História Devuélveme El Corazón - Capítulo 18


Escrita por: e Serquelsz

Postado
Categorias La Casa de Papel
Visualizações 81
Palavras 742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


esse capítulo tá meio curto, mas espero que gostem, talvez a fic entre na reta final

beijos, boa leitura ❤ (leiam as notas finais)

Capítulo 18 - Decisões



Sérgio não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Mais uma vez, a vida estava tentando derrubá-lo, e Raquel sempre era a vítima disso. Ele não aguentava mais ter que vê-la sofrer sempre, e sempre por culpa dele. Não conseguiu medir o tamanho do seu desespero ao vê-la ali, caída no chão, com sangue encharcando sua roupa. Não sabia se corria até ela ou se matava o filho da puta do Jorge. Sérgio ligou para seus amigos russos, explicando a situação para que eles viessem lhe socorrer.

- Olha, eu... - ele tentou dizer, mas Sérgio o calou.

- PORRA! - saiu de perto de Raquel e se aproximou dele - VOCÊ É UM DOENTE, FOI AQUELA MERDA DO ALBERTO QUE MANDOU VOCÊ, NÃO É? - deu um soco em Jorge.

- Você precisa...- novamente cortado.

- EU NÃO PRECISO DE NADA! Eu... só preciso dela - se aproximou de Raquel novamente e se abaixou. Começou a chorar descontroladamente - Eu sei que também sou um filho da puta, mas ela não merecia isso - soluçou - Eu merecia! Por que não atirou em mim? POR QUE NÃO ATIROU EM MIM, JORGE? - berrou.

- Sinto muito.

- CALA A PORRA DA BOCA.

Os russos chegaram no mesmo instante. Um pegou Raquel no colo, e saiu com ela pra fora de casa. Sérgio foi logo atrás, mas antes de sair, deixou seu recado.

- Se ela morrer, eu volto pra matar você com minhas próprias mãos, SEU VERME! Darko, cuide dele. - disse para o russo que ficou e saiu.

[...] No hospital, Raquel precisaria de uma cirurgia pois a bala ficou alojada em seu pulmão. Sérgio andava de um lado para o outro enquanto aguardava alguma notícia. Ele não sabe quanto tempo passou, mas pra ele foi uma eternidade até que finamente o médico apareceu avisando que a cirurgia passou por algumas complicações, mas tinha sido um sucesso. Conseguiram tirar a bala, mas Raquel perdeu muito sangue e precisaria de uma doação. Sérgio não hesitou, sabia que seu sangue era O negativo e poderia doar para ela não importando o tipo do sangue. E assim fez, doou seu sangue para salvar a vida de Raquel.

Quando chegou no quarto dela para vê-la, a mesma estava acordada, e esboçou um leve sorriso, ainda estava um pouco fraca. O médico já havia lhe contado o que Sérgio fez por ela.

- Não acredito nisso. - riu baixinho.

- Quando digo que faria de tudo por você, não tô brincando. - devolveu o riso - Mas agora descanse. Não faça esforços. Você ainda está muito fraca. Ok? - ela assentiu.

Enquanto Raquel tentava pegar no sono. Sérgio pensava em toda a relação deles. Sabia que a amava mais que tudo e que o sentimento era recíproco. Mas também sabia que nem sempre as pessoas que se amam podem ficar juntas. Eles já haviam se machucado demais. Ele já havia machucado-a inúmeras vezes. Sérgio não podia mais continuar colocando a vida de Raquel em perigo apenas pelo fato de estarem juntos. Seria egoísmo demais se as coisas continuassem do jeito que estavam. E se a segurança dela significasse que teriam que se separar, ele não pensaria duas vezes.

Por outro lado, era doloroso pensar naquilo. Já havia ficado tanto tempo tem sem tê-la, não conseguia imaginar ter que ficar longe de novo. E agora era pior, pois dessa vez seria definitivo e pra sempre.

Mas ele sabia que seria difícil pra Raquel. Talvez ela o esquecesse. Ou não? Também não queria que ela sofresse mais. Só queria que ela fosse feliz.

Sérgio se viu sem alternativas. Não queria abrir mão da sua felicidade se afastando de Raquel, mas também não queria vê-la em perigo. Pra isso, teria que ir contra todos os seus princípios. Alberto na cadeia não era o suficiente para que ele e Raquel tivessem paz. Sérgio teria que matar o pai de sua enteada, mesmo que ela sofresse para o rosto da vida e nunca o perdoasse quando fosse mais velha e entendesse o acontecido.

Ele adiou essa decisão o máximo que pôde. Mas, quando quase perdeu Raquel, percebeu que já havia passado da hora. Alberto não iria parar, e sempre daria um jeito de fugir da prisão, já que tinha amigos policiais, delegados e juízes. Pouparia Jorge, já que o mesmo era apenas uma marionete manipulada pelo inspetor Vincunha. Ligou para os russos, dando-lhes as instruções necessárias e, em poucos dias, o helicóptero onde Alberto faria uma rápida viagem, explodiria pelos ares, não perdoando um sequer pedacinho daquele canalha.


Notas Finais


gente, se quiserem, leiam a fic que estou fazendo em parceria com a @SheCami: https://www.spiritfanfiction.com/historia/back-to-start-13913475

é uma história diferente, mas tá bem legal ❤

enfim, desculpem por qualquer erro nesse capítulo e até o próximo, bjs! ~saturnozz


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