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História Deu a Louca em Hogwarts - Capítulo 5


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Notas do Autor


Oi gente, espero que gostem desse capitulo.
Desculpem os erros

Capítulo 5 - O General do Principe


Fanfic / Fanfiction Deu a Louca em Hogwarts - Capítulo 5 - O General do Principe

(capitulo dedicado A Refugiado e pabilangel, seus comentários me deixam muito feliz, obrigada aos dois)

Hogwarts, Escritório do Diretor.

Severus estava sentando em uma cadeira com um saco de papel tentando recuperar o fôlego, como assim Dumbledore estava casado com o Lord das Trevas?

- Severus respire isso assim com calma – Dumbledore pedia enquanto alisava as costas do mestre de poções.

- isso é sério Alvo? – Severus perguntou olhando com os olhos arregalados para o diretor.

- é sim meu menino – Alvo respondeu sorrindo.

- e vocês....????? – Perguntou apontando do Dumbledore para Voldemort.

- sim, estamos nos amando – Voldemort respondeu achando engraçado ver o Snape sempre frio e sem expressão quase tendo um ataque de pânico.

Com essa fala do Lord das Trevas Severus desmaiou.

- amor, por que fez isso com ele? – Dumbledore perguntou segurando Severus.

- achei que seria divertido? – Voldemort respondeu dando de ombros para o diretor, que apenas negou com a cabeça e deu um tapa na cabeça do marido.

- comporte-se – falou para o mais novo.

 

Mansão Riddle.

Harry estava terminando de almoçar quando ouviu alguém entrar na mansão.

- Milord, estou aqui para meu treinamento como pediu – Harry ouviu uma voz que lhe soava muito familiar.

- Milord? – veio a pergunta, enquanto a pessoa entrava no salão de jantar.

Harry pensando rápido de levantou indo até Draco Malfoy que acabara de entrar no salão.

- que bom que está aqui, meu pai teve que sair e meu deixou encarregado de lhe treinar – Harry falou, finalmente ele tinha a chance de se vingar do loiro, Harry esticou o pergaminho mostrando a adoção que o Lord dar trevas fizera.

- isso só pode ser brincadeira? – Draco falou vendo que Potter fora realmente adotado pelo Lord das trevas.

- não, não é, e tem mais, você deveria se sentir muito honrado com isso, eu pedi ao papai para me deixar criar um grupo de comensais de elide que seriam tão importantes quando o ciclo interno, e ele seria comandado por mim, seu herdeiro e logicamente, seu seguidor mais leal, e o papai disse sim – até Harry estava surpreso com a história que tinha inventado – por isso eu estou encarregado de reunir essa equipe privilegiada, e você pode ser o braço direito do herdeiro do Lord das Trevas, mais só se você for capaz de seguir minhas ordens. – Harry falou.

Draco estava indeciso, por um lado ele sabia que ser o braço direito do herdeiro das trevas, seria um posto de prestigio e deixaria seu pai muito orgulhoso, e caso recusasse, ele corria o risco de ser até deserdado por seu pai, mas por outro lado ele teria que servir ao seu inimigo de escola, e ele não era burro de pensar que Harry não se vingaria dele.

- é claro que você pode dizer não, e eu irei escolher outro para esse posto de prestigio, mas ai, o meu pai vai ficar com raiva do seu, que vai ficar com raiva de você, sem falar que meu pai pode tirar seu pai do ciclo interno por insubordinação, em fim... essas coisas de política – Harry falou dando de ombros e se virando de costas para o loiro.

- espera, meu príncipe – Draco falou agoniado, ao pensar nas conseqüências de dizer não ao seu agora superior. – eu aceito.

- que bom – Harry falou se virando para Draco e dando um sorriso predatório para o menor – agora vamos deixar um coisa bem clara aqui, eu mando, você obedece, ouse me questionar ou me desafiar e eu te substituo com um estalar de dedos, fui claro? – Harry falou.

- sim meu príncipe – Draco respondeu engolindo em seco. – vai me fazer pagar por todas as coisas que te fiz na escola, não vai?

- eu não seria o filho do Lord das Trevas se não fizesse, não é? – Harry respondeu com uma pergunta.

- acho que não meu príncipe – Draco respondeu desanimado.

 

Hogwarts, escritório do diretor.

- acho que eu matei ele – Tom comentou cutucando a bochecha do mestre de poções, já tinha passado das 5 da tarde, e Severus ainda não tinha acordado.

- - de tempo a ele, eu te contei sobre ele, ele ainda deve estar processando tudo – Dumbledore respondeu.

- ainda não acredito que ele estava mesmo me traindo – Tom falou.

- querido, você matou a mulher que ele amava, o que você esperava? – Alvo respondeu enquanto preenchia alguns documentos da escola.

- eu sei, sabe eu acho que se alguém matasse você agora, eu nunca perdoaria – Tom falou indo até Dumbledore e o abraçando por trás – o que meu maridinho está fazendo?

- assinando alguns documentos que eu negligenciei nos últimos dias por causa da busca ao Harry.

- entendo – Tom falou enquanto brincava com a barba do Alvo.

- olha isso – Alvo pediu levantando um papel para o Voldemort.

- o boletim do nosso filhote – falou sorrindo – ele é bom – falou vendo as notas do Harry.

- ele é sim – Dumbledore falou com orgulho.

- mais deixa a desejar em história da magia e poções – Tom comentou.

- nesse casou vou defender nosso filhote – Dumbledore falou – pelo que eu sei a aula de história de magia é um tédio para os jovens, e poções... bem, o Severus não é o melhor professor para nosso filhote.

- ele ainda não superou as desavenças entre ele e James Potter? – Tom perguntou.

- receio que não e infelizmente nosso Harry sofre com isso – Alvo respondeu sentindo Tom solta-lo. – amor? - chamou

Tom não respondeu apenas foi até o mestre de poções e lhe socou o rosto quebrando o nariz do mestre de poções.

- TOM? – Alvo chamou surpreso pela atitude do marido.

- me desculpa amor, mais não vou deixar esse idiota continuar tratando nosso bebê só por que ele não é homem o bastante para superar as desavenças dele com um homem que já morreu e descansa em paz a mais de 13 anos – Tom falou revoltado soltando Severus de qualquer jeito de volta ao sofá.

 

Mansão Riddle, Quarto do Harry.

Harry estava lendo um livro das trevas sentando em sua cama com as pernas esticadas, ao seu lado no chão, estava Draco, o loiro estava se contorcendo enquanto um vibrador, que Harry tinha achado nas coisas do seu pai, vibrava na velocidade máxima dentro do anus do loiro, o anel peniano o impedindo de gozar, Harry também achou o anel nas coisas do seu pai, assim como a mordaça que estava na boca do loiro e a coleira com corrente que ele segurava.

- como meu lindo general está? – Harry perguntou alisando os cabelos do Draco.

- hummmm – Draco gemeu tentando responder, mas a mordaça o impedia.

Harry sorriu e retirou a mordaça – disse alguma coisa meu general?

- meu... hannn... príncipe, eu... hummm... gozarrr – Draco falou gemendo.

- quer gozar meu general? – Harry perguntou vendo Draco concordar desesperado.

Sorrindo Harry fez Draco levantar e o levou pela guia para o banheiro dele enchendo a banheira.

- vamos tomar um banho, e seu príncipe vai cuidar muito bem de você – Harry falou brincando com os mamilos do loiro. – você quer que se príncipe cuide de você, meu general?

- sim... sim... simmm – Draco respondeu, quando ele soube que Harry se vingaria dele, pelas coisas que ele fez na escola com o moreno, pensou que ele iria lhe torturar até a morte, mas nunca pensou que a tortura seria tão prazerosa, ao invés de morrer de dor ele estava quase morrendo de prazer, e ele não podia negar que era a punição mais gostosa que já teve na vida, e podiam chamar ele de louco, mais ele torcia para que sua punição nunca tivesse fim.

Ele preferia passar o resto da vida sendo o escrevo sexual do Potter, quer dizer Riddle, do que voltar a trocar feitiços e insultos com ele.

- pontinho, agora deixa seu príncipe cuidar de você – Harry falou entrando com Draco na banheira, e começando a chupar os bicos do peito do loiro.

Em pouco tempo Draco se viu segurando a borda da banheira/piscina enquanto tinha Harry enterrado em sua bunda.

- admita, você está amando cada segundo – Harry falou enquanto via Draco rebolar e empinar a bunda contra seu membro.

- haaa sim, sim, sim, meu príncipe, sim – Draco falou revirando os olhos- estou amando, estou amando.

- mais que bom menino, acho que meu lindo general mercê uma recompensa – Harry falou sorrindo – que tal seu príncipe deixar você gozar?

- haa sim, sim meu príncipe – Draco falou sorrindo – me deixe gozar, por favor.

- que menino tão bonzinho – Harry falou puxando Draco para si o beijando enquanto tirava o anel peniano do Draco que gozou na hora enquanto sentia Harry explodindo dentro dele lhe enchendo.

- como se sente meu general? – Harry perguntou.

- completo, cheio, entupido – foram as palavras que Harry ouviu Draco sussurrar em quanto deitava a cabeça em seu ombro tentando recuperar o fôlego.

Harry terminou o banho deles e carregou Draco para sua cama, Harry não sabia que Draco tinha desmaiado ou apenas dormido.

 

Duas horas depois.

Harry sentiu Draco virando na cama, depois do banho, Harry deixou Draco dormir ao seu lado enquanto ele terminava sua leitura, olhando para o lado viu que Draco estava acordando.

Harry se inclinou e beijou a boca do menor – acordou meu lindo?

- sim – Draco respondeu manhoso olhando para Harry – meu príncipe, ainda vai me punir mais? – Draco perguntou.

- por quê? – Harry perguntou.

- eu... eu... gostei – Draco admitiu corado ficando todo vermelho.

Harry riu – gostou é? – perguntou abraçando o menor e o puxando para seu peito. – vai, pode dizer – incitou.

- eu... achoqueteamo – Draco falou de uma só vez.

Harry gargalhou – tudo bem, eu também acho que te amo – Harry respondeu colocando uma coleira fina e discreta no loiro, que sorriu feliz. – hei docinho, vamos jantar?

- vamos sim meu amor – Draco respondeu sorrindo.

Harry se levantou da cama e deu a mão para ajudar Draco a levantar, juntos os dois desceram para jantar, o jantar foi cheio de carinho e beijinhos entrou os dois jovens que finalmente estavam admitindo que a implicância dos anos anteriores nada mais era do que um jeito de chamarem atenção dos seus amados.

Wyni sorria feliz vendo se pequeno mestre com o namorado.

Depois do jantar, Harry e Draco foram para a sala de treinamento do Lord das Trevas, juntos os dois começaram a melhorar suas habilidades de duelo e a força dos seus feitiços.

Continua...


Notas Finais


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