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História Devil dance - Capítulo 2


Escrita por: Otafu-chan

Notas do Autor


Capítulo feito para aqueles que tem curiosidade do que aconteceu no banheiro, hahahahah. Não é obrigatório ler para entender a história.

Aviso: Conteúdo de palavras inapropriadas e +18.

Capítulo 2 - Capítulo extra ( Não obrigatório a leitura)


Aviso: O capítulo contém palavras inapropriadas e  18 , não é necessário leitura para entendimento da história. Dado o aviso boa leitura. (๑•́ ₃ •̀๑)❤



O rosado é bruscamente colocado em cima da pia de mármore do mais velho, o mesmo teve a curvatura de seu pescoço um alvo fácil para os dentes do tatuado. As mordidas iam percorrendo seu corpo,variando de gentis as mais profundas alternando de vez em quando, lambidas, até que a atenção foi tomada por seus botões de ouro, causando-lhe espasmo e uma sensação que dava calafrios.

A necessidade de tornar o de olhos caramelos seu, era sem sombra de dúvidas um sentimento avassalador. Deixaria marcas para saberem que o garoto era dele. E somente dele.

Os olhos escarlate mergulhavam no torso alheio como se fosse sua presa, observando constantemente as reações do menor, até que chega na divisão das pernas do rosado, colocando-as em seus ombros para lhe dar uma visão mais privilegiada de onde estaria futuramente seu amiguinho.

Yuji não sabia mais o que fazer, ou gemia ou implorava. Mas ele tinha seu orgulho, não daria o que o outro queria tão facilmente.

Pouco tempo depois seu orgulho foi para o quintos dos infernos ao sentir seu membro ser abocanhado pela boca saliente do maior, e foi inevitável. Na habitação se fez presente gemidos, que consequentemente fez com que Sukuna aumentasse os movimentos, chegando a sentir os pelos poucos presentes na pélvis do menor roçar em seu nariz, causando-lhe cócegas.

Quase perto do tão clamado alívio de Itadori, o tatuado para em súbito o que estava fazendo. Não queria que acabasse tão rápido, a diversão estava apenas começando.

Levantou as coxas do rosado para ter suporte, aproximando seu rosto daquele buraquinho atraente.

A ação seguinte fez com que Yuji fosse do céu ao '' Puts merda, QUE LÍNGUA!!''. Os ouvidos do tatuado presenciavam a música delirante do menor. Passava a língua até onde ela podia ir, molhando tudo com sua saliva, causando tremedeira e mil e umas borboletas no pobre garoto.

E novamente afastou-se a contra gosto do menor.

- Ainda não, moleque - sorriu ladino para o estrago que fez no outro.

Aquele sorriso era a manifestacão de ''PE- RI - GO'', Yuji cogitava mentalmente se ainda tinha tempo de fugir por aquela porta que não estava tão longe, parecia que ela estava chamando por si em susurros dizendo "corre ainda dá tempo... ". Era rir para não chorar.

- No que eu me metí... - falou apenado de sua péssima escolha.

- Com toda a certeza, com a pessoa errada - a desgraça alheia era uma delícia e adorava a contemplar - estágio dois.

Que merda, não tinha como voltar atrás agora, teria que aceitar as consequências, mesmo que ela seja ficar paraplégico e ganhar uma cadeira de rodas pra acompanhar, sim, não era tão ruim. Tem que se pensar positivo, não é mesmo?

O tatuado levanta o menor de sua adorável latrina, colocando-o prensado na parede ao lado da banheira. Estava frio e a posição não era lá um conforto, Itadori olha pelos cantos dos olhos a meia barra da calça que o maior usava, e podia jurar que o arco-íris iria explodir se não fosse libertado a tempo. Mas o que dava mais medo era de ver que aquilo não podia CABER, "NÃO VAI CABER". Desespero podía ser sentido a milhas de distância. Já na mente do mais velho era uma mar de tortura e confusão, " só queria botar a chave na fechadura, era pedir muito?", mas tinha consciência - e um pingo de orgulho, só um pinguinho - de que seu irmãozinho alí de baixo era um pouco abrangente e não poderia ter menos compaixão pelo tadinho do garoto.

- Vou ter que te preparar, relaxa - falava com muita calma (mesmo não tendo), enquanto pegava o lubrificante na primeira prateleira.

Massageou as nádegas do menor com delicadeza, chegando perto da pequena entrada e a rodeando, até que introduz o primeiro dedo, causando um pouco de intriga e desconfiança do rosado naquela área, introduz o segundo, depois o terceiro, não iria negar que queria colocar o quarto (ou talvez a mão toda), mas deixou para uma próxima.

Quando sentiu que estava pronto, posicionou-se, agora era o momento. E lentamente ía penetrando aquele lugar.

- Tsk... Tão apertado, relaxa, garoto.

E assim o fez, sentia aquele comprimento grosso, de mais de 20cm o invadir tortuosamente, desconforto era sentido por Itadori.

- Calma, logo passa - fala o maior sorrindo.

Aquilo não ajudava em NADA!! O outro estava deboxando de sua cara!!

- Canalha...

Ouvindo que o menor tinha forças para o chingar deu-lhe uma estocada.

- hmm - Desgraçado!!

- O que foi, Yuji?

Sinico, miserável, filho de uma ****.

- Ah..Ahh... Hmm.

Deu lhe uma, duas, o ósculo do menor estava contaminado pelo prazer, sentia em seu estômago a espessura pulsante, que causava uma tremenda falta de ar.

Enquanto o membro alheio era engolido pelo pequeno buraco negro, tendo o mesmo sendo fisgado por contrações.

Sexo selvagem era o que definia as investidas causadas pelo tatuado.

O barulho erótico de seu membro e suas bolas batendo desenfreadamente na entrada pequena e estreita do menor, só fazia com que entrasse em frenesí constante, resultando o suor que escorria em ambos.

O sentimento de ser preenchido deixava Yuji louco, querendo um pouco mais a cada segundo, sentir seu corpo fundindo ao do maior era inexplicável, o sentimento de que o conhecia desde antes, ou até mesmo eras se faziam presentes.

Não poderiam aguentar, estavam chegando ao final.

Uma estocada profunda na uretra do mais novo fez com que ambos fossem levados ao orgasmos. Yuji sujando o azulejos do banheiro e Sukuna ejaculando no interior quentinho do outro.

- Vamos alternar em rodízios que tal? Dessa vez no escritório, hmm, o que me diz? - diz sensualmente mordendo o lóbulo da orelha esquerda do menor.

- Só se for rodízio de pizza - Estava exausto, e ele ainda queria outra rodada?! Ele era insaciável ou o quê?

- Ora vamos, prometo que vou ser mais gentil - dessa vez depósitou selinhos em toda face do rosado.

- Se quiser orar tem uma igreja do outro lado da rua. E tenho minhas dúvidas nesse "vou ser gentil". Agora vamos tomar um banho.

- Que tigrinho agressivo, o que foi que te fiz para merecer esse tratamento?

- Nada... Hmnn m, o qu.. Que.. Vo..cê..

- Estou fazendo o que você me pediu, tomando um banho, mas primeiro preciso tirar a minha pequena travessura desse seu buraquinho.

- Oportunista... - fala Yuji em completo constrangimento.

- Você gosta desse oportunista que eu sei.

Os dois sabem muito bem que o que é bom dura pouco, sabiam que alguém sairá ferido nessa tortuosa dança demoníaca.


Notas Finais


Não me sinto satisfeita com esse extra, acho que ficou meio que doido ou sem sentido, mas vida que segue, um dia eu obtenho a melhoria. Obrigada a todos que leram a história. Mil corações a vocês ❤❤❤... ( 。>﹏<。)

(⁄⁄⁄ω⁄⁄⁄) Um dia irei lembrar que escrevia hot e vou sentir vergonha
, não de escrever um (Não me arrependo),mas de ter feito cenas obscenas e ter apresentado ao povo, kkkkkk.


Até a próxima... ( •ω•ฅ).。.:*♡


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