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História Deuses antigos. (Fanfic My Little Pony.) - Capítulo 10


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Notas do Autor


Rápido dessa vez, mais um capítulo.
Agora o passado daquele que mais influenciou Equestria. O pônei que muitas vezes foi considerado o mais forte.

Capítulo 10 - O passado de um antigo senhor.


Atravessando o enorme oceano que ocupa todo o mundo.

O continente Gota de luz mostra seu grande território, ocupando mais de 348 milhões de quilômetros quadrados de área, sendo um dos maiores continentes.

Sobre suas terras vastas, existem floresta dignas de serem chamadas de paraíso, montanhas tão altas que arranhão o céu, lagos tão profundos que bestas enormes as habitam.

Seu enorme território é ocupado por inúmeras seitas, facções e outras organizações. Que a anos estão lutando entre si.

Por riquezas e território.

Entre elas, existem as chamadas "Supremas Seitas", que são classificadas em um rank, que determina seu nível de poder, elas são divididas em estrelas. Onde maior o número de estrelas maio o poder da seita.

E entre as Supremas Seitas, a mais conhecida é a Oito pilares celestiais. Seu poder é classificado em 5 estrelas de 7, uma das mais poderosas de todo o continente.

No pátio da grande seita Oito pilares divinos, um pônei jovem de pelagem cinza e capa azul, estava sentado observando as folhas caírem. Era uma cena calma. Elas eram carregadas pelo o vento sem destino.

— Que belo dia. — disse o jovem pônei.

Levantando de sua cadeira. Ele começa a caminhar pela a seita. Olhava os enorme prédios feitos de cristais, a rua pavimentada com rochas preciosas. Dando companhia a esse pônei, outros que faziam parte da seita, andavam pelas as ruas.

— Olá! — disse uma pônei.

A jovem unicórnio de crina turquesa e pelagem azulada, corria para próximo do pônei cinza.

— Kalad. Como vai? — disse o pônei.

Após eles se juntarem no caminho começam a conversar.

— Então Starwill, como vai a sua recuperação?

— ... Está indo bem. Já consigo controlar meus canais de energia. — disse com um sorriso amargo. — E também... meu cultivo foi totalmente prejudicado.

Descobrindo isso a unicórnio fica espantada.

Kalad a muito tempo é amiga de Starwill, sempre andando ao lado dele. Nesse tempo que eles ficaram juntos, até mesmo alguns sentimentos havia nascido entre eles, mas por causa de diversas circunstâncias, eles não conseguiram fica juntos.

No entanto, sua amizade continua forte e cheia de sorrisos.

— Mas mudando esse assunto. Como vai seu cultivo? — perguntou Starwill.

A unicórnio rapidamente mostra um sorriso.

— Semideus de 7 grau! — falou aumentando seu sorriso.

— Meus parabéns! — sorriu. — Então você já pode ser um discípulo de núcleo.

A felicidade logo espanta aquele sentimento ruim que Starwill a meses está sentido.

A alguns meses atrás Starwill estava em uma missão para invadir uma seita negra. Nesse tempo o unicórnio de crina branca era um mago do Reino Semideus, um dos mais poderosos dentro de sua seita. Seu poder e conhecimento eram respeitado até mesmo por aqueles no Reino Deus Celestial.

Mas antes deles iniciarem seu ataque, uma emboscada foi feita sobre ele e seu grupo, resultando em uma batalha sangrenta.

No confronto, montanhas com centenas de quilômetros foram dizimadas em segundos. Até mesmo estrelas foram criadas e destruídas, o espaço foi tantas vezes retorcido, que deixou uma fenda dimensional.

No fim do confronto, Starwill e seu grupo saíram vencedores. No entanto, o jovem pônei havia sofrido um grande golpe que destruí seus canais de energia, resultando em sua descida de Reino.

Antes Reino Semideus Celestial, agora Reino da fundação.

Eles andaram por um longo tempo, conversando por inúmeras coisas.

Sem avisor um rasgo no espaço aparece na frente dos dois. Eles param.

Do rasgo um pônei com quatro asas e crina translúcida sair. Seus olhos dourados estava presos nos dois pôneis. Mas mesmo podendo rasga o espaço como uma folha de papel e transmitir perigo para todos ao seu redor. Ele mostrava um sorriso.

— Starwill. — falou o pônei.

— Hatnor! — diz a Kalad saltando para abraço o pônei.

— Irmã. Então você estava aqui. — recebia o abraço.

Hatnor é o irmão mais velho de Kalad e também um grande amigo de Starwill. Os dois juntos estavam na missão que acabou levando ao dano permanente em Starwill, fazendo com que o mesmo passa-se anos procurando uma curar para seu amigo.

Todavia, ainda se sentia um pouco mal sobre o que havia acontecido.

Depois de alguns segundos abraçados eles se soltam.

— Do que precisa Hatnor? — disse Starwill.

O pônei se vira para ele.

— Estou aqui por que os governantes estão o chamado. Eles querem mostrar algo incrível para você.

Starwill ouve e ficar curioso sobre isso.

— Do que se trata esse "incrível"? — perguntou.

— Não posso dizer. Eles querem que você mesmo as veja.

O mistério deixa Kalad e Starwill curiosos. O que poderia ser? Pensavam juntos. Mas sem demora eles apenas seguem Hatnor.

...

Do outro lado de toda a seita, um belo e exuberante palácio feito de materiais raros e brilhantes, tomava todo o pico de uma enorme motanha.

Ao redor da construção esferas de plamas horbitão fazendo uma bela dança de multas cores. Essa localidade nada mais era do que o palácio dos senhores da seita Oito pilares Celestiais.

No interior do lugar, em pé proximo de uma cama, um belo Alicornio negro de oitos asas translúcida observava sua esposa. Esse era ninguém mais de que Night Light e deitada na cama sua esposa Sky Light.

— Será que ele vai gosta da surpresa? — disse o Alicornio negro.

— Você está brincando! Ele vai adorar. A anos que ele está esperando por isso. — falou Sky Light.

A senhora do palácio, possuía uma beleza astronômica, sua pelagem branca dava a mesma um ar de divindade. Suas pelas asas brancas luminosas a tornavam em um tipo de anjo, junto é claro de seus olhos que possuía heterocromia.

Onde o olho esquerdo era verde como uma floresta e o da direita tão azul quanto o céu Infinito.

— Quais serão os nomes delas duas?

— Será ele que irá escolher.

— Certo.

...

Viajando pelo pelo espaço os três amigos, também conversavam.

Ao redor deles milhares de estrelas e galáxias passavam como flash esticados. Suas crinas nem ao menos se moviam, pois estando viajando através do espaço não havia atrito ou vento.

— Irmão! A quanto tempo você atingiu o reino Baixo Deus Celestial?

— A mais ou menos um mês.

Hatnor era um dos poucos em todo o continente a ter conseguido atingir o primeiro céu do Reino Deus Celestial.

O Reino Deus Celestial como todos os outros reinos era divido em céus, nesse caso ele possuía três céus: Baixo Deus, alto Deus e Deus antigo.

Atualmente na seita existia 100 baixos Deuses, 20 alto deuses e 2 Deus antigos.

— E você! A quanto tempo você está no sétimo grau do reino semideus? — perguntou também interessado.

— Faz duas semana que cheguei nesse nível. Mas é claro que tudo por causa das técnicas que Starwill me passou. Devo tudo a ele.

Starwill ao lado responde.

— De nada. A maioria do trabalho foi seu. — disse.

— Que nada! Você é incrível!

A pônei continuou elogiando Starwill sem parar. Kalad o admirava muito. E não era algo que se dizia apenas para alegrar, e sim sinceridade pura.

— Isso mesmo. Pare de ser tão modesto. Mesmo você tendo descido para um reino tão baixo não importa, pois ainda você é o grande Starwill "O Semideus do conhecimento"!

Hatnor como sua irmã tinha uma enorme admiração por Starwill. E para ele não importava que Starwill não fosse mais um Semideus. Ele ainda era seu amigo e companheiro.

O unicórnio de crina ouvia esses elogios. E lá no fundo agradecia por ter recebido tamanhos amigos.

— Obrigado. — disse.

Os dois irmãos apenas soltam um sorriso.

Muitos depois de percorrerem alguns milhões de quilômetros, finalmente chegam.

Saído do rasgo no espaço, os três amigos aparecem bem na frente de um enorme portão dourado, guardado por dois gigantescos dragões albinos.

— Que ousa tentar entrar no palácio galático! — falou os dois dragões aos mesmo tempo.

Suas extensões eram inimagináveis, cada um deles poderia, apenas se esticando tocar a superfície do sol estando com sua cauda na terra. Eram verdadeiras bestas lendárias. E ainda cada um deles possuía um cultivo no pico do Reino alto Deus.

— Permitam que entremos! — falou Hatnor.

Os dragões olharam para o pônei e logo percebem no topo de sua testa, a marca de uma brilhante galáxia azulada.

No mesmo momento suas posturas mudam.

— Nos perdoe senhor Hatnor. Por favor passe!

Os dois guardiões abrem o caminho e os três pôneis passam.

— O que deve está acontecendo para os governantes colocarem a segurança no máximo? — pergunta Starwill.

— Eu também queria saber? — falou a pônei de crina turquesa.

— Quando chegarmos no topo vocês iram saber. — Hatnor sorria, aumentando ainda mais o mistério, que os esperava.

Sua viagem por dentro do palácio demora algumas horas. O local era enorme, mas isso não era o mais estranho, pois a cada cômodo que eles entravam uma grande quantidade de outros pôneis passavam de um lado para o outro.

— Parece está bem movimentado. — comentou Starwill.

Aquilo era muito estranho a seus olhos. Ele já havia pisado no palácio, mas nunca tinha visto tamanha comoção.

Andando por mais um tempo. Finalmente eles chegam a seu destino.

Perante eles uma bela porta de cristal verde tomada por incrições brilhava como uma estrela. Esse era o quarto dos governantes.

— Senhor chegarmos. — disse Hatnor.

Alguns segundos passam e nenhum som. Mas logo uma resposta vem do outro lado.

— Podem entrar.

No mesmo instante a porta de cristal verde treme e se abre revelando o quarto. Os pôneis entram.

No instante que eles colocam seus pés dentro do quarto. Starwill ver Sky Light sobre a cama e isso o deixa alarmado, o fazendo correr em direção a Alicornio.

— Sky Light! Você está doente! — disse ele.

A pônei de asas translúcida, apenas sorrir.

— Não se preocuper Starwill. Ela está apenas descansando.

Ouvindo a explicação deixa Starwill mais calmo.

A relação dele com os governantes é algo muito especial, a anos que ele vem ajudando e cuidando desse dois, mesmo eles sendo mais velhos que e poderosos que ele próprio. Starwill os trata como se eles fossem mais frágeis do que são, especialmente Sky Light.

Depois do susto, Starwill começa a pergunta sobre sua chamada até aquir.

— O motivo de sua chamada está atrás daquela cortina bem alí.

Ele se vira e olha para o arranjo de cortinas transparente.

— O que deve ser àquilo?

— Por que você não vai dá uma olhada.

Andando em direção ao local, ele abre e revela sendo dois pequenos berços. O da direita era branco e possuía a imagem de uma bela estrela entalhado, já o outro possuía uma cor contrária. Era azul escuro com pequenas estrelas em toda a parte, mas o que mais marcava o berço era a linda lua crescente.

Starwill se aproximam cada vez mais e quando seus olhos batem na duas preciosidades dentro dos berços, lágrimas começam a cair.

No de coloração branca, uma pequena pônei de crina rosa e pelagem albina como a de Sky Light olhava para Starwill com olhos cristalinos e um sorriso de derrete corações.

Já a outra dormia como um anjo, seu pelo era azul escuro com pequenas esferas negras espalhadas. Sua crina era azulada e estava encobrindo parte de seu rosto.

A expressão de Starwill era um misto de diversos sentimentos; alegria, tristeza, surpresa e encanto.

— Anos atrás você vem nos disse para terem descendentes. E que seria ótimo para passar o estresse e alegra as nossas vidas. Se lembrar? — disse Night Light.

Starwill se virar para eles e uma filmagem começa a passa por sua cabeça.

...

Nesse dia eles estavam sobre uma motanha observando o por do sol. Starwill estava em pé, enquanto Sky Light e Night Light estavam sentados.

— Vocês deveriam ter filhos? — disse.

Os dois amantes o olham.

— Por qual motivo? — perguntou Sky Light.

— Pelo o motivo que eles sãoao ótimos para espanta a tristeza e também trazer alegria. E que também sempre são feitos de puro amor.

Os dois pôneis ouvia as palavras de seu amigo. E logo Sky Light tem uma idéia.

— Starwill. Se um dia tivermos filhos. Será você que irá dá os nomes.

— Que boa idéia amor. Então Starwill você aceitar?

O unicórnio olha bem surpreso após tamanha proposta.

— Eu não sei... Não seria melhor alguém da família. Do que um desconhecido da nomes ao seus filhos?

Nesse momento Sky Light se levanta.

— Como assim desconhecido! — disse ela um pouco brava. — Starwill você é para nós como um pai e um irmão que nunca tivemos!

— Mesmo eu sendo mais novo que vocês?

Night Light também se levanta.

— Desde quando idade importa para ser um pai! Desde que você tenha amor, isso já é o suficiente.

Starwill ouvia as palavras dos dois e ainda não aceitava ser ele a dá os nomes. Sabia que havia passado por inúmeras coisas com eles, mas mesmo assim ainda se considerava um simples estranho.

Vendo que Starwill ainda estava com a ideia de negar seu pedido. Sky Light não teve outra escolha a não ser usar a arma mais poderosa que ele podia apontar para ele.

— Starwill se você não aceitar. Eu juro que nunca mais vou falar com você! — disse brava.

No instante que essas palavras atingiram as orelhas do unicórnio de crina branca. O céu pareceu escurecer e a terra desabar.

— O que! Isso jamais! Você não ousaria fazer tamanha crueldade!

Starwill estava muito preocupado com a ameaça de Sky Light.

— Claro que ousaria. Então Starwill? Você aceitar ou não? — falava ainda mantendo a cara de brava.

Tendo tamanha arma em suas mãos claro que ela usaria a coisa que Starwill mais temia. Perde sua atenção.

— Night? — suplicava por ajuda.

— Não posso fazer nada. — disse dando de ombros.

Sem nenhuma chance de escapar, Starwill teve que sucumbir a grande ameaça.

— Eu aceito então. — suspirou.

— Ótimo!

Logo a cara de brava se transformou em um grande sorriso. Sky Light pulava de alegria.

— Então é uma promessa Starwill. Quando eles nascerem você irá dar os nomes.

— Eu prometo.

...

Saindo de suas memórias, Starwill virar para eles.

— Nunca imaginei que você ainda lembrava dessa promessa de anos. — lágrimas escorriam por seu rosto.

— Que negócio é esse Starwill. Como assim não lembraria da promessa mais importante de nossas vidas. — falou Sky Light.

— Mas não sou parentes de vocês?

— Isso de novo. Não importa Starwill você é mais pai de nós do que os nossos de verdade. — sorria Night Light.

O amor que aqueles dois sentiam por esse unicórnio era enorme. Starwill não sabia quantas coisas esse dois na sua frente fariam por ele.

Olhando ainda para as duas potras, Starwill não parava de sorrir.

— Então Starwill qual serão os nomes? — disse Night Light.

Em sua mente ele começa a ver qual nome mais se encaixa nesse duas.

Levitando a pequena potra albina de crina rosa, a mesma sorria para ele. Vendo toda essa aura de beleza e encantos a transformava em algo divino e Celestial.

Assim surgindo um belo nome em sua mente.

— Seu nome será Celestia. — nomeou a potra.

Ele então passar para Night Light, que a receber.

Pegando a outra, seus olhos azuis brilhavam como o céu nortuno. E no fundo deles uma luz tinha um forte contraste em todo esse azul, era como a mais bela princesa da noite, a lua.

— Você será chamada de Luna.

Ao receber seu nome a potra de cor azul sorrir. E seu sorriso brilha como a própria lua cheia.

Como a outra ele passa, dessa vez para Sky Light.

— Então o que acharam? — perguntou limpado os olhos.

Os dois olham para suas filhas. E disseram ao mesmo tempo.

— Celestia...

— Luna...

— Que belos nomes!

Kalad e Hatnor que estava do lado apenas acena e confirmam.

Naquele dia, as duas governantes de Equestria havia nascido. As duas princesas mais poderosas e belas de todo o continente.

...

Voltando de seu sonho. Starwill ainda olhava as belas adagas.

— Memórias...

Retirando elas da caixa ele as levitar para longe e as colocar dentro de uma dimensão de bolso. Como Thysfar, ele também possuía uma bolsa dimensional.

— Irei protege-las! Mesmo que custe minha vida.

Saindo de sua caverna ele volta para a caverna.


Notas Finais


"Para um céu que a muito tempo já estava encoberto por nuvens negras e cinzas... Duas estrelas surgem para iluminar esse mundo triste... Obrigado Night Light e Sky Light." — Starwill.


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