História Deusa profana - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Lgbt, Mistico, Orange, Originais
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Palavras 530
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Misticismo, Orange, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - I


 - As vezes é como se eu estivesse  morrido de amor literalmente, eu acordo e é como se não estivesse sobrado nada. - conclui mesmo percebendo que não tinha ninguém na mesa prestando atenção, fato que percebi depois de ter parado de falar algumas vezes e ninguém percebeu. 

 - Pelo menos eu verbalizei essa porra. -  Pensei alto, colocando o copo com a bebida já quente na boca. 

 

  Eu sempre vendi a minha alma por muito pouco, qualquer respingo de sensação estava eu lá de peito aberto. “Eu quero sentir aquilo de novo, me coloca no sofá e me fode de quatro, rebola no meu dedo me olhando nos olhos, fazendo eu acreditar na sensação real de posse”. Cada canto do inferno sabia como eu sentava, o céu era um tédio e eu fazia parte da pior linhagem de ser humano fadado ao vazio. 

 

   Certa vez, eu entrei já bêbada em um bar com uma temática meio Viking, mesmo o lugar possuindo uma pegada medieval a mulher negra que cantava no fundo do bar tinha a voz doce, o contrabaixo que timidamente abraçava o seu timbre aveludado me hipnotiza de uma forma nada sútil. A música acabou e eu já estava na terceira dose quando a mulher que estava cantando surgiu ao meu lado. 

  - A sua alma sensível o bastante parando para me ver cantar chamou a minha atenção. -  Ela falou levando em seguida um drink com cores fortes elegantemente até a boca. 

  Eu só conseguia prestar atenção na sua camiseta azul justa onde mostrava uma pele negra coberta de tatuagens pequenas e frases que eu me esforcei para entender e falhei. 

 - Cacete, essa bebida deve ser uma delícia experimentada pela sua boca. - Falei sem um pingo de vergonha na cara.

 - Sabe o que parece ser mais gostosa que essa bebida? A sua buceta. 

 

Travei. 

 

  Comecei a sentir um calor muito forte na região citada enquanto ela seguia falando calmamente, eu me esforça muito para  acompanhar a conversa e tinha a sensação que ela sabia disso e seguia falando propositalmente. 

  - ...Nenhum ser consciente sabe lidar com a existência, se para vocês mortais com uma existência até então breve é um puta porre imagina para os imortais. 

 

  - O que você é? - perguntei segurando firme a pouca lucidez que sobrou. 

  - Sou uma deusa, porém me atribui todos os termos pejorativos que você conhece.  

  - Atribuí, mas você continua sendo foda, porém perigosa, mas continua gostosa e poderosa... não sei os seus poderes, mas o fato de eu não ter medo de morrer e não ter muita coisa a perder diminui um pouco a sua glória sobre mim. - Disparei a falar, ela sorriu e eu respirei aliviada. 

   Depois disso eu só lembro que em algum momento eu pedi para ela me chupar e em algum momento ela me chupou no banheiro, prometendo que aparecia sempre que quisesse me chupar, e ela cumpriu. Pela manhã acordo totalmente molhada, ou acordo quase gozando pela madrugada com ela me chupando sem dó, agora vivo em busca de virar o jogo fudendo ela, e por consequência me tornando uma semi-deusa. 

 

  - pelo menos eu verbalizei essa merda. 

 


Notas Finais


Devaneios ~


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