História Devil Side - Capítulo 10


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Categorias Fairy Tail
Personagens Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Lucy, Nalu, Natsu
Visualizações 86
Palavras 3.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey! I'm back.

Capítulo 10 - Será nossa promessa?






"Você vai gostar do prêmio, mas você deve descer ao abismo para buscá-lo" - Jack, o estripador.




Jude estava sem dormir fazia horas, muitas horas. Horas demais para qualquer um ficar acordando pensando nos problemas que tinha. Lucy não aparecia, a polícia não faz ideia de onde ela poderia estar, e seus neurônios estavam gastos, a ponto de explodirem todos de uma vez. Ele precisava de descanso, ao menos cinco minutos de paz, mas sabia bem que sem a filha ao seu lado nunca conseguiria.

Depois de rodar a cidade toda, cada local que Lucy costumava frequentar e até de dizer umas poucas e boas para o patrão dela, continuou sem pista alguma. Ela devia ter aparecido de tarde no trabalho para abrir a loja, mas não apareceu, e seu chefe asqueroso além de não se importar com o sumisso dela, ainda a demitiu. Porém não antes de escutar coisas que pareciam que nunca seriam ditas por uma pessoa tão civilizada quanto Jude, o desespero nos leva realmente a limites inimagináveis.

Quando chegou em casa a tarde, Jude praticamente caiu no sofá. Queria muito ficar o resto do dia na rua, só que sentiu os sinais de desmaio claros e resolveu dar um tempo antes de voltar, mesmo sem esperanças ele procuraria até o fim da vida se fosse necessário. Aos poucos seus olhos foram pesando e ele caiu no sono.

"Enquanto ia dando passos calmos pelo corredor, ao longe Jude pode ouvir uma voz fina conversando sozinha, ele deu um sorriso reconhecendo seu pequeno anjinho provavelmente brincando com seus inúmeros bichinhos de pelúcia adiando a hora de dormir, porém antes dele entrar no quarto pode ouvir uma palavra que o parou rente a porta. "Mamãe".

- Mamãe a senhora pode me ouvir? Papai sempre diz que pode, mas eu não sei se é verdade.

Ele continuou na porta, com os ouvidos atentos e o coração na mão.

- Eu queria dizer que sinto sua falta - disse com os olhinhos presos na foto que tinha nas mãos miúdas - Muita mesmo.

Aquilo foi duro de se ouvir. Ela era só uma criança de sete anos, devia brincar e viver alegre, mas seus dias eram repletos de lembranças que ela nunca teve, lembranças de como seria sua vida com a mãe ao lado. Jude sofria ao lado de Lucy, e Lucy sofria ao lado de Jude, mas nenhum dos dois ousava chorar na frente um do outro. Jude sempre soube que sua Lucy era especial, qual criança esconde lágrimas de um adulto?

- Querida? - o pai disse doce entrando no quarto.

Rapidamente Lucy escondeu a foto embaixo do travesseiro.

- Papai! Achei que o senhor estava dormindo - Fingiu animo mesmo com os olhos marejados.

Jude abriu um amplo sorriso.

- E perder a nossa história de hoje?

- Mas o senhor devia estar dormindo, está cansado! - ela cruzou os braços mostrando estar brava com o pai.

- Eu devia estar onde estou - repetiu pela milésima vez naquela semana.

Ela revirou os olhos.

- De novo isso? - perguntou.

- De novo isso.

Ambos riram. Não conseguiam brigar.

Jude sentou na cama de Lucy gravando bem o sorriso dela na mente enquanto ela puxava as cobertas para ouvi-lo contar mais uma história. Ele pegou um livro da cabeceira, pois Lucy separava um todos os dias. Hoje seria sobre a Rosa e o Rouxinol.

Enquanto lia Jude fazia as expressões da história e mesmo as vezes sendo algo triste, ela caia na gargalhada.

- Papai? - ela o parou no meio de uma frase.

- Sim?

- Por que o Rouxinol ficava sempre perto do menino, mesmo ele não querendo ele lá? - perguntou curiosa, mas já mostrando sinais de que estava com sono.

- Porque ele amava o menino - disse sorrindo - Assim como eu amo você.

- Então o senhor vai cantar pra mim mesmo se eu não quiser?

- Claro - ele segurou a risada para não despertar mais ela.

- Promete? - os olhos abriam e fechavam pesados.

- Prometo.

- Essa será nossa promessa? - ergueu o dedo mindinho.

- Essa será nossa promessa - eles apertaram os dedos.

- Agora pode continuar a ler.

- Não está com sono? - ele tentou deixar o livro de lado.

- Ainda aguento mais uns minutinhos.

E ele continuou a ler, e Lucy logo dormiu. Provavelmente sonhando com Rouxinóis azuis e rosas vermelhas"

Aquela lembrança mais parecia um pesadelo, fez Jude despertar e chorar assim que acordou, pois ele prometeu que estaria lá, ele prometeu que cantaria para ela, mesmo que ela não quisesse.

(...)

Natsu não se deu o trabalho de pensar em algo para fazer assim que saiu do porão, precisava sair, se distrair com alguma coisa ou iria acabar provocando confusão, apressar o momento, comer o prato que ainda estava muito quente. Ele pegou o celular e checou algumas ligações perdidas, provavelmente resultado da nova colocação de chefe, o outro que tinha matado mal esfriou na cova e já veio mais um abutre para atormentar sua vida. Natsu apenas revirou os olhos deu as costas para a cada vazia. Não se preocupou com Lucy ou a gritaria dela, por mais que desejasse que ela poupasse a voz, afinal quem iria conversar com ele quando voltasse?

Algum tempo depois Natsu se encontrava mais uma vez fumando pelas ruas, a caminhada até aquele prédio comercial foi calma e ele pode apreciar o dia tranquilo, as pessoas andavam apressadas e Natsu seguia paciente, nunca entendeu o por que de tanta afobação, afinal suas vidas chatas estavam a espera, o que tanto os anciava?

Os espelhos do prédio lhe cegou por alguns instantes, ele quase deu um assobio quando olhou para cima, sempre visitava figurões, sempre. Por que a ralé não aprontava também? Assim conseguiria resolver tudo com mais emoção, quem vai desconfiar de uma surra quase matou algum malandro aleatório por ai, isso acontece todos os dias, mas com as merdas de eletistas não, você desconfiaria de quem matou uma vaca ou de quem abateu o dono dela?

Enfim, apesar de debater consigo mesmo esses assuntos entre outros, sabia bem que o mundo nunca ia mudar, jamais, era um mundo onde tirar de ricos se chamava roubo, e roubar de pobres, de capitalismo. Não que ele se importasse, se não o efeta, não importa.

Ele chegou na recepção dando um nome falso, qualquer um e algum filme que havia visto na semana, o de hoje era

- O senhor pode aguarda-lo um momento? - a recepcionista dava um simpático sorriso, como todos os falsos que lotavam seu dia.

Natsu retribuiu.

- Diga que estou com pressa - olhou pela janela - parece que vai chover hoje.

A moça olhou pelo mesmo lado e viu um sol normal de primavera.

- Com toda certeza senhor.

"Mais uma que concorda" ele pensou, todas achavam estranho, mas sempre concordavam.

Ela se levantou e foi até a sala do chefe batendo levemente na porta.

Enquanto isso Natsu pegou um pequeno clipe de papel na mesa dela e brincou com o metal gelado dos dedos.

- Senhor? Ele já está esperando.

Ele guardou o clipe no bolso e voltou a sorrir agradecendo. Era sempre gentil com estranhos.

- O senhor pode se sentar, o que quer comigo? Foi insistente alguns dias atrás, achei que nossos negócios não interessavam a sua empresa – a expressão dissimulada causaria nojo em pessoas mais comuns.

Natsu permanecia sorrindo, sempre confundido, nunca perdia a graça.

- Sou eu.

O homem já soube.

- Que-quem?

- Importa?

Realmente, importa quem encomendou sua morte quando você está com a bala na cabeça?

Ele engoliu em seco, piscava rápido e parecia estar pronto para ser atingido por um trem, de tanto que olhava para os lados. Procurou alguma saída, mas mesmo pensando em muitas sabia exatamente quem estava a sua frente e nas possibilidades nulas que tinha de sair dali vivo.

(...)

Do outro lado da cidade Gray entrava furtivamente na casa de Natsu, suas visitas ainda não tinham acabado. Tinha de fazer algo, uma última chance, uma medida desesperada, a penúltima arma que usava antes de usar uma de verdade.

Quando desceu achou o local com a iluminação de antes, sinal de que ele não à havia abandonado no breu total. Então Natsu não cedeu aos impulsos? Não quis castiga-la por falar demais?

- Lucy?

Ela levantou os olhos depois que reconheceu a voz, estava encolhida num canto e parecia ter dormido, o rosto inchado a denunciava. Lucy continuou parada.

Gray fez um sinal de "ok".

- A barra está limpa, ele nem vai desconfiar que estive aqui.

A menina, receosa, não abriu a boca. A sensação de que ele entraria pela porta e faria o pior possível lhe tirou a paz.

Os pensamentos vagavam entre Gray estar tão calmo como se nada tivesse acontecido hoje, como se ele apenas fosse um namorado que o pai pegou entrando escondido no seu quarto, e voltou minutos depois da bronca.

- Então, quer convesar sobre o que agora? Esportes? Música? - ele tinha as mãos nos bolsos e sorria divertido.

Ela só o olhava com uma cara de interrogação contida.

- É do tipo quieta? - apontou para ela parecendo que desvendou um mistério - Essas são as piores. Gosta de livros? Acho que vai gostar a coleção do Natsu então, ele guarda alguns como se fossem de ouro - se aproximou dela e colocou a mão rente a boca, como contando um segredo - Já o vi passando um pano espacial em alguns, vai por mim é muito estranho.

E se acabou em rir. Lucy continuava pasma.

- Qual é? Nem uma palavra? Vai obedecer ele mesmo e me ignorar? - Gray arqueou as sobrancelhas.

Dessa vez ela teve de reagir, afinal ele sabia o que Natsu falou para ela. Quase com exatidão.

- Temos um tipo de telepatia, não se espante - disse após ver a cara de susto, mesmo que mínima, dela - Continuando, já que não quer papo vou chegar ao ponto que nos interessa, sim, temos um assunto em comum, sua não presença aqui.

Ele novamente daquele dia puxou uma cadeira para mais perto da cela, viu que estava caída e sorriu internamente pensando em quem a deixou cair.

- O ponto é o seguinte, você precisa sair daqui.

- Então me solte! - ela disse apressada com os batimentos a mil.

- Queria, mas não posso - Gray torceu os lábios.

- E por que não?

Lucy dizia cada frase angustiada, a esperança doía dentro do peito.

- Tem que ser ele, não eu.

Ela permaneceu sem entender e antes de começar a disparar argumentos e pedidos de por favor, Gray falou primeiro.

- Vou citar aqui o reino animal, deve ser uma menina inteligente então vai entender meu raciocínio - ele se arqueou para frente e demonstrava com as mãos o que falava - A maioria dos carnívoros gosta de perseguir suas presas sozinho, na surdina, se algo os atrapalha e a presa escapa, o que eles fazem?

Os olhos de Lucy estavam vidrados nele, ela não tinha resposta, só tinha um pouco de ar.

- Eles correm atrás dela, na maior velocidade que conseguem, e dependendo o nível de quanto estam famintos, a perseguem até conseguir alcança-la - terminou inclinado a cabeça - Entendeu agora?

(...)

- Vai continuar com a conversa fajuta ou quer ver se consegue fugir?

- Não vou tentar nada.

O homem deu um suspiro e encostou as costas na cadeira, sabia bem quem ele era, sabia bem qual o final daquilo tudo. Mesmo se tivesse uma arma em mãos, não haviam paredes ou balas que o protegessem dele. Ficava mais inerte a cada segundo, qualquer movimento detonaria mil bombas.

Natsu deu de ombros e acendeu mais um cigarro.

O homem fez um movimento com o braço até a caveta da mesa.

- Fique parado ai mesmo, vamos os dois ficar confortáveis - disse puxando a cadeira mais próxima. Aquelas palavras assustaram o homem tanto que achou que seu coração morreria antes dele.

Ele tinha os olhos presos em Natsu, e eles se arregalaram ainda mais quando ele puxou uma arma e a colocou acomodada em cima da coxa.

- O que foi? Nunca viu um homem que se sente mais confortável com uma arma na mão?

(...)

- Reaje garota! Temos alguns minutos antes dele voltar.

- Onde ele está? – ela ficou alerta.

Gray fez pouca causa.

- Matando qualquer um por ai, a questão é você não pode dar brechas pra se envolver mais com ele, faça ele cansar, seja tediosa, chata, fique chorando o tempo todo, só não o provoque – dizia firme. Aquelas palavras deram um choque nela.

- Lisanna, a garota de antes.

- O que tem ela?

- Você não terminou a frase aquele dia, ela não ficou bem por que?

- Porque ela se apaixonou. Caiu na besteira de olhar duas vezes pra uma pessoa que nem deveria ter visto.

Ela estava mais que surpresa, faltou engasgar com a própria saliva. Além de querer rir.

- Ele também pegou ela? – Lucy se interessava cada vez mais, apesar de agora duvidar mesmo se esse fato era ou não verídico.

- Não sei, só sei que ele apareceu um dia reclamando dela, não estranhei devia ver algumas doidas que ele se mete – sorriu lembrando de velhas histórias – Mas ai ela estava aqui toda hora que eu vinha, e parecia nervosa todas essas vezes, então eu perguntei para ele de onde essa maluca vinha, e ele só dizia “uma louca ai”, fui descobrir o nome dela depois de semanas.

- Semanas? – ela ficou espantada. Iria ficar ali por semanas?

- Exato, enfim, depois vi que a situação era pior do que eu imaginava – ele se recostou descansando.

Para Lucy ainda havia muito a contar.

- E o que mais? – ela sentada quase pulava no lugar – o que aconteceu com ela.

- Não posso contar.

“Você não pode nada, então o que faz aqui?” ela pensou em dizer.

- Como não?

- Só posso dizer que o furacão Lisanna não acabou bem, até hoje isso nos assombra, mas desde o começo Lisanna se fixou nele, e ele se livrou dela de qualquer jeito.

Aquilo a deixou perplexa.

- O que Lisanna tem haver comigo então?

Gray respirou fundo dramático.

- Ela estava perto dele, por insistência? Sim, mas perto demais – tentou mostrar sentido.

Lucy continuava sem entender nada, parecia dentro da toca do coelho de Alice. Quis tanto cinco minutos de paz, mas sabia que não conseguiria com a sombra de Natsu ao seu lado.

- Qual o problema desse cara? – disse mais para si mesma enquanto passava as mãos pelo cabelo.

- Em algum momento da vida de Natsu um botão desligou na cabeça dele, ele se perdeu e resolveu não achar o caminho certo, foi isso - Gray respondeu simplista.

- Ele nunca te contou o por quê? – mostrou interesse na figura cada hora mais estranha do que antes.

- Não, num beco numa noite sem muitas esperança resolvemos deixar o passado de lado e desde então ninguem tocou nele.

(...)

- Podemos fazer de dois jeitos, um mais sujo e outro mais sujo ainda, qual prefere? – ele disse esperando uma resposta rápida.

O homem não conseguiu falar nada. Natsu levantou do lugar caminhando para trás da mesa do homem, cada passo despreocupado e leve, parecia pisar na dignidade do homem, e estava feliz por isso. Quando parou atrás da cadeira dele, olhou pela janela com as mãos no bolso da calça, havia certa paz no ar para ele, todo aquele silêncio parecia música e as pessoas lá fora, pena que não podiam aprecisar seu espetáculo.

(...)

Gray de repente levantou e deu um suspiro fundo, tinha acabado por hoje. Plantou a semente que desejava colher.

- Bom, tenha uma boa tarde - falou fingindo olhar um falso relógio.

- Não, você não pode! – Lucy alarmada quis saber mais, estava tão confusa quanto um cego que não sabia diferenciar o dia da noite – Jogou tudo isso em mim por nada? Não entendi porcaria nenhuma.

- Ai já não é comigo.

Deu as costas e foi em direção as escadas.

Ele olhou para trás depositando o peso nas mãos, que estavam segurando o corrimão da escada, se Lucy olhasse para elas veria o quanto ele estava tenso apesar da sua voz transparecer calma.

- Lucy, apenas não seja como Lisanna. Você deve estar pensando que sou um cara legal e que quero te ajudar. Mas não sou um cara legal e quero ajudar mais a mim do que à você, eu te contei o que sei pra quebrar um pouco as armadilhas de Natsu, te dei um meio agora você decide se vai ter o mesmo final.

- Não! Ei! – ela batia nas grades tentando inutilmente sair – Você tem que me ajudar!

Gray voltou com um peso sobre os ombros. Seu olhar era fixo e sua expressão preocupada.

- Promete não contar tudo pra ele?

Depois de pensar por alguns segundos ela achou ser a melhor opção.

- Prometo.

Gray sorriu minimamente.

- Será nossa promessa?

Lucy quase sentiu afeto por ele. Aquilo tudo era realmente uma ajuda? A dúvida era cruel.

- Será – disse por fim, atordoada.

Nem ela mesma soube o que estava fazendo. Gray à agradeceu com um aceno e sumiu de vista. Lá se ia mais um amigo preocupado com a prisão perpétua do outro. Ele balançou a cabeça negativamente e pensou que talvez tinha achado o que Natsu viu naquela menina, pena que era ingênua e tão fácil de enganar quanto um rato atraido para a ratoeira.

(...)

Natsu se virou, próximo ao homem.

- Vou tentar ser rápido, promete não fazer barulho? – disse com um sorriso preso nos lábios, que sumiu enquanto ele terminava o que veio fazer.

Houve um breve barulho na sala, como o de algo valioso caindo no chão, e depois não se ouvia mais nada.


Notas Finais


Tentei trazer mais palavras e tomara que nada esteja muito confuso, fiz o mais rápido que conseguia, já que só prometo ser rápida e nada 😂 enfim, espero que tenham gostado. ❤


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