História Devil Woman - Capítulo 1


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack & Jack, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Drama, Maccon, Romance
Visualizações 158
Palavras 1.916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


▸Primeiramente, (fora Temer! sksksk) Shawn Mendes, Cameron Dallas, Nash Grier, Magcon e etc não me pertence (bem que eu queria , né?), as personalidades são fictícias.

▸As dramatizações são de minha total autoria.

▸Gostou da história? Perfeito! Agradeço muito, mas só curta e compartilhe, plágio é crime!

▸Provavelmente a fic vai ter entre 17 à 20 capítulos. E eu não tenho ideia se vai rolar segunda temporada, mas vamos ver ao longo do tempo...

▸Haverá cenas de sexo explicito e linguagem impropria, portanto se você não é muito fã dessas 'paradas', recomendo que não leia ou pule essas cenas.

▸Minha intenção não é ofender nenhuma religião com essa história, até porque não tenho nenhuma e respeito que cada um acredite no que quiser.

▸Por fim, desejo uma ótima leitura...

-VJDKA XOXO

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Devil Woman - Capítulo 1 - Prólogo

Abri a porta da garagem da minha casa com um controle remoto, vi todas as vagas preenchidas com carros luxuosos e passei por todos sem dar importância, fui em direção a minha bicicleta e a tirei do seu lugar. Atravessei a rua correndo no meu veículo, companheiro de todas as horas que nunca me deixou na mão. Minha mãe sempre me incentivou a ir pro colégio num dos inúmeros carros importados e luxuosos, porém sou muito ligado a questões ambientais e prefiro utilizar o meio mais ecológico, mesmo que isso não me traga nenhum prestigio ou popularidade.

Por que é tão difícil para as pessoas entenderem que o ensino médio não vai definir o resto de suas vidas? Toda essa disputa de popularidade não vale a pena, já que daqui a dez anos ninguém lembrará da maioria dos amigos da escola. Não entendo como as pessoas só ligam para os padrões que são impostos. São apenas coisas que não servem para nada, não acrescentam porcaria nenhuma em nossas vidas e muito menos em nosso espirito. Sim, sou um cara religioso e não tenho vergonha de admitit que ponho minhas virtudes à frente de qualquer desejo carnal, pois sempre frequento a igreja e tento ao máximo seguir os mandamentos da bíblia.

Fiz o mesmo caminho de sempre, correndo por entre os carros e passando pelos lugares que mais gosto de frequentar, o café, o boliche, o laser tag... Enfim, conheço Lima muito bem, sempre morei aqui e não pretendo sair tão cedo. Quem me conhece sabe que eu sou extremamente metódico, sempre que algo sai do seu lugar eu enlouqueço, por isso tenho meus próximos anos calculados na mente, vou fazer faculdade de medicina e prestar serviços no hospital público da cidade, depois que estiver formado eu quero casar com a garota dos meus sonhos, ter dois filhos apenas e passar minha vida servindo a minha família e a Deus. Soa até um pouco careta para um adolescente de dezoito anos, mas não me importo.

Cheguei na escola e coloquei a bicicleta no estacionamento apropriado. Primeiro dia de aula, estamos voltando das férias e esse é meu ultimo ano, eu mudei, mas parece que aqui nada mudou. Os jogadores de futebol e os jogadores de basquete -os dois esportes que prevalecem aqui- já com suas jaquetas dos times, as líderes de torcida com seus uniformes... Geralmente, eles são os populares e bom, a Angel é uma delas. Ela é a capitã das líderes e na minha opinião a mais bonita, inteligente e por sorte minha namorada. Nos conhecemos na igreja, eu ainda era um moleque de doze anos e assim que a vi fiquei completamente apaixonado por seus olhos castanhos e seus cabelos loiro-escuros que batiam na cintura. Ainda lembro dela me olhar com certa curiosidade, passamos anos trocando olhares, mas nunca fui capaz de conversar com ela ou puxar assunto, até que no verão passado eu a convidei pra sair e logo depois do inicio das aulas começamos a namorar.

—Hey, Shawn! —Nash deu um soco no meu braço, instantaneamente virei para retribuir o soco e cumprimenta-lo. Um pouco mais baixo que eu, ele trajava a jaqueta do time de futebol.

—Iai cara, o que fez nessas ferias? —Perguntei um pouco curioso, que eu me lembre ele não era tão bronzeado assim.

—Fui pro Caribe... —Ele suspirou e olhou pra cima, antes de conhecer o Grier achava impossível que olhos fossem tão azuis. Tive que rir com a sua expressão. —Nunca vi tanta mulher gostosa num lugar só. 

—Então, vejo que se divertiu... 

—Shawn, você não tem noção... —Ele passou a mão no cabelo, aquilo parecia um tique, chegou até a me irritar quando nos conhecemos, mas fui me acostumando. —Ainda não consigo entender essa tua história de celibato.

—Não é celibato. —Ri, ele sempre toca nesse assunto. —Eu vou esperar até o casamento, tem que ser uma coisa especial que vá além das expectativas.

—Ai amiga, conta mais. —Nash fez uma voz afeminada e eu revirei os olhos. —Você tem noção que ta namorando a garota mais desejada do colégio? 

—Tenho sim, mas a Angel, assim como eu, quer esperar até o casamento.

—Então casem-se logo. Depois do sexo é só pedir o divorcio. —Falou como se fosse uma coisa simples.

Senti duas mãos taparem meus olhos, sorri, pois sabia que era a Angel. Reconheci seu toque delicado, ela é realmente como um anjo. Mantém delicadeza em tudo que faz e consegue cativar a todos. Uma das poucas pessoas que conheço que faz tudo sem segundas intenções, a garota mais inocente e fofa que existe e tive a sorte de tê-la ao meu lado, como minha namorada.

—Do que os garotos estavam falando? —Sua voz suave se fez presente. Ela tirou as mãos dos meus olhos e me deu um beijo na bochecha.

—Sobre vocês adiantarem o casamento pra amanhã. —Nash piscou pra mim.

—Como assim Grier? —Notei o semblante questionador dela. —Até outro dia você era totalmente contra o casamento.

—Não quando o casamento significar que vocês vão poder experimentar a melhor parte dos relacionamentos. —Ele nos olhou de forma sugestiva.

—Meu Deus, Nash! Qual é o seu problema? —A menina que antes mantinha o tom de voz suave se alterou um pouco, notei que ela ficou incomodada com a brincadeira quando apertou nossos dedos que estavam entrelaçados.

—Calma amor, só foi uma brincadeira. —Passei a minha mão livre nos seus cabelos afagando de forma carinhosa, em seguida aninhou a cabeça em meu peito como se desse permissão ao carinho.

—Você deveria aprender a respeitar nossa religião, resolvemos esperar um pelo outro e pretendemos que continue assim até o casamento. —Sua voz voltou ao seu tom habitual.

—Me desculpa. —Ele coçou a cabeça desconcertado com o fora.

—Tudo bem, já vou indo. Tenho que encontrar algumas amigas. —Ela me puxou e selou nossos lábios rapidamente. Sempre que a beijava era como sentir a seda mais macia, seus lábios eram leves e a sensação era boa, e sim, me contentava com apenas beijos. Ela nos separou e me encarou com seus olhos grandes e inocentes. —Eu amo você.

Apenas tirou as mãos do meu rosto e saiu correndo para abraçar uma amiga. Enquanto isso os caras a secavam com o olhar quando ela passava, isso é uma coisa que me incomoda, principalmente quando ela usa o uniforme das líderes de torcida, porque aquela coisa deixava suas curvas bem marcadas e seu corpo é lindo. Mas quem sou eu para dizer o que ela deve ou não vestir? Isso me parece um pouco obsessivo e não pretendo sentir esse tipo de ciumes de ninguém. Voltei meu olhar para Nash que ainda encarava o chão sem jeito, não entendo o porquê dele agir assim, já que nada o deixa constrangido.

—Nash, desencana... —Dei um leve tapa em seu ombro. —Fica tranquilo em falar suas merdas pra mim, mas a Angel é muito sensível, ainda mais quando o assunto é esse.

Ele passou as mãos no cabelo novamente e levantou o olhar pra mim. Logo sorriu.

—Quando vai se juntar ao time de futebol? —Nash Grier tem o dom de mudar de assunto muito rápido, quase sem perceber eu o estava acompanhando pra dentro do prédio do Thomas Jefferson High School. —Aposto que as garotas não iriam resistir. Assim como é comigo. —Gabou-se.

—Eu não sei... Vocês parecem um grupo fechado demais. —Falei observando o corredor cheio de alunos, alguns novos e outros veteranos que já havia visto por ali -por anos, ou semetres.

—Você seria um dos melhores jogadores e sabe bem disso. —Parou quando encontrou seu armário. —Sempre vive dizendo que é a favor de ajudar os outros, porém não ajuda o time. 

—Ah cara, qual é? Eu não vou cair nessa sua conversinha fiada. —Ri quando ele ergueu seu dedo do meio.

—As vagas abrem daqui a algumas semanas. Poderia pelo menos tentar. 

—Você não vai me deixar em paz, não é mesmo? —Revirei os olhos quando ele soltou uma gargalhada alta atraindo alguns olhares.

—Não mesmo. —Fechou a porta do armário com força.

—Quem é essa garota? —Notei que Angel estava ao meu lado quando fez a pergunta.

—Que garota? —Perguntei sem entender.

—Aquela ali. —Ela apontou fazendo eu e Nash olharmos na mesma direção.

Meu coração parou por um instante. A tal garota andava de forma confiante pelo corredor, não olhava para os lados, ou até mesmo para chão como a maioria dos novatos. A roupa que a mesma trajava era quase extraordinária, afinal, quem em Lima se veste desse jeito? Ninguém. Ela não parecia se importar com os comentários e muito menos com os cochichos, apenas andava parecendo que conhecia cada centímetro do lugar e o fato de ser diferente não a intimidava. Seus cabelos desgrenhados parecem possuir mais de uma cor, mas não era coisa igual a quem tinge, parece natural, tons ruivos e castanhos claros. As meias arrastão davam a entender que ela gostava de receber atenção, era simplesmente fascinante o modo como estava agindo.

Senti um braço rodear minha cintura e me puxar para perto, olhei pra minha garota e passei meus braços ao redor dos seus ombros quase no automático, sou bem mais alto que a Angel o que facilita isso. Ela encarava a novata de forma peculiar, quase competitiva. Por acaso aquilo era um ataque de ciumes? Instantaneamente sorri olhando pra ela, ignorando qualquer outra garota, ela já era perfeita e estava linda com a cara de poucos amigos.

—Caramba! Que gostosa. —Nash sussurrou, já que ela estava próxima.

—Aposto que vai ser mais uma que beija o time de futebol inteiro. —Angel fez questão de falar quando a garota desconhecida passou por nós. Quase não a reconheci falando daquele jeito, ela não é de julgar as pessoas. Além disso, Angie tem muitas amigas que já beijaram quase o time inteiro e não tem problema com isso.

Infelizmente eu e Nash não fomos os únicos que escutaram as palavras desagradáveis da Angel. A menina que estava praticamente vestida de preto parou subitamente, não fez questão de olhar para trás, apenas veio andando de costas e parou quando pôde ficar cara a cara com a gente. Ela usava uma maquiagem escura nos olhos. Olhos que não consegui desviar, eles possuíam uma força avassaladora e eletrizante, eram azuis, ou melhor eram quase cinzas. Não carregavam o menor brilho, opacos como vidros foscos, mas ainda assim, essencialmente belos. 

—Você, senhorita... —Ela pronunciou-se devagar, todos os pelos do meu corpo se arrepiaram. Como isso era possível? A garota ainda desconhecida também estava me encarando, senti que as mãos da minha namorada apertaram ainda mais minha cintura e eu acariciei seus ombros, relutante desviei o olhar para o corredor.

—Angel Rose. —Disse firme.

—Você, senhorita Angel Rose, se equivocou sobre uma coisa. —Ela prosseguiu e pude perceber uma rouquidão em sua voz. —Eu não vou beijar o time de futebol inteiro, eu vou transar com o time de futebol inteiro. —A menina sorriu de lado exibindo seus dentes perfeitamente brancos e alinhados.

Olhei de relance para Nash que ria descontroladamente e abaixei o olhar encontrando uma Angel boquiaberta, aposto que minha situação não é diferente.

—A proposito, meu nome é Lilith Wilde. —Senti um frio se formar no pé da minha barriga. Como alguém pode ter esse nome? Senti calafrios percorrerem minha espinha. —Foi ótimo esclarecer as coisas. Vejo vocês por ai.

Lilith piscou para Angel, que ainda permanecia em choque, em seguida retomou seu caminho no corredor sem olhar pra trás.

 

 

 

 


Notas Finais


GENTHÊ, é minha primeira fic com o CHÃO PITEL MENDESS, então por favor sejam boazinha cmg, espero que tenham gostado do primeiro capítulo...
Se quiserem falar comigo, enviar perguntas ou apenas me conhecer melhor (eu sei que a gente não ta no TINDER, mas fazer migs é bom, tá?) mandem mensagens, posso passar meu whats tbm gatinhas.

-VJDKA XOXO


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