História Deus não está morto - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Deus, Está, Morto, Não
Visualizações 36
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pessoal desculpe a demora, eu tive um longo fim de escola bem trabalhoso, mas finalmente acabou então posso me dedicar as minhas fics começando com essa.
lembrando que o meu pedido ainda está valendo então se tiverem ideia de personagens é só deixar nos comentários.

Capítulo 17 - Eu estou com você


Marrie

 

            - George! – Alisa entrou no meu deles e os manteve separados. – Parem os dois!

            - George, não vale a pena. – Disse lhe segurando pela mão.

            - É George, ouve sua namoradinha.

            - Cale a boca! – George resmungou.

            - George, não! – Disse segurando lhe a mão mais forte ainda.

            - Vem, crentinho. – Carlos o provocou, George deu um passo a frente, eu pus a mão em seu peito e o olhei nos olhos dele.

            - Não vale a pena. – Disse.

            - Vem, George

            - Carlos, é melhor você calar a sua boca. – Alisa disse de uma forma assustadora.

   Carlos olhou para mim e George e tinha notado. George não ia ataca-lo.

            - Tudo bem, “Os de Jesus”. – Ele riu ironicamente. – Fiquem calmos, não vou dedura-los, não quero vê-los morrer, bem nem todos, mas eu garanto. – Ele disse se aproximando de nós com uma voz tenebrosa. – Vou infernizar suas vidas até deixarem de seguir esse deus, vocês vão deixa-lo.

            - E se não? – Perguntou George mesmo desorientado.

            - A cadeia será o menor de seus problemas. – Ele disse indo embora.

 

7 horas antes...

 

            - Marrie, acorda!

            - O quê? – Abri meus olhos e vi que era a mãe do George. – Dona Isabela, que horas são?

            - Faltam quinze minutos para dar dez horas. – Ele me respondeu olhando em seu relógio de pulso. – Olha, Eu vou sair com o Ricardo, você dá um bom dia no George por nós.

            - Por que vocês não vão dar? – Perguntei curiosa.

            - Marrie, você sabe que dia hoje?

            - É Sei, sei... – Falei meio confusa. – Dia 10, não?

            - Hoje é dia 15.

            - Ah dia 15... – Disse retomando meu raciocínio. – Pera, dia 15? Hoje não é...

            - Sim, então faz esse favor pra nós.

            - Sim, Dona Isabela. – Disse animada.

            - Certo, Vamos indo. – Ela disse alcançando a porta. – Marrie!

            - Sim, Dona Isabela?

            - Juízo.

            - Pode Deixar. – Disse rindo.

   Às vezes é estranho você ter sua sogra como mãe.

   Levantei e corri até o quarto do George, abri a porta e entrei de fininho. Segui até a cama e pulei em cima dele.

            - O quê? – Ele gritou de pânico.

            - Te peguei. – Disse o abraçando.

            - Bom dia, né? – Ele disse e depois me beijou. – Um belo dia,

            - Parabéns. – Disse lhe apertando o abraço.

            - Parabéns?

            - É seu aniversário. – Ele fez cara como de quem não sabia do assunto. – Sabe o aniversário, aquele evento que acontece todo ano, sempre seguindo o dia que você nasceu.

            - Não é possível, eu fiz no ano passado.

            - Idiota. – Disse rindo.

            - Obrigado, Amor.

   Nos beijamos e nossos abraçávamos o mais fortemente e carinhoso possível.

            - Agora vamos se trocar hoje ainda tem aula. – Disse nos separando e indo pro meu quarto.

 

 

...

 

 

   Na sala de aula, o tédio reinava absoluto. Bocejos eram escutados dentro da sala até a parte mais intima da alma, os olhos competiam contra nossos esforços de deixa-los abertos. Sentia que a gravidade pesava mais ainda meu corpo e minha alma pedia libertação.

   O professor falava na frente algo sobre um cara chamado Weber, desde quando começamos a ter aula de sociologia só se fala desse cara e dos outros dois, tá pior do que o verbo To be.

   Olhei pro lado e George estava quase hibernando, pra frente a Alisa já estava em coma,  e do meu outro lado só sentia falta de uma pessoa, a Ju.

   Cutuquei a Alisa e sussurrei.

            - Você sabe onde a Ju está?

            - Não. – Ela me respondeu sussurrando.

            - Licença, professor. – Falou alguém atrás de mim.- Posso ir ao banheiro.

            - Sim, Carlos.

            - Obrigado.  – Ele foi indo para porta. – Belo estojo, George. – Ele disse ao passar por nós.

            - Ah, obrigado. – George respondeu acordando repentinamente. – Perdi alguma coisa?

            - Nada, volta a dormir.

   Depois que George voltou a dormir, fiquei presente na sala apenas como corpo minha, cabeça estava e outro lugar, onde a Ju estaria? O que os pais do George iam preparar pra ele?

   Fiquei pensando nisso e quando dei por mim já estávamos saindo da escola.

            - Que aula chata! – Comentou Alisa. – Acho que nunca vou esquecer a revolução industrial. – Eu e George rimos.

            - Vamos para o parque? – Sugeriu George. – Faz um tempo que não vamos lá.

            - Por mim tudo bem. – Respondi e Alisa assentiu com a cabeça.

   Fomos caminhando e logo já estávamos no parque, sinceramente aquele era um pedaço de céu, sempre nos sentíamos bem ali. Seguimos conversando até uma área fechada de arvores, conversamos pra caramba, Alisa deu um presente para o George que agradeceu a abraçando, o presente era uma bíblia antiga, porém bem preservada.

            - Obrigado, lisa.

            - Não sabia o que te dar então, porque não?

            - Ela é linda.

            - Era do meu pai.

            - Não, lisa... – George disse desconfortável. – Não posso aceitar...

            - Tudo bem, George, posso separar dele.

            - Obrigado.

            - Aliás, vou ter um novo pai.

            - Como é que é? – Dissemos juntos, eu e ele.

            - É, Will e mamãe, patrimônio.

            - Parabéns. – Disse a abraçando e, em seguida, George fez o mesmo.

            - Parabéns, lisa. – Ele disse.

   Olhamos um para o outro com grandes sorrisos no rosto e sabíamos que não éramos falsos ou coisas do tipo, éramos verdadeiramente amigos.

            - Esse está sendo um ótimo aniversário. – George disse sorridente.

            - George! – Uma voz suou atrás de nós, olhamos e era o Carlos se aproximando.

            - Carlos? – George disse espantado.

            - Oi. – Ele abriu um sorriso, fechou o punho e socou o rosto do George.

            - George! – Gritei indo até ele.

            - Carlos, o que está fazendo? – Perguntou Alisa.

            - Esse verme é um deles. – Carlos respondeu com os punhos fechados. – Eu vi no seu bonito estojo. – Ele disse ironicamente. – Seu crente de merda! – Ele disse avançado contra o George e o acertou com um cruzado.

            - Carlos! – Gritei e me levantei ficando frente a frente com ele.

            - O que foi, Ma-rri-e, só estou seguindo a lei.

            - Que Lei? A feita por idiotas no quais tolos, como você, acreditam?

            - Eu não acredito... Você... Alisa... Vocês também.

            - Sim! – Assenti.

            - Ótimo... – Ele passou a mão pelo meu cabelo. – Você é uma morena linda. – Ele disse com um sorriso malicioso.

            - Fica longe dela! – George se levantou contra o Carlos.

            - George! – Alisa entrou no meu deles e os manteve separados. – Parem os dois!

            - George, não vale a pena. – Disse lhe segurando pela mão.

            - É George, ouve sua namoradinha.

            - Cale a boca! – George resmungou.

            - George, não! – Disse segurando lhe a mão mais forte ainda.

            - Vem, crentinho. – Carlos o provocou, George deu um passo a frente, eu pus a mão em seu peito e o olhei nos olhos dele.

            - Não vale a pena. – Disse.

            - Vem, George

            - Carlos, é melhor você calar a sua boca. – Alisa disse de uma forma assustadora.

   Carlos olhou para mim e George e tinha notado. George não ia ataca-lo.

            - Tudo bem, “Os de Jesus”. – Ele riu ironicamente. – Fiquem calmos, não vou dedura-los, não quero vê-los morrer, bem nem todos, mas eu garanto. – Ele disse se aproximando de nós com uma voz tenebrosa. – Vou infernizar suas vidas até deixarem de seguir esse deus, vocês vão deixa-lo.

            - E se não? – Perguntou George mesmo desorientado.

            - A cadeia será o menor de seus problemas. – Ele disse indo embora, mas ele se virou e caminhou novamente até nós e abriu um sorriso mais sincero do mundo. – Feliz Aniversário, George. – Depois se virou e foi embora.


Notas Finais


Espero que tenha gostado.
Deixem... vcs sabem resto
Até breve


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