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História Deu mole, é vapo - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


MANO QLAKXKALAJmso
Alguém me mata, plmdDeus
Eu n gosto de Funk, mas, meu irmão ouve e alguns vizinhos tbm, ent fica na cabeça e eu morro de rir sozinha imaginando os meninos com essas idéias de maloka.
Espero que gostem aaa
Boa leitura,

Capítulo 1 - Na casa de Laureta


Estava impossível conversar com Jaemin. 

Impossível.

Algumas NCTzens brasileiras vieram chamando a atenção do azulado por aqueles dias. Claro, isso era algo bom, porque significava que o fandom tinha crescido tanto até que o outro lado do mundo conhecesse o NCT. Mas, a influência do Brasil... Ah, pelo amor de Haechan, viu.

Era "malemolência" pra cá, "bum bum tam tam" pra lá, e até "vai, taca" acolá.

Jeno não estava suportando mais.

O Na ficou infectado pelo vírus BR321, só podia ser. Ou o vírus viniccius_13, porque também pegou um amor imenso pelo jogo por nome de "Minecraft". 

Oh, sim, as atitudes do coelho rendiam boas risadas por parte do mais velho, no entanto, o nível de irritação era da mesma proporção.

"Jaemin, pegue um canudinho para mim, por favor."

"Ah, mas você vai chupar no talento?"

"Ahn?"

"Nada não."

Quando o Dongsaeng pegou um resfriado e Jeno foi visitá-lo após os treinos, foi tipo isso:

"Jaeminnie, você está bem?"

"'Tô tranquilo, 'tô favorável."

Quando Jeno comprou um moletom novo e mostrou-o para Jaemin:

"Ficou bonito, Nana?"

"Como pode ficar gata só de moletom e boca?"

O maior o olhou com cara de "WTF?" 

"O quê? Jaemin, por que 'gata' se eu sou homem? Diga 'gata' para a tua quase namoradinha, a... JiIn? JiRin? Ah, você entendeu."

"Namorar 'pra quê? Se amarrar 'pra quê? Prefiro 'tar solteiro que eu sei que elas vão querer."

O Lee não contestou. Jaemin era "pegador", mesmo. Como ele mesmo dizia, abrasileiradamente, "passava o rodo em geral". 

Só não em si.

Naquele corpitcho, Jaemin não tinha permissão de entrar.

Ao pintar o cabelo novamente de castanho escuro, Jeno fez a burrada de perguntar a Jaemin se tinha ficado bonito:

"Fiquei bonito, Minnie?"

Jaemin quase pulou em si.

"Minha linda morena."

Só deu o rapper mais velho correndo atrás do mais novo, querendo estapeá-lo por colocar Jeno com palavras no modo feminino.

Ah, porém havia um porém — notem esse trocadilho, irmãos.

Poderia ficar pior, sim.

E ficou.

Jaemin descobriu que os brasileiros eram os reis dos memes com trocadilhos e resolveu investir nisso.

Obviamente, Jeno foi o alvo.

"Jenifer, venha cá."

Sim, isso mesmo que você leu.

Segundo o Na, se colocássemos "Jeno" no diminutivo, ficaria "Jennie" e, "Jennie", no Brasil, era um apelido para "Jenifer" que, por  um acaso, foi o título de uma música que fez muito sucesso do país.

Portanto, agora, Jeno era Jenifer. 

E o apelido pegou.

Mas, voltando.

"O que você quer, Nana?" Jeno ficou na porta do quarto de Jaemin, sem entrar.

"Olhe só, tem uma nova tendência aqui na Coréia."  O Lee quase glorificou de pé ao notar que Jaemin, aleluia, não iria falar sobre um assunto que remetesse ao Brasil.

"E qual é essa tendência?" Perguntou, interessado.

"Ah, só vou te falar se você vier aqui, do meu ladinho, bebê."

"Ah? Bebê? Meu querido, eu sou um rei!"

"Falei que, 'pra mim, você não é rei. Tudo que podia fale-e-ei-"

Jeno perdeu o interesse.

Broxou, na nova linguagem do leonino.

"Aff, Jaemin, estou indo 'pra sala, tchau." 

Só foi o mais alto sair pela porta que Jaemin começou a cantar estridentemente (lê-se gritar):

"VOCÊ VIROU SAUDADE AQUI DENTRO DE CASA, SE EU TE CHAMO 'PRO COLCHÃO, VOCÊ FOGE 'PRA SALA!"

E, sabendo que o mais novo iria continuar com o show caso o ignorasse, resolveu entrar no quarto e sentar do lado de Jaemin, de uma vez por todas.

"OK, OK, estou aqui, viu? Agora, me fale, qual é essa nova tendência?"

Jaemin encaixou o braço atrás de Jeno, quase o prendedo ali.

"Juntar todas as sílabas do nome, tirar a do meio e ver no que dá." 

O sorrisinho do coelho estava safado demais em relação à ocasião, mas, se fôssemos reparar à risca, depois de se jogar de cabeça na atual "cultura" brasileira, Jaemin tinha sempre esse sorriso estampado no rosto. Então, Jeno nem ligou. Iria participar daquela brincadeira.

"Hm.." o maior fez uma caretinha fofa enquanto pensava, sentindo o braço atrás de si chegar bem perto de sua bunda, praticamente acariciando-a. "O meu ficaria Leeno." Pensou mais um pouquinho. "Olhe, Minnie! É parecido com a pronúncia de 'Lee Know', o nome artístico do Minho, do Stray Kids! Que legal!" 

"Wow, verdade." Jaemin falou, aproveitando o momento de euforia para enlaçar o braço na cintura — a propósito, fina demais por se tratar de um homem, o que era mega estranho. Jaemin já tinha chegado a pensar que talvez o Lee fosse, na verdade, transsexual e, quando o visse nu, teria de cantar 'Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, era um traveco-o.' — de seu Hyung.

Jeno olhou para si, querendo estrangulá-lo pela liberdade não dada àquele pirralho.

"Adivinhe como ficaria o meu." Jaemin pronunciou.

"Er... Namin? Oh, Namin não me parece significar nada." Jeno comentou.

"Ah, mas significa, sim, bebê. É muito brasileiramente parecido com 'na minha'. Ou seja, Nono, como foi você quem disse, significa que está na minha." E o sorriso de Jaemin aumentou.

"Como assim, J-Jaemin? Que miséria toda é essa?"

"Miséria toda é o que você me dá, me deixando na seca. Na realidade, você poderia muito bem me dar outra coisa..." Puxou o Hyung coradinho para si, sendo mais específica, para seu colo.

"M-meu Deus, c-claro que n-não! Você deve estar  louco..."

"Louco de refri, bebê. Oh, vamos lá, eu sei que você me quer." Apertou o quadril de Jeno, tendo as mãos alheias espalmadas em seu peitoral.

"N-não quero. E, pare, desse jeito, parece que eu estou te dando permissão para fazer isso, Jaeminnie!" Jeno tentou sair de cima das pernas mais grossas que as suas próprias, não obtendo êxito.

Porra, além de tudo, estava malhando, cada vez mais parecido com o padrão brasileiro. 

O Lee não se surpreenderia caso o visse usando uma Juliete por aí.

"E não está, Nono?" Segurou o queixo do maior, vendo ele arfar baixinho e derreter acima de si. "Uh? Não está?" Insistiu, tendo um Jeno totalmente vermelho e meio manhoso, de olhos brilhantes em expectativa.

"Nana..." Agarrou os ombros do mais novo, querendo descontar a timidez em algum lugar.

Viu Jaemin e seu sorriso sacana mais uma vez.

Entretanto, reparou em uma coisa que não tinha visto antes.

Um piercing. Um piercing na língua.

Língua esta que Jaemin fez questão de passar pelos lábios.

Céus, tinha pego até a sensualidade do povo brasileiro, não era possível.




"Deu mole, é vapo."



E atacou os lábios do outro com destreza  — e experiência —, sentindo-o rebolar em si.

Andou com Jeno no colo até a porta e a trancou.

Logo após o beijo ter começado a esquentar, ouviram a porta ser batida duas vezes. Era Renjun.

"Jaemin, você viu onde Jenifer está?"







"Na casa de Laureta."









Notas Finais


Me matem


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