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História Devil May Cry - O Capítulo Perdido - Vergil - Capítulo 1


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Notas do Autor


O prólogo, tomara eu que aproveitem essa história, estou me esforçando para fazer o melhor. Boa Leitura.

Capítulo 1 - Prólogo



Mergulhado em uma mistura vermelha escura com água, jazia um corpo, não estava morto, mas imóvel. O corpo era de um homem de cabelos brancos, trajava um sobretudo que, naquele momento mais parecia negro devido a água que o ensopara; ao lado do rapaz se encontrava uma Katana embainhada, cuja bainha era negra como a escuridão que o homem estava envolto.

O homem se levanta e dá um grunhido, parecia ser de dor, mas o rosto do rapaz passa um ar diferente. Com a palma da mão enluvada, o homem joga a franja de cabelo para trás, revelando assim seus olhos azuis cobalto.

O rapaz finalmente diz algo.

- Irmão, como foi ingênuo - diz olhando ao redor - de qualquer modo, você me venceu e com isso reconheço minha derro...

Uma voz estridente e gutural invade o local escuro, voz essa que emanava de uma negra e densa fumaça.

- Um dos filhos de Sparda veio ao meu encontro! Escolheu por conta própria visitar o mundo inferior?!

- Príncipe das trevas...essa vai ser uma boa luta, se meu pai fez isso - Disse desembainhando a Yamato - Eu também sou apto para fazer!

Vergil se pôs a correr pisando na água escura e vermelha.

Luzes vermelhas se formam na fumaça negra, moldando-se em três círculos fluorescentes.

- Venha! Filho de Sparda!

Muito tempo se passa

Vergil acorda. Não estava mais no local de tempos que para ele, foram segundos atrás, ele sabia que algum tempo tinha se passado, pois estava claro em sua mente as memórias do mundo inferior e do Príncipe das trevas, oque era uma grande vantagem, ao menos não tinha perdido a memória.

O antro em que ele repousava mais parecia uma caverna do que outra coisa. Estava escuro e seu solo repleto de pedras úmidas.

Vergil repara de imediato de que sua Espada não estava mais com ele, ele solta um ruído expressivo mas sutil.

- Perfeito...

A caverna estaria silenciosa não fosse o fato de que a todo momento se escutava respingos de água no chão do buraco escuro que era aquela caverna.

Vergil se levanta e começa a andar por aquela escuridão úmida e irregular, ele sente sob sua pele pequenos raios solares que penetrava entre o teto rochoso da caverna. Por todo o momento estalavam pensamentos do ocorrido e como ele foi parar ali.

Ele para diante de uma enorme rocha que provavelmente tapava a entrada e saída da caverna, sem perder tempo lança as mãos na enorme pedra e a arrasta com muito esforço, quando a rocha chega ao limite de curvatura, Vergil se lança para fora da caverna com um salto.

Vê que na parte externa da escura caverna havia em frente uma cachoeira que descia sob o buraco da saída, ele abaixa a cabeça e vê seu reflexo em uma das poças de água. Estava diferente tanto em aparência quanto em vestimenta; seu rosto estava imundo e esquelético, sua barba havia crescido de jeito ralo como também seu cabelo, que agora lhe roçava a parte inferior do pescoço; oque era antes uma túnica agora se transformara em trapos sujos e velhos. O que mais deixava Vergil indignado era aonde sua espada foi parar.

-Tsc...Que maldição aconteceu? -questiona a si mesmo.

Sem perder tempo ele se põe a caminhar.

Depois de alguns minutos de caminhada, ele repara que havia uma avenida no pé da montanha da qual ele se encontrava , foi quando ele sente uma forte dor no braço, tão forte que o força a ficar de joelhos.

- Uh!! Que maldição! Oque será isso?!

Ele estica seu braço, fazendo assim parar a dor. Depois de alguns segundos, ele se levanta e ignora a dor que agora era menor, e continua continua a andar.

Algumas horas depois

Depois de seguir a Avenida, havia se passado algumas horas, foi quando o sol já estava se pondo que Vergil avista uma loja de conveniência...


Notas Finais


Opa, olá, tomara que tenham gostado do prólogo, pretendo postar mais, fiquem com Deus, até.


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