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História Devil - Capítulo 1


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Notas do Autor


Ciel tem mais de 14 anos, okay?

Aviso: BDSM

Capítulo 1 - Capítulo Único


Ei, você que esta lendo isso, me escute bem: 

Antes de assinar um contrato com um demônio  leia entrelinhas.

 

"Ciel estava sentado, de forma elegante sobre sua cadeira, lendo um pouco sobre relacionamento humanos.

Entretido nos livros sobre o psicológico frágil das pessoas, ele passou por um pequeno trecho que ele considerou, deveras interessante.

'O sexo e sua importância'

Julgou seu interesse como culpa dos hormônios, mas de toda forma, não se impediu de lê-lo.

Virou a página e arregalou levemente os olhos, haviam certas imagens que ele preferia não ter visto.

Mas ainda sim, seu corpo já na puberdade, reclamou consigo, sentindo um leve prazer ao friccionar suas pernas.

Balançou a cabeça e apenas leu o trecho.

'O sexo pode ser muito importante, principalmente quando ambas as pessoas tem amor uma pela outra, pode ser algo agressivo ou até mesmo carinhosos.'

Revirou os olhos, sua raça se apegava a cada coisa fútil.

- Oh, vejo que está entretido, Jovem Mestre. - Ciel arregalou os olhos devido ao susto causado pelo Demônio.

- Sebastian, eu já lhe disse para bater! - Esbravejou incomodado com a insolência daquele ser.

- Eu bati, Jovem Mestre, porém o senhor não respondeu, me preocupei com sua saúde e entrei, agora vejo que está tudo bem. - Ele respondeu calmo e sorrindo, Ciel revirou os olhos.

- Que assim seja, meu chá, por favor! - Continuou a ler o trecho do livro sem se importar com o 'homem' ao seu lado.

- Mestre, me permita o ensinar melhor sobre isso. - De imediato Ciel olhou nos olhos vermelhos e calmos do demônio, que lhe olhava como se o que ele falara não fosse nada.

- Do que está falando? - Tentou transparecer uma falsa calma, já havia feito uma suposição de onde Sebastian queria chegar, mas não se permitiu acreditar.

- Todos sabemos que aulas práticas surgem mais efeito do quê apenas leitura, Mestre. - Ele respondeu pacientemente despejando o chá sobre a xícara, e a entregando para o adolescente ao seu lado.

- Demônio, o quê pensas que está falando?! - Tomou um gole do chá, apreciando o gosto descendo pela garganta.

- Apenas a verdade, Mestre. - Não temeu se aproximar do mais baixo, colocando sua cabeça da dele, encarando seus olhos e sentindo a respiração contra a sua.

- Demônio insolente, o quê pensa que está fazendo?! - Ralhou e lhe encarou nos olhos, sentindo Sebastian puxar sua cintura para de encontro com a dele, trocando suas posições, Sebastian agora sentado sobre a poltrona macia e Ciel em seu colo.

- Você é o cão de guarda da Rainha, tem que saber um pouco de tudo. - Ele justificou mesmo que nem ele acreditasse nisso.

- Sebastian, me solte! E outra, eu tenho certeza que isso é contra as leis! - Empurrou o peito do demônio que nem se mexeu.

Sentiu os dedos compridos e cobertos por luvas brancas dedilharem de seu pescoço até sua barriga, lhe causando um calafrio.

Do seu pescoço, passando ente o busto e descendo até a barra de sua bermuda, e então, Ciel arregalou os olhos ao sentir as luvas tocando sobre sua pequena ereção.

- Que merda, Sebastian, me largue! - O azulado não costumava xingar, porém naquele momento, sentia como se seu corpo fosse lhe trair, ele queria o demônio bonito a sua frente, só não queria admitir. 

Circulou a ereção se Ciel fazendo um vai e vem sobre a bermuda e encarando seu mestre, que mordia o lábio com força, provavelmente para conter qualquer som indecente que fosse sair.

- Se-se-bastian, chega! - Se amaldiçoou mentalmente por ter gaguejado.

- Preciso de apenas um sim, Jovem Mestre, um sim e eu lhe ensinarei o que te falta. - Ele iria negar, até sentir os beijos calmos em seu pescoço, apenas alguns selares, até que o demônio mordeu sua pele clara, os gemidos antes contidos por seus dentes escaparam.

- Vou levar isso como um sim. - O moreno riu e continuou a morder a pele alva dele, marcando com vermelhidão, os dentes afiados atravessando a pele passando o gosto metálico para seus lábios, e então, lambendo por cima.

Subiu os beijos até o maxilar dele, e então deu selinhos na bochecha até chegar a boca.

Tocou os lábios um no outro e esperou alguns segundos, lambendo os lábios rosados e pequenos de Ciel, e lentamente adentrando sua língua ali, o azulado abriu a boca lentamente, sentindo o músculo quente e úmido passar por eles.

Iniciando um beijo calmo, com falta de experiência da parte de Ciel.

Calmo e prazeroso, não demorou muito para que o menor entendesse a passasse a acompanhar o ritmo.

Sentiu Sebastian erguer seu corpo, enrolou as pernas na cintura dele e deixou que ele o guiasse para o grande sofá presente na sala.

No dia seguinte, Ciel fingiria que nada aconteceu, mas hoje, pela primeira vez ele se deixaria levar.

Seu corpo foi jogado com força no sofá e se afundou um pouco na maciez da peça vermelha, vendo Sebastian colocar seu corpo sobre o dele lhe encarando nos olhos.

Passou suas mãos pelo pescoço do demônio prendendo os fios entre os dedos e ele, lentamente puxou a fita que prendia seu tapa olho.

Jogando o pano escuro longe e avançando novamente sobre os lábios de Ciel, que já sentia uma vermelhidão nas bochechas.

O demônio avançou sobre sua blusa e desabotoando com calma até abrir completamente e ver os mamilos rosas expostos, aproximou sua boca e fez um contorno, lambendo e mordendo os botões de Ciel.

Sebastian olhou nos olhos de seu mestre e então, de uma forma desconhecida por Ciel fez com que correntes aparecessem em volta de seus pulsos.

- Que merda?! - Ele não pode terminar a frase pois o demônio mordeu com força seus mamilos e um gemido mudo escapou dos lábios, já sentindo lágrimas chegarem aos seus olhos.

Por quê estava gostando tanto daquilo? 

Retirou completamente a blusa de Ciel e então avançou sobre sua bermuda a desabotoando também, puxando o pano para baixo.

Deixando o conde apenas de cueca e suas meias longas ele voltou a masturbar o adolescente que prendeu os lábios com força quando o ritmo acelerou.

De repente o demônio parou, apenas para arrancar com agressividade a cueca de Ciel, deixando o membro exposto.

Voltou com a masturbação e dessa vez Ciel não pode conter todos os gemidos.

- Sebastian... - Gemeu manhoso o nome do mais velho que acelerou a masturbação ouvindo os gemidos se intensificaram.

Se tornaram mais agudos e então Ciel sentiu seu corpo formigar, uma forte sensação de prazer tomou conta e ele se derramou sobre a mão do demônio.

Com a respiração ofegante sentiu Ciel o virar, deixando seu tronco preso ao sofá e apenas sua bunda empinada.

Gemeu alto quando a língua de Sebastian invadiu sua entrada pulsante e circulou por ali, e então, entrou fazendo movimentos circulares. 

Ciel gemia contra o sofá e não demorou para começar a rebolar sobre o rosto do moreno.

Sentiu um tapa forte em suas nádegas e gemeu alto.

- Quem diria que o Conde era masoquista. - O demônio comentou sarcástico e no dia seguinte ele reclamaria da ousadia dele.

Sentiu uma sequência de tapas ardidos sobre suas nadegas e então, a língua parou com os movimentos, dando espaço para dois dedos que adentraram em si de forma rápida.

Sebastian puxou suas luvas de seus dedos e com as mesmas bateu com força sobre as costas do conde, que gemeu alto.

Retirou a blusa e a colocou sobre a mesa ao lado do sofá, repetindo a ação com a calça.

Ficando apenas com a cueca ele se livrou de seus sapatos.

Ergueu a mão de bateu novamente contra as costas antes brancas, agora em um tom vermelho.

Começou a movimentar seus dedos dentro de Ciel, fazendo um movimento de tesoura dentro de si, abrindo seu canal apertado e quente.

Tirou a cueca e retirou os dedos, ouvido um muxoxo descontente de Ciel.

E então, sem aviso prévio, se enterrou em Ciel que gritou contra o sofá.

Atingiu de primeira o ponto doce de Ciel e esperou um pouco para que ele se acostumasse com o tamanho.

Sentindo um leve rebolado sobre seu membro ele começou as estocadas violentas contra o corpo pequeno de Ciel.

Saindo e entrando dentro dele com força surrando sua próstata enquanto Ciel sentia as lágrimas escorrerem por sua bochechas e gemia alto toda vez que o demônio entrava em si, Sebastian era grande e ele podia o sentir completamente.

- Tão apertado! - Sebastian gemeu rouco contra o corpo de Ciel que reagiu com um gemido agudo e Sebastian desferiu mais um tapa sobre as nádegas dele.

- Sebastian! Mais! - Definitivamente Ciel não estava em si, mas ele estava adorando todas as reações que o sexo violento o causava.

Sebastian saiu completamente de dentro do mais novo, apenas para entrar com tudo dentro de si.

Ciel revirou os olhos heterocromaticos e deixou com que um fio de saliva escorresse.

Sentiu a mesma vibração dentro de si e seu corpo se aqueceu, borbulhando e então, Ciel gozou sem precisar ser tocado.

- Sebastian! - Gritou pelo nome do demônio que sentiu o buraco de Ciel o apertar com força, meteu mais uma vez aproveitando o aperto e se afundou dentro dele, gozando em seu interior, Ciel gemeu ao sentir o líquido quente dentro de si."

 

É leia bem as entrelinhas, pois se não, você pode acabar se viciando no corpo do ser do submundo.

 


Notas Finais


Aviso: Ciel tem mais de 14.

Capítulo não revisado (eu sempre esqueço de avisar isso)

Espero que gostem, beijinhos


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