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História Devastating Demons! (Ruggarol, Aguslina e Michaentina) - Capítulo 6


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Notas do Autor


Mequetrefe -1.indivíduo que se mete a onde não é chamando. 2. Ser insignificante!

Mocoronga - característico ou propio de gente cafona.

( gente, nos caps anteriores eu usei palavras diferentes, tipo essas. Porém, esqueci de colocar oq significava. Sorry!!)

Obs: lembrando q essas palavras eram os palavreado de antigamente.
...
Boa leitura!

Capítulo 6 - Trabalho escravo!


Fanfic / Fanfiction Devastating Demons! (Ruggarol, Aguslina e Michaentina) - Capítulo 6 - Trabalho escravo!


Pov's Valentina 

Caminhamos em passos lentos, seguindo  cada passo daquela jovem mulher. A mesma nos mostrou todo o Palácio, inclusive o leito que iremos dormir. 

Depois de minutos olhando aquele lugar, a tal Lis nos levou até a sala e nos deu três baldes e três médios panos; um utensílio para cada uma de nós. 

Suspirei pesadamente e revirei os olhos. Tudo bem que eu disse que odiava a vida real, mas entre ter varias aulas de etiquetas,almoços,jantares, baile ou limpa o chão, eu preciso mil vezes as minhas responsabilidades de antes. 

Fui tirada de meus pensamentos por àquela moça.

_ Ta tudo ai - sorriu gentil - Olha, o chão tem que  está brilhando igual diamantes. Os patrões odeiam quando fazemos o serviço mal feito. Ah, e tem mais... cuidado para não quebrar nada. Semana passada, uma mulher morreu a chibatas por conta de um vaso quebrado.

Olhei para as minhas irmãs e percebi que ambas estavam tão assustadas quanto eu.

 Quem em sã consciência mataria uma pessoa por quebrar algo? Se antes eu tinha alguma duvida da crueldade desses garotos, eu não tenho mais. 

_ Esse tipo de coisas acontece  frequentemente? - Perguntou a Lina assim que lançou um olhar arregalados para a mulher em sua frente- Oque eu quero dizer, é que... eles costumam matar pessoas por motivos tão bestas? 

A tal Lis olhou para cada uma de nósm e riu de canto. 

_ Eles fazem coisas piores, podem ter certeza - suspirou - Bom, eu tenho que que adiantar o almoço de amanhã, preciso ir... conversamos depois. - a mesma sorriu e se preparou para deixar a sala.

_ Espere - disse eu ao colocar a minha mão no ar em um "cinco", indicando  para a mesma parar de andar - Não podemos deixa para fazer isso amanhã? - perguntei ao abaixar a minha mão - Está a noite, e muito frio. Deveremos está dormindo e não trabalhando.

A mesma se virou para a gente novamente e ergueu uma sobrancelha.

_ Aqui trabalhamos das 5:00 da madrugada até 23:30 da noite. Só podemos dormir depois que terminamos todas as tarefas. Agora me deixe ir, se eles nos pegam aqui, eu tenho certeza que não irão gostar - a mesma nem esperou por uma resposta nossa, apenas saiu até a cozinha. 

_ Ok, por onde começamos? - Perguntou- Eu não nunca peguei em um pano de chão. 

_ Não deve ser tão difícil assim karol! É so pega o pano, torcer o próprio  e passar ao chão- explicou a Carolina - o difícil mesmo, vai ser a gente terminar isso! Já olharam o tamanho desse lugar?? É enorme!

_ Isso é um absurdo! - bufei irritada- Isso é exploração! Ninguém deve trabalhar a esse horário para acorda as 5:00 da Manhã. Praticamente, ninguém tem uma noite de sono agradável. Quando isso ira acabar?

_ Valen, a escravidão está cada vez maior em Londres. Não só em Londres, como no país inteiro. No Maranhão, a escravidão está ganhado mais força do que deveria.  São mais de 400 pessoas amontoados em um navio, vivendo em situações precárias. muita delas morrem ao meio do caminho. - explicou Carolina como se a mesma soubesse aquilo de cor e sorteado.

Olhei para a karol e a mesma parecia está tão surpresa quanto eu. Como a Carolina conseguia saber de minimos detalhes das coisas? 

_ Como pessoas podem ser tão crueis assim? - prendi meu cabelo em um coque e suspirei rapidamente - É triste saber que em pleno século XIX, a escravidão ainda existe. 

_ OQUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO DE CONVERSINHA? PELO OQUE EU FIQUEI SABENDO, MEU MARIDO E MEUS CUNHADOS ORDENARAM QUE VOSMECÊS LIMPA-SE O PALÁCIO POR INTEIRO. 

So de ouvir aquela voz enjoada, o meu sangue ferveu. Por um momento eu sentir uma enorme vontade de pular em cima dessa mequetrefe.

_ Ae??? - sorri ironicamente- Engraçado, que ambos não nos  avisaram que iriam deixar uma  Mocoronga vigiando a gente - palestrei com todo deboche que havia dentro de me.

_ Deixa essa garota para lá Valen, de bruxa já basta as que a Lina ler em seus livros - Disse a karol, assim que se abaixou e pegou o seu balde no chão.

_ Eu não acredito qus escravinhas igual a vocês, estão batendo boca comigo. A mulher do dono da casa! - a cobra terminou de desce as escadas e caminhou até a gente, ficando frente a frente.

Karol soltou uma gargalhada altamente e eu a olhei sem entender nada, a Lina parecia está pensando a mesma coisa que eu, já que a mesma também olhou para a kah com uma expressão indefinida.

_ Estou rindo, mais estou rindo com respeito! - disse a mesma assim que parou de rir - depois de uma dessas, me deu até vontade de começar a trabalhar viu! 

A tal Candelaria nos fuzilou com o olhar. Dava para ver de longe, que a mesma estava soltando fogo pelas ventas.

_ Eu irei contar tudo para o Rugge, pode me aguarda. Amanhã, eu terei o enorme trazer de ve-lo chicoteando as suas costas até sangrar! - a mesma nos olhou de cima a baixo e saiu pisando os pés.

"Bruxa" _ susurrei 

_ Gente, e se ela cumprir as ameaças? - Perguntou a Lina ao arregalar os olhos. 

_ Relaxa Lina. Amanhã pensamos em algo.... - Respondeu karol ao força um sorriso. 

*quebra de tempo*

Narração: 3° Pessoa

Depois de alguns minutos conversando sobre a mejera da moça que havia as incomodados. Ambas diviram a casa em três, cada uma ficou com uma parte; a Carolina ficou com a parte de cima, a Karol com os cômodos do lado  esquerdo do Palácio e a loira com o direito. Estava tudo divido certamente. 

Karol optou por começa pela varanda, até porquê, parecia o lugar menos pior da lista.

A Zenere decidiu que começaria pela sala de estar, a mesma preferiu comecar pelo mais difícil, assim, ficaria livre logo. 

Já a Carolina, estava meio perdido naquele enorme corredor. Sem saber por onde começar, a garota abriu a primeira porta que viu ali.

_ Não sabe bate na porta não garota? - Perguntou o homem com a voz extremamente grossa e rude.

A Kopelioff assim que percebeu oque estava acontecimento ali, arregalou-se os olhos; a mesma nunca tinha visto nada do tipo. Apenas lia algumas vezes em alguns de seus Livros, mas ver ao vivo e as cores era extremamente estranho e horrível.





Notas Finais


Caraca, so de imaginar o tempo da escravidão, me dar um nó na garganta.
Sério!
...
Vemmm cá, como alguém consegue ser tão insuportável como a Candy? Em?
...
Coitada das nossas meninas, ambas começaram a trabalhar ou melhor dizendo, começaram a ser torturadas. Porque aquilo não pode ser chamado de trabalho.
...
Oque será q a Lina viu?????
...
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