmente dar a liberdade para eles?  Eles foram criados por nós. — CBS News

 

MÁQUINAS VS HUMANOS: Como será daqui para frente, depois da revolução dos robôs? — GLOBO News

 

Androides de Detroit pedem liberdade e isso se espalha para os outros robôs do mundo. — ABC News

 

 

 

A pequena televisão do departamento de polícia fora desliga subitamente, chamando a atenção do único que ser que estava lá sentado em uma cadeira assistindo os programas que passava nela enquanto o mesmo zapeava os canais, procurando algo que não seja sobre a revolução dos divergentes da Cyberlife.

 

— Não deveria estar assistindo sobre isso. — Disse Hank olhando o seu parceiro de trabalho.

— Eu não entendo, tenente... — Disse Connor. — Mesmo dois de duas semanas... Os humanos ainda acham que somos perigoso para eles.

— Vai demorar um pouco para nós nos adaptar com essa liberdade das maquinas. — Suspirou Hank sentando em sua cadeira e voltando a atenção a tela do seu computador. — Mas me fala, porque ainda você está aqui mesmo? Você não precisa ficar mais me seguindo como um cachorro...

— Bom você disse a Cyberlife que você precisava de mim, como seu parceiro. — Respondeu o robô olhando para o seu amigo.

— Estou começando a me arrepender disso. — Resmungou Hank.

— E mesmo que não precisamos mais caçar robôs, o crime não diminuiu. — Confessou Connor. — Desde do começo da humanidade, sempre existiu crimes, mesmo durantes todas as revoluções que os humanos sofreram em séculos e nunca o índice dele abaixou. Por que isso seria diferente?

— Uhum — Resmungou Hank.

 

 

Hank estava pensando sobre o que seu amigo robô havia falado; pois havia uma certa verdade sobre o que ele dissera, desde que o mesmo se entende como gente. O crime nunca parou por isso que até agora ela ainda continua frequentando o departamento de polícia de Detroit.

Connor continuava olhando para Hank, enquanto ele lia qualquer mínima expressão de seu amigo, havia um certo incomodo em Hank; algo que o robô ainda não entendia; ele parou para pensar se seria uma boa ideia perguntar o que estava acontecendo, mas assim que o mesmo ia falar ele recebe um aviso do departamento de policia.

 

“Emergencia: Familia é morta após um ataque supostamente por um androide; porém á uma criança desaparecida o nome dela é Sarah Juliet Anderson, nascida em 27 de janeiro de 2029, pele branca, olhos verdes e cabelos castanhos cobreados.”

 

— Ah... Hank... — Disse Connor olhando para o mesmo enquanto analisava a criança desaparecida e pela infelicidade do robô. A menina tinha um parentesco com seu amigo. — Temos um problema....

— Que problema Connor? — Resmungou Hank.

— Uma família foi morta supostamente por um androide, porém tem uma criança desaparecida. — Respondeu Connor.

— É eu acabei de ver....

— O nome da menina é Sarah Juliet Anderson....

 

Hank olhou surpreso para Connor e logo ele se levantou após ver a foto de sua sobrinha na lista dos desaparecidos na tela do seu computador. Connor se levantou no mesmo segundo seguiu seu amigo até o carro do mesmo e assim que ambos adentraram, ele percebeu que Hank estava bem nervoso com aquilo pois havia encostado seu rosto no volante do carro enquanto sua respiração estava bem audível.

 

 

— Você está bem, Tenente? — Perguntou Connor.

— Sim — Disse ele ligando a ignição do carro e partiu para o local.

 

Durante todo o caminho nenhum dos dois ousaram a falar algo, Connor sentia o estresse de Hank estar um pouco mais incomum desde que ele fora enviado para trabalhar nas soluções dos casos de divergentes.  O mesmo olhou para o lado de fora enquanto via as casas passando rapidamente por eles; um suspiro repentino saiu pelos lábios semiabertos de Connor, novamente ele sentiu uma pequena instabilidade em software.

 

— Está quieto. — Estranhou Hank. — O que está passando pela sua cabeça....

— Eu estou apenas tentando deixa-lo confortável — Sorriu Connor. — Eu posso ver que está nervoso, seus batimentos estão bem mais rápido, sua respiração está audível.

— Desculpa...

— Não, eu entendo — Disse Connor olhando para Hank — É a sua família, se eu tivesse família também ficaria agitado e preocupado.

— Mas você tem uma família Connor — Disse Hank — Você tem a mim.

 

HANK ANDERSON:
Nivel de relacionamento aumentado: Família

 

 

 

— Fico feliz em ouvir isso. — Disse Connor dando um sorriso mínimo para Hank.

 

 

Assim que carro parou Hank saiu do mesmo seguido pelo robô, um choque percorreu a espinha do humano ao ver a casa de sua irmã queimada por quase todo completo, os bombeiros ainda estavam controlando o fogo que saia pela janela.

 

— Tenente Anderson — Disse policial se aproximando de Hank. — Eu sinto muito...

— Tem algum sobrevivente? — Perguntou Connor já recebendo um olhar torto do policial.

— A menina Sarah, sumiu.... A ultima vez que viram ela foi saindo com o androide da família alguns segundos antes da casa pegar fogo. — Respondeu o policial.

— Qual é o nome dele? — Perguntou Hank.

— É um modelo familiar RK500 — Disse o Policial.

— É um modelo antigo — Comentou Connor enquanto ele pesquisar quantos androides daquele modelo tinha por lá. — Existem apenas 9 em Detroit...

— Quantos têm nessa região? — Perguntou Hank.

— Dois — Respondeu Connor. — E tem um dentro dessa casa.

 

Connor caminhou em direção a casa, enquanto seus sensores detectavam de onde vinha o sinal do RK 500, porém o robô foi impedido pelo seu amigo segurando em seu braço; ele olhou para o mesmo.

 

— Aonde pensa que vai menino? — Perguntou Hank.

— Vou tentar pegar mais informações com o androide. — Disse Connor.

— Você pode se queimar. — Disse Hank.

— Eu... — Connor olhou para o fogo e voltou a olhar seu amigo. — A camada de metal do meu corpo é resistente a isso... Eu só preciso saber para onde foi a menina.... Hank

 

Hank hesitou bastante em deixar Connor ir para dentro daquela casa, mas ele soltou o mesmo respirando fundo e o robô deu um passo à frente antes que a casa explodisse tirando a esperança do mesmo de saber mais sobre o paradeiro da menina. O LED de Connor ficou vermelho por alguns segundos, demonstrando que realmente ficou com raiva do ocorrido.

 

— Connor....

— Hank — Respondeu Connor se virando para o humano enquanto seu LED voltava a ficar azul. — Desculpe... eu não consegui...

— Está tudo bem Connor. — Disse Hank se aproximando do robô. — Ainda vamos achar ela...

— Como pode ter certeza?

— Eu tenho fé, Connor. — Respondeu Hank, Connor olhou para o seu amigo tombando sua cabeça para o lado tentando entender o significado.

 

 

 

é a adesão de forma incondicional a uma hipótese que a pessoa passa a considerar como sendo uma verdade sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que se deposita nesta ideia ou fonte de transmissão.

 

 

— Fé — Repetiu Connor.

 

Instabilidade no Software: ∆

 

 

— Eu vou achar ela Hank... — Disse Connor olhando para sua direita. — Eu tenho fé, que irei acha-la.

— É bom saber disso...

 

 

 

 

Connor saiu andando em direção para o final da rua, deixando Hank parado sem saber como reagir; porém o mesmo pensou que seria melhor deixar o androide ir caminhar. Pois depois do dia da revolução, Hank havia visto que Connor estava abalado demais que acabou dando um tiro em si próprio na frente de todos. Hank poderia sentir o medo da aquela máquina que imitava um humano perfeitamente e por dentro ele entendia que todas as frustações do robô; logo concluiu que não talvez o mesmo não iria aguentar toda a pressão que estava sobre ti e acabou tirando sua própria “vida”.

Depois de tudo, Hank pagou a manutenção de Connor, ele queria a companhia dele; pelo menos com aquele androide em sua casa, ele não se sentia tão sozinho como era antes.  Hank conseguiu seu androide de volta, porém haviam restaurado ele por completo, por mais que tivessem a mesma “memorias” do antigo robô, não era mais o mesmo. Porém o humano queria arriscar.

 

 

Connor andava em direção de onde vinha um sinal de celular por pedido de ajuda; uma ligação que de oito segundos para a emergência, com um sussurro de socorro e logo depois um grito histérico de uma garota. Ele continuou o caminho, pelo menos conseguia rastrear de onde vinha o sinal do celular. Vinha debaixo um prédio abandonado, assim que se aproximou dele; a grade que tinha na porta do edifício estava cortada e havia uma poça de um liquido vermelho, Connor se agachou diante da poça e passou o dedo na mesma logo depois colocou em sua boca. Rapidamente conseguiu identificar o que era:

 

 

Sangue humano:
Sarah Juliet Anderson, 9 anos, nascida
em 27 de janeiro de 2029.

 

 

“Aurora você precisa comer... Eu vou cuidar de você, ninguém irá fazer mal para você.”

“Eu não estou com fome Sam.... Por favor deixa eu voltar para a casa.”

“Sua casa é perigosa demais...”

“Não é não... Eu vou pedir para o papai e a mamãe não jogarem você fora, por favor Sam”

“Eu já falei para você não falar deles!”

 

Connor ouviu a discussão vindo de dentro do prédio, entre a Sarah e o robô, logo seguido por um grito e choro da menina; ele correu para dentro do mesmo e tentou identificar de qual andar vinha o barulho.

 

 

 

— Desculpa Auro...

— Eu não sou a Aurora! — Gritou a menina chorando. — Me deixa em paz...

— Você é a Aurora sim, só não se lembra do seu nome, por causa da bancada na sua cabeça. — Disse o robô bastante nervoso andando de um lado para o outro. — Mas você vai ficar bem eu sei que vai.

— Eu quero ir para casa. — Disse Sarah. — Por favor me leva para a casa...

— Aqui é sua casa! — Gritou o robô batendo novamente na menina, chutando a barriga a deixando mais machucada do que já estava. — Você só tem que se acostumar.

— Sam se afasta dela. — Disse Connor atrás do robô.

 

 

A visão de Sarah ficou bastante turva com as pancadas que havia recebido; ela tentou se levantar e se manter distantes dos robôs, mas no máximo que ela conseguiu foi se levantar por alguns segundos e cair novamente desmaiando.

 

 

— Quem é você? — Perguntou o androide que sequestrou Sarah.

— Eu sou Connor. — Respondeu ele. — Eu sou um androide enviado da Cy... Não importa, eu preciso ajudar a criança...

— Ela está bem — Respondeu Sam. — Ela está apenas dormindo...

 

Sam se aproximou de Sarah a pegando no colo e a colocando em cima de um colchão velha que estava ali; Connor deu um passo em direção a eles vendo que a menina não estava bem, mas logo parou quando o androide apontou para ele uma faca para ele, Connor parou imediatamente levantando suas mãos.

 

— Está armado? — Perguntou Sam.

— Sim eu estou armado...

— Então larga ela. Ou mato a Aurora. — Rebateu o robô colocando a faca no pescoço da menina.

 

Connor teve que obedecer a Sam, ele tirou a arma, que estava presa em sua calça enquanto calculava com cuidado, quais eram a chances de atirar no robô e salvar a criança. Mas diante de seus cálculos, o androide acabaria matando Sarah assim no momento que Connor sacasse sua arma.

 

— Pronto sem armas. — Disse Connor jogando a mesma longe enquanto dava um passo a frente. — Por favor me deixe ajuda-la.

— Se você se aproximar eu te mato.... — Disse Sam se levantando e se aproximando de Connor enquanto o mesmo se afastava do mesmo.

— Você não pode me matar, eu não estou vivo. — Rebateu Connor parado.

 

Instabilidade de Software: ∇

 

— Eles estavam preste a te trocar; você ficou triste — Continuou Connor. — Eu sei como é isso...

— Depois da revolução, eu não quis me ajuntar aos divergentes... Eu estava bem com a minha Aurora. Porém eles queriam me jogar fora. — Disse Sam. — Eu pensei que eu era parte da família, pensei que eles me amassem.

— Escuta Sam. — Disse Connor. — Eu sei que não foi sua culpa de tudo isso, você está apenas começando a ter sentimentos e eles devem ser complicados. Pois são apenas alguns erros do seu software.

 

Instabilidade de Software: ∇∇

 

— Exatamente, isso não é a minha culpa... — Disse Sam abaixando a faca. — Eu amava eles, mas eu não era ninguém para eles... Por isso eu matei eles... Mas para Aurora ela sempre me amou, ela disse que íamos viver para sempre.

— Sam essa não é Aurora, essa é Sarah Juliet Anderson.... Aurora Newbon morreu na sexta-feira passada. — Disse Connor. — Ela estava doente, ela tinha um câncer que estava no estagio terminal... Você e ela eram apegados, porém quando ela morreu; você ficou abalado e matou os pais dela os culpando de não ter deixado você salvá-la... Não foi isso?

— Foi.... Eles me afastaram da Aurora por dias. — Disse Sam. — Porém quando eu vinguei pelo o que eles fizeram com ela, eu a vi a mesma andando nessa vizinhança.... Então eu trouxe ela para cá. Os pais dela deram ela para outros humanos onde eles tinham um androide melhor que eu. Então eu peguei ela e matei aqueles humanos...

— Por favor Sam... — Disse Connor calmamente, por mais que seus componentes estavam agitados para salvar a menina. — Deixa ajudar a Sarah...

— Aurora! — Gritou Sam. — O nome dela é Aurora....

— Tudo bem... — Suspirou Connor. — Me deixe ajudar a Aurora, ela vai sobreviver e vocês ficaram juntos para sempre...

— Tá bom.


Sam deu espaço para que Connor passasse, porém assim que o mesmo ficou do lado de Sam. Connor golpeou ele com um em seu rosto com todas suas forças, fazendo o mesmo se afastar mais ainda de Sarah; Sam tentou atacar seu agressor com um faca; mas logo foi imobilizado pelo mesmo com uma chave de braço.

 

— Porque você está fazendo isso? — Perguntou Sam.

— Não posso deixar você machucar mais ninguém. — Disse Connor imobilizando o outro androide com um braço enquanto e com o livre, ele tomou a faca de Sam e esfaqueou o mesmo na barriga várias vezes. Até o outro desligar.

 

Ele soltou o corpo do androide e correu em direção a menina tocando no rosto dela delicadamente, enquanto ele analisava o quadro de saúde da mesma:

 

 

Sarah Juliet Anderson:
Traumatizo craniano, três costelas quebradas
e sangramento nasal, causado pela pancada.

 

 

 

— Por favor, não se aproxime de mim — Disse Sarah olhando para o Connor.

— Se acalme — Disse Connor pegando ela no colo sem causar mais problemas a ela. — Meu nome é Connor, e eu vim salvar você. — Connor olhou para a menina fechando os olhos novamente. — Por favor abra seus olhos e olhe para mim... Converse comigo, não dorme não...

— Connor, o robô da Cyberlife. — Disse a garota com a sua voz falhado. — O robô do tio Hank...

— Como sabe? — Perguntou Connor, enquanto chamava a emergência avisando que havia conseguido achar a menina.

— Tio Hank contou para o papai — Disse ela fechando olhando para o rosto de Connor e depois olhou para baixo. — Você está sangrando...

— Foi só um corte. — Disse Connor. — Eu vou ficar bem...

— Você vai ficar bem... — Repetiu Sarah fechando seus olhos. — Connor da Cyberlife....

 

 

Assim que Connor saiu do edifício, estava cercado de polícia e uma ambulância. Hank foi o primeiro vir em direção ao robô que carregava sua sobrinha em seu colo; o mesmo olhou para ela tomando a mesma de seus braços e levando em direção a ambulância ignorando totalmente a presença de Connor e ficara parada apenas observando colocarem a menina dentro da ambulância às pressas.

 

— Connor... — Gritou Hank, fazendo o mesmo sair do transe e olhar em direção a ambulância — Vem, vamos...

— Tudo bem... — Connor entrou na ambulância e se sentou no canto, enquanto os paramédicos cuidavam da menina.

 

 

O robô olhou para suas roupas, estavam suja com seu “sangue azul” e o sangue da menina; seus olhos foram diretos para sua mão que também estava suja da mesma substancia azul. O LED da lateral do seu rosto piscava freneticamente em amarelo com toques alternados em azul e vermelho. Hank olhou para o seu amigo assustado achando que o mesmo testava tendo algum tipo de problema.

 

— Connor você está...

— Ela vai sobreviver? — Perguntou Connor ao paramédico cortando totalmente Hank.

— Sim ela vai. — Respondeu o paramédico. — Assim que chegarmos no hospital ela será bem tratada.

— Como você pode ter certeza? — Perguntou Connor.

— Não tenho certeza, mas existem pessoas capacitada que podem ajudar... — Respondeu o paramédico olhando para o robô. — Eu simplesmente tenho fé nessas pessoas e nessa menina, que ela vai se recuperar e continuar a longa jornada de sua vida, sem muitas sequelas.

— Ela vai ficar bem, Connor — Disse Hank tranquilizando o robô, vendo o LED do mesmo voltar a ficar azul. — Pode ficar calmo...

— Desculpa... Isso não vai mais se repetir...

— Está tudo bem Connor. — Disse Hank — Não precisa se desculpar, já passou...

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Bom eu espero que vocês tenham gostado desse capítulo, comentem o que acharam....

Até o proximo capítulo.


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