História DETROIT: Blue Blood - Capítulo 2


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus, Personagens Originais
Tags Ação, Androide, Connor, Crimes, Dbh, Detroit: Become Human, Drama, Mortes, Paixão, Policial, Romance, Violencia
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Palavras 2.704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Give Her More Time


 

3 DE DEZEMBRO DE 2038 – 7:40 AM

 

“Nessa Sexta-feira, amanheceu com sol entre as nuvens com a mínima de 4° e com a máxima de 12°. Está um bom dia para andar no parque e absorver um pouco de Vitamina D, não se esqueça de agasalhar bem as crianças.”

 

 

Connor escutava a TV ligada no pequeno quarto hospitalar da ala infantil, enquanto observava o dia pela janela que tinha ali; havia se passado duas semanas que a menina que ele salvara a vida dela, porém a mesma ainda não havia acordado desde então. O que deixava o mesmo aflito com seu LED totalmente amarelo. Hank também estava aflito com a recuperação demorada de sua sobrinha e mais ainda aflito pelo seu androide, como havia sido notificado que expor ele as fortes emoções, poderia ter as chances de ele entrar em modo de auto destruir.

 

 

— Connor — Disse Hank entrando no quarto de sua sobrinha.

— Hank — Respondeu o mais novo olhando para ele. — Bom dia, dormiu bem?

— Sim e você? — Perguntou o mesmo.

— Não... — Disse ele. — Eu não consegui entrar em um modo descanso.

— Por isso do seu LED amarelo...

— Talvez. — Connor deu de ombros e então o mesmo olhou para a menina. — Ela ainda não acordou, eu não entendo seu corpo está recuperando bem, porque ela ainda dorme?

— Talvez ela precise de um pouco mais de descanso, como você filho. — Disse Hank se aproximando do androide. — Vá para a casa....

— Eu não tenho uma casa...

— Você tem a minha. — Disse Hank — O Sumo deve estar com saudades de você.

— Eu não quero ir. — Disse Connor se sentando no pequeno sofá que tinha no quarto e se encostou no mesmo, seus olhos se fecharam lentamente enquanto ele entrava em modo hibernação.

 

 

Hank suspirou olhando Connor dormindo, enquanto o LED do mesmo piscava lentamente e observou sua sobrinha também dormindo serenamente, o mais velho puxou uma cadeira e se sentou perto da cama observando a menina que parecia um anjo. Depois que seu filho morreu, Hank se afastou de todos de sua família, até mesmo de sua sobrinha Sarah que passava a maior parte do seu tempo em sua casa brincando com seu filho Cole; ela era alguns meses mais velha que ele. E assim como Hank, Sarah não gostava dos androides como as outras crianças que eram fascinadas pelos mesmos; seus pais até compraram um androide familiar para ajudá-la em suas tarefas da escola e de casa. Porém a ruivinha sempre fora independente em questão disso, por mais que não visse a necessidade ela gostava da companhia que seu androide dava a ela.

 

 

 

 

 

 

JULHO DE 2035 — VERÃO

 

 

 

— Vamos papai, vamos brincar. — Disse Cole puxando seu pai pela mão enquanto via sua prima correr em direção a arvore seguida pelo seu androide.

— Vai na frente... — Disse Hank sorrindo. — Eu estou logo atrás de você.

Hank caminhava lentamente em direção as duas crianças e o robô; usando bermuda e uma camisa de manga curta azul clara, o mesmo estava curtindo suas férias de trabalho que milagrosamente caíra no verão; então o mesmo resolveu levar seu filho e sua sobrinha para brincar no parque como havia prometido.

— Bob me ajuda a subir nessa arvore? — Pediu Cole para o androide de sua prima.

— É muito perigoso subir em arvores, Cole. Tenho certeza que seu pai não quer que você se machuque. — Respondeu o robô de forma educada enquanto olhava o mais velho se aproximar.

— Está tudo bem... — Disse Hank ao robô. — Pode deixar ele subir na arvore.

— Vamos Bob — Sorriu Cole esticando seus braços para que o androide o pegue no colo.

 

Bob não hesitou pegou o menino no colo e colocou no galho da arvore onde ao alcançava e ficou observando o mesmo chamar a atenção de sua prima dizendo que ele era o rei do mundo. O galho não ficava mais do que 1,30 m do chão; a menina de cabelos alaranjados ria colocando a mão em sua barriga dizendo que seu primo estava tosco falando que ele estava se auto chamando de rei do mundo.

 

— Tio Hank — Disse Sarah correndo em direção ao mesmo abraçando ele.

— Oi pequena — Sorriu Hank pegando a mesma no colo e erguendo ela no chão e colocando atrás da sua nuca. — Olha Cole eu sou mais alta que você....

— Não vale você está em cima do meu papai... — Rebateu Cole.

— E você usou o Bob para subir na arvore. — Disse Sarah mostrando a língua para o mesmo.

— Claro o Bob é forte olha o tamanho do braço dele. — Disse Cole.

 

O robô deu uma risada, pois ele havia achado engraçado aquilo. Bob era bem alto com mais de 1,80m de altura; sua pele era negra, seus olhos eram castanhos escuro; ele vestia sua roupa de fabrica por baixo de uma camiseta xadrez, presenteada pela sua pequena dona. Ele tinha cabelo ralo, uma voz aveludada e uma expressão de simpatia.

 

— Eu não sou tão forte assim Cole. — Disse o robô. — Eu apenas fui construído para ajudar as pessoas que trabalhos braçais.

— Isso não importa, Bob. — Disse Sarah. — Você é o melhor, o maior e o mais forte dos androides que alguém pode ter. Não é tio Hank?

— Claro. — Sorriu Hank.

— Hank é bem mais forte que eu — Disse Bob tirando Cole da arvore. — Pelo simples fato de lutar contra o crime todos os dias.

— Fico feliz que eu tenho um reconhecimento do meu trabalho de uma maquina. — Ironizou Hank.

— Mas é verdade papai, você é o melhor do mundo. — Disse Cole.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2:04 PM – 17°C

 

Hank havia acordado com uma risadinha abafada de uma criança, pela primeira vez depois de tempo ele havia sonhado com seu filho em uns dos momentos mais alegre que ele pode ter; sua vista estava turva, seus olhos ainda se acostumando com a iluminação do ambiente. Assim que ele se endireitou na cadeira ele passou a mão em seu rosto e avistou a pequena garota que acabara de sonhar, sentada na cama observando o mesmo com um sorriso inocente em seu rosto.

 

— Bom dia tio Hank — Disse Sarah rindo da situação do mesmo, seu rosto estava com algumas marcas do casaco em seu rosto. — Dormiu bem?

— Sarah... — Disse o mais velho se levantando e abraçando a mesma. — Finalmente você acordou...

— Ai Tio Hank, você está me sufocando...

— Eu achei que ia perder você também. — Disse Hank deixando algumas lágrimas escaparem.

— Mas você não perdeu. — Riu Sarah se afastando do mais velho e passando a mão no seu cabelo retirando o mesmo de seu rosto e logo ela percebeu que tinha uma candola no seu nariz. — Isso faz cocegas...

 

Sarah dava risada da sua situação atual, sua pele ainda estava muito branca, tinha um leve tom de roxo embaixo de seus pequenos olhos castanhos esverdeado, em seu rosto cheio de sardas. Ainda tinha cicatrizes e hematomas na bochecha direita e um corte em seus lábios cheios e rosados. Seus olhos estavam bem agitados, assim como a mesma querendo sair daquele local rapidamente, até que ela viu alguém dormindo no sofá.

 

— Quem é ele? — Perguntou Sarah observando o homem sentado no sofá que logo despertou quando ouviu voz da menina, ele simplesmente ergueu sua cabeça e olhou diretamente para menina.

— Esse é o Connor... — Disse Hank limpando seu rosto.

 

Connor se levantou ajeitando sua roupa e se aproximou da cama olhando a menina enquanto o mesmo analisava ela e todo seu corpo, ele ainda identificava que ela seu corpo não estava totalmente curado como o médico havia lhe garantido.

 

— Olá — Disse Connor estendendo sua mão para cumprimenta-la. Sarah olhou o robô de cima a baixo enquanto também analisava ele de uma forma julgadora. — Eu sou Connor é um prazer...

— Porque essa coisa está no meu quarto? — Disse ela ríspida olhando para o Connor enquanto o mesmo recolhia sua mão para perto do seu corpo enquanto seu rosto tinha uma expressão mais fria, quase triste.

— Connor é o meu amigo. — Disse Hank suspirando e então Sarah olhou para o mais velho. — Ele me ajuda no trabalho.

— Achei que ele tivesse se autodesligado. — Disse ela ainda de uma forma bastante fria deixando cada vez Connor mais irritado. — Com um tiro na cabeça... Ou foi tudo encenação para as pessoas?

— Sarah! — Repreendeu Hank. — Não fale assim, ele salvou sua vida...

— E o que eu tenho que fazer? — Disse ela olhando o Connor. — Agradecer? Ele não fez mais que a obrigação dele, já que ele foi construído para te ajudar...

 

 

SARA JULIET ANDERSON
Nivel de relacionamento: Desafeto.

 

 

— Sa..

— Está tudo bem — Disse Connor dando um leve sorriso, porém bem forçado. — Ela passou por muitas coisas, eu a entendo. Se um humano me machucasse, talvez eu teria repulsa de qualquer outro que se aproximasse de mim. Quer café Hank?

— Claro — Sorriu Hank para o seu robô que logo saiu do quarto de Sarah sem dizer mais nada.

 

 

Sarah olhou suas mãos, tentando se acalmar assim que o robô foi embora; ela não queria ficar perto de nenhum androide, pois desde que seu primo Cole morreu e até agora nesse exato momento, ela não teve muitas experiências boas com os androides. Por mais que seu “amigo” Bob fosse bom com ela, ajudasse a mesma em várias coisas do seu dia-a-dia. Mas assim que ela ouviu seu tio conversar com seu pai sobre a morte de seu primo, que em vez de um médico, fora um androide que havia feito a cirurgia do mesmo. Ela nunca mais teve qualquer afeição aos androides, porém ao mesmo tempo ela não queria se seus pais se desfizessem de Bob. Pois todas as vezes que eles saiam ou iam trabalhar, o Bob fazia companhia a ela mesmo que seja longe fazendo algum serviço na casa.

Um suspiro pesado escapou pela boca de Hank e ele se sentou de volta a sua cadeira enquanto tentava puxar algum tipo de assunto com sua sobrinha, que agora estava mais auto preservativa, falando bem pouco e sempre forçando alguns sorrisos; ela perguntou se os pais dela realmente a haviam morrido durante ao ataque do androide, ou se simplesmente fora apenas um sonho de sua casa pegando. Hank havia perguntado para ela se a mesma não se lembrava do ocorrido; e a mesma negou com a cabeça dizendo que a única coisa que se lembra era estar muito quente e depois acordar no quarto do hospital. Mais um suspiro escapou pelos lábios do mais velho, tentando achar formas de dizer o que havia ocorrido naquele dia e sobre a outra verde de que seus pais não sobreviveram no incêndio...

 

Connor estava na frente da máquina de café encarando a mesma, enquanto seu rosto não expressava nada; porém seu sistema estava confuso, ficando instável pelo modo surpreendente de como fora tratado por aquele que o mesmo salvou a vida. Ele estava tentando compreender a reação daquela menina, tudo ligava a para a primeira opção: ela era parente do Hank e no começo o mesmo não gosta de androides, incluindo trabalhar com um deles seria um sacrifício gigante de sua parte; talvez esteja na genética de família; talvez ela seja como o Hank, carrancuda e que não goste de androides. Segunda opção era de que suas últimas experiências com androides não foram nada agradáveis, perto do que Connor poderia imaginar e que talvez ele estivesse ainda com medo dele.

Ele pegou o café que já estava pronto e se afastou da máquina esbarrando sem querer em uma senhora de cabelos grisalhos bem curtos, pele negra e uns de seus olhos estavam esbranquiçados.

 

 

 

Amélia Rose Volks
Idade: 87 anos
Profissão: Aposentada
Nacionalidade: Jamaicana

 

 

 

 

— Me desculpe. — Disse Connor segurando Amélia com um braço impedindo que ela caísse.

— Está tudo bem — Sorriu ela olhando para o Connor e um leve sorriso apareceu em seus lábios. — Oh meu Deus...

— O que? — Perguntou Connor checando para ver se a senhora estava realmente bem, ela estava só estava apenas se tratando de um tumor em seus seios. E o mesmo ajudou ela a se sentar temendo de seu estado de saúde. — Está sentindo alguma coisa?

— Não, querido... — Riu Amélia percebendo a atenção dele. — É que você se parece muito com meu falecido marido...

— Ah... — Connor ficou confuso e logo sorriu. — Eu sinto muito..

 

 

INSTABILIDADE DE SOFTWARE: △

 

 

— Não sinta querido. — Disse ela sorrindo e tocou no rosto de Connor. — Você é muito parecido com meu marido, tirando essa luz amarela de seu rosto e que você é muito mais bonito...

— Ah — Sorriu Connor novamente sem graça. — Obrigado.

 

Connor suspirou pesado e se sentou ao lado de Amélia, ele havia perdido totalmente a coragem de enfrentar aquela pequena menina de olhos intensos e com uma personalidade extremamente irritante.

 

— Que cara é essa, filho? — Perguntou a senhora ao seu lado. — O que ela fez para você?

— Ela? — Indagou Connor.

— A garota que te deixou com esses olhinhos tristes. — Disse Amélia então Connor ergueu umas de suas sobrancelhas.

— Como sabe?

— Eu conheço a vida, meu querido. — Disse Amelia. — Eu reconheço de longe quando uma mulher sem querer magoa um garoto, tão belo como você... Quer um conselho de uma velha?

— Claro...

— Deixe ela se acostumar com o novo ambiente, talvez ela tenha tido muitas mudanças em sua vida. — Disse Amélia olhando nos olhos castanhos do androide. — Talvez ela precise de um pouco de tempo para perceber que você não fez por mal....

— Mãe — Uma mulher bonita como uma deusa grega se aproximou de Amélia, Connor olhou para mulher piscando algumas vezes observando a beleza dela.

 

 

 

NAOMI VOLKS HENS
IDADE: 23 anos
PROFISSÃO: Professora de Ginastica Olimpica.
CONJUGUE: Emilly Hens
NACIONALIDADE: Americana.

 

 

 

 

— Querida... — Disse a senhora se levantando com a ajuda do Connor. — Estava conversando com esse belo rapaz... Ele está com problemas com uma garota!

— Mãe — Disse Naomi envergonhada e olhou para o Connor. — Desculpa por ela...

— Não tem problemas. — Sorriu Connor. — Obrigada Sra. Volks pelo conselho...

— Não me agradeça querido — Disse Amélia segurando a mão de Connor. — Dê tempo a ela.

— Pode deixar. — Sorriu Connor alegre e beijou a mão de Amélia de uma forma de respeito. — E melhoras...

— Como você sabe? — Perguntou Amélia surpresa.

— Eu também conheço um pouco da vida. — Disse dando uma piscadela para Amélia. — Até mais...
 


 

 

Connor se virou e caminhou em direção de onde veio, entrando na ala infantil; duas crianças viram o mesmo passar e acenou para ele, recebendo de volta um sorriso amigável para as mesmas. O conselho daquela velha estava em sua “mente” enquanto ele andava até o quarto de Sarah. Talvez dar o tempo para ela, seria o melhor a se fazer; já que a mesma passou por muitas coisas ultimamente; coisas que Connor não conseguia compreender o tão difícil que poderia ser, ele nunca havia perdido alguém importante para ti e obviamente que a pessoa mais importante para ele, estava dentro daquele quarto hospitalar e o mesmo tinha fé que a mesma não morreria tão cedo assim.

 

Assim que o androide adentrou no quarto, logo foi recebido por dois tipos de olhares, um mais aliviado e outro de repulsa; obviamente ele ignorou totalmente o clima desconfortável que aquela garotinha colocou. Hank se levantou e caminhou em direção ao mesmo pegando seu café; Sarah olhava para aquela cena incrédula, se questionando como seu tio poderia ficar perto de Connor depois de tudo que aconteceu.

 

— Connor eu preciso que você faça um favor para mim — Disse Hank.

— Claro — Sorriu Connor. — Qual é?

— Você levar minha sobrinha para a casa o médico já liberou ela. — Disse Hank, Connor olhou para Sarah que já estava com outra roupa sem os aparelhos ligados nela. E depois voltou a olhar para o Hank quase implorando para que não fizesse aquilo. — Ela tem quer ir para casa descansar.... Consegue fazer isso?

— Sim — Disse Connor incerto, nunca sentira isso; o sentimento da incerteza. Por dentro ele preferia parar um caminhão desgovernado com mais de 10 toneladas com o braço ou até mesmo lutar contra androides divergentes, do que enfrentar aquele pequeno furacão em forma de criança. — Claro, levar ela para casa...

— Eu tenho que resolver alguns problemas na delegacia. — Disse Hank.

— Claro — Concordou Connor novamente, mas era mais para si do que para o Hank. — Devo chamar o taxi?

 

— Eu já chamei... — Disse Hank se afastando de seu amigo e indo até a menina. — E você se comporte mocinha, vejo vocês dois a noite.

 

 

CONTINUA....

 

 


Notas Finais


Olha eu aqui de novo gente -- Yeeeeeh -- Bom eu fico feliz que vocês estejam gostando, nem que sejam um pouquinho né... Vou atualizar a fanfic assim que eu escrever o capítulo, eu só postei esse aqui para não ficar só prologo mais um capítulo. Mas pretendo postar pelo menos duas vezes na semana (se eu conseguir escrever o capítulo) se não será apenas um =3

Enquanto isso, será que Connor vai sobreviver passar o resto da tarde até a noite dentro de uma casa com esse pequeno furacãozinho de cabelos alaranjados? Deixem nos comentários suas teorias...

Até o proximo um capítulo.
Beijos

~Lozy


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