História Dez Passos Para o Sucesso. (Camren) - Capítulo 3


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Categorias Camila Cabello, Candice Accola, Demi Lovato, Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Nina Dobrev, Selena Gomez, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Visualizações 58
Palavras 1.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - You haved a choice


Fanfic / Fanfiction Dez Passos Para o Sucesso. (Camren) - Capítulo 3 - You haved a choice

Depois de ter reclamado por eu ter ignorado suas ligações,a latina formou em seu rosto uma expressão completamente irritada, e quanto à mim? Bom...eu apenas sorri. Era ótimo a sensação de fazer Camila Cabello se sentir ignorada. 

Mais uma vez,tudo aquilo parecia-se mais com uma cena de filme: os braços cruzados na altura do peito,a cara emburrada,e os olhos semicerrados por causa do franzir das sobrancelhas. Se não conhecesse como à conheço,diria que é uma grande atriz.

Como gostei tanto dessa sensação,revirei os olhos,puxei pela alça a bolsa que estava deslizando por meus ombros e segui pra passar ao seu lado e subir as escadas,porém o agarrar de seus dedos em meu braço me impediu. Por alguns instantes nossos corpos ficaram tão perto que pude sentir o seu calor e sua respiração.

- Você teve sua chance. - Murmurei após respirar fundo quebrando aquela constrangedora ligação de olhares. Isso foi muito desconfortável. - E olhe só no que deu...

- Lauren,por favor. - A garota quase implorou ao me ver dar-lhe as costas subindo uns quatro ou cinco degraus.

- Vou deixar bem claro pra você entender: NÃO! Não vou te ajudar. - Sorri e por um segundo me arrependi ao ver seus olhos cheio d'água.

- O que posso fazer pra me ajudar? - A mesma parou por um minuto e pareceu ter uma ideia. - Eu juro. Eu... eu prometo... - Ela encostou a ponta de seu indicador ao polegar e selou os lábios nos mesmos. Meu coração gelou naquele momento,aquele era nosso ritual da promessa. Logo ela me traria sorvete e eu seria obrigada a ajudá-la. Merda! Essa garota saber jogar. - Faço tudo que quiser. - Seria errado imaginar mil coisas explicitamente proibidas agora?

- Certo. Eu ajudo você a fazer o tal teste. - A mais nova deu saltitos e bateu palmas como uma criança sorridente. - Mas não vá pensando que vai ser fácil. - Comecei a planejar andando de um lado para outro. - E tudo vai ser do meu jeito,entendeu? - Esta anuiu com a cabeça positivamente ainda sorridente,se unindo a mim no quinto degrau.

- Certo,capitã. - Bateu continência e me atrevi a um singelo sorriso de lado. 

Com certeza vou me arrepender disso...

(...)

- 1869? - Levei minha mão à testa. Essa menina é realmente um caso perdido.

- Pela milésima vez...Não. - Ela choramingou e bateu os pés. - Vai ser mais difícil que pensei. - Pensei um pouco alto. - Acho melhor começarmos do básico do básico. - Me sento ao lado da garota que agora estaba deitada de bruços na minha cama e pego no caderno algumas informações.

- Você já pegou alguém esse ano? - A latina perguntou como se fossemos íntimas. A encarei de canto de olho,encontrando-a mordendo o lápis,o típico patricinha que não sabe nada.

- O que? - Repetiu, agora com gestos,encenando várias coisas como um beijo desengonçado, ou como se estivesse deslizando dedos num disco e até um falso aclamado boquete. - Céus!  Como você é indecente. - Rolei os olhos.

- Que foi? Foi só uma pergunta,que aliás você ainda não respondeu. - Parei pra pensar qual fora a última vez que estive com alguém,então me veio a imagem da semana passada com a qual me envolvi com uma garota: Dinah era seu nome. Sim... Camila estava até certo ponto certa sobre minha sexualidade. Embora já tenha me envolvido com vários caras, as mulheres sempre foram meu fraco. - Heey, Terra chamando. - Acordei do transe com aquela peste estalando os dedos diante de meus olhos.

- Se isso te interessa tanto... Sim! Eu já fiquei com alguém esse ano. Satisfeita? - Em seu rosto algo estranho,não saberia deduzir o que era. - Agora chega de besteiras. Estamos perdendo tempo. Vamos ao trabalho. - A mesma murmurou um "tá" sem ânimo e comecei minha explicação sobre bomba nuclear. 

- Eu nunca fiquei com alguém de verdade... - Então percebo que a morena não estava nem um pouco afim de prestar atenção no que eu dizia. Sua declaração me assustou. - Pode ser mais uma bobagem minha mas... - Ela sorriu triste me olhando nos olhos,agora sentada em posição de meditação. - Não sei. Acho que não estou pronta.

- Ah... certo! Você me pegou. Eu não sei bem o que dizer. - Declarei sem emoção alguma. - Bom... sexo é sexo,não tem nada de mais,nem nada de menos. É só mais uma coisa pra colocar na lista de "coisas que quero fazer antes de morrer".

- Nos livros e nos filmes é bem diferente... - A menina levantou-se e girou em um movimento de Balé. - Os mocinhos falam coisas bonitas,as mocinhas se sentem lisonjeadas e morrem de amor quando são traçadas.

- Isso até eles fizerem 50 anos e um desejar a morte do outro. Sem contar os 20 anos sem sexo. Caramba... que cruel. - Levei uma das minhas mãos a boca encenadamente.

- O amor não é assim,Lauren.

- Ai o amor não é assim,Lauren. - Imitei-a com minha melhor pose o que a fez revirar os olhos.- Ele é bom,intenso,pra sempre,ah o amor,amor,amor. O amor é uma droga,Camila. Não existe mais...pelo menos não pra mim. - Não queria mais acreditar naquela palavra,todos que um dia eu amei hoje nem me dão bola,um bom exemplo disso? Minha própria mãe que não à vejo faz 9 anos.

- Você mudou completamente... É incrível! - Exaltou irritada enquanto eu me fiz indiferente. - Eu também mudei é claro,mas você... Você se fechou na droga da sua bolha,não quer sair e não quer deixar que ninguém a estoure. 

- Eu estou sozinha nessa merda... - Griteu mais alto do que queria e ela se encolheu. Então respirei fundo e me acalmei. -  Aliás, pouco me importa o que pensa. E relaxa que ano que vem eu vou embora. Vou te livrar dos meus não sentimentos.

- Você vai? - Parou seus movimentos,sentando ao lado do meu corpo jogado no colchão. 

- Harvard. Depois Paris e o mundo todo...

- Legal. 

- É,muito legal. - Suspirei fechando os olhos imaginando tudo que me esperava. - Posso fazer uma pergunta? - A mesma balançou a cabeça positivamente então continuei. - Por que tudo é tão diferente  na escola? Por que eu vejo nosso passado como uma coisa distante?

- Talvez porque seu pai dormiu com a minha mãe nas nossas costas. E porque sou uma idiota! - Respondeu pesadamente,tirando do bolso algo muito estranho pra mim.

- Você fuma? - Inquiri referindo-me ao maço de cigarros agora entre suas unhas pintadas de vermelho.

- Só em dias difíceis. E esse ta sendo impossível. Vou perder minha vaga no time,reprovar em todas as matérias e minha mãe vai ter mais um motivo pra me chamar de inútil. Que ótimo... A vida que sempre sonhei... - Ela se deitou ao meu lado e ficamos em total silêncio.

- Sinuhe? Tem certeza que estamos falando da mesma pessoa? - Ela ri enquanto solta a fumaça.

- Ela ama você. Tudo é:seja como Lauren,você não pode ser tão útil como Lauren? Você pode ser tão corretamente perfeita como Lauren? - Afinou sua voz.

- Eu não sou corretamente perfeita! 

- Você é sim. Tem boas notas,um futuro garantido e é....- por um segundo jurei a vendo corada. - Muito bonita. - Ela virou o rosto em minha direção e ficamos nos encarando,até que...













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