História Dez Passos Para o Sucesso. (Camren) - Capítulo 4


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Categorias Camila Cabello, Candice Accola, Demi Lovato, Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Nina Dobrev, Selena Gomez, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Visualizações 74
Palavras 1.865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Ten steps to sucess


Fanfic / Fanfiction Dez Passos Para o Sucesso. (Camren) - Capítulo 4 - Ten steps to sucess

Meus dedos encontravam o fecho de seu sutiã e senti um arrepio no peito quando encostei sua pele macia e quente assim como sua deliciosa boca que não queria parar de beijar. Nossos lábios se movimentavam sem parar e nossas línguas dançavam num ritmo quente incessante e extremamente erótico.Eu poderia ficar a noite toda apreciando suas curvas e me deliciando de seus carinhos, claro que isso antes de ser puxada invertendo as posições. Me senti dominada e isso em algum momento me excitava mais do que eu imaginava. 

É...isso seria ótimo! Mas não foi bem assim que aconteceu...

Camila segurou o cigarro nos dedos,e continuamos nos encarando,após isso ela inclinou o pescoço em minha direção e por instinto ou não eu fiz o mesmo,então nossos lábios colaram por meros dois segundos. O "time" perfeito pra me causar um dano irreversível,pois eu definitivamente nunca mais esqueceria aquele momento. 

Até que o som de seu estrondoso celular soou.

Assim que nossas bocas se descolaram nos encaramos mais uma vez,parecia a última, já que Camila abruptamente se levantou e tratou de atender o celular de um modo desengonçado,chegando até a pegar o objeto ao contrário. Não posso mentir que me surgiu uma súbita vontade de rir,mas me controlei.

Então ela pegou seus sapatos na beira da cama depois de dizer que já ia pra quem quer seja do outro lado da linha,saiu pela porta sem olhar pra trás e assim que fechou aquela maçaneta eu podia sentir que a velha Camila tinha voltado. Já podia saber que era apenas um momento.

(...)

Continuei no quarto durante todas as quatro horas que se passaram e enquanto isso: troquei de roupa,optando por uma camisola bem curta(afinal pelo calor que fazia nada melhor que isso),coloquei meus fones no máximo e me joguei na cama. Aquilo era minha paz... Meu pai sempre me gritava por trás da porta e eu obviamente não o ouvia e por mais que eu tenha a impressão que alguém fazia o mesmo, não me prestaria a largar essa mordomia.

- Levanta daí,sua vaca. - Senti meus fones sendo puxados pra cima e uma voz irritante gritando em meus ouvidos.

- O que você tá fazendo aqui,Karla? Ficou maluca? - Peguei o travesseiro cobrindo meu corpo do jeito que dava,logo massageando minhas orelhas.

- Em primeiro lugar não me chame assim. Sabe que odeio! Em segundo, você tem que me levar à uma festa e terceiro sim...eu estou maluca. - Ordenou com voz firme abrindo as portas do meu closet procurando algo. - Meu Deus do santo bom gosto. Perdoe-a! 

- Por que eu tenho que ir à uma festa com você? - Ela parou subitamente e se virou em minha direção com uma mão na cintura e um semblante tedioso.

- O papai mesmo que sem motivos me proibiu de dirigir e se você não esconde alguém no porão,é a única pessoa aqui presente que pode me levar.

- Muito engraçada você! - Ri falso propositalmente.- Sem motivos? Fala sério... Você levou 7 multas por excesso de velocidade,3 por destruir patrimônio público,sem contar o pobre esquilinho... - Coloquei em meu rosto uma expressão triste e piedosa.

- O esquilinho não! - A latina choramingou e eu sorri. - Até hoje eu sonho com ele implorando por sua vida. Péssimo dia...

- Eu sei. - Continuei rindo.

- Não tente mudar de assunto! Levanta essa bunda gorda daí,coloca uma roupa decente e vamos pra festa e não me venha com desculpas,porque eu já falei pra Normani que ia te levar.

- Não acredito que seja prudente. - Impliquei. - Suas amigas não vão muito com minha cara,mas...Eu levo você e te busco amanhã se precisar. Só me ligar,qualquer hora,qualquer segundo.

- Você é fofa. - Sorrio  com seu comentário. - Mas ainda não me convenceu. Vai comigo,sim senhora. Anda! VISTA-SE,Lauren Michelle. - Ordenou e prontamente me levantei com certa vergonha,mas então reparei no que a mesma vestia e me dei por conta que não era tão diferente do que eu trajava.

- Por que não trocou a sua também então? - Apontei sua camisola de seda de mesmo cumprimento,mostrando toda a extensão de suas coxas,com rendas nas bordas que deixava o modelo mais sensual,porém suas pantufas de coelhinho deixavam claro que aquela propriedade não podia ser tocada.

- Porque em mim fica ótimo. Não que em você fique mal,mas seus seios,eles são tão... - Ela se fez confusa e eu pior ainda.Abaixei o olhar e procurei o defeito em meus peitos. - Grandes. Parecem que vão explodir ai dentro.

- Ah,então a senhora anda olhando meus peitos? - No mesmo instante,a menina já podia ser comparada à um pimentão.

- Não,quer dizer...sim,quero dizer... Ah não enche,Lauren. - Então ela olha novamente para todas aquelas roupas no roupeiro. - Vem! Vamos pegar alguma coisa pra você no meu quarto.

- Sinceramente,Camz...Não vejo nada de errado com essa roupa. - Apontei pra mim mesma,seguindo a garota que me ignorava completamente.

- Isso porque você não tem bom senso. - Ela passa pela porta branca e sigo junto,a porta dava vista à um quarto todo feminino,arrumado e até um pouco infantil. Assim que entrou, a latina já abriu seu roupeiro.

- Falou a líder de torcida... - Revirei os olhos e deixei meu traseiro encontrar aquele colchão macio. Como um touro,a morena se virou em minha direção furiosa.

- O que você tem contra líderes de torcida? Sabia que 65%,ou seja a metade das garotas do colégio sonham em entrar para o time?

- Você sabe que 65% não é a metade,certo? - Ela murmurou um "tem certeza?" e eu apenas sorri com sua ingenuidade.

- Não mude de assunto! 

- Não tenho nada contra líderes de torcida mimadas,que só pensam em enxergar o próprio nariz e que cospem no chão onde passam,iludindo as pessoas e brincando com os sentimentos delas. O pior delas é que elas escondem quem realmente são e estabelecem um pódio que só pode ser alcançado com arrogância e egoísmo. E a pergunta que lhe faço, é por que Camila? Por que elas não podem ser elas mesmas no colégio? 

- Talvez elas se sintam tão terrivelmente inúteis que sentem que não vão conseguir coisa melhor,quem sabe talvez no fundo elas tentem mudar,ou na pior das hipóteses elas sejam apenas idiotas. - Respondeu sem menhuma emoção. Eu não sei,Laur. Por que não pergunta a uma delas? - Disse com sarcasmo.

- Talvez eu faça isso...

- Então vista isso e faça hoje mesmo. - Mostrou uma peça que achei incrivelmente horrível. Balancei a cabeça negativamente várias vezes. - É lindo! 

- Eu já disse que essa roupa está ótima e afinal não vou ficar muito tempo.

- Isso é o que você pensa... Vai ficar até amanhecer comigo,quer dizer com a gente. E essa roupa... Céus eu nunca deixaria você ir lá com ela. Você tem 18 anos,não 81.

- Por quê? 

- Apenas duas palavras: Safadas e bissexuais. - Comentou com certa repulsa e decidi irritá-la.

- Não precisa ficar com ciúmes. Afinal elas me odeiam tanto quanto você. - Expliquei me jogando,me apoiando com meu ombro,desenhando círculos imaginários no colchão.

- Eu não...

- E além do mais garotinhas da puberdade não me interessam.

- Interessante. Bastante interessante... - A mesma rolou os olhos novamente.

- Prefiro as mais maduras,que não se sintam inseguras quanto à seus futuros. - Por um impulso soltei o verbo. Sim,eu sou muito impulsiva. 

-  Credo!Falando assim parece que tenho dez anos.

- E não tem? Pensando que não consegue fazer nada... isso não é atitude de uma criança?

- Qual é, Laur? Todos sabemos que sou um caso perdido,ninguém mais acredita que posso me reeguer,sinceramente... nem eu.

- Que pena! Porque eu acredito em você. E vou te fazer passar nesse teste ou não me chamo Lauren Michelle Jauregui Morgado.

- Ah merda,você disse o nome o completo. 

- É eu disse. E não vou voltar atrás,espero que faça o mesmo. Vamos logo.

Desci as escadas esperando que a garota me seguisse,ignorando que ela pudesse falar novamente sobre minha roupa e parti em disparada,logo ela estava atrás de mim,segurando Picles seu ursinho de pelúcia preferido. Peguei as chaves que estavam em cima da mesinha perto da porta e olhei pra trás esperando-a.

- Toma. - Arremessei o chaveiro em suas mãos e a mesma me encarou desentendida.

- O quê?

- Se contar pro papai eu juro que te mato,mesmo depois dele me matar. - Então ela juntou novamente o polegar e o indicador e beijou-os. Então saímos e fomos até a garagem.

- Seu carro é bem legal. O que é isso? Uma Ferrari? - Assim que me estiquei pra abrir a garagem ela entrou passando a mão levemente pela lataria.

- BMW,Camz. - Quase gargalhei. - Tá na cara que não entende nada de carros.

- Eu sou muito feminina pra pensar em carros.

- Não pareceu muito feminina enquanto me beijava. - Murmurei e suas bochechas coraram imediatamente.

- Lauren,se puder não... - Já imaginei o que viria a seguir.

- Não vou contar. Nunca mais vou falar sobre isso,hum? - Apertei seu queixo e passei pro lado do passageiro. - Vamos! Entre no carro. Ela obedeceu e a ouvi murmurando um " eu consigo fazer isso" - Você tem certeza que pode e quer fazer isso?

- Absoluta. Bom... Primeiro isso aqui. - Giriu a chave,puxou o freio de mão e me olhou sorridente pelo progresso. - Agora é só pisar aqui e...

- Não,Camila,isso é ... - O carro andou pra trás e se eu não apertasse o freio de mão certamente teríamos batido em tudo atrás de nós.  - A ré.

(...)

- Tá vendo? Agora é só continuar focada na estrada e não ficar nervosa. -  ela conseguia se sair bem. - Aquela é uma curva acentuada,requer muita atenção.

- Laur,acho que não posso fazer isso. - Me encarou afobada. - Se a gente cair,vai ser nosso fim. Olha lá em baixo... Céus!  É muito alto. - Então ela largou o volante.

- Camila, pegue o volante! - A mesma ronronava vários nãos. - AGORA,Camila! Porra garota pega logo essa merda. 

Esta pareceu se acalmar um pouco e mesmo ainda chorando de histeria pegou na direção e parou o carro. Descemos e trocamos de lugar.

- Você quase nos matou! Ficou maluca? - Gritei mais alto do que queria,dando partida.

- Desculpa. - A olhei de canto de olho e vi suas lágrimas rolando. - Eu... eu não queria. Eu não sei o que deu em mim. Nunca consigo fazer nada certo. - Confessou com a voz embargada,chorando mais que um recém nascido. 

- Hey... - Desisti da partida e a encarei. - Tudo bem. Tá tudo bem.

- Se eu estivesse sozinha teria morrido...

- Mas você não está,Camz. Estou aqui com você. - Para minha surpresa,a garota me olhou pela primeira vez nos olhos e mesmo com a falta de espaço abraçou-me com todas as forças. Foi mais fácil consolá-la com sua cabeça em meu peito enquanto sussurrava vários obrigados.

- Primeiro passo: Seja surpreendida. - Em um segundo a mesma se desprendeu de meus carinhos e me olhou limpando as lágrimas.

- Quê? Que negócio é esse de passo?

- Esse é meu novo projeto. E você minha querida...Será a cobaia. É basicamente simples:nós duas procuramos o sucesso mesmo que de formas diferentes,então você me ajuda e eu te ajudo. É o que chamo de: Dez passos para o sucesso!

Completamente inconstante... Lembre-me de levá-la à um sanatório mais próximo,por favor.











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